<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6330035690421843343</id><updated>2011-10-31T09:29:31.840-03:00</updated><title type='text'>Entre Outras...</title><subtitle type='html'>Veneza de Brasileiros</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://vbreportagens.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vbreportagens.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Osvaldo Barreto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08518641928163621644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://photos1.blogger.com/x/blogger2/1418/777464124616941/211/z/508053/gse_multipart15066.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>85</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6330035690421843343.post-5363773307047203779</id><published>2010-12-28T20:29:00.007-03:00</published><updated>2010-12-28T20:38:41.642-03:00</updated><title type='text'>Instante de reflexão ( de natal)</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/TRp0zc_vtjI/AAAAAAAAD2k/Mx45YtxB01Y/s1600/AAAAAAAA.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 100px; height: 150px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/TRp0zc_vtjI/AAAAAAAAD2k/Mx45YtxB01Y/s200/AAAAAAAA.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5555881517620639282" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nascer é florir na árvore mágica da humanidade, é crescer como parte de um planeta chamado família, é dar frutos sãos e pacíficos todos os dias como uma fonte que se regenera nos subsolos da vida , nascer é sorrir com os lábios imperativos da alma , enfim, cada instante  traduz um vir ao mundo diferente pois viver é reinventar-se no desenvolver dos passos... sejamos mais felizes a cada minuto.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Feliz Natal a todos, &lt;br /&gt;Marcos André Carvalho Lins&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6330035690421843343-5363773307047203779?l=vbreportagens.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vbreportagens.blogspot.com/feeds/5363773307047203779/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6330035690421843343&amp;postID=5363773307047203779&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/5363773307047203779'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/5363773307047203779'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vbreportagens.blogspot.com/2010/12/instante-de-reflexao-de-natal.html' title='Instante de reflexão ( de natal)'/><author><name>Osvaldo Barreto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08518641928163621644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://photos1.blogger.com/x/blogger2/1418/777464124616941/211/z/508053/gse_multipart15066.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/TRp0zc_vtjI/AAAAAAAAD2k/Mx45YtxB01Y/s72-c/AAAAAAAA.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6330035690421843343.post-5704147621912324648</id><published>2010-11-17T18:41:00.002-03:00</published><updated>2010-11-17T18:47:30.040-03:00</updated><title type='text'>A relação entre a idéia da liberdade e o conceito de causalidade na Ética kantiana.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A liberdade não significa a potência de ser. Não significa a possibilidade de escolher arbitrariamente entre diversos motivos empíricos, mas justamente a independência de tais motivos. Um ato de liberdade não é uma decisão imotivada, que como tal seria arbitrária e fortuita, porém uma decisão fundamentada em motivos puramente racionais. A razão gera, independentemente de conteúdos empíricos, a idéia do dever, e essa idéia pode vir a ser motivo de decisões. O princípio do dever não nos obriga a tomar essa ou aquela decisão, mas expressa que devemos agir conforme o preceito da razão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se se concebe a vontade como um “motor”, pode-se afirmar, em princípio, que há vontade sem que haja liberdade ou livre arbítrio. O que se chama vontade pode ser um “movimento natural”. O determinismo da vontade pode estar baseado não só numa certa concepção da Natureza ou do que se qualificou de “causalidade da Natureza”, mas também na idéia de que o ato voluntário está completamente determinado por “razões”. No seu entendimento, o reino da Natureza apresenta um completo determinismo. É totalmente impossível “salvar” dentro dele a liberdade. A liberdade apresenta-se dentro do domínio do número, que é fundamentalmente o reino moral. A liberdade não é uma questão física; é, sim, uma questão moral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existe, pois, a possibilidade de uma causalidade pela liberdade. Em seu caráter empírico, o indivíduo deve submeter-se às leis da Natureza. Em seu caráter inteligível, o mesmo cidadão pode considerar-se livre. A ciência natural, segundo ele, não seria possível sem a suposição de que os fenômenos se sucedam de acordo com uma estrita relação da causa ao efeito. A casualidade não se encontra na própria realidade. Mas tampouco pode consistir numa crença fundada no hábito, visto que, neste caso, as leis científicas não seriam universais e necessárias. A causa não está na realidade, mas tampouco está só na mente.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6330035690421843343-5704147621912324648?l=vbreportagens.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vbreportagens.blogspot.com/feeds/5704147621912324648/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6330035690421843343&amp;postID=5704147621912324648&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/5704147621912324648'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/5704147621912324648'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vbreportagens.blogspot.com/2010/11/relacao-entre-ideia-da-liberdade-e-o.html' title='A relação entre a idéia da liberdade e o conceito de causalidade na Ética kantiana.'/><author><name>Osvaldo Barreto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08518641928163621644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://photos1.blogger.com/x/blogger2/1418/777464124616941/211/z/508053/gse_multipart15066.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6330035690421843343.post-910362277122719118</id><published>2010-11-17T18:31:00.003-03:00</published><updated>2010-11-17T18:40:34.025-03:00</updated><title type='text'>Como a possibilidade das ações virtuosas, na Ética de Aristotélica, está fundamentado na constituição da alma (psique) humana?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As virtudes dianoéticas são virtudes que se referem apenas à função racional ou intelectiva. Trata-se da areté ou da excelência e perfeição da alma racional. Elas existem em potência na alma racional e cada uma delas será atualizada para realizar a plenitude de sua forma passando de aptidões potenciais a disposições atuais constantes adquiridas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As virtudes dianoéticas conduzem o homem para o conhecimento de verdades imutáveis e para o sumo Bem, tanto para aplicá-lo à vida concreta: a sabedoria. Tanto para fim puramente contemplativo: a sapiência. A virtude dianoética deve a sua origem e desenvolvimento à instrução, razão pela qual requer paciência e tempo. Em relação a sabedoria e a sapiência, é característico o fato de que os seus extremos não representam nada de negativo, mas, ao contrário, quanto mais elevado o seu grau, tanto maior é o seu valor.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já a virtudes éticas vale a reivindicação da regra do meio termo. A virtude ética deriva do hábito. É bom lembramos que o seu objetivo consiste na sujeição dos instintos naturais à racionalidade. A vida da alma não pode ficar desvinculada de maneira alguma com o instinto. Deve, contudo, ser mantido dentro dos limites em que a sua atuação é positiva. Por exemplo, a virtude da coragem depende das circunstâncias pessoais e dos condicionamentos exteriores que afetam o agente. A coragem do soldado será algo diferente da coragem do civil, e em tempo de paz a coragem deve ser algo diferente do que nas condições terríveis do tempo de guerra. Por isso deve-se admitir uma certa relatividade na valorações morais no campo das virtudes éticas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6330035690421843343-910362277122719118?l=vbreportagens.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vbreportagens.blogspot.com/feeds/910362277122719118/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6330035690421843343&amp;postID=910362277122719118&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/910362277122719118'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/910362277122719118'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vbreportagens.blogspot.com/2010/11/como-possibilidade-das-acoes-virtuosas.html' title='Como a possibilidade das ações virtuosas, na Ética de Aristotélica, está fundamentado na constituição da alma (psique) humana?'/><author><name>Osvaldo Barreto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08518641928163621644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://photos1.blogger.com/x/blogger2/1418/777464124616941/211/z/508053/gse_multipart15066.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6330035690421843343.post-1526286038989522739</id><published>2010-11-17T18:30:00.002-03:00</published><updated>2010-11-17T18:38:40.237-03:00</updated><title type='text'>A vontade, Kant.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Kant destaca o aspecto moral da vontade. Ele repeliu toda ética dos bens e procurou fundamentar uma ética formal, autônoma e impregnada de rigorismo. Por exemplo, quando ela é autônoma e não heterônima, quando dá origem à lei e não se encontra subordinada a prescrição dependentes de fins alheios a ela, chama-se boa vontade. Esse é o sentido primário e mais importante de “vontade”. A boa vontade possui um valor absoluto com independência dos resultados obtidos. A metafísica estuda aplicação da legislação à experiência. Trata-se aqui de aplicar à realidade concreta dos costumes os princípios a priori, apurados na análise da lei moral.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6330035690421843343-1526286038989522739?l=vbreportagens.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vbreportagens.blogspot.com/feeds/1526286038989522739/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6330035690421843343&amp;postID=1526286038989522739&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/1526286038989522739'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/1526286038989522739'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vbreportagens.blogspot.com/2010/11/vontade-kant.html' title='A vontade, Kant.'/><author><name>Osvaldo Barreto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08518641928163621644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://photos1.blogger.com/x/blogger2/1418/777464124616941/211/z/508053/gse_multipart15066.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6330035690421843343.post-2518081700027509669</id><published>2010-11-17T18:17:00.002-03:00</published><updated>2010-11-17T18:28:45.492-03:00</updated><title type='text'>A felicidade (eudaimonia) e Práxis, na obra de Aristóteles</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;A práxis não é como operações naturais.&lt;/span&gt; Cada ser segue necessariamente as cobranças impostas por sua matéria e por sua forma e essas operações possuem sempre as mesmas causas e cada operação produz um único efeito. Todas ações humanas tendem a uma realização de um bem específico, porém cada fim particular e cada bem específico estão em relação com um fim último e com um bem supremo: a felicidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;A felicidade plena&lt;/span&gt; é reservada à divindade, o homem a possui apenas na medida em que nele existe algo de divino, a saber, o nous, que entra no ser do homem vindo de fora e que sobrevive ao fim deste.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt; &lt;br /&gt;Entretanto, as ações humanas são possíveis e&lt;/span&gt; não necessárias, pois decorrem de uma deliberação e de uma escolha voluntária entre alternativas contrárias dependendo da escolha feita. O homem tem uma vontade deliberada para escolher a ação. Aristóteles não indagava em primeira mão como os homens devem comportar-se, mas perguntava-se sob quais critérios o comportamento é avaliado moralmente. Também, a escolha se refere ao futuro e este é meramente possível e não necessário. E um terceiro ponto, o homem é um ser misto por natureza, tanto um ser dotado de vontade racional como um ser que possui apetites, inclinações e tendências irracionais, podendo haver contrariedade e mesmo contradição entre o que a vontade quer e o que o apetite incita ou excita. Portanto, a ética não pode ser uma ciência teorética demonstrativa que trabalharia com proposições universais necessárias.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6330035690421843343-2518081700027509669?l=vbreportagens.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vbreportagens.blogspot.com/feeds/2518081700027509669/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6330035690421843343&amp;postID=2518081700027509669&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/2518081700027509669'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/2518081700027509669'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vbreportagens.blogspot.com/2010/11/felicidade-eudaimonia-e-praxis-na-obra.html' title='A felicidade (eudaimonia) e Práxis, na obra de Aristóteles'/><author><name>Osvaldo Barreto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08518641928163621644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://photos1.blogger.com/x/blogger2/1418/777464124616941/211/z/508053/gse_multipart15066.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6330035690421843343.post-5554647395513139026</id><published>2010-11-03T15:34:00.003-03:00</published><updated>2010-11-17T18:28:00.169-03:00</updated><title type='text'>A Gênese do Planeta Terra no Sistema Solar.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Foi no século VI a.C. que o homem grego&lt;/span&gt;, de forma racional, especulou a physis no esforço de obter respostas para as interrogações filosóficas a respeito do ser humano acerca do mundo. Buscava, então, vencer o dogmatismo mitológico e estabelecer uma explicação para sua existência, para os fenômenos naturais e para a vida social da Grécia. Pois já não era mais possível aceitar qualquer explicação que não fosse racional. O homem grego armado de sólido conhecimento em matemática, geografia e astronomia, naquele momento, caracterizou e ainda caracteriza a Ciência até os nossos dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Em tempos atuais,&lt;/span&gt; a investigação da origem e evolução do planeta Terra é feita na analise do espaço exterior mais longínquo e, ao mesmo tempo, às evidências que temos do passado mais remoto. É bom lembrar que, a origem do Planeta Terra está ligada intrinsecamente à formação do Sol, dos demais planetas do Sistema Solar e de todas as estrelas a partir de nuvens de gás e poeira interestelar. A tendência das partículas constituintes dessas nuvens, principalmente de H e He, é de se aproximarem e se compactarem. Esse processo demora milhões de anos, mas sua continuidade vai formando uma região muito densa e de temperatura extremamente alta. Quando a temperatura atinge valores de alguns milhões de graus Celsius, têm início as relações nucleares, em que átomos leves se fundem originando átomos mais pesados e uma enorme quantidade de energia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Acredita-se que o Universo&lt;/span&gt; tenha se originado há cerca de 13 bilhões de anos de um ponto de partida, um ponto reunindo toda matéria e energia do Universo, que explodiu no evento único e original que os físicos denominaram Grande Explosão (Big Bang) e que ainda permanece em expansão. Por outro lado, a terra deve ter sido formada com o Sistema Solar, há aproximadamente 4,6 bilhões de anos. Em relação à expansão, não é a distância entre estrelas de uma galáxia que está aumentando, e nem a distância entre galáxias de um aglomerado, visto que tanto as primeiras como as últimas estão ligadas entre si pela atração da gravidade. A expansão do Universo significa que aumenta continuamente o espaço entre os aglomerados galácticos que não estão suficientemente ligados pela atração gravitacional. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Tendo no centro o Sol,&lt;/span&gt; nebulosas gasosas se condensaram e deram origem a planetas de vários tamanhos. Os planetas relativamente pequenos, como o nosso planeta, continuaram colidindo e incorporando planetas menores, desenvolvendo planetas cada vez maiores. Existe a teoria de que a Lua, que gira em torno da Terra, teria se originado do choque entre planetas do tamanho do planeta Marte, há 4,5 bilhões de anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Ao girar em torno da Terra,&lt;/span&gt; a Lua produz, pelo efeito de sua força gravitacional, o fenômeno das marés nos oceanos do nosso planeta. As marés enchente e vazante imprimem nos organismos marinhos o ritmo da vida. Além de influenciar nas camadas superficiais da Terra, a maré interfere também sobre as mudanças globais do nosso planeta. Finalmente, pode-se pensar até que a Lua funcione também como escudo, protegendo a Terra contra o impacto de muitos meteoritos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Se o corpo celeste que&lt;/span&gt; deu origem à Lua fosse um pouco maior, é provável que a Terra tivesse desaparecido, pois acredita-se que, quando os planetas ainda estavam em formação,  colidiam mutuamente com freqüência 100 milhões de vezes superior à atual. As colisões interplanetárias da época eram numerosas e envolviam a própria sobrevivência. Nessa incrível e dura batalha, por um feliz acaso, a Terra “sobreviveu”.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;br /&gt;Toda vez que a Terra incorporava &lt;/span&gt;pequenos planetas e meteoritos, a energia de colisão se convertia em calor, com centenas de graus, e sua superfície se transformava num “mar de magma”. Essa situação de verdadeira bola de fogo corresponde à imagem da Terra em seus primórdios. Há cerca de 4,3 bilhões de anos, entretanto, ocorreu um resfriamento, com conseqüente transformação do vapor em água líquida, que originou um oceano primitivo. Assim, o nosso planeta foi recoberto por uma capa relativamente delgada de água, cuja espessura média chegava a 4 km. É lógico que esta é uma explicação extremamente simplificada do que realmente aconteceu, mas dá uma razoável idéia do processo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Osvaldo Barreto&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6330035690421843343-5554647395513139026?l=vbreportagens.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vbreportagens.blogspot.com/feeds/5554647395513139026/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6330035690421843343&amp;postID=5554647395513139026&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/5554647395513139026'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/5554647395513139026'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vbreportagens.blogspot.com/2010/11/genese-do-planeta-terra-no-sistema.html' title='A Gênese do Planeta Terra no Sistema Solar.'/><author><name>Osvaldo Barreto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08518641928163621644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://photos1.blogger.com/x/blogger2/1418/777464124616941/211/z/508053/gse_multipart15066.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6330035690421843343.post-4647333038917755197</id><published>2010-08-09T17:24:00.002-03:00</published><updated>2010-08-09T17:25:34.223-03:00</updated><title type='text'>Nietzsche: O que é Filosofia?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nas poucas páginas que se seguem consta o esforço de elucidar o problema “O que é a filosofia?” na visão do pensador alemão Nietzsche. Para essa tarefa era necessário destacar o objeto primordial da questão com o único objetivo de não contaminar o conceito com o filósofo e a sua especulação filosófica e assim evitar transformar o trabalho em uma descrição cronológica ou uma dissertação de acordo com a vida e obra do autor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  No livro “A genealogia da moral” Nietzsche descreve uma instigante reflexão sobre a sua visão de filosofia. Essa citação organizou todo rumo para elucidar “O que é a filosofia?”, afastando o perigo de responder “Qual é o produto que essa filosofia produziu?”. Sendo distintas as perguntas, logo perseguem objetivos distintos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        “Esse é o único modo de pensar digno de um filósofo. Não temos o direito, por qualquer motivo, a viver isolados.  Não nos é permitido  enganar-nos nem encontrar a verdade  por acaso. Pelo contrário, assim como é necessário que uma árvore dê frutos, assim nós frutificamos nossas  idéias, nossos valores, nossos “sim”, nossos “não”, nossos “se” , nossos “como” que se desenvolvem, todos aparentados e relacionados entre si, como testemunhas de uma vontade, de uma saúde , de um terreno, de um sol. – Serão de nosso gosto esses frutos  de nosso pomar? Mas que  importa às árvores? Que importa para nós os filósofos?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Fica claro que aqui permanece o rumo mais coerente na busca em decifrar “O que é a filosofia?” na visão dionisíaca de Nietzsche. O filósofo elucida a sua forma de ver a filosofia e determina o método de uma investigação honesta e corajosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Para Platão, o pensamento tinha que se libertar dos conceitos míticos de sua época. O pensamento só devia ter o compromisso com a verdade. Nietzsche vai além na sua busca. Para o filósofo, o pensamento tem que se libertar de todas as amarras. Até mesmo das regras caducas postas à filosofia. O pensamento não deve ter e nem estabelecer limites para o discurso filosófico. Era preciso até ir de encontro à própria metafísica dos pensadores de sua época. Não vê-la como peça fundamental da filosofia, mas um instrumento para interpretar e regrar o mundo e não uma explicação do universo. Era preciso ir de encontro também aos guardiões da “ratio”, mesmo que isso lhe trouxesse desgosto, sofrimento e a mais profunda rejeição. O Filósofo não pode permanecer escondido em sua torre de marfim por causa das consequências da utilidade da verdade. É preciso, a todo custo, ter um espírito livre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Também, em muitos dos seus livros, repudiava quem buscava além das estrelas um sentido para existência. Crítico ferrenho da moral cristã, buscava um novo modo de sentir e de pensar. A razão de existir estava em preparar o caminho para chegada de um ser superior, um ser além-do-homem. O filósofo gritaria nos quatro cantos do universo: Deus morreu e com ele a sua filosofia e o seu rebanho. Todos os rebanhos irão findar na preguiça e no esquecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Nietzsche via no homem uma ponte, uma passagem e um declínio. Era no declínio que o homem superaria as suas angustias de viver e fortificaria para continuar a sua jornada evolutiva. O homem era a corda que liga o macaco ao super-homem. A sua grande questão foi o sentido da existência e o valor desse sentido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Em dois livros (“O anticristo” e “Assim falava Zaratustra”) Nietzsche coloca o filósofo como um ser superior à humanidade. O filósofo é, em sua opinião, um ser de “de consciência nova para verdades que até hoje permaneceram mudas”. Em “Crepúsculo dos ídolos” Nietzsche chegou a comparar o filosofo a uma junção de animal e deus. Esse ser humano-divino se revela um invasor da verdade                                                                       com ânimo irrequieto, perquiridor. Impossível de domesticar. Disposto a destruir idéias ou, como gostava de denominá-los, ídolos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Em “Ecce homo” Nietzsche nos diz mais um pouco dessa filosofia que batalhou por toda sua vida. Um relato que se aproxima mais com o Nietzsche filósofo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        “A filosofia, como a compreendi e a vivi até agora, é vida voluntária no meio do gelo e nas altas montanhas – é a busca de tudo o que é estranho e duvidoso na existência, de tudo o que foi até agora proscrito pela moral”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Essa citação é o retrato fiel de um Nietzsche filósofo. Um homem que fez de sua filosofia a grande transmutação de todos os valores. Essa disposição o fez declarar que já nasceu póstumo (O anticristo) por ser totalmente ignorado em sua época devido aos temas que ousou levantar. Afirmou que não querer admitir o erro não era só um estado de cegueira, mas, certamente, um ato macabro da covardia. Cada conquista da verdade é uma vitória da coragem. O filósofo não deve ser um escravo da opinião pública, do senso comum, da preguiça privada. Deve utilizar a sua existência para combater o conformismo, a mentira. Matar a sua época e estar pronto para morrer com ela e assim despertar a sua época para vida, a fim de resolver, eles próprio, com ela e nela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Nietzsche lutou com louvor nas suas questões, mas na obra “Genealogia da moral” admite a possibilidade do erro. Confessou que as suas reflexões não estavam livres de um outro martelo mais hábil. Porém, isso não é um reflexo de um filósofo vestido da mais pura humildade. Em “Ecce homo” a sua exuberância é a própria petulância. Uma filosofia sem papas na língua. A verdade é um ponto seco, astuto, sem cerimônia. Ao refletir a possibilidade do erro em algum lugar em seus livros, ele só estava sendo drasticamente coerente com o que acreditava ser filosofia. Mesmo se titulando como “destino”, o próprio destino poderia ser analisado, pesado e alterado por um sentido mais criterioso. A sua verdade também poderia sim conter mentiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Nessa viagem empolgante e enriquecedora pelo mundo de Nietzsche, pude experimentar a sua paixão pela filosofia em todos os momentos. Senti todas as suas angustias camufladas em perversos demônios. Contemplei um pensador moralista comprometido em mudar o mundo com um aforismo esmagador, bárbaro. Um cruel martelo para psedo-ídolos. O vi a laquear, em cores cinzas da história, uma nova filosofia. Uma filosofia que ignora a utilidade da verdade, que ignora o senso comum da humanidade e que define o filósofo caiado no papel heróico de um ser superior. O que é a filosofia para Nietzsche? É a boa e velha rebeldia da juventude, é desfrutar a solidão na presença literária dos outros pensadores, é estar sereno e indiferente aos preconceitos e convenções sociais, é o ócio criativo, é estar embriagado pela coragem e acreditar na vitória plena contra qualquer tipo de domesticação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Referência Bibliográficas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  * Nietzsche, Friedrich Wilhelm. Ed Escala. Assim falava Zaratustra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  * Nietzsche, Friedrich Wilhelm. Ed Escala. A genealogia da moral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  * Nietzsche, Friedrich Wilhelm. Ed Escala. Além do bem e do mal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  * Nietzsche, Friedrich Wilhelm. Ed Escala. Crepúsculo dos ídolos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  * Nietzsche, Friedrich Wilhelm. Ed Escala. Ecce homo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  * Nietzsche, Friedrich Wilhelm. Ed Escala. Schopenheuer Educador&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  * Nietzsche, Friedrich Wilhelm. Ed Martin Claret. O anticristo.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6330035690421843343-4647333038917755197?l=vbreportagens.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vbreportagens.blogspot.com/feeds/4647333038917755197/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6330035690421843343&amp;postID=4647333038917755197&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/4647333038917755197'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/4647333038917755197'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vbreportagens.blogspot.com/2010/08/nietzsche-o-que-e-filosofia.html' title='Nietzsche: O que é Filosofia?'/><author><name>Osvaldo Barreto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08518641928163621644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://photos1.blogger.com/x/blogger2/1418/777464124616941/211/z/508053/gse_multipart15066.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6330035690421843343.post-708455616881916768</id><published>2010-07-30T14:37:00.002-03:00</published><updated>2010-07-30T14:56:20.583-03:00</updated><title type='text'>O Amor</title><content type='html'>A VOCAÇÃO DO SER HUMANO É AMAR, TODA CONSTRUÇÃO HUMANA DEVE SER NESSE SENTIIDO. MAS QUAL O REAL SIGNIFICADO DESTA PALAVRA COM TANTOS SIGNIFICADOS DIFERENTES? AMAR SERIA SIMPLESMENTE SIMPATIZAR, CRIAR VÍNCULOS DE CUIDADO, DE ESMERO , DE PREOCUPAÇÃO? OU SERIA TER UMA QUÍMICA QUALQUER QUE LHE AFETE OS SENTIDOS E TE LEVE DE ÓRBITA? AMAR SERIA TAMBÉM TER COMPAIXÃO, SABER PERDOAR? HÁ QUEM DIGA QUE AMAR É PERDER A RAZÃO,  É COLOCAR O OUTRO A FRENTE DE SI MESMO?&lt;br /&gt;AMAR , AO NOSSO VER , É TUDO ISSO E QUANTO MAIS SE PONHA NESSA EXPRESSÃO AINDA É POUCO. POIS AMAR É ACIMA DE TUDO DEDICAÇÃO, DOAÇÃO. QUANDO DEDICAMOS UM MINUTO DO NOSSO TEMPO A ALGUÉM POR MAIS INSIGNIFICANTE QUE ESSE INTANTE NOS PAREÇA, ISSO É AMOR. NÃO HÁ NECESSIDADE DA QUÍMICA PERFEITA NEM DA SIMPATIA A TODA PROVA, POIS ESSES CONCEITOS INVADEM MAIS A SEARA DA PAIXÃO, QUE NÃO DEIXA DE SER UM SENTIMENTO BELÍSSIMO, E UMA FORMA DE AMOR INTENSA E VIBRANTE QUE INFELIZMENTE SE ESGOTA NO TEMPO. NÃO DEVERIA. A PAIXÃO ASSIM COMO O AMOR É FUNDAMENTAL NA EXISTÊNCIA HUMANA, A PAIXÃO NOS MOVE ADIANTE, NOS FAZ PROCURAR A NOSSA HUMANIDADE EM TUDO QUE FAZEMOS. ASSIM QUANDO CEDE A PAIXÃO DEVE PERMANECER O AMOR. &lt;br /&gt;O AMOR, TALVEZ, SEJA A MELHOR MANEIRA DE RESGUARDARMOS OS FRUTOS DA NOSSAS PAIXÕES E TENTARMOS CONTRUIR ALGO SÓLIDO DENTRO DA DESORGANIZAÇÃO INICIAL PROVOCADA PELOS NOSSOS IMPULSOS. O PRIMEIRO PASSO DO HOMEM NA LUA FOI  O RESULTADO DE SÉCULOS A CONTEMPLAR O DESCONHECIDO E SE ENCANTAR COM A NATUREZA , BUSCAR É UMA PAIXÃO DO HOMEM DESDE SEMPRE E NESSA BUSCA ELE DEVE SEMPRE AGIR COM PAIXÃO, MAS OS CONFLITOS GERADOS PELOS ÍM PETOS E SALTOS PARA O FUTURO DEVEM SER SEMPRE SOLUCIONADOS PELO AMOR, MAIS RACIONAL OU MAIS EMOCIONAL, O AMOR NÃO DEVE REFLETIR UM MERO MOMENTO MAS EMBASAR TODOS OS MOMENTOS, POIS SEM RESPEITO ENTRE OS SERES NÃO HÁ NADA A SER CONSTRUÍDO NEM TRANSFORMADO. O RESPEITO  É A MELHOR MANEIRA DE VIVENCIAR O AMOR EM TODAS AS SUAS FORMAS, DE CRIAR O AMBIENTE SALUTAR NECESSÁRIO PARA OS NOSSOS ARROUBOS DE PAIXÃO. O RESPEITO É A MAIS LINDA FORMA DE AMOR POIS INFINITO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MARCOS ANDRÉ CARVALHO LINS&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SZysAYH3ifI/AAAAAAAADqs/sBCexsBAtqU/s1600-h/linha661.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 25px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SZysAYH3ifI/AAAAAAAADqs/sBCexsBAtqU/s400/linha661.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5304303583611030002" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;O CHÃO DE GIZ&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; VIVER É UM ATO DE AMOR, MAS AMOR NÃO É  APENAS UM SENTIMENTO. AMAR É QUERER O MELHOR PARA SI E PARA O OUTRO.NÃO SE PODE SIMPLESMENTE VESTIR O AMOR, NÃO SE TRATA DE ALGO ABSTRATO NO QUAL NOS ENQUADRAMOS E PASSAMOS A USAR DA MANEIRA QUE NOS CONVÉM. NÃO. O AMOR É UMA ETERNA CONSTRUÇÃO DO NOSSO INTELECTO. POIS NÃO ADIANTA APENAS NOS EMOCIONARMOS COM DETERMINADA PESSOA OU ATITUDE, PARA DAÍ CONCLUIRMOSQUE A AMAMOS. O AMOR É PRODUTO, ANTES DE MAIS NADA, DE UMA ESCOLHA CONSCIENTE POR NÓS MESMOS. COMO TODA ESCOLHA AMAR TAMBÉM REFLETE UMA SITUAÇÃO EMOCIONAL, MAS NÃO SE ESGOTA NELA. AMAR É ACIMA DE TUDO&lt;br /&gt;A ARTE DE DIALOGAR COM O MUNDO DE IGUAL PARA IGUAL, VISANDO SEMPRE O MELHOR DENTRO DE DETERMINADASCIRCUNSTÂNCIAS. AMAR É NEGOCIAR UM ESPAÇO COM O OUTRO DENTRO DO QUAL EXERCEREMOS NOSSAS LIMITAÇÕESDA MELHOR MANEIRA POSSÍVEL. AMAR É ACREDITAR!! É TER FÉ, NO OUTRO MAS PRINCIPALMENTE EM NÓS MESMOS. &lt;br /&gt;SE DEUS É AMOR, O SER HUMANO, CADA SER HUMANO, É UMA PARCELA INESGOTÁVEL DESSE AMOR, MAS É PRECISO QUEACREDITEMOS NISSO, NÃO EXISTE AMOR SEM FÉ E NÃO PERSISTE A FÉ NUM DEUS SEM PRIMEIRAMENTE SE TER FÉNO SER HUMANO, NA SUA CAPACIDADE DE TRANSFORMAR O MUNDO E DE SE TRANSFORMAR SEMPRE. POIS VIVER É UM ATO DE AMOR, E NÃO SE VIVE SOZINHO. TUDO DEPENDE DE TUDO NESSA VIDA, MAS NÃO SE CONSTRÓI NADA SEM AMOR.&lt;br /&gt;  COM AMOR,&lt;br /&gt; MARCOS ANDRÉ CARVALHO LINS.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6330035690421843343-708455616881916768?l=vbreportagens.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vbreportagens.blogspot.com/feeds/708455616881916768/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6330035690421843343&amp;postID=708455616881916768&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/708455616881916768'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/708455616881916768'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vbreportagens.blogspot.com/2010/07/o-amor.html' title='O Amor'/><author><name>Osvaldo Barreto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08518641928163621644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://photos1.blogger.com/x/blogger2/1418/777464124616941/211/z/508053/gse_multipart15066.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SZysAYH3ifI/AAAAAAAADqs/sBCexsBAtqU/s72-c/linha661.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6330035690421843343.post-4640534384175656917</id><published>2010-07-30T10:30:00.002-03:00</published><updated>2010-07-30T10:43:07.080-03:00</updated><title type='text'>Augusto dos Anjos</title><content type='html'>&lt;strong&gt;A  AERONAVE&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cindindo a vastidão do Azul profundo,&lt;br /&gt;Sulcando o espaço, devassando a terra,&lt;br /&gt;A Aeronave que um mistério encerra&lt;br /&gt;Vai pelo espaço acompanhando o mundo.&lt;br /&gt;E na esteira sem fim da azúlea esfera&lt;br /&gt;Ei-la embalada na amplidão dos ares,&lt;br /&gt;Fitando o abismo sepulcral dos mares &lt;br /&gt;Vencendo o azul que ante si erguera.&lt;br /&gt;Voa, se eleva em busca do Infinito,&lt;br /&gt;É como um despertar de estranho mito,&lt;br /&gt;Auroreando a humana consciência.&lt;br /&gt;Cheia da luz do cintilar de um astro,&lt;br /&gt;Deixa ver na fulgência do seu rastro&lt;br /&gt;A trajetória augusta da Ciência.&lt;br /&gt; &lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SZjbGERQ8bI/AAAAAAAADos/l6x4MXHUPJQ/s1600-h/DSGNN048.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 62px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SZjbGERQ8bI/AAAAAAAADos/l6x4MXHUPJQ/s400/DSGNN048.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5303229458500612530" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A ÁRVORE DA SERRA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- As árvores, meu filho, não têm alma!&lt;br /&gt;E esta árvore me serve de empecilho...&lt;br /&gt;É preciso cortá-la, pois, meu filho,&lt;br /&gt;Para que eu tenha uma velhice calma!&lt;br /&gt;- Meu pai, por que sua ira não se acalma?!&lt;br /&gt;Não vê que em tudo existe o mesmo brilho?!&lt;br /&gt;Deus pôs almas nos cedros... no junquilho...&lt;br /&gt;Esta árvore, meu pai, possui minha alma!...&lt;br /&gt;- Disse - e ajoelhou-se, numa rogativa:&lt;br /&gt;"Não mate a árvore, pai, para que eu viva!"&lt;br /&gt;E quando a árvore, olhando a pátria serra,&lt;br /&gt;Caiu aos golpes do machado bronco,&lt;br /&gt;O moço triste se abraçou com o tronco&lt;br /&gt;E nunca mais se levantou da terra!&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SZjbGERQ8bI/AAAAAAAADos/l6x4MXHUPJQ/s1600-h/DSGNN048.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 62px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SZjbGERQ8bI/AAAAAAAADos/l6x4MXHUPJQ/s400/DSGNN048.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5303229458500612530" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;CARIDADE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No universo a caridade&lt;br /&gt;Em contraste ao vício infando&lt;br /&gt;É como um astro brilhando&lt;br /&gt;Sobre a dor da humanidade!&lt;br /&gt;Nos mais sombrios horrores&lt;br /&gt;Por entre a mágoa nefasta&lt;br /&gt;A caridade se arrasta&lt;br /&gt;Toda coberta de flores!&lt;br /&gt;Semeadora de carinhos&lt;br /&gt;Ela abre todas as portas&lt;br /&gt;E no horror das horas mortas&lt;br /&gt;Vem beijar os pobrezinhos.&lt;br /&gt;Torna as tormentas mais calmas&lt;br /&gt;Ouve o soluço do mundo &lt;br /&gt;E dentro do amor profundo&lt;br /&gt;Abrange todas as almas.&lt;br /&gt;O céu de estrelas se veste&lt;br /&gt;Em fluidos de misticismo&lt;br /&gt;Vibra no nosso organismo&lt;br /&gt;Um sentimento celeste.&lt;br /&gt;A alegria mais acesa&lt;br /&gt;Nossas cabeças invade...&lt;br /&gt;Glória, pois, à Caridade&lt;br /&gt;No seio da Natureza!&lt;br /&gt;Estribilho&lt;br /&gt;Cantemos todos os anos&lt;br /&gt;Na festa da Caridade&lt;br /&gt;A solidariedade&lt;br /&gt;Dos sentimento humanos.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SZjbGERQ8bI/AAAAAAAADos/l6x4MXHUPJQ/s1600-h/DSGNN048.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 62px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SZjbGERQ8bI/AAAAAAAADos/l6x4MXHUPJQ/s400/DSGNN048.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5303229458500612530" /&gt;&lt;/a&gt; DANÇA DA PSIQUE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A dança dos encéfalos acesos&lt;br /&gt;Começa. A carne é fogo. A alma arde. A&lt;br /&gt;[espaços&lt;br /&gt;As cabeças, as mãos, os pés e os braços&lt;br /&gt;Tombam, cedendo à ação de ignotos pesos!&lt;br /&gt;É então que a vaga dos instintos presos&lt;br /&gt;- Mãe de esterilidades e cansaços -&lt;br /&gt;Atira os pensamentos mais devassos&lt;br /&gt;Contra os ossos cranianos indefesos.&lt;br /&gt;Subitamente a cerebral coréia&lt;br /&gt;Pára.  O cosmos sintético da Idéia&lt;br /&gt;Surge. Emoções extraordinárias sinto...&lt;br /&gt;Arranco do meu crânio as nebulosas.&lt;br /&gt;E acho um feixe de forças prodigiosas&lt;br /&gt;Sustentando dois monstros: a alma e o instinto!&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SZjbGERQ8bI/AAAAAAAADos/l6x4MXHUPJQ/s1600-h/DSGNN048.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 62px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SZjbGERQ8bI/AAAAAAAADos/l6x4MXHUPJQ/s400/DSGNN048.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5303229458500612530" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;A DOR&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chama-se a Dor, e quando passa, enluta&lt;br /&gt;E todo mundo que por ela passa&lt;br /&gt;Há de beber a taça da cicuta&lt;br /&gt;E há de beber até o fim da taça!&lt;br /&gt;Há de beber, enxuto o olhar, enxuta&lt;br /&gt;A face, e o travo há de sentir, e a ameaça&lt;br /&gt;Amarga dessa desgraçada fruta&lt;br /&gt;Que é a fruta amargosa da Desgraça!&lt;br /&gt;E quando o mundo todo paralisa&lt;br /&gt;E quando a multidão toda agoniza,&lt;br /&gt;Ela, inda altiva, ela, inda o olhar sereno&lt;br /&gt;De agonizante multidão rodeada,&lt;br /&gt;Derrama em cada boca envenenada&lt;br /&gt;Mais uma gota do fatal veneno!&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SZjbGERQ8bI/AAAAAAAADos/l6x4MXHUPJQ/s1600-h/DSGNN048.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 62px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SZjbGERQ8bI/AAAAAAAADos/l6x4MXHUPJQ/s400/DSGNN048.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5303229458500612530" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;A ESMOLA DE DULCE&lt;br /&gt;                         Ao Alfredo A.&lt;br /&gt;E todo o dia eu vou como um perdido&lt;br /&gt;De dor, por entre a dolorosa estrada,&lt;br /&gt;Pedir a Dulce, a minha bem amada&lt;br /&gt;A esmola dum carinho apetecido. &lt;br /&gt;E ela fita-me, olhar enlanguescido,&lt;br /&gt;E eu balbucio trêmula balada:&lt;br /&gt;- Senhora dai-me u'a esmola - e estertorada&lt;br /&gt;A minha voz soluça num gemido.&lt;br /&gt;Morre-me a voz, e eu gemo o último harpejo,&lt;br /&gt;Estendendo à Dulce a mão, a fé perdida,&lt;br /&gt;E dos lábios de Dulce cai um beijo.&lt;br /&gt;Depois, como este beijo me consola!&lt;br /&gt;Bendita seja a Dulce! A minha vida&lt;br /&gt;Estava unicamente nessa esmola.&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SZjbGERQ8bI/AAAAAAAADos/l6x4MXHUPJQ/s1600-h/DSGNN048.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 62px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SZjbGERQ8bI/AAAAAAAADos/l6x4MXHUPJQ/s400/DSGNN048.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5303229458500612530" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;A ESPERANÇA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Esperança não murcha, ela não cansa,&lt;br /&gt;Também como ela não sucumbe a Crença.&lt;br /&gt;Vão-se sonhos nas asas da Descrença,&lt;br /&gt;Voltam sonhos nas asas da Esperança.&lt;br /&gt;Muita gente infeliz assim não pensa;&lt;br /&gt;No entanto o mundo é uma ilusão completa,&lt;br /&gt;E não é a Esperança por sentença&lt;br /&gt;Este laço que ao mundo nos manieta?&lt;br /&gt;Mocidade, portanto, ergue o teu grito,&lt;br /&gt;Sirva-te a Crença de fanal bendito,&lt;br /&gt;Salve-te a glória no futuro - avança!&lt;br /&gt;E eu, que vivo atrelado ao desalento,&lt;br /&gt;Também espero o fim do meu tormento,&lt;br /&gt;Na voz da Morte a me bradar; descansa!&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SZjbGERQ8bI/AAAAAAAADos/l6x4MXHUPJQ/s1600-h/DSGNN048.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 62px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SZjbGERQ8bI/AAAAAAAADos/l6x4MXHUPJQ/s400/DSGNN048.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5303229458500612530" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;A FLORESTA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em vão com o mundo da floresta privas!...&lt;br /&gt;- Todas as hermenêuticas sondagens,&lt;br /&gt;Ante o hieroglifo e o enigma das folhagens,&lt;br /&gt;São absolutamente negativas!&lt;br /&gt;Araucárias, traçando arcos de ogivas,&lt;br /&gt;Bracejamentos de álamos selvagens,&lt;br /&gt;Como um convite para estranhas viagens,&lt;br /&gt;Tornam todas as almas pensativas!&lt;br /&gt;Há uma força vencida nesse mundo!&lt;br /&gt;Todos o organismo florestal profundo&lt;br /&gt;É dor viva, trancada num disfarce...&lt;br /&gt;Vivem só, nele, os elementos broncos,&lt;br /&gt;- As ambições que se fizeram troncos,&lt;br /&gt;Porque nunca puderam realizar-se!&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SZjbGERQ8bI/AAAAAAAADos/l6x4MXHUPJQ/s1600-h/DSGNN048.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 62px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SZjbGERQ8bI/AAAAAAAADos/l6x4MXHUPJQ/s400/DSGNN048.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5303229458500612530" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;A FOME E O AMOR&lt;br /&gt;Fome! E, na ânsia voraz que, ávida, aumenta,&lt;br /&gt;Receando outras mandíbulas e esbangem,&lt;br /&gt;Os dentes antropófagos que rangem,&lt;br /&gt;Antes da refeição sanguinolenta!&lt;br /&gt;Amor! E a satiríase sedenta,&lt;br /&gt;Rugindo, enquanto as almas se confrangem,&lt;br /&gt;Todas as danações sexuais que abrangem&lt;br /&gt;A apolínica besta famulenta!&lt;br /&gt;Ambos assim, tragando a ambiência vasta,&lt;br /&gt;No desembestamento que os arrasta,&lt;br /&gt;Superexcitadíssimos, os dois&lt;br /&gt;Representam, no ardor dos seus assomos&lt;br /&gt;A alegoria do que outrora fomos&lt;br /&gt;E a imagem bronca do que inda hoje sois!&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SZjbGERQ8bI/AAAAAAAADos/l6x4MXHUPJQ/s1600-h/DSGNN048.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 62px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SZjbGERQ8bI/AAAAAAAADos/l6x4MXHUPJQ/s400/DSGNN048.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5303229458500612530" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;A IDÉIA&lt;br /&gt;De onde ela vem?! De que matéria bruto&lt;br /&gt;Vem essa luz que sobre as nebulosas&lt;br /&gt;Cai de incógnitas criptas misteriosas&lt;br /&gt;Como as estalactites duma gruta?!&lt;br /&gt;Vem da psicogenética e alta luta&lt;br /&gt;Do feixe de moléculas nervosas,&lt;br /&gt;Que, em desintegrações maravilhosas,&lt;br /&gt;Delibera, e depois, quer e executa!&lt;br /&gt;Vem do encéfalo absconso que a constringe,&lt;br /&gt;Chega em seguida às cordas do laringe,&lt;br /&gt;Tísica, tênue, mínima, raquítica...&lt;br /&gt;Quebra a força centrípeta que a amarra,&lt;br /&gt;Mas, de repente, e quase morta, esbarra&lt;br /&gt;No molambo da língua paralítica!&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SZjbGERQ8bI/AAAAAAAADos/l6x4MXHUPJQ/s1600-h/DSGNN048.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 62px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SZjbGERQ8bI/AAAAAAAADos/l6x4MXHUPJQ/s400/DSGNN048.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5303229458500612530" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;A ILHA DE CIPANGO&lt;br /&gt;Estou sozinho! A estrada se desdobra&lt;br /&gt;Como uma imensa e rutilante cobra&lt;br /&gt;De epiderme finíssima de areia...&lt;br /&gt;E por essa finíssima epiderme&lt;br /&gt;Eis-me passeando como um grande verme&lt;br /&gt;Que, ao sol, em plena podridão, passeia!&lt;br /&gt;A agonia do sol vai ter começo!&lt;br /&gt;Caio de joelhos, trêmulo... Ofereço&lt;br /&gt;Preces a Deus de amor e de respeito&lt;br /&gt;E o Ocaso que nas águas se retrata&lt;br /&gt;Nitidamente reproduz, exata,&lt;br /&gt;A saudade interior que há no meu peito...&lt;br /&gt;Tenho alucinações de toda a sorte...&lt;br /&gt;Impressionado sem cessar com a Morte&lt;br /&gt;E sentindo o que um lázaro não sente,&lt;br /&gt;Em negras nuanças lúgubres e aziagas&lt;br /&gt;Vejo terribilíssimas adagas,&lt;br /&gt;Atravessando os ares bruscamente.&lt;br /&gt;Os olhos volvo para o céu divino&lt;br /&gt;E observo-me pigmeu e pequenino&lt;br /&gt;Através de minúsculos espelhos.&lt;br /&gt;Assim, quem diante duma cordilheira,&lt;br /&gt;Pára, entre assombros, pela vez primeira,&lt;br /&gt;Sente vontade de cair de joelhos!&lt;br /&gt;Soa o rumor fatídico dos ventos,&lt;br /&gt;Anunciando desmoronamentos&lt;br /&gt;De mil lajedos sobre mil lajedos...&lt;br /&gt;E ao longe soam trágicos fracassos&lt;br /&gt;De heróis, partindo e fraturando os braços&lt;br /&gt;Nas pontas escarpadas dos rochedos!&lt;br /&gt;Mas de repente, num enleio doce,&lt;br /&gt;Qual se num sonho arrebatado fosse,&lt;br /&gt;Na ilha encantada de Cipango tombo,&lt;br /&gt;Da qual, no meio, em luz perpétua, brilha&lt;br /&gt;A árvore da perpétua maravilha,&lt;br /&gt;À cuja sombra descansou Colombo!&lt;br /&gt;Foi nessa ilha encantada de Cipango,&lt;br /&gt;Verde, afetando a forma de um losango,&lt;br /&gt;Rica, ostentando amplo floral risonho,&lt;br /&gt;Que Toscanelli viu seu sonho extinto&lt;br /&gt;E como sucedeu a Afonso Quinto&lt;br /&gt;Foi sobre essa ilha que extingui meu sonho!&lt;br /&gt;Lembro-me bem. Nesse maldito dia&lt;br /&gt;O gênio singular da Fantasia&lt;br /&gt;Convidou-me a sorrir para um passeio...&lt;br /&gt;Iríamos a um país de eternas pazes&lt;br /&gt;Onde em cada deserto há mil oásis&lt;br /&gt;E em cada rocha um cristalino veio.&lt;br /&gt;Gozei numa hora séculos de afagos,&lt;br /&gt;Banhei-me na água de risonhos lagos,&lt;br /&gt;E finalmente me cobri de flores...&lt;br /&gt;Mas veio o vento que a Desgraça espalha&lt;br /&gt;E cobriu-me com o pano da mortalha,&lt;br /&gt;Que estou cosendo para os meus amores!&lt;br /&gt;Desde então para cá fiquei sombrio!&lt;br /&gt;Um penetrante e corrosivo frio&lt;br /&gt;Anestesiou-me a sensibilidade&lt;br /&gt;E as grandes golpes arrancou as raízes&lt;br /&gt;Que prendiam meus dias infelizes&lt;br /&gt;A um sonho antigo de felicidade!&lt;br /&gt;Invoco os Deuses salvadores do erro.&lt;br /&gt;A tarde morre. Passa o seu enterro!...&lt;br /&gt;A luz descreve ziguezagues tortos&lt;br /&gt;Enviando à terra os derradeiros beijos.&lt;br /&gt;Pela estrada feral dois realejos&lt;br /&gt;Estão chorando meus amores mortos!&lt;br /&gt;E a treva ocupa toda a estrada longa...&lt;br /&gt;O Firmamento é uma caverna oblonga&lt;br /&gt;Em cujo fundo a Via-láctea existe.&lt;br /&gt;E como agora a lua cheia brilha!&lt;br /&gt;Ilha maldita vinte vezes a ilha&lt;br /&gt;Que para todo o sempre me fez triste!&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SZjbGERQ8bI/AAAAAAAADos/l6x4MXHUPJQ/s1600-h/DSGNN048.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 62px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SZjbGERQ8bI/AAAAAAAADos/l6x4MXHUPJQ/s400/DSGNN048.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5303229458500612530" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;A LOUCA&lt;br /&gt;Quando ela passa: - a veste desgrenhada,&lt;br /&gt;O cabelo revolto em desalinho,&lt;br /&gt;No seu olhar feroz eu adivinho&lt;br /&gt;O mistério da dor que a traz penada.&lt;br /&gt;Moça, tão moça e já desventurada;&lt;br /&gt;Da desdita ferida pelo espinho,&lt;br /&gt;Vai morta em vida assim pelo caminho,&lt;br /&gt;No sudário da mágoa sepultada.&lt;br /&gt;Eu sei a sua história. - Em seu passado&lt;br /&gt;Houve um drama d'amor misterioso&lt;br /&gt;- O segredo d'um peito torturado -&lt;br /&gt;E hoje, para guardar a mágoa oculta,&lt;br /&gt;Canta, soluça - o coração saudoso,&lt;br /&gt;Chora, gargalha, a desgraçada estulta.&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SZjbGERQ8bI/AAAAAAAADos/l6x4MXHUPJQ/s1600-h/DSGNN048.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 62px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SZjbGERQ8bI/AAAAAAAADos/l6x4MXHUPJQ/s400/DSGNN048.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5303229458500612530" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;A LUVA&lt;br /&gt;             &lt;br /&gt;Para o Augusto Belmont&lt;br /&gt;Pensa na glória! Arfa-lhe o peito, opresso.&lt;br /&gt;- O pensamento é uma locomotiva -&lt;br /&gt;Tem a grandeza duma força viva&lt;br /&gt;Correndo sem cessar para o Progresso.&lt;br /&gt;Que importa que, contra ele, horrendo e preto&lt;br /&gt;O áspide abjeto do Pesar se mova!...&lt;br /&gt;E só, no quadrilátero da alcova,&lt;br /&gt;Vem-lhe à imaginação este soneto:&lt;br /&gt;"A princípio escrevia simplesmente&lt;br /&gt;Para entreter o espírito... Escrevia&lt;br /&gt;Mais por impulso de idiossincrasia&lt;br /&gt;Do que por uma propulsão consciente.&lt;br /&gt;Entendi, depois disso, que devia,&lt;br /&gt;Como Vulcano, sobre a forja ardente,&lt;br /&gt;Durante as vinte e quatro horas o dia!&lt;br /&gt;Riam de mim, os monstros zombeteiros.&lt;br /&gt;Trabalharei assim dias inteiros,&lt;br /&gt;Sem ter uma alma só que me idolatre...&lt;br /&gt;Tenha a sorte de Cícero proscrito&lt;br /&gt;Ou morra embora, trágico e maldito,&lt;br /&gt;Como Camões morrendo sobre um catre!"&lt;br /&gt;Nisto, abre, em ânsias, a tumbal janela&lt;br /&gt;E diz, olhando o céu que além se expande:&lt;br /&gt;"- A maldade do mundo é muito grande,&lt;br /&gt;Mas meu orgulho ainda é maior do que ela!&lt;br /&gt;Quebro montanhas e aos tufões resisto&lt;br /&gt;Numa absoluta impassibilidade",&lt;br /&gt;E como um desafio à eternidade&lt;br /&gt;Atira a luva para o próprio Cristo!&lt;br /&gt;Chove. Sobre a cidade geme a chuva,&lt;br /&gt;Batem-lhe os nervos, sacudindo-o todo,&lt;br /&gt;E na suprema convulsão o doudo&lt;br /&gt;Parece aos astros atirar a luva!&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SZjbGERQ8bI/AAAAAAAADos/l6x4MXHUPJQ/s1600-h/DSGNN048.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 62px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SZjbGERQ8bI/AAAAAAAADos/l6x4MXHUPJQ/s400/DSGNN048.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5303229458500612530" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;A MÁSCARA&lt;br /&gt;Eu se que há muito pranto na existência,&lt;br /&gt;Dores que ferem corações de pedra,&lt;br /&gt;E onde a vida borbulha e o sangue medra,&lt;br /&gt;Aí existe a mágoa em sua essência.&lt;br /&gt;No delírio, porém, da febre ardente &lt;br /&gt;Da ventura fugaz e transitória&lt;br /&gt;O peito rompe a capa tormentória&lt;br /&gt;Para sorrindo palpitar contente.&lt;br /&gt;Assim a turba inconsciente passa,&lt;br /&gt;Muitos que esgotam do prazer a taça&lt;br /&gt;Sentem no peito a dor indefinida.&lt;br /&gt;E entre a mágoa que a másc'ra eterna apouca&lt;br /&gt;A Humanidade ri-se e ri-se louca&lt;br /&gt;No carnaval intérmino da vida.&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SZjbGERQ8bI/AAAAAAAADos/l6x4MXHUPJQ/s1600-h/DSGNN048.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 62px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SZjbGERQ8bI/AAAAAAAADos/l6x4MXHUPJQ/s400/DSGNN048.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5303229458500612530" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;A MERETRIZ&lt;br /&gt;A rua dos destinos desgraçados&lt;br /&gt;Faz medo. O Vício estruge. Ouvem-se os brados&lt;br /&gt;Da danação carnal... Lúbrica, à lua,&lt;br /&gt;Na sodomia das mais negras bodas&lt;br /&gt;Desarticula-se, em coréas doudas,&lt;br /&gt;Uma mulher completamente nua!&lt;br /&gt;É a meretriz que, de cabelos ruivos,&lt;br /&gt;Bramando, ébria e lasciva, hórridos uivos&lt;br /&gt;Na mesma esteira pública, recebe,&lt;br /&gt;Entre farraparias e esplendores&lt;br /&gt;O eretismo das classes superiores&lt;br /&gt;E o orgasmo bastardíssimo da plebe!&lt;br /&gt;É ela que, aliando, à luz do olhar protervo,&lt;br /&gt;O indumento vilíssimo do servo&lt;br /&gt;Ao brilho da augustal toga pretexta,&lt;br /&gt;Sente, alta noite, em contorções sombrias,&lt;br /&gt;Na vacuidade das entranhas frias&lt;br /&gt;O esgotamento intrínseco da besta!&lt;br /&gt;É ela que, hirta, a arquivar credos desfeitos,&lt;br /&gt;Com as mãos chagadas, espremendo os peitos,&lt;br /&gt;Reduzidos, por fim, a âmbulas moles,&lt;br /&gt;Sofre em cada molécula a angústia alta&lt;br /&gt;De haver secado, como o estepe, à falta&lt;br /&gt;Da água criadora que alimenta as proles!&lt;br /&gt;É ela que, arremessada sobre o rude&lt;br /&gt;Despenhadeiro da decrepitude,&lt;br /&gt;Na vizinhança aziaga dos ossuários&lt;br /&gt;Representa, através os meus sentidos,&lt;br /&gt;A escuridão dos gineceus falidos&lt;br /&gt;E a desgraça de todos os ovários!&lt;br /&gt;Irrita-se-lhe a carne à meia-noite.&lt;br /&gt;Espicaça-a ignomínia, excita-a o açoite&lt;br /&gt;Do incêndio que lhe inflama a língua espúria.&lt;br /&gt;E a mulher, funcionária dos instintos,&lt;br /&gt;Com a roupa amarfanhada e os beiços tintos,&lt;br /&gt;Gane instintivamente de luxúria!&lt;br /&gt;Navio para o qual todos os portos&lt;br /&gt;Estão fechados, urna de ovos mortos,&lt;br /&gt;Chão de onde uma só planta não rebenta,&lt;br /&gt;Ei-la, de bruços, bêbeda de gozo&lt;br /&gt;Saciando o geotropismo pavoroso&lt;br /&gt;De unir o corpo à terra famulenta!&lt;br /&gt;Nesse espolinhamento repugnante&lt;br /&gt;O esqueleto irritado da bacante&lt;br /&gt;Estrala... Lembra o ruído harto azorrague&lt;br /&gt;A vergastar ásperos dorsos grossos.&lt;br /&gt;E é aterradora essa alegria de ossos&lt;br /&gt;Pedindo ao sensualismo que os esmague!&lt;br /&gt;É o pseudo-regozijo dos eunucos&lt;br /&gt;Por natureza, dos que são caducos&lt;br /&gt;Desde que a Mãe-Comum lhes deu início...&lt;br /&gt;É a dor profunda da incapacidade&lt;br /&gt;Que, pela própria hereditariedade&lt;br /&gt;A lei da seleção disfarça em Vício!&lt;br /&gt;É o júbilo aparente da alma quase&lt;br /&gt;A eclipsar-se, no horror da ocídua fase&lt;br /&gt;Esterilizadora de órgãos... É o hino&lt;br /&gt;Da matéria incapaz, filha do inferno,&lt;br /&gt;Pagando com volúpia o crime eterno&lt;br /&gt;De não ter sido fiel ao seu destino!&lt;br /&gt;É o Desespero que se faz bramido&lt;br /&gt;De anelo animalíssimo incontido,&lt;br /&gt;Mais que a vaga incoercível n água oceânea...&lt;br /&gt;É a Carne que, já morta essencialmente,&lt;br /&gt;Para a Finalidade Transcendente&lt;br /&gt;Gera o prodígio anímico da Insânia!&lt;br /&gt;Nas frias antecâmaras do Nada&lt;br /&gt;O fantasma da fêmea castigada,&lt;br /&gt;Passa agora ao clarão da lua acesa&lt;br /&gt;E é seu corpo expiatório, alvo e desnudo&lt;br /&gt;A síntese eucarística de tudo&lt;br /&gt;Que não se realizou na Natureza!&lt;br /&gt;Antigamente, aos tácitos apelos&lt;br /&gt;Das suas carnes e dos seus cabelos,&lt;br /&gt;Na óptica abreviatura de um reflexo,&lt;br /&gt;Fulgia, em cada humana nebulosa,&lt;br /&gt;Toda a sensualidade tempestuosa&lt;br /&gt;Dos apetites bárbaros do Sexo!&lt;br /&gt;O atavismo das raças sibaritas,&lt;br /&gt;Criando concupiscências infinitas&lt;br /&gt;Como eviterno lobo insatisfeito;&lt;br /&gt;Na homofagia hedionda que o consome,&lt;br /&gt;Vinha saciar a milenária fome&lt;br /&gt;Dentro das abundâncias do seu leito!&lt;br /&gt;Toda a libidinagem dos mormaços&lt;br /&gt;Americanos fluía-lhe dos braços,&lt;br /&gt;Irradiava-se-lhe, hírcica, das veias&lt;br /&gt;E em torrencialidades quentes e úmidas,&lt;br /&gt;Gorda a escorrer-lhe das artérias túmidas&lt;br /&gt;Lembrava um transbordar de ânforas cheias.&lt;br /&gt;A hora da morte acende-lhe o intelecto&lt;br /&gt;E à úmida habitação do vício abjecto&lt;br /&gt;Afluem milhões de sóis, rubros, radiando...&lt;br /&gt;Resíduos memoriais tornam-se luzes&lt;br /&gt;Fazem-se idéias e ela vê as cruzes&lt;br /&gt;Do seu martirológio miserando!&lt;br /&gt;Inícios atrofiados de ética, ânsia&lt;br /&gt;De perfeição, sonhos de culminância,&lt;br /&gt;Libertos da ancestral modorra calma,&lt;br /&gt;Saem da infância embrionária e erguem-se, adultos,&lt;br /&gt;Lançando a sombra horrível dos seus vultos&lt;br /&gt;Sobre a noite fechada daquela alma!&lt;br /&gt;É o sublevantamento coletivo&lt;br /&gt;De um mundo inteiro que aparece vivo,&lt;br /&gt;Numa cenografia de diorama,&lt;br /&gt;Que, momentaneamente luz fecunda,&lt;br /&gt;Brilha na prostituta moribunda&lt;br /&gt;Como a fosforescência sobre a lama!&lt;br /&gt;É a visita alarmante do que outrora&lt;br /&gt;Na abundância prospérrima da aurora,&lt;br /&gt;Pudera progredir, talvez, decerto,&lt;br /&gt;Mas que, adstrito a inferior plasma inconsútil,&lt;br /&gt;Ficou rolando, como aborto inútil,&lt;br /&gt;Como o ...... do deserto!&lt;br /&gt;Vede! A prostituição ofídia aziaga&lt;br /&gt;Cujo tóxico instila a infâmia, e a estraga&lt;br /&gt;Na delinqüência...... impune,&lt;br /&gt;Agarrou-se-lhe aos seios impudicos&lt;br /&gt;Como o abraço mortífero do Ficus&lt;br /&gt;Sugando a seiva da árvore a que se une!&lt;br /&gt;Enroscou-se-lhe aos abraços com tal gosto,&lt;br /&gt;Mordeu-lhe a boca e o rosto...&lt;br /&gt;Ser meretriz depois do túmulo! A alma&lt;br /&gt;Roubada a hirta quietude da urbe calma&lt;br /&gt;Onde se extinguem todos os escolhos:&lt;br /&gt;E, condenada, ao trágico ditame,&lt;br /&gt;Oferecer-se à bicharia infame&lt;br /&gt;Com a terra do sepulcro a encher-lhe os olhos!&lt;br /&gt;Sentir a língua aluir-se-lhe na boca&lt;br /&gt;E com a cabeça sem cabelos, oca...&lt;br /&gt;Na horrorosa avulsão da forma nívea&lt;br /&gt;Dizer ainda palavras de lascívia...&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SZjbGERQ8bI/AAAAAAAADos/l6x4MXHUPJQ/s1600-h/DSGNN048.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 62px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SZjbGERQ8bI/AAAAAAAADos/l6x4MXHUPJQ/s400/DSGNN048.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5303229458500612530" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;À MESA&lt;br /&gt;Cedo à sofreguidão do estômago. É a hora&lt;br /&gt;De comer. Coisa hedionda! Corro. E agora,&lt;br /&gt;Antegozando a ensangüentada presa,&lt;br /&gt;Rodeado pelas moscas repugnantes,&lt;br /&gt;Para comer meus próprios semelhantes&lt;br /&gt;Eis-me sentado à mesa!&lt;br /&gt;Como porções de carne morta... Ai! Como&lt;br /&gt;Os que, como eu, têm carne, com este assomo&lt;br /&gt;Que a espécie humana em comer carne tem!...&lt;br /&gt;Como! E pois que a Razão me não reprime,&lt;br /&gt;Possa a terra vingar-se do meu crime&lt;br /&gt;Comendo-me também.&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SZjbGERQ8bI/AAAAAAAADos/l6x4MXHUPJQ/s1600-h/DSGNN048.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 62px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SZjbGERQ8bI/AAAAAAAADos/l6x4MXHUPJQ/s400/DSGNN048.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5303229458500612530" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;A MINHA ESTRELA&lt;br /&gt;Eu disse - Vai-te, estrela do Passado!&lt;br /&gt;Esconde-te no Azul da Imensidade,&lt;br /&gt;Lá onde nunca chegue esta saudade,&lt;br /&gt;- A sombra deste afeto estiolado.&lt;br /&gt;Disse, e a estrela foi p'ra o Céu subindo,&lt;br /&gt;Minh'alma que de longe a acompanhava,&lt;br /&gt;Viu o adeus que ela do Céu enviava,&lt;br /&gt;E quando ela no Azul foi se sumindo&lt;br /&gt;Surgia a Aurora - a mágica princesa!&lt;br /&gt;E eu vi o Sol do Céu iluminando&lt;br /&gt;A Catedral da Grande Natureza.&lt;br /&gt;Mas a noite chegou, triste, com ela&lt;br /&gt;Negras sombras também foram chegando,&lt;br /&gt;E eu nunca mais vi a minha estrela!&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SZjbGERQ8bI/AAAAAAAADos/l6x4MXHUPJQ/s1600-h/DSGNN048.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 62px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SZjbGERQ8bI/AAAAAAAADos/l6x4MXHUPJQ/s400/DSGNN048.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5303229458500612530" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;A MORTE  DE  VÊNUS&lt;br /&gt;Velhos berilos, pálidas cortinas,&lt;br /&gt;Morno frouxel de nardos recendendo&lt;br /&gt;Velam-lhe o sono... e Vênus vai morrendo&lt;br /&gt;No berço azul das névoas matutinas!&lt;br /&gt;Halos de luz de brancas musselinas&lt;br /&gt;Vão-lhe do corpo virginal descendo&lt;br /&gt;- Abelha irial que foi adormecendo&lt;br /&gt;Sobre um coxim de pérolas divinas.&lt;br /&gt;E quando o Sol lhe beija a espádua nua,&lt;br /&gt;Cai-lhe da carne o resplendor da Lua&lt;br /&gt;No reverbero dos deslumbramentos...&lt;br /&gt;Enquanto no ar há sândalos, há flores&lt;br /&gt;E haustos de morte - os últimos clangores&lt;br /&gt;Da música chorosa dos mementos!&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SZjbGERQ8bI/AAAAAAAADos/l6x4MXHUPJQ/s1600-h/DSGNN048.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 62px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SZjbGERQ8bI/AAAAAAAADos/l6x4MXHUPJQ/s400/DSGNN048.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5303229458500612530" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;A NAU&lt;br /&gt;                             A Heitor Lima&lt;br /&gt;Sôfrega, alçando o hirto esporão guerreiro,&lt;br /&gt;Zarpa. A íngreme cordoalha úmida fica...&lt;br /&gt;Lambe-lhe a quilha a espúmea onda impudica&lt;br /&gt;E ébrios tritões, babando, haurem-lhe o cheiro!&lt;br /&gt;Na glauca artéria equórea ou no estaleiro&lt;br /&gt;Ergue a alta mastreação, que o Éter indica,&lt;br /&gt;E estende os braços da madeira rica&lt;br /&gt;Para as populações do mundo inteiro!&lt;br /&gt;Aguarda-a ampla reentrância de angra horrenda,&lt;br /&gt;Pára e, a amarra agarrada à âncora, sonha!&lt;br /&gt;Mágoas, se as tem, subjugue-as ou disfarce-as...&lt;br /&gt;E não haver uma alma que lhe entenda&lt;br /&gt;A angústia transoceânica medonha&lt;br /&gt;No rangido de todas as enxárcias!&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SZjbGERQ8bI/AAAAAAAADos/l6x4MXHUPJQ/s1600-h/DSGNN048.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 62px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SZjbGERQ8bI/AAAAAAAADos/l6x4MXHUPJQ/s400/DSGNN048.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5303229458500612530" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;A NOITE&lt;br /&gt;A nebulosidade ameaçadora&lt;br /&gt;Tolda o éter, mancha a gleba, agride os rios&lt;br /&gt;E urde amplas teias de carvões sombrios&lt;br /&gt;No ar que álacre e radiante, há instantes, fora.&lt;br /&gt;A água transubstancia-se. A  onda estoura&lt;br /&gt;Na negridão do oceano e entre os navios&lt;br /&gt;Troa bárbara zoada de ais bravios,&lt;br /&gt;Extraordinariamente atordoadora.&lt;br /&gt;À custódia do anímico registro &lt;br /&gt;A planetária escuridão se anexa...&lt;br /&gt;Somente, iguais a espiões que acordam cedo,&lt;br /&gt;Ficam brilhando com fulgor sinistro&lt;br /&gt;Dentro da treva onímoda e complexa&lt;br /&gt;Os olhos fundos dos que estão com medo!&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A obsessão do sangueA OBSESSÃO DO SANGUE&lt;br /&gt;Acordou, vendo sangue... Horrível! O osso&lt;br /&gt;Frontal em fogo... Ia talvez morrer,&lt;br /&gt;Disse. Olhou-se no espelho. Era tão moço,&lt;br /&gt;Ah! certamente não podia ser!&lt;br /&gt;Levantou-se. E, eis que viu, antes do almoço,&lt;br /&gt;Na mão dos açougueiros, a escorrer&lt;br /&gt;Fita rubra de sangue muito grosso,&lt;br /&gt;A carne que ele havia de comer!&lt;br /&gt;No inferno da visão alucinada,&lt;br /&gt;Viu montanhas de sangue enchendo a estrada,&lt;br /&gt;Viu vísceras vermelhas pelo chão...&lt;br /&gt;E amou, com um berro bárbaro de gozo,&lt;br /&gt;O monocromatismo monstruoso&lt;br /&gt;Daquela universal vermelhidão!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6330035690421843343-4640534384175656917?l=vbreportagens.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vbreportagens.blogspot.com/feeds/4640534384175656917/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6330035690421843343&amp;postID=4640534384175656917&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/4640534384175656917'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/4640534384175656917'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vbreportagens.blogspot.com/2010/07/augusto-dos-anjos.html' title='Augusto dos Anjos'/><author><name>Osvaldo Barreto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08518641928163621644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://photos1.blogger.com/x/blogger2/1418/777464124616941/211/z/508053/gse_multipart15066.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SZjbGERQ8bI/AAAAAAAADos/l6x4MXHUPJQ/s72-c/DSGNN048.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6330035690421843343.post-8135163288065333745</id><published>2010-04-29T16:43:00.002-03:00</published><updated>2010-05-14T18:38:36.763-03:00</updated><title type='text'>DA VIDA E SUAS LEITURAS</title><content type='html'>&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Ler o mundo deve ser uma atividade prazerosa, mas a leitura do mundo não deve ser uma tarefa solitária. O individualismo moderno parte da premissa que cada um tem uma leitura do mundo respeitando, portanto, a diversidade dentro da individualidade. Ao meu ver, qualquer leitura do mundo é uma construção coletiva, para se ler o mundo é preciso interagir com as pessoas, conhecer suas leituras particulares, tentar melhorá-las, acrescentá-las e transformar sua própria leitura a partir delas. Mas o individualismo leva na maioria das vezes as pessoas a se bastarem na sua própria leitura, a lerem um livro a partir do título ou da capa, as pessoas tendem a ler apenas os best sellers e a construir sua auto-estima baseada na necessidade de escrever best sellers. A vida de cada um deve ser um best seller para si e para o outro, não importa o número de vendagens, de edições, o número de páginas, o acabamento da capa ou do conteúdo, todos devem ter o direito de escrever best sellers, todos devem ter espaço para publicar pois todos desejam ler e serem lidos. Eu gosto de ler best sellers, mas muitas vezes uma literatura de cordel esquecida no meio do sertão das vidas não só é mais agradável de ler como encerra em si mesma e no seu contexto uma riqueza e sofisticação que simplesmente não cabe em tinta e papel ou em qualquer outra mídia. Eu prefiro escrever livros não premiáveis, mas legíveis. (e isso, como tudo na vida, é uma escolha). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Marcos André Carvalho Lins&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6330035690421843343-8135163288065333745?l=vbreportagens.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vbreportagens.blogspot.com/feeds/8135163288065333745/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6330035690421843343&amp;postID=8135163288065333745&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/8135163288065333745'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/8135163288065333745'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vbreportagens.blogspot.com/2010/04/da-vida-e-suas-leituras.html' title='DA VIDA E SUAS LEITURAS'/><author><name>Osvaldo Barreto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08518641928163621644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://photos1.blogger.com/x/blogger2/1418/777464124616941/211/z/508053/gse_multipart15066.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6330035690421843343.post-3153618854229448929</id><published>2010-04-29T16:36:00.002-03:00</published><updated>2010-04-29T16:40:45.482-03:00</updated><title type='text'>INSTANTE DE REFLEXÃO</title><content type='html'>EXISTE O TEMPO DE CADA UM, ÀS VEZES VOCÊ PRECISA OCULTAR TEU TEMPO&lt;br /&gt;       PARA QUE O OUTRO EVOLUA EM TORNO DO TEMPO DELE. MAS NINGUÉM JAMAIS PERDE SEU&lt;br /&gt;       TEMPO, POIS O TEMPO HABITA ATÉ NO SILÊNCIO DE UMA PAUSA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                                                                                                                           MARCOS ANDRÉ CARVALHO LINS&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6330035690421843343-3153618854229448929?l=vbreportagens.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vbreportagens.blogspot.com/feeds/3153618854229448929/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6330035690421843343&amp;postID=3153618854229448929&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/3153618854229448929'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/3153618854229448929'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vbreportagens.blogspot.com/2010/04/instante-de-reflexao_29.html' title='INSTANTE DE REFLEXÃO'/><author><name>Osvaldo Barreto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08518641928163621644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://photos1.blogger.com/x/blogger2/1418/777464124616941/211/z/508053/gse_multipart15066.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6330035690421843343.post-75428430772204065</id><published>2010-04-07T20:57:00.001-03:00</published><updated>2010-04-07T20:59:31.461-03:00</updated><title type='text'>Instante de reflexão</title><content type='html'>Toda a realidade do mundo cabe na imaginação de &lt;br /&gt;Uma criança, toda sabedoria do homem mais sábio é apenas a maneira&lt;br /&gt;Que ele escolheu de exercer plenamente sua liberdade, cada escolha. Deve ser apenas um passo em direção a utopia da felicidade plena pois para compreender e transformar o mundo não se faz necessário exorcizar fantasmas ou derrubar muralhas, tão somente redesenhar todos os dias os mapas, reformular a cada amanhecer os conceitos mais absolutos e caminhar para uma realidade adulta fictícia onde crescer não significa ser bem sucedido apenas, mas implica necessariamente,trazer à luz os sentimentos e as sombras que distanciam as pessoas de si mesmas e , por conseguinte, do outro. O nosso mundo deve sempre refletir o que sentimos,&lt;br /&gt;o que sonhamos e o que somos, mas apenas assim será se acreditarmos que é possível! ( uma mera possibilidade é imensamente mais produtiva do que  a mais arraigada certeza, pois uma certeza só contempla uma única possibilidade e um único caminho, já uma possibilidade gera um número infinito de certezas, de passos e de sentimentos. )&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;                                                                       Marcos André Carvalho Lins&lt;br /&gt;                                                                                  25.03.2010&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6330035690421843343-75428430772204065?l=vbreportagens.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vbreportagens.blogspot.com/feeds/75428430772204065/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6330035690421843343&amp;postID=75428430772204065&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/75428430772204065'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/75428430772204065'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vbreportagens.blogspot.com/2010/04/instante-de-reflexao_07.html' title='Instante de reflexão'/><author><name>Osvaldo Barreto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08518641928163621644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://photos1.blogger.com/x/blogger2/1418/777464124616941/211/z/508053/gse_multipart15066.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6330035690421843343.post-8904486138494509977</id><published>2010-04-07T20:49:00.000-03:00</published><updated>2010-04-07T20:51:33.006-03:00</updated><title type='text'>Instante de reflexão</title><content type='html'>A GRAMÁTICA DOS SENTIMENTOS NÃO É FORMADA POR PALAVRAS, MAS POR ATITUDES. NÃO ACATAM&lt;br /&gt;       SUJEITOS SIMPLES OU COMPOSTOS, SEMPRE SUJEITOS ORACIONAIS/COMPLEXOS, DAQUELES QUE CARREGAM&lt;br /&gt;       UMA ENCICLOPÉDIA DE GRACINHAS NA CABEÇA!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                                                                    MARCOS ANDRÉ CARVALHO LINS&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6330035690421843343-8904486138494509977?l=vbreportagens.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vbreportagens.blogspot.com/feeds/8904486138494509977/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6330035690421843343&amp;postID=8904486138494509977&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/8904486138494509977'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/8904486138494509977'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vbreportagens.blogspot.com/2010/04/instante-de-reflexao.html' title='Instante de reflexão'/><author><name>Osvaldo Barreto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08518641928163621644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://photos1.blogger.com/x/blogger2/1418/777464124616941/211/z/508053/gse_multipart15066.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6330035690421843343.post-6815422747241559802</id><published>2010-02-23T21:32:00.000-03:00</published><updated>2010-02-23T21:33:04.828-03:00</updated><title type='text'>O meu Nirvana</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/S4RzW-qJUAI/AAAAAAAAD2I/k7Pb8K1Ab8Y/s1600-h/augusto+dos+anjos.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 89px; height: 116px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/S4RzW-qJUAI/AAAAAAAAD2I/k7Pb8K1Ab8Y/s200/augusto+dos+anjos.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5441601088384487426" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;No alheamento da obscura forma humana,&lt;br /&gt;De que, pensando, me desencarcero,&lt;br /&gt;Fui que eu, num grito de emoção, sincero,&lt;br /&gt;Encontrei, afinal, o meu Nirvana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nessa manumissão schopenhaueriana,&lt;br /&gt;Onde a Vida do humano aspecto fero&lt;br /&gt;Se desarraiga, eu, feito força, impero&lt;br /&gt;Na imanência da idéia Soberana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Destruída a sensação que oriunda fora&lt;br /&gt;Do tato – íntimo antena aferidora&lt;br /&gt;Destas tegumentárias mãos plebéias-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gozo o prazer, que os anos não carcomem,&lt;br /&gt;De haver trocado a minha forma de homem&lt;br /&gt;Pela imortalidade das idéias!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Augusto dos Anjos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6330035690421843343-6815422747241559802?l=vbreportagens.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vbreportagens.blogspot.com/feeds/6815422747241559802/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6330035690421843343&amp;postID=6815422747241559802&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/6815422747241559802'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/6815422747241559802'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vbreportagens.blogspot.com/2010/02/o-meu-nirvana.html' title='O meu Nirvana'/><author><name>Osvaldo Barreto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08518641928163621644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://photos1.blogger.com/x/blogger2/1418/777464124616941/211/z/508053/gse_multipart15066.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/S4RzW-qJUAI/AAAAAAAAD2I/k7Pb8K1Ab8Y/s72-c/augusto+dos+anjos.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6330035690421843343.post-2910042116820811388</id><published>2009-02-20T20:38:00.003-03:00</published><updated>2009-02-23T13:28:56.933-03:00</updated><title type='text'>Carlos Lyra - compositor</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Reprise&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SZ8_c3I_vnI/AAAAAAAADsQ/mlxloJbM_gM/s1600-h/logoemail.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 102px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SZ8_c3I_vnI/AAAAAAAADsQ/mlxloJbM_gM/s200/logoemail.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5305028651136302706" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O programa Roda Viva reapresenta a entrevista com o compositor Carlos Lyra, exibida em março de 2008, ano do cinquentenário da Bossa Nova.&lt;br /&gt;O lançamento do disco "Canção do Amor Demais", de Elizeth Cardoso, em 1958, marca o início da Bossa. Mas, antes diss o, ela já estava sendo elaborada por vários compositores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O novo estilo de compor, tocar e cantar, resultado de um grupo de músicos reunidos no Rio de Janeiro na década de 50, chegou ao Carnegie Hall, em Nova York, influenciou músicos do jazz e segue fazendo sucesso, principalmente no exterior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O compositor Carlos Lyra foi um dos protagonistas desse novo ritmo que influenciou artistas pelas décadas seguintes. Para ele, a Bossa Nova é a expressão de uma classe social de uma época e surgiu ainda antes, em composições que precederam o disco de Elizeth Cardoso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carlos Lyra fez sua primeira composição em 1954 e a primeira gravação dois anos depois, sendo autor de mais de duas centenas de músicas e um dos mais ativos e produtivos músicos dessa geração e dessa fase da música popular brasileira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Participam como convidados entrevistadores:&lt;br /&gt;Regina Echeverria, jornalista e autora do livro Furacão Elis; Sérgio Cabral, jornalista e escritor, auto r das biografias de Tom Jobim e Nara Leão; Ruy Castro, jornalista, escritor e colunista do jornal Folha de S. Paulo e autor dos livros sobre a Bossa Nova, "Chega de Saudades" e "A Onda que se Ergueu do Mar"; Zuza Homem de Mello, jornalista e produtor musical; Patricia Palumbo, jornalista, apresentadora do programa Vozes do Brasil da Rádio Eldorado e apresentadora do programa Conversa Afinada na TVE do Rio de Janeiro; Tarik de Souza, jornalista, escritor e colunista musical do Jornal Do Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apresentação: Carlos Eduardo Lins da Silva&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Roda Viva é apresentado às segundas a partir das 22h10.&lt;br /&gt;Você pode assistir on-line acessando o site no horário do programa.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.tvcultura.com.br/rodaviva"&gt;http://www.tvcultura.com.br/rodaviva&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Anteriores:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2009/02/ainda-pensando-em-amizade.html"&gt;Ainda pensando em amizade.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2009/02/abertura-do-ano-letivo-na-ufpe-aula.html"&gt;Abertura do ano letivo na UFPE. (Aula magna 2009).&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2009/02/amizade-e.html"&gt;Amizade é...&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2009/02/citando-amizade.html"&gt;Citando a Amizade&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2009/02/disco-pensador.html"&gt;Disco pensador.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2009/02/miguel-nicolelis-e-reprise-no-roda-viva.html"&gt;Miguel Nicolelis é reprise no Roda Viva.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2009/01/aniversrio-de-joo-cabral-de-melo-neto.html"&gt;Aniversário de João Cabral de Melo Neto&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/11/19-de-novembro-dia-do-cordelista.html"&gt;19 de novembro: Dia do Cordelista&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/11/renn-entrevista-marcos-andr-carvalho.html"&gt;Rennó entrevista Marcos André Carvalho Lins, poeta&lt;/a&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;script src="http://www.gmodules.com/ig/ifr?url=http://www.google.com/ig/modules/datetime.xml&amp;amp;up_color=yellow&amp;amp;up_firstDay=0&amp;amp;up_clocks=%5B%5B-73.986951%2C40.756054%2C%22New%20York%22%2C0%5D%5D&amp;amp;synd=open&amp;amp;w=320&amp;amp;h=140&amp;amp;title=Veneza+de+Brasileiros&amp;amp;lang=pt-BR&amp;amp;country=ALL&amp;amp;border=%23ffffff%7C3px%2C1px+solid+%23999999&amp;amp;output=js"&gt;&lt;/script&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://concepcoesufpe.blogspot.com/"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 150px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SaLOAZjbxHI/AAAAAAAADyg/-3wn7XKi8As/s200/hi12287862671_dsc00565.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5306029817250694258" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6330035690421843343-2910042116820811388?l=vbreportagens.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vbreportagens.blogspot.com/feeds/2910042116820811388/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6330035690421843343&amp;postID=2910042116820811388&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/2910042116820811388'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/2910042116820811388'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vbreportagens.blogspot.com/2009/02/carlos-lyra-compositor.html' title='Carlos Lyra - compositor'/><author><name>Osvaldo Barreto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08518641928163621644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://photos1.blogger.com/x/blogger2/1418/777464124616941/211/z/508053/gse_multipart15066.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SZ8_c3I_vnI/AAAAAAAADsQ/mlxloJbM_gM/s72-c/logoemail.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6330035690421843343.post-1724308248011126405</id><published>2009-02-19T00:42:00.007-03:00</published><updated>2009-02-19T01:04:04.343-03:00</updated><title type='text'>Ainda pensando em amizade.</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SZzZALKEQHI/AAAAAAAADr8/Gf07NhaD4W4/s1600-h/P_CRT041.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; 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(VII)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/mrio-de-andrade-dia-9-de-outubro-vi.html"&gt;Mário de Andrade, dia 9 de outubro. (VI)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/obra-completa-de-machado-de-assis.html"&gt;Obra completa de Machado de Assis&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/mrio-de-andrade-dia-9-de-outubro-v.html"&gt;Mário de Andrade, dia 9 de outubro. (V)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/mrio-de-andrade-dia-9-de-outubro-iv.html"&gt;Mário de Andrade, dia 9 de outubro. (IV)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/mrio-de-andrade-dia-9-de-outubro-03.html"&gt;Mário de Andrade, dia 9 de outubro. (III)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/mrio-de-andrade-dia-9-de-outubro.html"&gt;Mário de Andrade, dia 9 de outubro. (II)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;script src="http://www.gmodules.com/ig/ifr?url=http://www.google.com/ig/modules/datetime.xml&amp;amp;up_color=yellow&amp;amp;up_firstDay=0&amp;amp;up_clocks=%5B%5B-73.986951%2C40.756054%2C%22New%20York%22%2C0%5D%5D&amp;amp;synd=open&amp;amp;w=320&amp;amp;h=140&amp;amp;title=Veneza+de+Brasileiros&amp;amp;lang=pt-BR&amp;amp;country=ALL&amp;amp;border=%23ffffff%7C3px%2C1px+solid+%23999999&amp;amp;output=js"&gt;&lt;/script&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6330035690421843343-1724308248011126405?l=vbreportagens.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vbreportagens.blogspot.com/feeds/1724308248011126405/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6330035690421843343&amp;postID=1724308248011126405&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/1724308248011126405'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/1724308248011126405'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vbreportagens.blogspot.com/2009/02/ainda-pensando-em-amizade.html' title='Ainda pensando em amizade.'/><author><name>Osvaldo Barreto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08518641928163621644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://photos1.blogger.com/x/blogger2/1418/777464124616941/211/z/508053/gse_multipart15066.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SZzZALKEQHI/AAAAAAAADr8/Gf07NhaD4W4/s72-c/P_CRT041.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6330035690421843343.post-8965492236227316025</id><published>2009-02-17T00:24:00.003-03:00</published><updated>2009-02-17T00:34:01.585-03:00</updated><title type='text'>Abertura do ano letivo na UFPE. (Aula magna 2009).</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SZouTyF4UiI/AAAAAAAADqc/DAiF3wUgzvU/s1600-h/DSC06211.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SZouTyF4UiI/AAAAAAAADqc/DAiF3wUgzvU/s400/DSC06211.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5303602428581007906" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Quase não iria escrever sobre o primeiro dia de aula da UFPE. É que estou muito cansado e com os olhos pesado de sono. &lt;br /&gt;Foi tudo muito bem e não vi nada dos malditos trotes. Graças a Deus! &lt;br /&gt;A aula magna deve discurso do Reitor Amaro Henrique Pessoa Lins e de alguns estudantes. Destaque para Filipe Senna. O estudante lembrou que ainda falta muito para chegar algum tipo de perfeição ao ensino superior do Brasil. E como falta...&lt;br /&gt;Também fez boas críticas a UNE e a reitoria da UFPE. Foi a água no chopp de alguns entusiasmados pedistas de plantão.&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SZowCy72LLI/AAAAAAAADqk/J43HHnmanK4/s1600-h/DSGNN101.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 150px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SZowCy72LLI/AAAAAAAADqk/J43HHnmanK4/s400/DSGNN101.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5303604335772839090" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Anteriores:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2009/02/amizade-e.html"&gt;Amizade é...&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2009/02/citando-amizade.html"&gt;Citando a Amizade&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2009/02/disco-pensador.html"&gt;Disco pensador.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2009/02/miguel-nicolelis-e-reprise-no-roda-viva.html"&gt;Miguel Nicolelis é reprise no Roda Viva.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2009/01/aniversrio-de-joo-cabral-de-melo-neto.html"&gt;Aniversário de João Cabral de Melo Neto&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/11/19-de-novembro-dia-do-cordelista.html"&gt;19 de novembro: Dia do Cordelista&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/11/renn-entrevista-marcos-andr-carvalho.html"&gt;Rennó entrevista Marcos André Carvalho Lins, poeta&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/11/24-de-novembro-cruz-e-sousa-iii.html"&gt;24 de novembro: Cruz e Sousa III&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/11/24-de-novembro-cruz-e-sousa-ii.html"&gt;24 de novembro: Cruz e Sousa II&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/11/24-de-novembro-cruz-e-sousa.html"&gt;24 de novembro: Cruz e Sousa&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/11/11-de-novembro-fidor-dostoivski.html"&gt;11 de Novembro: Fiódor Dostoiévski&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/11/2-concurso-de-fotografia-pernambuco-nao.html"&gt;2º Concurso de Fotografia Pernambuco Nação Cultural&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/mais-de-carlos-drummond-de-andrade.html"&gt;Mais de Carlos Drummond de Andrade&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/31-de-outubro-dia-de-carlos-drummond-de.html"&gt;31 de outubro é dia de Carlos Drummond de Andrade&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/carlos-drummond-de-andrade.html"&gt;Carlos Drummond de Andrade&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/capiba-28-de-outubro-de-1904-ii.html"&gt;Capiba (28 de outubro de 1904) II&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/mesma-rosa-amarela-capiba-composio.html"&gt;Capiba (28 de outubro de 1904)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/cartola-11-10-1908-100-anos.html"&gt;Cartola - 11-10-1908 (100 Anos)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/mrio-de-andrade-dia-9-de-outubro-vii.html"&gt;Mário de Andrade, dia 9 de outubro. (VII)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/mrio-de-andrade-dia-9-de-outubro-vi.html"&gt;Mário de Andrade, dia 9 de outubro. (VI)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/obra-completa-de-machado-de-assis.html"&gt;Obra completa de Machado de Assis&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/mrio-de-andrade-dia-9-de-outubro-v.html"&gt;Mário de Andrade, dia 9 de outubro. (V)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/mrio-de-andrade-dia-9-de-outubro-iv.html"&gt;Mário de Andrade, dia 9 de outubro. (IV)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/mrio-de-andrade-dia-9-de-outubro-03.html"&gt;Mário de Andrade, dia 9 de outubro. (III)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/mrio-de-andrade-dia-9-de-outubro.html"&gt;Mário de Andrade, dia 9 de outubro. (II)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/mrio-de-andrade.html"&gt;Mário de Andrade, dia 9 de outubro.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/lngua-portuguesa-de-olavo-bilac.html"&gt;Língua portuguesa (de Olavo Bilac)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/belo-belo-manuel-bandeira.html"&gt;Belo Belo ( Manuel Bandeira)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/08/dia-08-de-agosto-dia-de-jos-mariano.html"&gt;Dia 08 de agosto é dia de José Mariano.&lt;/a&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;script src="http://www.gmodules.com/ig/ifr?url=http://www.google.com/ig/modules/datetime.xml&amp;amp;up_color=yellow&amp;amp;up_firstDay=0&amp;amp;up_clocks=%5B%5B-73.986951%2C40.756054%2C%22New%20York%22%2C0%5D%5D&amp;amp;synd=open&amp;amp;w=320&amp;amp;h=140&amp;amp;title=Veneza+de+Brasileiros&amp;amp;lang=pt-BR&amp;amp;country=ALL&amp;amp;border=%23ffffff%7C3px%2C1px+solid+%23999999&amp;amp;output=js"&gt;&lt;/script&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6330035690421843343-8965492236227316025?l=vbreportagens.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vbreportagens.blogspot.com/feeds/8965492236227316025/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6330035690421843343&amp;postID=8965492236227316025&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/8965492236227316025'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/8965492236227316025'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vbreportagens.blogspot.com/2009/02/abertura-do-ano-letivo-na-ufpe-aula.html' title='Abertura do ano letivo na UFPE. (Aula magna 2009).'/><author><name>Osvaldo Barreto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08518641928163621644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://photos1.blogger.com/x/blogger2/1418/777464124616941/211/z/508053/gse_multipart15066.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SZouTyF4UiI/AAAAAAAADqc/DAiF3wUgzvU/s72-c/DSC06211.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6330035690421843343.post-6901912130823867454</id><published>2009-02-16T23:10:00.007-03:00</published><updated>2009-02-16T23:22:43.582-03:00</updated><title type='text'>Amizade é...</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SZoeGPNMDVI/AAAAAAAADqU/4JqesYte9Ic/s1600-h/B12492.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 368px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SZoeGPNMDVI/AAAAAAAADqU/4JqesYte9Ic/s400/B12492.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5303584603692076370" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SZod2CjaYNI/AAAAAAAADqM/KhuQgs7Wihc/s1600-h/163000.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 200px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SZod2CjaYNI/AAAAAAAADqM/KhuQgs7Wihc/s400/163000.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5303584325417722066" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SZodkIgctZI/AAAAAAAADqE/XrDrf7VVU4s/s1600-h/B12470.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SZodkIgctZI/AAAAAAAADqE/XrDrf7VVU4s/s400/B12470.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5303584017778259346" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SZodWfi56-I/AAAAAAAADp8/PTtbsOot0ys/s1600-h/B7209.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 356px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SZodWfi56-I/AAAAAAAADp8/PTtbsOot0ys/s400/B7209.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5303583783444409314" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SZodHcB_l8I/AAAAAAAADp0/Ck8PP77NMZ8/s1600-h/73400.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SZodHcB_l8I/AAAAAAAADp0/Ck8PP77NMZ8/s400/73400.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5303583524803024834" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SZoc1R5lhwI/AAAAAAAADps/UzsDHkHeDIs/s1600-h/58800.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SZoc1R5lhwI/AAAAAAAADps/UzsDHkHeDIs/s400/58800.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5303583212845762306" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Anteriores:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2009/02/citando-amizade.html"&gt;Citando a Amizade&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2009/02/disco-pensador.html"&gt;Disco pensador.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2009/02/miguel-nicolelis-e-reprise-no-roda-viva.html"&gt;Miguel Nicolelis é reprise no Roda Viva.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2009/01/aniversrio-de-joo-cabral-de-melo-neto.html"&gt;Aniversário de João Cabral de Melo Neto&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/11/19-de-novembro-dia-do-cordelista.html"&gt;19 de novembro: Dia do Cordelista&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/11/renn-entrevista-marcos-andr-carvalho.html"&gt;Rennó entrevista Marcos André Carvalho Lins, poeta&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/11/24-de-novembro-cruz-e-sousa-iii.html"&gt;24 de novembro: Cruz e Sousa III&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/11/24-de-novembro-cruz-e-sousa-ii.html"&gt;24 de novembro: Cruz e Sousa II&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/11/24-de-novembro-cruz-e-sousa.html"&gt;24 de novembro: Cruz e Sousa&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/11/11-de-novembro-fidor-dostoivski.html"&gt;11 de Novembro: Fiódor Dostoiévski&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/11/2-concurso-de-fotografia-pernambuco-nao.html"&gt;2º Concurso de Fotografia Pernambuco Nação Cultural&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/mais-de-carlos-drummond-de-andrade.html"&gt;Mais de Carlos Drummond de Andrade&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/31-de-outubro-dia-de-carlos-drummond-de.html"&gt;31 de outubro é dia de Carlos Drummond de Andrade&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/carlos-drummond-de-andrade.html"&gt;Carlos Drummond de Andrade&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/capiba-28-de-outubro-de-1904-ii.html"&gt;Capiba (28 de outubro de 1904) II&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/mesma-rosa-amarela-capiba-composio.html"&gt;Capiba (28 de outubro de 1904)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/cartola-11-10-1908-100-anos.html"&gt;Cartola - 11-10-1908 (100 Anos)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/mrio-de-andrade-dia-9-de-outubro-vii.html"&gt;Mário de Andrade, dia 9 de outubro. (VII)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/mrio-de-andrade-dia-9-de-outubro-vi.html"&gt;Mário de Andrade, dia 9 de outubro. (VI)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/obra-completa-de-machado-de-assis.html"&gt;Obra completa de Machado de Assis&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/mrio-de-andrade-dia-9-de-outubro-v.html"&gt;Mário de Andrade, dia 9 de outubro. (V)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/mrio-de-andrade-dia-9-de-outubro-iv.html"&gt;Mário de Andrade, dia 9 de outubro. (IV)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/mrio-de-andrade-dia-9-de-outubro-03.html"&gt;Mário de Andrade, dia 9 de outubro. (III)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/mrio-de-andrade-dia-9-de-outubro.html"&gt;Mário de Andrade, dia 9 de outubro. (II)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/mrio-de-andrade.html"&gt;Mário de Andrade, dia 9 de outubro.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/lngua-portuguesa-de-olavo-bilac.html"&gt;Língua portuguesa (de Olavo Bilac)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/belo-belo-manuel-bandeira.html"&gt;Belo Belo ( Manuel Bandeira)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/08/dia-08-de-agosto-dia-de-jos-mariano.html"&gt;Dia 08 de agosto é dia de José Mariano.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/05/gregrio-de-matos.html"&gt;Gregório de Matos&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2007/12/crnica-cemitrio.html"&gt;Freud, Cemitério e outras besteiras.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2007/10/maracatu-leo-coroado-uma-cultura-em.html"&gt;Maracatu Leão coroado: uma cultura em apuros&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2007/09/benny-franklyn-o-cnsul-das-palavras.html"&gt;Benny Franklin: o Cônsul das Palavras&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2007/09/massagueira-terra-prometida.html"&gt;Massagueira: a terra prometida!&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2007/09/recife-de-uma-ponte-outra.html"&gt;Recife: de uma ponte a outra.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2007/09/entrevista-com-lalton-arajo.html"&gt;Entrevista com Laílton Araújo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2007/08/entrevista-com-sebastio-firmiano.html"&gt;Entrevista com Sebastião Firmiano&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2007/08/rangel-castilho-quem-mora-no-meu-brasil.html"&gt;Rangel Castilho: Pantaneiro De Verdade&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;script src="http://www.gmodules.com/ig/ifr?url=http://www.google.com/ig/modules/datetime.xml&amp;amp;up_color=yellow&amp;amp;up_firstDay=0&amp;amp;up_clocks=%5B%5B-73.986951%2C40.756054%2C%22New%20York%22%2C0%5D%5D&amp;amp;synd=open&amp;amp;w=320&amp;amp;h=140&amp;amp;title=Veneza+de+Brasileiros&amp;amp;lang=pt-BR&amp;amp;country=ALL&amp;amp;border=%23ffffff%7C3px%2C1px+solid+%23999999&amp;amp;output=js"&gt;&lt;/script&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6330035690421843343-6901912130823867454?l=vbreportagens.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vbreportagens.blogspot.com/feeds/6901912130823867454/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6330035690421843343&amp;postID=6901912130823867454&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/6901912130823867454'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/6901912130823867454'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vbreportagens.blogspot.com/2009/02/amizade-e.html' title='Amizade é...'/><author><name>Osvaldo Barreto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08518641928163621644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://photos1.blogger.com/x/blogger2/1418/777464124616941/211/z/508053/gse_multipart15066.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SZoeGPNMDVI/AAAAAAAADqU/4JqesYte9Ic/s72-c/B12492.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6330035690421843343.post-4166525807884358163</id><published>2009-02-16T01:20:00.003-03:00</published><updated>2009-02-16T01:38:14.453-03:00</updated><title type='text'>Citando a Amizade</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SZjrRygkvbI/AAAAAAAADpc/A_Q7elV25Vs/s1600-h/B43003.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SZjrRygkvbI/AAAAAAAADpc/A_Q7elV25Vs/s400/B43003.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5303247252077460914" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Oi, gente!!&lt;br /&gt;A amizade é um tema pensado por todos,&lt;br /&gt;e adquirido por poucos.&lt;br /&gt;Por isso alguns pensadores devem&lt;br /&gt;ter sentido a necessidade de &lt;br /&gt;fazer umas ou outras citações. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SZjrDnqUlCI/AAAAAAAADpU/L0qpEeGiCbY/s1600-h/B28215.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SZjrDnqUlCI/AAAAAAAADpU/L0qpEeGiCbY/s400/B28215.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5303247008647386146" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SZjrzdJ8NMI/AAAAAAAADpk/wFa-RVfbHRI/s1600-h/P_ANI084.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; 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cursor:hand;width: 400px; height: 270px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SZjqMmYHpBI/AAAAAAAADo8/I-dtdslwk5I/s400/B10489.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5303246063409800210" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SZjpuvSpBFI/AAAAAAAADo0/QvPnB3aYKeE/s1600-h/B10308.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SZjpuvSpBFI/AAAAAAAADo0/QvPnB3aYKeE/s400/B10308.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5303245550406665298" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Anteriores:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2009/02/disco-pensador.html"&gt;Disco pensador.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2009/02/miguel-nicolelis-e-reprise-no-roda-viva.html"&gt;Miguel Nicolelis é reprise no Roda Viva.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2009/01/aniversrio-de-joo-cabral-de-melo-neto.html"&gt;Aniversário de João Cabral de Melo Neto&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/11/19-de-novembro-dia-do-cordelista.html"&gt;19 de novembro: Dia do Cordelista&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/11/renn-entrevista-marcos-andr-carvalho.html"&gt;Rennó entrevista Marcos André Carvalho Lins, poeta&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/11/24-de-novembro-cruz-e-sousa-iii.html"&gt;24 de novembro: Cruz e Sousa III&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/11/24-de-novembro-cruz-e-sousa-ii.html"&gt;24 de novembro: Cruz e Sousa II&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/11/24-de-novembro-cruz-e-sousa.html"&gt;24 de novembro: Cruz e Sousa&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/11/11-de-novembro-fidor-dostoivski.html"&gt;11 de Novembro: Fiódor Dostoiévski&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/11/2-concurso-de-fotografia-pernambuco-nao.html"&gt;2º Concurso de Fotografia Pernambuco Nação Cultural&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/mais-de-carlos-drummond-de-andrade.html"&gt;Mais de Carlos Drummond de Andrade&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/31-de-outubro-dia-de-carlos-drummond-de.html"&gt;31 de outubro é dia de Carlos Drummond de Andrade&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/carlos-drummond-de-andrade.html"&gt;Carlos Drummond de Andrade&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/capiba-28-de-outubro-de-1904-ii.html"&gt;Capiba (28 de outubro de 1904) II&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/mesma-rosa-amarela-capiba-composio.html"&gt;Capiba (28 de outubro de 1904)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/cartola-11-10-1908-100-anos.html"&gt;Cartola - 11-10-1908 (100 Anos)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/mrio-de-andrade-dia-9-de-outubro-vii.html"&gt;Mário de Andrade, dia 9 de outubro. (VII)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/mrio-de-andrade-dia-9-de-outubro-vi.html"&gt;Mário de Andrade, dia 9 de outubro. (VI)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/obra-completa-de-machado-de-assis.html"&gt;Obra completa de Machado de Assis&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/mrio-de-andrade-dia-9-de-outubro-v.html"&gt;Mário de Andrade, dia 9 de outubro. (V)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/mrio-de-andrade-dia-9-de-outubro-iv.html"&gt;Mário de Andrade, dia 9 de outubro. (IV)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/mrio-de-andrade-dia-9-de-outubro-03.html"&gt;Mário de Andrade, dia 9 de outubro. (III)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/mrio-de-andrade-dia-9-de-outubro.html"&gt;Mário de Andrade, dia 9 de outubro. (II)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/mrio-de-andrade.html"&gt;Mário de Andrade, dia 9 de outubro.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/lngua-portuguesa-de-olavo-bilac.html"&gt;Língua portuguesa (de Olavo Bilac)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/belo-belo-manuel-bandeira.html"&gt;Belo Belo ( Manuel Bandeira)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/08/dia-08-de-agosto-dia-de-jos-mariano.html"&gt;Dia 08 de agosto é dia de José Mariano.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/05/gregrio-de-matos.html"&gt;Gregório de Matos&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2007/12/crnica-cemitrio.html"&gt;Freud, Cemitério e outras besteiras.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2007/10/maracatu-leo-coroado-uma-cultura-em.html"&gt;Maracatu Leão coroado: uma cultura em apuros&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2007/09/benny-franklyn-o-cnsul-das-palavras.html"&gt;Benny Franklin: o Cônsul das Palavras&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2007/09/massagueira-terra-prometida.html"&gt;Massagueira: a terra prometida!&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2007/09/recife-de-uma-ponte-outra.html"&gt;Recife: de uma ponte a outra.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2007/09/entrevista-com-lalton-arajo.html"&gt;Entrevista com Laílton Araújo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2007/08/entrevista-com-sebastio-firmiano.html"&gt;Entrevista com Sebastião Firmiano&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2007/08/rangel-castilho-quem-mora-no-meu-brasil.html"&gt;Rangel Castilho: Pantaneiro De Verdade&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;script src="http://www.gmodules.com/ig/ifr?url=http://www.google.com/ig/modules/datetime.xml&amp;amp;up_color=yellow&amp;amp;up_firstDay=0&amp;amp;up_clocks=%5B%5B-73.986951%2C40.756054%2C%22New%20York%22%2C0%5D%5D&amp;amp;synd=open&amp;amp;w=320&amp;amp;h=140&amp;amp;title=Veneza+de+Brasileiros&amp;amp;lang=pt-BR&amp;amp;country=ALL&amp;amp;border=%23ffffff%7C3px%2C1px+solid+%23999999&amp;amp;output=js"&gt;&lt;/script&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6330035690421843343-4166525807884358163?l=vbreportagens.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vbreportagens.blogspot.com/feeds/4166525807884358163/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6330035690421843343&amp;postID=4166525807884358163&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/4166525807884358163'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/4166525807884358163'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vbreportagens.blogspot.com/2009/02/citando-amizade.html' title='Citando a Amizade'/><author><name>Osvaldo Barreto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08518641928163621644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://photos1.blogger.com/x/blogger2/1418/777464124616941/211/z/508053/gse_multipart15066.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SZjrRygkvbI/AAAAAAAADpc/A_Q7elV25Vs/s72-c/B43003.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6330035690421843343.post-6860670601710218180</id><published>2009-02-15T20:50:00.007-03:00</published><updated>2009-02-15T21:10:40.962-03:00</updated><title type='text'>Disco pensador.</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SZiss2zUt0I/AAAAAAAADoA/pzp_Yrstn3o/s1600-h/DSC05625.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 123px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SZiss2zUt0I/AAAAAAAADoA/pzp_Yrstn3o/s400/DSC05625.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5303178447853762370" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oi, Gente!!!&lt;br /&gt;Essa é uma viagem curta, porém interessante.&lt;br /&gt;Não é não?!?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SZisJ5Lmt8I/AAAAAAAADn4/miy4Bj63n70/s1600-h/B20618.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SZisJ5Lmt8I/AAAAAAAADn4/miy4Bj63n70/s400/B20618.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5303177847197054914" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SZitvWDwR3I/AAAAAAAADoQ/D-xldTHqcCU/s1600-h/DSGNC142.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; 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cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SZiqidJ94fI/AAAAAAAADnQ/Fg9ZZiIWax4/s400/172300.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5303176070147465714" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SZitvWDwR3I/AAAAAAAADoQ/D-xldTHqcCU/s1600-h/DSGNC142.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 74px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SZitvWDwR3I/AAAAAAAADoQ/D-xldTHqcCU/s400/DSGNC142.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5303179590115542898" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SZis4kyGBoI/AAAAAAAADoI/SY771aVXCmM/s1600-h/B21702.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 300px; height: 325px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SZis4kyGBoI/AAAAAAAADoI/SY771aVXCmM/s400/B21702.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5303178649175197314" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Anteriores:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2009/02/miguel-nicolelis-e-reprise-no-roda-viva.html"&gt;Miguel Nicolelis é reprise no Roda Viva.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2009/01/aniversrio-de-joo-cabral-de-melo-neto.html"&gt;Aniversário de João Cabral de Melo Neto&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/11/19-de-novembro-dia-do-cordelista.html"&gt;19 de novembro: Dia do Cordelista&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/11/renn-entrevista-marcos-andr-carvalho.html"&gt;Rennó entrevista Marcos André Carvalho Lins, poeta&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/11/24-de-novembro-cruz-e-sousa-iii.html"&gt;24 de novembro: Cruz e Sousa III&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/11/24-de-novembro-cruz-e-sousa-ii.html"&gt;24 de novembro: Cruz e Sousa II&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/11/24-de-novembro-cruz-e-sousa.html"&gt;24 de novembro: Cruz e Sousa&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/11/11-de-novembro-fidor-dostoivski.html"&gt;11 de Novembro: Fiódor Dostoiévski&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/11/2-concurso-de-fotografia-pernambuco-nao.html"&gt;2º Concurso de Fotografia Pernambuco Nação Cultural&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/mais-de-carlos-drummond-de-andrade.html"&gt;Mais de Carlos Drummond de Andrade&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/31-de-outubro-dia-de-carlos-drummond-de.html"&gt;31 de outubro é dia de Carlos Drummond de Andrade&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/carlos-drummond-de-andrade.html"&gt;Carlos Drummond de Andrade&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/capiba-28-de-outubro-de-1904-ii.html"&gt;Capiba (28 de outubro de 1904) II&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/mesma-rosa-amarela-capiba-composio.html"&gt;Capiba (28 de outubro de 1904)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/cartola-11-10-1908-100-anos.html"&gt;Cartola - 11-10-1908 (100 Anos)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/mrio-de-andrade-dia-9-de-outubro-vii.html"&gt;Mário de Andrade, dia 9 de outubro. (VII)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/mrio-de-andrade-dia-9-de-outubro-vi.html"&gt;Mário de Andrade, dia 9 de outubro. (VI)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/obra-completa-de-machado-de-assis.html"&gt;Obra completa de Machado de Assis&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/mrio-de-andrade-dia-9-de-outubro-v.html"&gt;Mário de Andrade, dia 9 de outubro. (V)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/mrio-de-andrade-dia-9-de-outubro-iv.html"&gt;Mário de Andrade, dia 9 de outubro. (IV)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/mrio-de-andrade-dia-9-de-outubro-03.html"&gt;Mário de Andrade, dia 9 de outubro. (III)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/mrio-de-andrade-dia-9-de-outubro.html"&gt;Mário de Andrade, dia 9 de outubro. (II)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/mrio-de-andrade.html"&gt;Mário de Andrade, dia 9 de outubro.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/lngua-portuguesa-de-olavo-bilac.html"&gt;Língua portuguesa (de Olavo Bilac)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/belo-belo-manuel-bandeira.html"&gt;Belo Belo ( Manuel Bandeira)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/08/dia-08-de-agosto-dia-de-jos-mariano.html"&gt;Dia 08 de agosto é dia de José Mariano.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/05/gregrio-de-matos.html"&gt;Gregório de Matos&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2007/12/crnica-cemitrio.html"&gt;Freud, Cemitério e outras besteiras.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2007/10/maracatu-leo-coroado-uma-cultura-em.html"&gt;Maracatu Leão coroado: uma cultura em apuros&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2007/09/benny-franklyn-o-cnsul-das-palavras.html"&gt;Benny Franklin: o Cônsul das Palavras&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2007/09/massagueira-terra-prometida.html"&gt;Massagueira: a terra prometida!&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2007/09/recife-de-uma-ponte-outra.html"&gt;Recife: de uma ponte a outra.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2007/09/entrevista-com-lalton-arajo.html"&gt;Entrevista com Laílton Araújo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2007/08/entrevista-com-sebastio-firmiano.html"&gt;Entrevista com Sebastião Firmiano&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2007/08/rangel-castilho-quem-mora-no-meu-brasil.html"&gt;Rangel Castilho: Pantaneiro De Verdade&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;script src="http://www.gmodules.com/ig/ifr?url=http://www.google.com/ig/modules/datetime.xml&amp;amp;up_color=yellow&amp;amp;up_firstDay=0&amp;amp;up_clocks=%5B%5B-73.986951%2C40.756054%2C%22New%20York%22%2C0%5D%5D&amp;amp;synd=open&amp;amp;w=320&amp;amp;h=140&amp;amp;title=Veneza+de+Brasileiros&amp;amp;lang=pt-BR&amp;amp;country=ALL&amp;amp;border=%23ffffff%7C3px%2C1px+solid+%23999999&amp;amp;output=js"&gt;&lt;/script&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6330035690421843343-6860670601710218180?l=vbreportagens.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vbreportagens.blogspot.com/feeds/6860670601710218180/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6330035690421843343&amp;postID=6860670601710218180&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/6860670601710218180'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/6860670601710218180'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vbreportagens.blogspot.com/2009/02/disco-pensador.html' title='Disco pensador.'/><author><name>Osvaldo Barreto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08518641928163621644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://photos1.blogger.com/x/blogger2/1418/777464124616941/211/z/508053/gse_multipart15066.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SZiss2zUt0I/AAAAAAAADoA/pzp_Yrstn3o/s72-c/DSC05625.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6330035690421843343.post-7396045992585050158</id><published>2009-02-14T15:57:00.005-03:00</published><updated>2009-02-14T16:14:48.415-03:00</updated><title type='text'>Miguel Nicolelis é reprise no Roda Viva.</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.tvcultura.com.br/rodaviva"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 102px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SZcU_ANOvAI/AAAAAAAADmY/qie3f2Egl7k/s200/logoemail.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5302730158871854082" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Miguel Nicolelis&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;neurocientista&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;reprise&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Roda Viva reapresenta nesta segunda-feira o programa com o neurocientista Miguel Nicolelis. Ele é formado em medicina e doutorado em Fisiologia Geral pela Universidade de São Paulo, com pós-graduação em neurofisiologia nos Estados Unidos, onde v ive há vinte anos.&lt;br /&gt;Professor titular de neurobiologia e engenharia biomédica na Universidade de Duke, ele lidera uma equipe de pesquisadores que desenvolvem pesquisas para integrar cérebro humano e máquinas. Miguel Nicolelis é responsável pelo desenvolvimento de um sistema que possibilita a movimentação de braços robóticos a partir de sinais cerebrais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os mais de duzentos estudos de Miguel Nicolelis em neurociência ampliaram o entendimento dos mecanismos cerebrais e a possibilidade de que cérebro e robôs possam trabalhar juntos. Esses estudos estão sendo levados a vários centros de pesquisas do mundo.&lt;br /&gt;No Brasil, ele criou o Instituto Internacional de Neurociências Edmond e Lily Safra, em Natal, Rio Grande do Norte, destinado a desenvolver a pesquisa científica de ponta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Participam como convidados entrevistadores:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Ulisses Capozzoli, editor chefe da revista Scientific American Brasil; Herton Escobar, repórter de ciência e meio ambiente do jo rnal O Estado de S. Paulo; Mariluce Moura, diretora de redação da revista Pesquisa Fapesp" - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de S. Paulo; Eduardo Geraque, repórter da editoria de ciência do jornal Folha de S. Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Apresentação: Lillian Witte Fibe&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Roda Viva é apresentado às segundas a partir das 22h10.&lt;br /&gt;Você pode assistir on-line acessando o site no horário do programa.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.tvcultura.com.br/rodaviva"&gt;http://www.tvcultura.com.br/rodaviva&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Texto recebido por e-mail.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SZcWAP2h3uI/AAAAAAAADmg/LIR4ERpoph8/s1600-h/DSGNC147.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 118px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SZcWAP2h3uI/AAAAAAAADmg/LIR4ERpoph8/s400/DSGNC147.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5302731279763103458" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Anteriores:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2009/01/aniversrio-de-joo-cabral-de-melo-neto.html"&gt;Aniversário de João Cabral de Melo Neto&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/11/19-de-novembro-dia-do-cordelista.html"&gt;19 de novembro: Dia do Cordelista&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/11/renn-entrevista-marcos-andr-carvalho.html"&gt;Rennó entrevista Marcos André Carvalho Lins, poeta&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/11/24-de-novembro-cruz-e-sousa-iii.html"&gt;24 de novembro: Cruz e Sousa III&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/11/24-de-novembro-cruz-e-sousa-ii.html"&gt;24 de novembro: Cruz e Sousa II&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/11/24-de-novembro-cruz-e-sousa.html"&gt;24 de novembro: Cruz e Sousa&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/11/11-de-novembro-fidor-dostoivski.html"&gt;11 de Novembro: Fiódor Dostoiévski&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/11/2-concurso-de-fotografia-pernambuco-nao.html"&gt;2º Concurso de Fotografia Pernambuco Nação Cultural&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/mais-de-carlos-drummond-de-andrade.html"&gt;Mais de Carlos Drummond de Andrade&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/31-de-outubro-dia-de-carlos-drummond-de.html"&gt;31 de outubro é dia de Carlos Drummond de Andrade&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/carlos-drummond-de-andrade.html"&gt;Carlos Drummond de Andrade&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/capiba-28-de-outubro-de-1904-ii.html"&gt;Capiba (28 de outubro de 1904) II&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/mesma-rosa-amarela-capiba-composio.html"&gt;Capiba (28 de outubro de 1904)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/cartola-11-10-1908-100-anos.html"&gt;Cartola - 11-10-1908 (100 Anos)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/mrio-de-andrade-dia-9-de-outubro-vii.html"&gt;Mário de Andrade, dia 9 de outubro. (VII)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/mrio-de-andrade-dia-9-de-outubro-vi.html"&gt;Mário de Andrade, dia 9 de outubro. (VI)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/obra-completa-de-machado-de-assis.html"&gt;Obra completa de Machado de Assis&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/mrio-de-andrade-dia-9-de-outubro-v.html"&gt;Mário de Andrade, dia 9 de outubro. (V)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/mrio-de-andrade-dia-9-de-outubro-iv.html"&gt;Mário de Andrade, dia 9 de outubro. (IV)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/mrio-de-andrade-dia-9-de-outubro-03.html"&gt;Mário de Andrade, dia 9 de outubro. (III)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/mrio-de-andrade-dia-9-de-outubro.html"&gt;Mário de Andrade, dia 9 de outubro. (II)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/mrio-de-andrade.html"&gt;Mário de Andrade, dia 9 de outubro.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/lngua-portuguesa-de-olavo-bilac.html"&gt;Língua portuguesa (de Olavo Bilac)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/belo-belo-manuel-bandeira.html"&gt;Belo Belo ( Manuel Bandeira)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/08/dia-08-de-agosto-dia-de-jos-mariano.html"&gt;Dia 08 de agosto é dia de José Mariano.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/05/gregrio-de-matos.html"&gt;Gregório de Matos&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2007/12/crnica-cemitrio.html"&gt;Freud, Cemitério e outras besteiras.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2007/10/maracatu-leo-coroado-uma-cultura-em.html"&gt;Maracatu Leão coroado: uma cultura em apuros&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2007/09/benny-franklyn-o-cnsul-das-palavras.html"&gt;Benny Franklin: o Cônsul das Palavras&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2007/09/massagueira-terra-prometida.html"&gt;Massagueira: a terra prometida!&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2007/09/recife-de-uma-ponte-outra.html"&gt;Recife: de uma ponte a outra.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2007/09/entrevista-com-lalton-arajo.html"&gt;Entrevista com Laílton Araújo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2007/08/entrevista-com-sebastio-firmiano.html"&gt;Entrevista com Sebastião Firmiano&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2007/08/rangel-castilho-quem-mora-no-meu-brasil.html"&gt;Rangel Castilho: Pantaneiro De Verdade&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;script src="http://www.gmodules.com/ig/ifr?url=http://www.google.com/ig/modules/datetime.xml&amp;amp;up_color=yellow&amp;amp;up_firstDay=0&amp;amp;up_clocks=%5B%5B-73.986951%2C40.756054%2C%22New%20York%22%2C0%5D%5D&amp;amp;synd=open&amp;amp;w=320&amp;amp;h=140&amp;amp;title=Veneza+de+Brasileiros&amp;amp;lang=pt-BR&amp;amp;country=ALL&amp;amp;border=%23ffffff%7C3px%2C1px+solid+%23999999&amp;amp;output=js"&gt;&lt;/script&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6330035690421843343-7396045992585050158?l=vbreportagens.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vbreportagens.blogspot.com/feeds/7396045992585050158/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6330035690421843343&amp;postID=7396045992585050158&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/7396045992585050158'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/7396045992585050158'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vbreportagens.blogspot.com/2009/02/miguel-nicolelis-e-reprise-no-roda-viva.html' title='Miguel Nicolelis é reprise no Roda Viva.'/><author><name>Osvaldo Barreto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08518641928163621644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://photos1.blogger.com/x/blogger2/1418/777464124616941/211/z/508053/gse_multipart15066.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SZcU_ANOvAI/AAAAAAAADmY/qie3f2Egl7k/s72-c/logoemail.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6330035690421843343.post-728606257045826297</id><published>2009-01-09T18:00:00.004-03:00</published><updated>2009-02-05T20:44:07.460-03:00</updated><title type='text'>Aniversário de João Cabral de Melo Neto</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;  João Cabral de Melo Neto&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;O Relógio&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; 1.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao redor da vida do homem&lt;br /&gt;há certas caixas de vidro,&lt;br /&gt;dentro das quais, como em jaula,&lt;br /&gt;se ouve palpitar um bicho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se são jaulas não é certo;&lt;br /&gt;mais perto estão das gaiolas&lt;br /&gt;ao menos, pelo tamanho&lt;br /&gt;e quadradiço de forma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma vezes, tais gaiolas&lt;br /&gt;vão penduradas nos muros;&lt;br /&gt;outras vezes, mais privadas,&lt;br /&gt;vão num bolso, num dos pulsos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas onde esteja: a gaiola&lt;br /&gt;será de pássaro ou pássara:&lt;br /&gt;é alada a palpitação,&lt;br /&gt;a saltação que ela guarda;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e de pássaro cantor,&lt;br /&gt;não pássaro de plumagem:&lt;br /&gt;pois delas se emite um canto&lt;br /&gt;de uma tal continuidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;que continua cantando&lt;br /&gt;se deixa de ouvi-lo a gente:&lt;br /&gt;como a gente às vezes canta&lt;br /&gt;para sentir-se existente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que eles cantam, se pássaros,&lt;br /&gt;é diferente de todos:&lt;br /&gt;cantam numa linha baixa,&lt;br /&gt;com voz de pássaro rouco;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;desconhecem as variantes&lt;br /&gt;e o estilo numeroso&lt;br /&gt;dos pássaros que sabemos,&lt;br /&gt;estejam presos ou soltos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;têm sempre o mesmo compasso&lt;br /&gt;horizontal e monótono,&lt;br /&gt;e nunca, em nenhum momento,&lt;br /&gt;variam de repertório:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;dir-se-ia que não importa&lt;br /&gt;a nenhum ser escutado.&lt;br /&gt;Assim, que não são artistas&lt;br /&gt;nem artesãos, mas operários&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;para quem tudo o que cantam&lt;br /&gt;é simplesmente trabalho,&lt;br /&gt;trabalho rotina, em série,&lt;br /&gt;impessoal, não assinado,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;de operário que executa&lt;br /&gt;seu martelo regular&lt;br /&gt;proibido (ou sem querer)&lt;br /&gt;do mínimo variar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mão daquele martelo&lt;br /&gt;nunca muda de compasso.&lt;br /&gt;Mas tão igual sem fadiga,&lt;br /&gt;mal deve ser de operário;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ela é por demais precisa&lt;br /&gt;para não ser mão de máquina,&lt;br /&gt;a máquina independente&lt;br /&gt;de operação operária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De máquina, mas movida&lt;br /&gt;por uma força qualquer&lt;br /&gt;que a move passando nela,&lt;br /&gt;regular, sem decrescer:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;quem sabe se algum monjolo&lt;br /&gt;ou antiga roda de água&lt;br /&gt;que vai rodando, passiva,&lt;br /&gt;graçar a um fluido que a passa;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;que fluido é ninguém vê:&lt;br /&gt;da água não mostra os senões:&lt;br /&gt;além de igual, é contínuo,&lt;br /&gt;sem marés, sem estações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E porque tampouco cabe,&lt;br /&gt;por isso, pensar que é o vento,&lt;br /&gt;há de ser um outro fluido&lt;br /&gt;que a move: quem sabe, o tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando por algum motivo&lt;br /&gt;a roda de água se rompe,&lt;br /&gt;outra máquina se escuta:&lt;br /&gt;agora, de dentro do homem;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;outra máquina de dentro,&lt;br /&gt;imediata, a reveza,&lt;br /&gt;soando nas veias, no fundo&lt;br /&gt;de poça no corpo, imersa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então se sente que o som&lt;br /&gt;da máquina, ora interior,&lt;br /&gt;nada possui de passivo,&lt;br /&gt;de roda de água: é motor;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;se descobre nele o afogo&lt;br /&gt;de quem, ao fazer, se esforça,&lt;br /&gt;e que êle, dentro, afinal,&lt;br /&gt;revela vontade própria,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;incapaz, agora, dentro,&lt;br /&gt;de ainda disfarçar que nasce&lt;br /&gt;daquela bomba motor&lt;br /&gt;(coração, noutra linguagem)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;que, sem nenhum coração,&lt;br /&gt;vive a esgotar, gôta a gôta,&lt;br /&gt;o que o homem, de reserva,&lt;br /&gt;possa ter na íntima poça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Anteriores:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/11/11-de-novembro-fidor-dostoivski.html"&gt;11 de Novembro: Fiódor Dostoiévski&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/11/2-concurso-de-fotografia-pernambuco-nao.html"&gt;2º Concurso de Fotografia Pernambuco Nação Cultural&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/mais-de-carlos-drummond-de-andrade.html"&gt;Mais de Carlos Drummond de Andrade&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/31-de-outubro-dia-de-carlos-drummond-de.html"&gt;31 de outubro é dia de Carlos Drummond de Andrade&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/carlos-drummond-de-andrade.html"&gt;Carlos Drummond de Andrade&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/capiba-28-de-outubro-de-1904-ii.html"&gt;Capiba (28 de outubro de 1904) II&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/mesma-rosa-amarela-capiba-composio.html"&gt;Capiba (28 de outubro de 1904)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/cartola-11-10-1908-100-anos.html"&gt;Cartola - 11-10-1908 (100 Anos)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/mrio-de-andrade-dia-9-de-outubro-vii.html"&gt;Mário de Andrade, dia 9 de outubro. (VII)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/mrio-de-andrade-dia-9-de-outubro-vi.html"&gt;Mário de Andrade, dia 9 de outubro. (VI)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/obra-completa-de-machado-de-assis.html"&gt;Obra completa de Machado de Assis&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/mrio-de-andrade-dia-9-de-outubro-v.html"&gt;Mário de Andrade, dia 9 de outubro. (V)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/mrio-de-andrade-dia-9-de-outubro-iv.html"&gt;Mário de Andrade, dia 9 de outubro. (IV)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/mrio-de-andrade-dia-9-de-outubro-03.html"&gt;Mário de Andrade, dia 9 de outubro. (III)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/mrio-de-andrade-dia-9-de-outubro.html"&gt;Mário de Andrade, dia 9 de outubro. (II)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/mrio-de-andrade.html"&gt;Mário de Andrade, dia 9 de outubro.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/lngua-portuguesa-de-olavo-bilac.html"&gt;Língua portuguesa (de Olavo Bilac)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/belo-belo-manuel-bandeira.html"&gt;Belo Belo ( Manuel Bandeira)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/08/dia-08-de-agosto-dia-de-jos-mariano.html"&gt;Dia 08 de agosto é dia de José Mariano.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/05/gregrio-de-matos.html"&gt;Gregório de Matos&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2007/12/crnica-cemitrio.html"&gt;Freud, Cemitério e outras besteiras.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2007/10/maracatu-leo-coroado-uma-cultura-em.html"&gt;Maracatu Leão coroado: uma cultura em apuros&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2007/09/benny-franklyn-o-cnsul-das-palavras.html"&gt;Benny Franklin: o Cônsul das Palavras&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2007/09/massagueira-terra-prometida.html"&gt;Massagueira: a terra prometida!&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2007/09/recife-de-uma-ponte-outra.html"&gt;Recife: de uma ponte a outra.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2007/09/entrevista-com-lalton-arajo.html"&gt;Entrevista com Laílton Araújo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2007/08/entrevista-com-sebastio-firmiano.html"&gt;Entrevista com Sebastião Firmiano&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2007/08/rangel-castilho-quem-mora-no-meu-brasil.html"&gt;Rangel Castilho: Pantaneiro De Verdade&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Galeria de Imagens&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/barretofamily/2175297886/" title="Torre de Cristal de Francisco Brennand por Osvaldo Barreto, no Flickr"&gt;&lt;img src="http://farm3.static.flickr.com/2156/2175297886_f302225cb3_s.jpg" width="75" height="75" alt="Torre de Cristal de Francisco Brennand" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/barretofamily/2072833232/" title="Click por Osvaldo Barreto, no Flickr"&gt;&lt;img src="http://farm3.static.flickr.com/2029/2072833232_d610292940_s.jpg" width="75" height="75" alt="Click" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/barretofamily/2125092813/" title="Cúpula dourada ( Palácio de Joaquim Nabuco.) por Osvaldo Barreto, no Flickr"&gt;&lt;img src="http://farm3.static.flickr.com/2399/2125092813_d35c8106cb_s.jpg" width="75" height="75" alt="Cúpula dourada ( Palácio de Joaquim Nabuco.)" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/barretofamily/2083929988/" title="Zoo Dois Irmãos por Osvaldo Barreto, no Flickr"&gt;&lt;img src="http://farm3.static.flickr.com/2311/2083929988_c884640938_s.jpg" width="75" height="75" alt="Zoo Dois Irmãos" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/barretofamily/2125097325/" title="Rua da Aurora por Osvaldo Barreto, no Flickr"&gt;&lt;img src="http://farm3.static.flickr.com/2164/2125097325_834b0e906a_s.jpg" width="75" height="75" alt="Rua da Aurora" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/barretofamily/2184149134/" title="Naipes por Osvaldo Barreto, no Flickr"&gt;&lt;img src="http://farm3.static.flickr.com/2022/2184149134_cfa56dd664_s.jpg" width="75" height="75" alt="Naipes" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/barretofamily/2113527330/" title="Pesar por Osvaldo Barreto, no Flickr"&gt;&lt;img src="http://farm3.static.flickr.com/2196/2113527330_8e6cb0a635_s.jpg" width="75" height="75" alt="Pesar" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/barretofamily/2158375871/" title="Calango por Osvaldo Barreto, no Flickr"&gt;&lt;img src="http://farm3.static.flickr.com/2146/2158375871_350a53472e_s.jpg" width="75" height="75" alt="Calango" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" quality="high" flashvars="networkUrl=http%3A%2F%2Fpensarte.ning.com%2F&amp;amp;panel=user&amp;amp;username=carvalholins&amp;amp;avatarUrl=http%3A%2F%2Fapi.ning.com%2Ficons%2Fprofile%2F1713679%3Fdefault%3D1713679%26width%3D48%26height%3D48&amp;amp;iAmMemberText=Sou membro da rede%3A&amp;amp;configXmlUrl=http%3A%2F%2Fstatic.ning.com%2Fpensarte%2Finstances%2Fmain%2Fembeddable%2Fbadge-config.xml%3Ft%3D1190203414" type="application/x-shockwave-flash" height="64" src="http://static.ning.com/pensarte/widgets/index/swf/badge.swf?v=1.11.0.1%3A738" bgcolor="#ffffff" salign="lt" width="207" wmode="transparent" scale="noscale"/&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" quality="high" flashvars="networkUrl=http%3A%2F%2Fpensarte.ning.com%2F&amp;amp;panel=user&amp;amp;username=OsvaldoBarreto&amp;amp;avatarUrl=http%3A%2F%2Fapi.ning.com%2Ficons%2Fprofile%2F1718371%3Fdefault%3D1718371%26width%3D48%26height%3D48&amp;amp;iAmMemberText=Sou+membro+da+rede%3A&amp;amp;configXmlUrl=http%3A%2F%2Fstatic.ning.com%2Fpensarte%2Finstances%2Fmain%2Fembeddable%2Fbadge-config.xml%3Ft%3D1190203414" type="application/x-shockwave-flash" height="64" src="http://static.ning.com/pensarte/widgets/index/swf/badge.swf?v=1.11.0.1%3A738" bgcolor="#ffffff" salign="lt" width="207" wmode="transparent" scale="noscale"/&gt;&lt;/embed&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6330035690421843343-728606257045826297?l=vbreportagens.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vbreportagens.blogspot.com/feeds/728606257045826297/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6330035690421843343&amp;postID=728606257045826297&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/728606257045826297'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/728606257045826297'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vbreportagens.blogspot.com/2009/01/aniversrio-de-joo-cabral-de-melo-neto.html' title='Aniversário de João Cabral de Melo Neto'/><author><name>Osvaldo Barreto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08518641928163621644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' 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Andrade&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/capiba-28-de-outubro-de-1904-ii.html"&gt;Capiba (28 de outubro de 1904) II&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/mesma-rosa-amarela-capiba-composio.html"&gt;Capiba (28 de outubro de 1904)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/cartola-11-10-1908-100-anos.html"&gt;Cartola - 11-10-1908 (100 Anos)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/mrio-de-andrade-dia-9-de-outubro-vii.html"&gt;Mário de Andrade, dia 9 de outubro. (VII)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/mrio-de-andrade-dia-9-de-outubro-vi.html"&gt;Mário de Andrade, dia 9 de outubro. (VI)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/obra-completa-de-machado-de-assis.html"&gt;Obra completa de Machado de Assis&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/mrio-de-andrade-dia-9-de-outubro-v.html"&gt;Mário de Andrade, dia 9 de outubro. (V)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/mrio-de-andrade-dia-9-de-outubro-iv.html"&gt;Mário de Andrade, dia 9 de outubro. (IV)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/mrio-de-andrade-dia-9-de-outubro-03.html"&gt;Mário de Andrade, dia 9 de outubro. (III)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/mrio-de-andrade-dia-9-de-outubro.html"&gt;Mário de Andrade, dia 9 de outubro. (II)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/mrio-de-andrade.html"&gt;Mário de Andrade, dia 9 de outubro.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/lngua-portuguesa-de-olavo-bilac.html"&gt;Língua portuguesa (de Olavo Bilac)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/belo-belo-manuel-bandeira.html"&gt;Belo Belo ( Manuel Bandeira)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/08/dia-08-de-agosto-dia-de-jos-mariano.html"&gt;Dia 08 de agosto é dia de José Mariano.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/05/gregrio-de-matos.html"&gt;Gregório de Matos&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2007/12/crnica-cemitrio.html"&gt;Freud, Cemitério e outras besteiras.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2007/10/maracatu-leo-coroado-uma-cultura-em.html"&gt;Maracatu Leão coroado: uma cultura em apuros&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2007/09/benny-franklyn-o-cnsul-das-palavras.html"&gt;Benny Franklin: o Cônsul das Palavras&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2007/09/massagueira-terra-prometida.html"&gt;Massagueira: a terra prometida!&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2007/09/recife-de-uma-ponte-outra.html"&gt;Recife: de uma ponte a outra.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2007/09/entrevista-com-lalton-arajo.html"&gt;Entrevista com Laílton Araújo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2007/08/entrevista-com-sebastio-firmiano.html"&gt;Entrevista com Sebastião Firmiano&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2007/08/rangel-castilho-quem-mora-no-meu-brasil.html"&gt;Rangel Castilho: Pantaneiro De Verdade&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Galeria de Imagens&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/barretofamily/2175297886/" title="Torre de Cristal de Francisco Brennand por Osvaldo Barreto, no Flickr"&gt;&lt;img src="http://farm3.static.flickr.com/2156/2175297886_f302225cb3_s.jpg" width="75" height="75" alt="Torre de Cristal de Francisco Brennand" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/barretofamily/2072833232/" title="Click por Osvaldo Barreto, no Flickr"&gt;&lt;img src="http://farm3.static.flickr.com/2029/2072833232_d610292940_s.jpg" width="75" height="75" alt="Click" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/barretofamily/2125092813/" title="Cúpula dourada ( Palácio de Joaquim Nabuco.) por Osvaldo Barreto, no Flickr"&gt;&lt;img src="http://farm3.static.flickr.com/2399/2125092813_d35c8106cb_s.jpg" width="75" height="75" alt="Cúpula dourada ( Palácio de Joaquim Nabuco.)" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/barretofamily/2083929988/" title="Zoo Dois Irmãos por Osvaldo Barreto, no Flickr"&gt;&lt;img src="http://farm3.static.flickr.com/2311/2083929988_c884640938_s.jpg" width="75" height="75" alt="Zoo Dois Irmãos" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/barretofamily/2125097325/" title="Rua da Aurora por Osvaldo Barreto, no Flickr"&gt;&lt;img src="http://farm3.static.flickr.com/2164/2125097325_834b0e906a_s.jpg" width="75" height="75" alt="Rua da Aurora" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/barretofamily/2184149134/" title="Naipes por Osvaldo Barreto, no Flickr"&gt;&lt;img src="http://farm3.static.flickr.com/2022/2184149134_cfa56dd664_s.jpg" width="75" height="75" alt="Naipes" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/barretofamily/2113527330/" title="Pesar por Osvaldo Barreto, no Flickr"&gt;&lt;img src="http://farm3.static.flickr.com/2196/2113527330_8e6cb0a635_s.jpg" width="75" height="75" alt="Pesar" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/barretofamily/2158375871/" title="Calango por Osvaldo Barreto, no Flickr"&gt;&lt;img src="http://farm3.static.flickr.com/2146/2158375871_350a53472e_s.jpg" width="75" height="75" alt="Calango" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" quality="high" flashvars="networkUrl=http%3A%2F%2Fpensarte.ning.com%2F&amp;amp;panel=user&amp;amp;username=carvalholins&amp;amp;avatarUrl=http%3A%2F%2Fapi.ning.com%2Ficons%2Fprofile%2F1713679%3Fdefault%3D1713679%26width%3D48%26height%3D48&amp;amp;iAmMemberText=Sou membro da rede%3A&amp;amp;configXmlUrl=http%3A%2F%2Fstatic.ning.com%2Fpensarte%2Finstances%2Fmain%2Fembeddable%2Fbadge-config.xml%3Ft%3D1190203414" type="application/x-shockwave-flash" height="64" src="http://static.ning.com/pensarte/widgets/index/swf/badge.swf?v=1.11.0.1%3A738" bgcolor="#ffffff" salign="lt" width="207" wmode="transparent" scale="noscale"/&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" quality="high" flashvars="networkUrl=http%3A%2F%2Fpensarte.ning.com%2F&amp;amp;panel=user&amp;amp;username=OsvaldoBarreto&amp;amp;avatarUrl=http%3A%2F%2Fapi.ning.com%2Ficons%2Fprofile%2F1718371%3Fdefault%3D1718371%26width%3D48%26height%3D48&amp;amp;iAmMemberText=Sou+membro+da+rede%3A&amp;amp;configXmlUrl=http%3A%2F%2Fstatic.ning.com%2Fpensarte%2Finstances%2Fmain%2Fembeddable%2Fbadge-config.xml%3Ft%3D1190203414" type="application/x-shockwave-flash" height="64" src="http://static.ning.com/pensarte/widgets/index/swf/badge.swf?v=1.11.0.1%3A738" bgcolor="#ffffff" salign="lt" width="207" wmode="transparent" scale="noscale"/&gt;&lt;/embed&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6330035690421843343-2665448011450973458?l=vbreportagens.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vbreportagens.blogspot.com/feeds/2665448011450973458/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6330035690421843343&amp;postID=2665448011450973458&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/2665448011450973458'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/2665448011450973458'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vbreportagens.blogspot.com/2008/11/19-de-novembro-dia-do-cordelista.html' title='19 de novembro: Dia do Cordelista'/><author><name>Osvaldo Barreto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08518641928163621644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://photos1.blogger.com/x/blogger2/1418/777464124616941/211/z/508053/gse_multipart15066.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://farm3.static.flickr.com/2156/2175297886_f302225cb3_t.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6330035690421843343.post-9055783725475221047</id><published>2008-11-18T00:32:00.006-03:00</published><updated>2008-11-18T01:01:42.409-03:00</updated><title type='text'>Rennó entrevista Marcos André Carvalho Lins, poeta</title><content type='html'>&lt;blockquote&gt;"há poetas demais no escuro" - Alberto Infante, Diário Austral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"críticas não são pertinentes, são arte, eu sou uma artista!" - Barbara Woolfer, Revista de Cinema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"uma das revelações do site Overmundo!" - Oscar &amp; Pablo, Caderno Cultural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"delicadeza, inocência e alma de trovador." - Clarice Flor, Suplemento Palavra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"viva o grande poeta, abracadabra!" - Anônimo, Fã Clube.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"jovens e pretensiosos..." - Poeta Anônimo, Clube de Literatura dos Corações Solitários do Sargento Carrero.&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;O poeta Marcos André Carvalho Lins, recifense, é um dos poetas mais lidos do site Overmundo, também é integrante de um movimento cultural intitulado "abracadabra".&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Júlio Rennó:&lt;/span&gt; Se fosse possível, você viveria com o ofício de poeta?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Marcos:&lt;/span&gt; Sim, e me daria por muito satisfeito. Mas vale lembrar que o poeta não faz apenas versos, e põe letras no papel. O verdadeiro poeta põe letras na vida, doma a existência, e isso é que é fascinante em ser poeta, apossibilidade de agir com apenas uma caneta ou um teclado, agir através das metáforas, dentro e fora doambiente social , ou seja, o poeta tem que ter a letra dentro de si, também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Rennó:&lt;/span&gt; Você já recebeu alguma crítica violenta? Ou gentileza, às vezes, pode machucar mais?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Marcos:&lt;/span&gt; Nunca. Mas não me importo com o que me machuca ou não vai me machucar, todas as críticas são pertinentes dentro do contexto em que se inserem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Rennó:&lt;/span&gt; Você já lançou algum livro com poemas seus? Qual o último livro de poemas que você comprou?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Marcos:&lt;/span&gt; Lancei um livro de prosa poética. Um livro que encerra pedaços de vida de um maneira leve e , até certo ponto, com lirismo, da mesma maneira que começou: a partir do zero quase absoluto. Digo quase porque sempre há uma parte de nós mesmos em cada linha escrita.&lt;br /&gt;Mas tentei criar uma obra de ficção, muito embora muitos (entre estes eu) tenham percebido que havia muito de mim (da minha vivência interior e exterior) em toda a obra. Em demasia, eu diria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não lembro qual o último que eu comprei, faz muito tempo, mas troquei um livro meu com um livro de JJ Leandro há algum tempo( pelo correio ), chama-se “Quase ave”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Rennó: &lt;/span&gt;Você publica os seus poemas, constantemente, e com grande aprovação, no site Overmundo. Já pensou em publicar um livro inteiro?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Marcos: &lt;/span&gt;Pensar não paga imposto, ainda.rs. Mas não tenho essa pretensão, editar um livro dá muito trabalho, eu tenho material inédito para compor um segundo livro, porém, sinceramente, eu prefiro me ocupar com coisas mais importantes. Não que publicar um livro físico não seja significativo, mas há tantos versos a serem escritos ao vento por que detê-los, aprisioná-los no papel?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez na maturidade, um pouco mais adiante, deseje colecionar novamente contos ou versos e publicá-los. Atualmente me ocupo, como disse acima, com as letras da vida real.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Publico no Overmundo para poder respirar, como qualquer poeta, uma necessidade primária do poeta é escrever, mas principalmente para colaborar, à minha maneira, com o que acho uma iniciativa espetacular e sem precedentes. Tem muita gente boa sem espaço nas livrarias e que publica no Overmundo (e o melhor , é lido!).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Um poeta vivo, um poeta morto e um livro para salvar da fogueira por Marcos André Carvalho Lins.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JJ Leandro e Benny franklin, ambos, pra mim, dessa geração, da poesia, digamos, “digital” são incomparáveis. O primeiro pela sagacidade como retrata do cotidiano, aos mais inóspitos rincões da alma humana. O segundo devido à maneira como se coloca diante das palavras (e diante da vida!), com um domínio sem igual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Um poeta morto.&lt;/span&gt; Também citaria dois, caindo um pouco na vala do lugar comum: Drummond e Fernando Pessoa. Drummond é o remédio amargo para a alma, e Pessoa, a contemplação do mundo em Pessoa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Um livro.&lt;/span&gt; Nenhum. Os livros são passageiros, fugazes e efêmeros; as idéias sim, estas são transcendentes e eternas. Pode-se jogar na fogueira uma biblioteca inteira mas se, para isso, tiver de se queimar um único ser e suas idéias, melhor não fazê-lo. Os livros pertencem ao homem , as idéias à humanidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Também em:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* &lt;a href="http://outroscriticos.blogspot.com/2008/03/renn-entrevista-marcos-andr-carvalho.html"&gt;Outras Críticas&lt;/a&gt;;&lt;br /&gt;* &lt;a href="http://www.overmundo.com.br/overblog/renno-entrevista-marcos-andre-carvalho-lins-poeta"&gt;Overmundo&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Anteriores:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/11/11-de-novembro-fidor-dostoivski.html"&gt;11 de Novembro: Fiódor Dostoiévski&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/11/2-concurso-de-fotografia-pernambuco-nao.html"&gt;2º Concurso de Fotografia Pernambuco Nação Cultural&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/mais-de-carlos-drummond-de-andrade.html"&gt;Mais de Carlos Drummond de Andrade&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/31-de-outubro-dia-de-carlos-drummond-de.html"&gt;31 de outubro é dia de Carlos Drummond de Andrade&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/carlos-drummond-de-andrade.html"&gt;Carlos Drummond de Andrade&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/capiba-28-de-outubro-de-1904-ii.html"&gt;Capiba (28 de outubro de 1904) II&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/mesma-rosa-amarela-capiba-composio.html"&gt;Capiba (28 de outubro de 1904)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/cartola-11-10-1908-100-anos.html"&gt;Cartola - 11-10-1908 (100 Anos)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/mrio-de-andrade-dia-9-de-outubro-vii.html"&gt;Mário de Andrade, dia 9 de outubro. (VII)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/mrio-de-andrade-dia-9-de-outubro-vi.html"&gt;Mário de Andrade, dia 9 de outubro. (VI)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/obra-completa-de-machado-de-assis.html"&gt;Obra completa de Machado de Assis&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/mrio-de-andrade-dia-9-de-outubro-v.html"&gt;Mário de Andrade, dia 9 de outubro. (V)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/mrio-de-andrade-dia-9-de-outubro-iv.html"&gt;Mário de Andrade, dia 9 de outubro. (IV)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/mrio-de-andrade-dia-9-de-outubro-03.html"&gt;Mário de Andrade, dia 9 de outubro. (III)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/mrio-de-andrade-dia-9-de-outubro.html"&gt;Mário de Andrade, dia 9 de outubro. (II)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/mrio-de-andrade.html"&gt;Mário de Andrade, dia 9 de outubro.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/lngua-portuguesa-de-olavo-bilac.html"&gt;Língua portuguesa (de Olavo Bilac)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/belo-belo-manuel-bandeira.html"&gt;Belo Belo ( Manuel Bandeira)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/08/dia-08-de-agosto-dia-de-jos-mariano.html"&gt;Dia 08 de agosto é dia de José Mariano.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2008/05/gregrio-de-matos.html"&gt;Gregório de Matos&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2007/12/crnica-cemitrio.html"&gt;Freud, Cemitério e outras besteiras.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2007/10/maracatu-leo-coroado-uma-cultura-em.html"&gt;Maracatu Leão coroado: uma cultura em apuros&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2007/09/benny-franklyn-o-cnsul-das-palavras.html"&gt;Benny Franklin: o Cônsul das Palavras&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2007/09/massagueira-terra-prometida.html"&gt;Massagueira: a terra prometida!&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2007/09/recife-de-uma-ponte-outra.html"&gt;Recife: de uma ponte a outra.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2007/09/entrevista-com-lalton-arajo.html"&gt;Entrevista com Laílton Araújo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2007/08/entrevista-com-sebastio-firmiano.html"&gt;Entrevista com Sebastião Firmiano&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2007/08/rangel-castilho-quem-mora-no-meu-brasil.html"&gt;Rangel Castilho: Pantaneiro De Verdade&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Galeria de Imagens&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/barretofamily/2175297886/" title="Torre de Cristal de Francisco Brennand por Osvaldo Barreto, no Flickr"&gt;&lt;img src="http://farm3.static.flickr.com/2156/2175297886_f302225cb3_s.jpg" width="75" height="75" alt="Torre de Cristal de Francisco Brennand" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/barretofamily/2072833232/" title="Click por Osvaldo Barreto, no Flickr"&gt;&lt;img src="http://farm3.static.flickr.com/2029/2072833232_d610292940_s.jpg" width="75" height="75" alt="Click" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/barretofamily/2125092813/" title="Cúpula dourada ( Palácio de Joaquim Nabuco.) por Osvaldo Barreto, no Flickr"&gt;&lt;img src="http://farm3.static.flickr.com/2399/2125092813_d35c8106cb_s.jpg" width="75" height="75" alt="Cúpula dourada ( Palácio de Joaquim Nabuco.)" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/barretofamily/2083929988/" title="Zoo Dois Irmãos por Osvaldo Barreto, no Flickr"&gt;&lt;img src="http://farm3.static.flickr.com/2311/2083929988_c884640938_s.jpg" width="75" height="75" alt="Zoo Dois Irmãos" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/barretofamily/2125097325/" title="Rua da Aurora por Osvaldo Barreto, no Flickr"&gt;&lt;img src="http://farm3.static.flickr.com/2164/2125097325_834b0e906a_s.jpg" width="75" height="75" alt="Rua da Aurora" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/barretofamily/2184149134/" title="Naipes por Osvaldo Barreto, no Flickr"&gt;&lt;img src="http://farm3.static.flickr.com/2022/2184149134_cfa56dd664_s.jpg" width="75" height="75" alt="Naipes" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/barretofamily/2113527330/" title="Pesar por Osvaldo Barreto, no Flickr"&gt;&lt;img src="http://farm3.static.flickr.com/2196/2113527330_8e6cb0a635_s.jpg" width="75" height="75" alt="Pesar" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/barretofamily/2158375871/" title="Calango por Osvaldo Barreto, no Flickr"&gt;&lt;img src="http://farm3.static.flickr.com/2146/2158375871_350a53472e_s.jpg" width="75" height="75" alt="Calango" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" quality="high" flashvars="networkUrl=http%3A%2F%2Fpensarte.ning.com%2F&amp;amp;panel=user&amp;amp;username=carvalholins&amp;amp;avatarUrl=http%3A%2F%2Fapi.ning.com%2Ficons%2Fprofile%2F1713679%3Fdefault%3D1713679%26width%3D48%26height%3D48&amp;amp;iAmMemberText=Sou membro da rede%3A&amp;amp;configXmlUrl=http%3A%2F%2Fstatic.ning.com%2Fpensarte%2Finstances%2Fmain%2Fembeddable%2Fbadge-config.xml%3Ft%3D1190203414" type="application/x-shockwave-flash" height="64" src="http://static.ning.com/pensarte/widgets/index/swf/badge.swf?v=1.11.0.1%3A738" bgcolor="#ffffff" salign="lt" width="207" wmode="transparent" scale="noscale"/&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br 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alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5269078406192494082" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;O BOTÃO DE ROSA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O campo abrira o seio às expansões frementes &lt;br /&gt;das árvores senis, dos galhos viridentes. &lt;br /&gt;Caía a tarde fresca &lt;br /&gt;Loira, gentil, vivaz como a canção tudesca. &lt;br /&gt;A iluminada esfera &lt;br /&gt;Calma, profunda, azul como um sonhar de virgem, &lt;br /&gt;Dava um brilho-cetim às verdes folhas d'hera. &lt;br /&gt;No ar uma harmonia avigorada e casta, &lt;br /&gt;No crânio uma vertigem &lt;br /&gt;Duma idéia viril, duma eloqüência vasta. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tardes formosíssimas, &lt;br /&gt;Ó grande livro aberto aos geniais artistas, &lt;br /&gt;Como tanto alargais as crenças panteístas, &lt;br /&gt;Como tanto esplendeis e como sois riquíssimas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanta vitalidade indefinida, quanta, &lt;br /&gt;Na pequenina planta, &lt;br /&gt;No doce verde-mar dos trêmulos arbustos, &lt;br /&gt;Que misticismo, justos, &lt;br /&gt;Bebia a alma inteira ao devassar o arcano &lt;br /&gt;Das árvores titãs, das árvores fecundas &lt;br /&gt;Que tinham, como o oceano, &lt;br /&gt;Febris palpitações intérminas, profundas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esplêndidas paisagens, &lt;br /&gt;Opunha o largo campo às vistas deslumbradas. &lt;br /&gt;As múrmuras ramagens, &lt;br /&gt;À luz serena e terna, à luz do sol - que espadas &lt;br /&gt;De fogo arremessava, em frêmitos nervosos, &lt;br /&gt;Pelo côncavo azul dos céus esplendorosos, &lt;br /&gt;Tinham falas de amor, segredos vacilantes &lt;br /&gt;Finos como os brilhantes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A música das aves &lt;br /&gt;Cortava o éter calmo, em notas multiformes, &lt;br /&gt;Límpidas e graves &lt;br /&gt;Que estouravam no ar em convulsões enormes. &lt;br /&gt;Aqui e além um rio &lt;br /&gt;Serpejava na sombra, em meio de um rochedo &lt;br /&gt;Áspero e sombrio. &lt;br /&gt;O olhar perscrutador, o grande olhar, sem medo &lt;br /&gt;E o espírito mudo, &lt;br /&gt;Como um herói gigante avassalavam tudo... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nuns madrigais risonhos &lt;br /&gt;Abria-se o país fantástico dos sonhos. &lt;br /&gt;Alavam-se os aromas &lt;br /&gt;Leais, inexauríveis &lt;br /&gt;Das largas e invisíveis Selváticas redomas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A seiva rebentava &lt;br /&gt;Em ondas - irrompia &lt;br /&gt;Na doce e maviosa e plácida alegria &lt;br /&gt;De uma ave que cantava, &lt;br /&gt;Dos belos roseirais &lt;br /&gt;Que ostentavam a flux as rosas virginais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E as jubilosas franças &lt;br /&gt;Dos arvoredos altos, &lt;br /&gt;Rígidos, atléticos, &lt;br /&gt;Derramavam no campo uns fluidos magnéticos &lt;br /&gt;Dumas vontades mansas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A doce alacridade ia explosindo aos saltos. &lt;br /&gt;E toda a natureza &lt;br /&gt;Robusta de saúde e estrênua de grandeza &lt;br /&gt;Libérrima e vital, &lt;br /&gt;Erguia-se pujante, audaz e redentora, &lt;br /&gt;No gérmen material da força criadora, &lt;br /&gt;Dentre a vida selvagem, mística, animal... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dos roseirais preciosos &lt;br /&gt;Nos renques primorosos, &lt;br /&gt;Numa linda roseira abria castamente, &lt;br /&gt;Como um sonho de luz numa cabeça ardente, &lt;br /&gt;O mais belo, o mais puro entre os botões de rosa. &lt;br /&gt;Tinha essa cor formosa, &lt;br /&gt;Tinha essa cor da aurora, &lt;br /&gt;Quando ensangüenta em rubro a vastidão sonora. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era um botão feliz &lt;br /&gt;Sorrindo para o Azul, zombando da matéria. &lt;br /&gt;Tinha o leve quebranto e a maciez etérea &lt;br /&gt;Que uma estrofe não diz. &lt;br /&gt;Das pétalas macias, &lt;br /&gt;Das pétalas sanguíneas, &lt;br /&gt;Doces como harmonias &lt;br /&gt;Brandas e velutíneas &lt;br /&gt;Uns perfumes sutis se espiralavam, raros, &lt;br /&gt;Pela mansão do Bem, pelos espaços claros. &lt;br /&gt;Perfumes excelentes, &lt;br /&gt;Perfumes dos melhores &lt;br /&gt;Perfumes bons de incógnitos Orientes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Matéria, não deplores &lt;br /&gt;O viver natural dos vegetais alegres; &lt;br /&gt;Eles são mais ditosos &lt;br /&gt;Que os nababos e reis nos seus coxins pomposos; &lt;br /&gt;E por mais que tu regres &lt;br /&gt;O matéria fatal, a tua vida inteira, &lt;br /&gt;No rigor da higiene; &lt;br /&gt;E por mais que a maneira &lt;br /&gt;Do teu grande existir, desse existir - perene &lt;br /&gt;De ironias e pasmos, &lt;br /&gt;Explosões de sarcasmos &lt;br /&gt;Tu completes, matéria - ó humanidade ousada &lt;br /&gt;Com a ciência altanada; &lt;br /&gt;E por mais que no século, &lt;br /&gt;Tu mergulhes a idéia, o prodigioso espéculo, &lt;br /&gt;Será sempre maior e exuberante e forte, &lt;br /&gt;Ó matéria fatal, &lt;br /&gt;Essa vida tão rica &lt;br /&gt;Que se corporifica &lt;br /&gt;Na valente coorte &lt;br /&gt;Do poder vegetal. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era um botão feliz, &lt;br /&gt;Cuia roseira, impávida, &lt;br /&gt;Ébria de aromas bons, ébria de orgulhos - ávida &lt;br /&gt;De completa fragrância, &lt;br /&gt;Palpitava com ânsia &lt;br /&gt;Desde a própria raiz. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E entanto o sol tombara e triunfantemente &lt;br /&gt;Como um supremo Rubens, &lt;br /&gt;Jorrando à curvidade etérea do poente, &lt;br /&gt;O ouro e o escarlate, aprimorando as nuvens, &lt;br /&gt;Numa distribuição simpática de cores, &lt;br /&gt;De tintas e de luzes &lt;br /&gt;De galas e fulgores &lt;br /&gt;Rubros como o estourar dos férvidos obuses. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cérebro em nevrose, &lt;br /&gt;No pasmo que precede a augusta apoteose &lt;br /&gt;De uma excelsa visão perfeitamente bela, &lt;br /&gt;De uma excelsa visão em límpidos docéis, &lt;br /&gt;Exaltava o acabado artístico da Tela &lt;br /&gt;E o gosto dos pincéis. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caíam da amplidão em névoas singulares &lt;br /&gt;Os pálidos crepúsculos. &lt;br /&gt;Os fúlgidos altares &lt;br /&gt;Do homem primitivo - a relva, o prado, o campo &lt;br /&gt;Onde ele ia buscar a força de uma crença &lt;br /&gt;Que então lhe iluminasse a alma escura e densa, &lt;br /&gt;Morriam de clarões - os poderosos músculos &lt;br /&gt;Da fértil mãe de tudo - a natureza ingente - &lt;br /&gt;Deixavam de bater. - O olhar do pirilampo &lt;br /&gt;Oscilava, tremia - azul, fosforescente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As sombras vinham, vinham, &lt;br /&gt;Lembrando um batalhão d'espectros que caminham &lt;br /&gt;E a casta nitidez sintética das cousas &lt;br /&gt;Tomava a proporção das funerárias lousas. &lt;br /&gt;Completara-se então o mais extraordinário, &lt;br /&gt;O mais extravagante, &lt;br /&gt;Dos fenômenos todos: &lt;br /&gt;A noite. - Enfim descera a treva do Calvário, &lt;br /&gt;A treva que envolveu o Cristo agonizante. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coaxavam negras rãs nos charcos e nos lodos. &lt;br /&gt;A abóbada espaçosa, a física amplitude, &lt;br /&gt;Mostrava a profundez da angústia de ataúde &lt;br /&gt;De um operário pobre, &lt;br /&gt;Quando se escuta o dobre &lt;br /&gt;Amplíssimo e funéreo, &lt;br /&gt;Sinistro e compassado, &lt;br /&gt;Rolar pela mansão gloriosa do mistério, &lt;br /&gt;Assim com um soluço aflito, estrangulado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devia ser, devia &lt;br /&gt;Por uma noite assim, &lt;br /&gt;Como esta noite igual, &lt;br /&gt;Que derramou Maria &lt;br /&gt;A lágrima da dor, - que o célebre Caim &lt;br /&gt;Sentiu dentro do crânio as convulsões do Mal. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o botão de rosa, &lt;br /&gt;Traído pelo estranho zéfiro da sorte, &lt;br /&gt;Rolou como uma cisma &lt;br /&gt;Intensa e luminosa &lt;br /&gt;Ardente e jovial em que a razão se abisma &lt;br /&gt;E foi cair, cair no pélago da morte, &lt;br /&gt;Em um dos mais raivosos, &lt;br /&gt;Em um dos mais atrozes &lt;br /&gt;Rios impetuosos, &lt;br /&gt;Cheios de surdas vozes, &lt;br /&gt;Sozinho, em desamparo, assim como um proscrito, &lt;br /&gt;Em meio à placidez &lt;br /&gt;Dos astros no infinito &lt;br /&gt;E à mesma irracional e fúnebre mudez. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois e além de tudo, &lt;br /&gt;Além do grave aspecto inteiramente mudo, &lt;br /&gt;Ao tempo que morria &lt;br /&gt;O cândido botão - em um dos tantos galhos &lt;br /&gt;Virentes da roseira - alegre no ar se abria &lt;br /&gt;Um outro que ostentava as pétalas sedosas, &lt;br /&gt;As pétalas gracis de cores deliciosas, &lt;br /&gt;De cores ideais. &lt;br /&gt;As auras musicais &lt;br /&gt;Passavam-lhe de leve, &lt;br /&gt;Nos tímidos rumores, &lt;br /&gt;De um ósculo mais breve. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E dentre a exposição das delicadas flores, &lt;br /&gt;Das rosas - o botão &lt;br /&gt;Aberto ultimamente às cúpulas austeras, &lt;br /&gt;Às plagas da esperança, a irmã das primaveras, &lt;br /&gt;Pendido um quase nada, esbelto na roseira, &lt;br /&gt;Mostrava aquela unção, &lt;br /&gt;A ínclita maneira &lt;br /&gt;De quem se glorifica &lt;br /&gt;Subindo ao céu azul da majestade pura, &lt;br /&gt;Da eterna exuberância, &lt;br /&gt;Da fonte sempre rica, &lt;br /&gt;Da esplêndida fartura &lt;br /&gt;Da luz imaculada - a egrégia substância &lt;br /&gt;Que faz das almas claras &lt;br /&gt;Pela fecundidade olímpica do amor, Magníficas searas, &lt;br /&gt;De onde se difunde à vida sempiterna, &lt;br /&gt;À vida essencial, à lei que nos governa, &lt;br /&gt;À idéia varonil do poeta sonhador. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A arte especialmente, esse prodígio, atriz, &lt;br /&gt;Como o botão de rosa &lt;br /&gt;Tão meigo e tão feliz, &lt;br /&gt;Pode ser arrojada e brutalmente, ao pego, &lt;br /&gt;Na treva silenciosa, &lt;br /&gt;Onde o espírito vai, atordoado e cego, &lt;br /&gt;Cair, entre soluços, &lt;br /&gt;Como um colosso ideal tombado ao chão de bruços, &lt;br /&gt;Ou pode equilibrar-se em admirável base &lt;br /&gt;Estética e profunda, &lt;br /&gt;Assim, bem como o outro, à mais radiosa altura. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deves sondá-la bem nesta segunda fase. &lt;br /&gt;Precisas para isso uma alma mais fecunda. &lt;br /&gt;Precisas de sentir a artística loucura...&lt;br /&gt;&lt;script src="http://www.gmodules.com/ig/ifr?url=http://www.google.com/ig/modules/datetime.xml&amp;amp;up_color=orange&amp;amp;up_firstDay=0&amp;amp;up_clocks=%5B%5B-73.986951%2C40.756054%2C%22New%20York%22%2C0%5D%5D&amp;amp;synd=open&amp;amp;w=320&amp;amp;h=140&amp;amp;title=__Em+tempo...__&amp;amp;lang=pt-BR&amp;amp;country=ALL&amp;amp;border=%23ffffff%7C3px%2C1px+solid+%23999999&amp;amp;output=js"&gt;&lt;/script&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6330035690421843343-912091424763793105?l=vbreportagens.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vbreportagens.blogspot.com/feeds/912091424763793105/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6330035690421843343&amp;postID=912091424763793105&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/912091424763793105'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/912091424763793105'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vbreportagens.blogspot.com/2008/11/24-de-novembro-cruz-e-sousa-iii.html' title='24 de novembro: Cruz e Sousa III'/><author><name>Osvaldo Barreto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08518641928163621644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://photos1.blogger.com/x/blogger2/1418/777464124616941/211/z/508053/gse_multipart15066.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' 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me domine e que me vença &lt;br /&gt;Quando a minha alma mudamente acorda... &lt;br /&gt;Ela rebenta em flor, ela transborda &lt;br /&gt;Nos alvoroços da emoção imensa. &lt;br /&gt;Sou como um Réu de celestial sentença, &lt;br /&gt;Condenado do Amor, que se recorda &lt;br /&gt;Do Amor e sempre no Silêncio borda &lt;br /&gt;De estrelas todo o céu em que erra e pensa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claros, meus olhos tornam-se mais claros &lt;br /&gt;E tudo vejo dos encantos raros &lt;br /&gt;E de outras mais serenas madrugadas! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todas as vozes que procuro e chamo &lt;br /&gt;Ouço-as dentro de mim porque eu as amo &lt;br /&gt;Na minha alma volteando arrebatadas&lt;br /&gt;&lt;script src="http://www.gmodules.com/ig/ifr?url=http://ralph.feedback.googlepages.com/googlecalendarviewer.xml&amp;amp;up_feed=http%3A%2F%2Fwww.google.com%2Fcalendar%2Ffeeds%2Fralph.feedback%40gmail.com%2Fpublic%2Fbasic&amp;amp;up_highlight=%23FF0000&amp;amp;up_borderStyle=solid&amp;amp;up_borderSize=2&amp;amp;synd=open&amp;amp;w=320&amp;amp;h=200&amp;amp;title=Google+Calendar+Viewer&amp;amp;border=%23ffffff%7C3px%2C1px+solid+%23999999&amp;amp;output=js"&gt;&lt;/script&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;ANTÍFONA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Ó Formas alvas, brancas, Formas claras &lt;br /&gt;De luares, de neves, de neblinas! &lt;br /&gt;Ó Formas vagas, fluidas, cristalinas... &lt;br /&gt;Incensos dos turíbulos das aras &lt;br /&gt;Formas do Amor, constelarmante puras, &lt;br /&gt;De Virgens e de Santas vaporosas... &lt;br /&gt;Brilhos errantes, mádidas frescuras &lt;br /&gt;E dolências de lírios e de rosas ... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Indefiníveis músicas supremas, &lt;br /&gt;Harmonias da Cor e do Perfume... &lt;br /&gt;Horas do Ocaso, trêmulas, extremas, &lt;br /&gt;Réquiem do Sol que a Dor da Luz resume... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Visões, salmos e cânticos serenos, &lt;br /&gt;Surdinas de órgãos flébeis, soluçantes... &lt;br /&gt;Dormências de volúpicos venenos &lt;br /&gt;Sutis e suaves, mórbidos, radiantes ... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infinitos espíritos dispersos, &lt;br /&gt;Inefáveis, edênicos, aéreos, &lt;br /&gt;Fecundai o Mistério destes versos &lt;br /&gt;Com a chama ideal de todos os mistérios. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do Sonho as mais azuis diafaneidades &lt;br /&gt;Que fuljam, que na Estrofe se levantem &lt;br /&gt;E as emoções, todas as castidades &lt;br /&gt;Da alma do Verso, pelos versos cantem. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que o pólen de ouro dos mais finos astros &lt;br /&gt;Fecunde e inflame a rima clara e ardente... &lt;br /&gt;Que brilhe a correção dos alabastros &lt;br /&gt;Sonoramente, luminosamente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Forças originais, essência, graça &lt;br /&gt;De carnes de mulher, delicadezas... &lt;br /&gt;Todo esse eflúvio que por ondas passa &lt;br /&gt;Do Éter nas róseas e áureas correntezas... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cristais diluídos de clarões alacres, &lt;br /&gt;Desejos, vibrações, ânsias, alentos &lt;br /&gt;Fulvas vitórias, triunfamentos acres, &lt;br /&gt;Os mais estranhos estremecimentos... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Flores negras do tédio e flores vagas &lt;br /&gt;De amores vãos, tantálicos, doentios... &lt;br /&gt;Fundas vermelhidões de velhas chagas &lt;br /&gt;Em sangue, abertas, escorrendo em rios... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo! vivo e nervoso e quente e forte, &lt;br /&gt;Nos turbilhões quiméricos do Sonho, &lt;br /&gt;Passe, cantando, ante o perfil medonho &lt;br /&gt;E o tropel cabalístico da Morte...&lt;br /&gt;&lt;script src="http://www.gmodules.com/ig/ifr?url=http://www.google.com/ig/modules/datetime.xml&amp;amp;up_color=blue&amp;amp;up_firstDay=0&amp;amp;up_clocks=%5B%5B-73.986951%2C40.756054%2C%22New%20York%22%2C0%5D%5D&amp;amp;synd=open&amp;amp;w=320&amp;amp;h=140&amp;amp;title=__MSG_title__&amp;amp;lang=pt-BR&amp;amp;country=ALL&amp;amp;border=%23ffffff%7C3px%2C1px+solid+%23999999&amp;amp;output=js"&gt;&lt;/script&gt;   &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;SIDERAÇÕES&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Para as Estrelas de cristais gelados &lt;br /&gt;As ânsias e os desejos vão subindo, &lt;br /&gt;Galgando azuis e siderais noivados &lt;br /&gt;De nuvens brancas a amplidão vestindo... &lt;br /&gt;Num cortejo de cânticos alados &lt;br /&gt;Os arcanjos, as cítaras ferindo, &lt;br /&gt;Passam, das vestes nos troféus prateados, &lt;br /&gt;As asas de ouro finamente abrindo... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dos etéreos turíbulos de neve &lt;br /&gt;Claro incenso aromal, límpido e leve, &lt;br /&gt;Ondas nevoentas de Visões levanta... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E as ânsias e os desejos infinitos &lt;br /&gt;Vão com os arcanjos formulando ritos &lt;br /&gt;Da Eternidade que nos Astros canta...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6330035690421843343-8792078227277927740?l=vbreportagens.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vbreportagens.blogspot.com/feeds/8792078227277927740/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6330035690421843343&amp;postID=8792078227277927740&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/8792078227277927740'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/8792078227277927740'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vbreportagens.blogspot.com/2008/11/24-de-novembro-cruz-e-sousa-ii.html' title='24 de novembro: Cruz e Sousa II'/><author><name>Osvaldo Barreto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08518641928163621644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://photos1.blogger.com/x/blogger2/1418/777464124616941/211/z/508053/gse_multipart15066.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SR4MWH2Pn6I/AAAAAAAADSM/e8xEO66YkZc/s72-c/csousa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6330035690421843343.post-8856264748779136527</id><published>2008-11-13T20:10:00.005-03:00</published><updated>2008-11-16T15:10:22.923-03:00</updated><title type='text'>24 de novembro: Cruz e Sousa</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SRy2CLQG2AI/AAAAAAAADSE/knLvmak7xas/s1600-h/csousa.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 282px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SRy2CLQG2AI/AAAAAAAADSE/knLvmak7xas/s320/csousa.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5268285812612978690" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Cruz e Sousa&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;AO DECÊNIO DE CASTRO ALVES&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Quem sempre vence é o porvir! &lt;br /&gt;No espadanar das espumas &lt;br /&gt;Que vão à praia saltar! &lt;br /&gt;Nos ecos das tempestades &lt;br /&gt;Da bela aurora ao raiar, &lt;br /&gt;Um brado enorme, profundo, &lt;br /&gt;Que faz tremer todo o mundo &lt;br /&gt;Se deixa logo sentir! &lt;br /&gt;É como o brado solene, &lt;br /&gt;Ingente, Celso, perene, &lt;br /&gt;É como o brado: - Porvir! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pergunta a onda: - Quem é?.., &lt;br /&gt;Responde o brado: - Sou eu! &lt;br /&gt;Eu sou a Fama, que venho &lt;br /&gt;C'roar o vate, o Criseu! &lt;br /&gt;Dormi, meu Deus, por dez anos &lt;br /&gt;E da natura os arcanos &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não posso todos saber! &lt;br /&gt;Mas como ouvisse louvores &lt;br /&gt;De glória, gritos, clamores, &lt;br /&gt;Também vim louros trazer. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fatalidade! - Desgraça! &lt;br /&gt;Fatalidade, meu Deus! &lt;br /&gt;Passou-se um gênio tão cedo, &lt;br /&gt;Sumiu-se um astro nos céus! &lt;br /&gt;As catadupas d'idéias, &lt;br /&gt;De pensamento epopéias &lt;br /&gt;Rolaram todas no chão! &lt;br /&gt;Saindo a alma pra glória &lt;br /&gt;Bradou pra pátria - vitória! &lt;br /&gt;Já sou de vultos irmãos! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi Deus que disse: - Poeta, &lt;br /&gt;Vem decantar a meus pés. &lt;br /&gt;Na eternidade há mais luz, &lt;br /&gt;Dão mais valor ao que és. &lt;br /&gt;Se lá na terra tens louros, &lt;br /&gt;Receberás cá tesouros &lt;br /&gt;De muitas glórias até! &lt;br /&gt;Terás a lira adorada &lt;br /&gt;C'o divo plectro afinada &lt;br /&gt;De Dante, Tasso e Garret! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então na terra sentiu-se &lt;br /&gt;UM grande acorde final! &lt;br /&gt;O belo vate brasílio &lt;br /&gt;Pendeu a fronte imortal! &lt;br /&gt;O negro espaço rasgou-se &lt;br /&gt;E aquele gênio internou-se &lt;br /&gt;Na sempiterna mansão. &lt;br /&gt;A sua fronte brilhava &lt;br /&gt;E o áureo livro apertava &lt;br /&gt;Sereno e ledo na mão... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o mundo então sobre os eixos &lt;br /&gt;Ouviu-se logo rodar! &lt;br /&gt;É que ele mesmo estremece &lt;br /&gt;A ver um vulto tombar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É que na queda dos entes &lt;br /&gt;Que são na vida potentes, &lt;br /&gt;Que têm nas veias ardor, &lt;br /&gt;Há cataclismos medonhos &lt;br /&gt;Que só sentimos em sonhos &lt;br /&gt;Mas que nos causam terror!... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o coração s'estortega &lt;br /&gt;E s'entibia a razão! &lt;br /&gt;No peito o sangue enregela &lt;br /&gt;E logo a história diz: - Não! &lt;br /&gt;Não chore a pátria esse filho, &lt;br /&gt;Se procurou outro trilho &lt;br /&gt;Também mais glória me deu! &lt;br /&gt;E quando os séculos passarem &lt;br /&gt;Se hão de tristes curvarem &lt;br /&gt;Enquanto alegre só eu?... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oh! Basta! Basta! Silêncio! &lt;br /&gt;Repousa, vate, nos Céus! &lt;br /&gt;Que muito além dos espaços &lt;br /&gt;Os cantos subam dos teus! &lt;br /&gt;Se nesta vida d'enganos &lt;br /&gt;Não são bastante os humanos &lt;br /&gt;Pra te render ovações! &lt;br /&gt;Perdoa os fracos, ó gênio, &lt;br /&gt;Que pra cantar teu decênio &lt;br /&gt;Somente Elmano ou Camões!&lt;br /&gt;&lt;script src="http://www.gmodules.com/ig/ifr?url=http://www.google.com/ig/modules/datetime.xml&amp;amp;up_color=red&amp;amp;up_firstDay=0&amp;amp;up_clocks=%5B%5B-73.986951%2C40.756054%2C%22New%20York%22%2C0%5D%5D&amp;amp;synd=open&amp;amp;w=320&amp;amp;h=140&amp;amp;title=__MSG_title__&amp;amp;lang=pt-BR&amp;amp;country=ALL&amp;amp;border=%23ffffff%7C3px%2C1px+solid+%23999999&amp;amp;output=js"&gt;&lt;/script&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;BRAÇOS&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Braços nervosos, brancas opulências, &lt;br /&gt;brumais brancuras, fúlgidas brancuras, &lt;br /&gt;alvuras castas, virginais alvuras, &lt;br /&gt;latescências das raras latescências. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As fascinantes, mórbidas dormências &lt;br /&gt;dos teus abraços de letais flexuras, &lt;br /&gt;produzem sensações de agres torturas, &lt;br /&gt;dos desejos as mornas florescências. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Braços nervosos, tentadoras serpes &lt;br /&gt;que prendem, tetanizam como os herpes, &lt;br /&gt;dos delírios na trêmula coorte ... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pompa de carnes tépidas e flóreas, &lt;br /&gt;braços de estranhas correções marmóreas, &lt;br /&gt;abertos para o Amor e para a Morte!&lt;br /&gt;&lt;script src="http://www.gmodules.com/ig/ifr?url=http://www.google.com/ig/modules/mapsearch.xml&amp;amp;up_location=Recife&amp;amp;up_largeMapMode=1&amp;amp;up_stickyMode=false&amp;amp;up_traffic=&amp;amp;up_locationCacheString=&amp;amp;up_locationCacheLat=&amp;amp;up_locationCacheLng=&amp;amp;up_currentZoom=&amp;amp;up_currentLat=&amp;amp;up_currentLng=&amp;amp;up_rawquery=&amp;amp;up_selectedtext=&amp;amp;synd=open&amp;amp;w=320&amp;amp;h=375&amp;amp;title=__MSG_title__&amp;amp;lang=pt-BR&amp;amp;country=ALL&amp;amp;border=%23ffffff%7C3px%2C1px+solid+%23999999&amp;amp;output=js"&gt;&lt;/script&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;ENCARNAÇÃO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Carnais, sejam carnais tantos desejos, &lt;br /&gt;carnais, sejam carnais tantos anseios, &lt;br /&gt;palpitações e frêmitos e enleios, &lt;br /&gt;das harpas da emoção tantos arpejos... &lt;br /&gt;Sonhos, que vão, por trêmulos adejos, &lt;br /&gt;à noite, ao luar, intumescer os seios &lt;br /&gt;láteos, de finos e azulados veios &lt;br /&gt;de virgindade, de pudor, de pejos... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sejam carnais todos os sonhos brumos &lt;br /&gt;de estranhos, vagos, estrelados rumos &lt;br /&gt;onde as Visões do amor dormem geladas... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sonhos, palpitações, desejos e ânsias &lt;br /&gt;formem, com claridades e fragrâncias, &lt;br /&gt;a encarnação das lívidas Amadas!&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;VELHAS TRISTEZAS&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Diluências de luz, velhas tristezas &lt;br /&gt;das almas que morreram para a luta! &lt;br /&gt;Sois as sombras amadas de belezas &lt;br /&gt;hoje mais frias do que a pedra bruta. &lt;br /&gt;Murmúrios ncógnitos de gruta &lt;br /&gt;onde o Mar canta os salmos e as rudezas &lt;br /&gt;de obscuras religiões — voz impoluta &lt;br /&gt;de todas as titânicas grandezas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passai, lembrando as sensações antigas, &lt;br /&gt;paixões que foram já dóceis amigas, &lt;br /&gt;na luz de eternos sóis glorificadas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alegrias de há tempos! E hoje e agora, &lt;br /&gt;velhas tristezas que se vão embora &lt;br /&gt;no poente da Saudade amortalhadas! ...&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;DANÇA DO VENTRE&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Torva, febril, torcicolosamente, &lt;br /&gt;numa espiral de elétricos volteios, &lt;br /&gt;na cabeça, nos olhos e nos seios &lt;br /&gt;fluíam-lhe os venenos da serpente. &lt;br /&gt;Ah! que agonia tenebrosa e ardente! &lt;br /&gt;que convulsões, que lúbricos anseios, &lt;br /&gt;quanta volúpia e quantos bamboleios, &lt;br /&gt;que brusco e horrível sensualismo quente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ventre, em pinchos, empinava todo &lt;br /&gt;como réptil abjecto sobre o lodo, &lt;br /&gt;espolinhando e retorcido em fúria. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era a dança macabra e multiforme &lt;br /&gt;de um verme estranho, colossal, enorme, &lt;br /&gt;do demônio sangrento da luxúria!&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;FLOR DO MAR&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;És da origem do mar, vens do secreto, &lt;br /&gt;do estranho mar espumaroso e frio &lt;br /&gt;que põe rede de sonhos ao navio &lt;br /&gt;e o deixa balouçar, na vaga, inquieto. &lt;br /&gt;Possuis do mar o deslumbrante afeto, &lt;br /&gt;as dormências nervosas e o sombrio &lt;br /&gt;e torvo aspecto aterrador, bravio &lt;br /&gt;das ondas no atro e proceloso aspecto. &lt;br /&gt;Num fundo ideal de púrpuras e rosas &lt;br /&gt;surges das águas mucilaginosas &lt;br /&gt;como a lua entre a névoa dos espaços... &lt;br /&gt;Trazes na carne o eflorescer das vinhas, &lt;br /&gt;auroras, virgens músicas marinhas, &lt;br /&gt;acres aromas de algas e sargaços...&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;DILACERAÇÕES&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Ó carnes que eu amei sangrentamente, &lt;br /&gt;ó volúpias letais e dolorosas, &lt;br /&gt;essências de heliotropos e de rosas &lt;br /&gt;de essência morna, tropical, dolente... &lt;br /&gt;Carnes, virgens e tépidas do Oriente &lt;br /&gt;do Sonho e das Estrelas fabulosas, &lt;br /&gt;carnes acerbas e maravilhosas, &lt;br /&gt;tentadoras do sol intensamente... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passai, dilaceradas pelos zelos, &lt;br /&gt;através dos profundos pesadelos &lt;br /&gt;que me apunhalam de mortais horrores... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passai, passai, desfeitas em tormentos, &lt;br /&gt;em lágrimas, em prantos, em lamentos &lt;br /&gt;em ais, em luto, em convulsões, em dores...&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;SINFONIAS DO OCASO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Musselinosas como brumas diurnas &lt;br /&gt;descem do ocaso as sombras harmoniosas, &lt;br /&gt;sombras veladas e musselinosas &lt;br /&gt;para as profundas solidões noturnas. &lt;br /&gt;Sacrários virgens, sacrossantas urnas, &lt;br /&gt;os céus resplendem de sidéreas rosas, &lt;br /&gt;da Lua e das Estrelas majestosas &lt;br /&gt;iluminando a escuridão das furnas. &lt;br /&gt;Ah! por estes sinfônicos ocasos &lt;br /&gt;a terra exala aromas de áureos vasos, &lt;br /&gt;incensos de turíbulos divinos. &lt;br /&gt;Os plenilúnios mórbidos vaporam ... &lt;br /&gt;E como que no Azul plangem e choram &lt;br /&gt;cítaras, harpas, bandolins, violinos ...&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;ACROBATA DA DOR&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Gargalha, ri, num riso de tormenta, &lt;br /&gt;como um palhaço, que desengonçado, &lt;br /&gt;nervoso, ri, num riso absurdo, inflado &lt;br /&gt;de uma ironia e de uma dor violenta. &lt;br /&gt;Da gargalhada atroz, sanguinolenta, &lt;br /&gt;agita os guizos, e convulsionado &lt;br /&gt;salta, gavroche, salta clown, varado &lt;br /&gt;pelo estertor dessa agonia lenta ... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pedem-se bis e um bis não se despreza! &lt;br /&gt;Vamos! retesa os músculos, retesa &lt;br /&gt;nessas macabras piruetas d'aço. . . &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E embora caias sobre o chão, fremente, &lt;br /&gt;afogado em teu sangue estuoso e quente, &lt;br /&gt;ri! Coração, tristíssimo palhaço. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;MÚSICA DA MORTE&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A música da Morte, a nebulosa, &lt;br /&gt;estranha, imensa música sombria, &lt;br /&gt;passa a tremer pela minh'alma e fria &lt;br /&gt;gela, fica a tremer, maravilhosa ... &lt;br /&gt;Onda nervosa e atroz, onda nervosa, &lt;br /&gt;letes sinistro e torvo da agonia, &lt;br /&gt;recresce a lancinante sinfonia &lt;br /&gt;sobe, numa volúpia dolorosa ... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobe, recresce, tumultuando e amarga, &lt;br /&gt;tremenda, absurda, imponderada e larga, &lt;br /&gt;de pavores e trevas alucina ... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E alucinando e em trevas delirando, &lt;br /&gt;como um ópio letal, vertiginando, &lt;br /&gt;os meus nervos, letárgica, fascina ...&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;TRISTEZA DO INFINITO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Anda em mim, soturnamente, &lt;br /&gt;uma tristeza ociosa, &lt;br /&gt;sem objetivo, latente, &lt;br /&gt;vaga, indecisa, medrosa. &lt;br /&gt;Como ave torva e sem rumo, &lt;br /&gt;ondula, vagueia, oscila &lt;br /&gt;e sobe em nuvens de fumo &lt;br /&gt;e na minh'alma se asila. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma tristeza que eu, mudo, &lt;br /&gt;fico nela meditando &lt;br /&gt;e meditando, por tudo &lt;br /&gt;e em toda a parte sonhando. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tristeza de não sei donde, &lt;br /&gt;de não sei quando nem como... &lt;br /&gt;flor mortal, que dentro esconde &lt;br /&gt;sementes de um mago pomo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dessas tristezas incertas, &lt;br /&gt;esparsas, indefinidas... &lt;br /&gt;como almas vagas, desertas &lt;br /&gt;no rumo eterno das vidas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tristeza sem causa forte, &lt;br /&gt;diversa de outras tristezas, &lt;br /&gt;nem da vida nem da morte &lt;br /&gt;gerada nas correntezas... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tristeza de outros espaços, &lt;br /&gt;de outros céus, de outras esferas, &lt;br /&gt;de outros límpidos abraços, &lt;br /&gt;de outras castas primaveras. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dessas tristezas que vagam &lt;br /&gt;com volúpias tão sombrias &lt;br /&gt;que as nossas almas alagam &lt;br /&gt;de estranhas melancolias. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dessas tristezas sem fundo, &lt;br /&gt;sem origens prolongadas, &lt;br /&gt;sem saudades deste mundo, &lt;br /&gt;sem noites, sem alvoradas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que principiam no sonho &lt;br /&gt;e acabam na Realidade, &lt;br /&gt;através do mar tristonho &lt;br /&gt;desta absurda Imensidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certa tristeza indizível, &lt;br /&gt;abstrata, como se fosse &lt;br /&gt;a grande alma do Sensível &lt;br /&gt;magoada, mística, doce. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah! tristeza imponderável, &lt;br /&gt;abismo, mistério, aflito, &lt;br /&gt;torturante, formidável... &lt;br /&gt;ah! tristeza do Infinito!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6330035690421843343-8856264748779136527?l=vbreportagens.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vbreportagens.blogspot.com/feeds/8856264748779136527/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6330035690421843343&amp;postID=8856264748779136527&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/8856264748779136527'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/8856264748779136527'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vbreportagens.blogspot.com/2008/11/24-de-novembro-cruz-e-sousa.html' title='24 de novembro: Cruz e Sousa'/><author><name>Osvaldo Barreto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08518641928163621644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://photos1.blogger.com/x/blogger2/1418/777464124616941/211/z/508053/gse_multipart15066.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SRy2CLQG2AI/AAAAAAAADSE/knLvmak7xas/s72-c/csousa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6330035690421843343.post-2415311232467678428</id><published>2008-11-10T22:14:00.005-03:00</published><updated>2008-11-10T22:39:27.441-03:00</updated><title type='text'>11 de Novembro: Fiódor Dostoiévski</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SRjgotsCcZI/AAAAAAAADRk/PB1nPXsFOgU/s1600-h/autorid00063.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 86px; height: 97px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SRjgotsCcZI/AAAAAAAADRk/PB1nPXsFOgU/s200/autorid00063.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5267206754273489298" /&gt;&lt;/a&gt;1. Nada serviu tanto o despotismo como as ciências e os talentos. &lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;2. Podem ter a certeza de que não foi quando descobriu a América, mas sim quando estava a descobri-la, que Colombo se sentiu feliz.&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;3. Tenho de proclamar a minha incredulidade. Para mim não há nada de mais elevado que a ideia da inexistência de Deus. O Homem inventou Deus para poder viver sem se matar.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;4. Às vezes o homem prefere o sofrimento à paixão.&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;5. A melhor definição que posso dar de um homem é a de um ser que se habitua a tudo.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;6. Todas as mulheres sabem que os ciumentos são os primeiros a perdoar .&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;7. A purificação pelo sofrimento é menos dolorosa que a situação que se cria a um culpado por uma absolvição impensada.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;8. Não é encerrando o teu próximo numa casa de saúde que provarás que tens razão &lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;9. A verdadeira verdade é sempre inverosímil; para lhe dar verosimilhança é preciso misturar-lhe um pouco de mentira.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;10. Um acto de confiança dá paz e serenidade.&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;11. Conhecemos um homem pelo seu riso; se na primeira vez que o encontramos ele ri de maneira agradável, o íntimo é excelente.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;12. Não será preferível corrigir, recuperar, e educar um ser humano que cortar-lhe a cabeça?&lt;/blockquote&gt; &lt;br /&gt;13. Quanto mais gosto da humanidade em geral, menos aprecio as pessoas em particular, como indivíduos.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;14. Compara-se muitas vezes a crueldade do homem à das feras, mas isso é injuriar estas últimas.&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;15. A tragédia e a sátira são irmãs e estão sempre de acordo; consideradas ao mesmo tempo recebem o nome de verdade.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;16. A beleza salvará o mundo.&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;17. É claro e evidente que o mal se insinua no homem mais profundamente do que supõem os médicos socialistas. Em nenhuma ordem social é possível escapar ao mal e mudar a alma humana: ela própria é a origem da aberração e do pecado.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;18. A fé e as demonstrações matemáticas são duas coisas inconciliáveis.&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;19. A maior felicidade é quando a pessoa sabe porque é que é infeliz .&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;20. Todos somos responsáveis de tudo, perante todos.&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;21. Nem homem nem nação podem existir sem uma ideia sublime.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;22. Não há ideia nem facto que não possam ser vulgarizados e apresentados a uma luz ridícula.&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;23. Não há assunto tão velho que não possa ser dito algo de novo sobre ele.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;24. O criminoso, no momento em que pratica o seu crime, é sempre um doente.&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;25. Partindo de uma liberdade ilimitada chega-se a um despotismo sem limites.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;26. Decididamente não compreendo por que é mais glorioso bombardear de projécteis uma cidade do que assassinar alguém a machadadas.&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;27. A vida é um paraíso, mas os homens não o sabem e não se preocupam em sabê-lo .&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;28. A falta de liberdade não consiste jamais em estar segregado, e sim em estar em promiscuidade, pois o suplício inenarrável é não se poder estar sozinho.&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;29. Aos olhos do artista, o público é um mal necessário; é preciso vencê-lo, nada mais.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;30. O homem apercebe-se apenas das suas tristezas. Ele lida com a sua felicidade como algo natural.&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;31. É muito fácil viver fazendo-se de tonto. Se o tivesse sabido antes, ter-me-ia declarado idiota desde a minha juventude, e poderia ser que, por esta altura, até fosse mais inteligente. Porém, quis ter engenho demasiado depressa, e eis-me aqui agora, feito um imbecil.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;32. Não procures prémio, porque tens uma grande recompensa nesta terra: a tua alegria espiritual, de que só o justo pode desfrutar.&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;33. Prometer uma mudança, afinal de contas, reduz-se a mentir, por muito respeitável que seja quem promete.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;34. Sofrer e chorar significa viver.&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;35. Não há desgraças para os corações débeis. A desgraça requer um coração forte.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;36. No nosso planeta só podemos amar sofrendo e através da dor. Não sabemos amar de outro modo nem conhecemos outro tipo de amor.&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;37. Enamorar-se não é amar. Podemos enamorar-nos e odiar.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;38. Uma enorme massa de gente não está sobre a terra para mais do que dar à luz, após longos e misteriosos cruzamentos de raças, um homem que, entre mil, possua alguma independência.&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;39. O segredo da existência humana reside não só em viver mas também em saber para que se vive .&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;40. A víbora da vaidade literária infere por vezes mordeduras muito fundas e até incuráveis, particularmente aos homens limitados.&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6330035690421843343-2415311232467678428?l=vbreportagens.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vbreportagens.blogspot.com/feeds/2415311232467678428/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6330035690421843343&amp;postID=2415311232467678428&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/2415311232467678428'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/2415311232467678428'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vbreportagens.blogspot.com/2008/11/11-de-novembro-fidor-dostoivski.html' title='11 de Novembro: Fiódor Dostoiévski'/><author><name>Osvaldo Barreto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08518641928163621644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://photos1.blogger.com/x/blogger2/1418/777464124616941/211/z/508053/gse_multipart15066.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SRjgotsCcZI/AAAAAAAADRk/PB1nPXsFOgU/s72-c/autorid00063.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6330035690421843343.post-5025031972002001769</id><published>2008-11-05T16:53:00.003-03:00</published><updated>2008-11-05T17:14:06.257-03:00</updated><title type='text'>2º Concurso de Fotografia Pernambuco Nação Cultural</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SRH7D_uzHlI/AAAAAAAADQ0/BQQ6PgznI9k/s1600-h/cartaz+concurso+2008.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 328px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SRH7D_uzHlI/AAAAAAAADQ0/BQQ6PgznI9k/s400/cartaz+concurso+2008.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5265265485438721618" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Inscrições: 10 a 17 de Novembro de 2008, no Protocolo Geral da Fundarpe&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;REGULAMENTO DO 2º CONCURSO DE FOTOGRAFIAS&lt;br /&gt;PERNAMBUCO NAÇÃO CULTURAL /2008&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;CAPÍTULO I&lt;br /&gt;DA FINALIDADE&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;br /&gt;Art. 1º&lt;/span&gt; - Constitui objeto deste Concurso, a seleção de fotografias digitais e a concessão dos prêmios a doze fotografias, de fotógrafo profissional ou amador pernambucano ou residente no Estado de Pernambuco há pelo menos um ano, com a temática “Pernambuco Nação Cultural”, outorgadas pelo Governo do Estado de Pernambuco, através da FUNDARPE - Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco, objetivando incentivar a criatividade e a difusão da produção fotográfica pernambucana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;PARÁGRAFO ÚNICO: &lt;/span&gt;As fotografias inscritas devem ter como tema as manifestações candidatas ao Título de Patrimônio Imaterial do Brasil, uma solicitação do Governo do Estado ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN. São elas: Cavalo Marinho, Caboclinhos, Maracatu Nação (baque virado), Maracatu Rural (baque solto). &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;br /&gt;CAPÍTULO II&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;DA INSCRIÇÃO E DAS CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Art. 2º&lt;/span&gt; - Não serão aceitas fotografias que já tenham recebido algum prêmio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Art 3º &lt;/span&gt;– A responsabilidade de utilização de todo ou qualquer bem de titularidade de terceiros, protegido pela legislação de direitos autorais, cabe inteira e exclusivamente aos fotógrafos participantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Art. 4º&lt;/span&gt; - As inscrições para o 2º CONCURSO DE FOTOGRAFIAS PERNAMBUCO NAÇÃO CULTURAL/2008 deverão ser realizadas pelos concorrentes ou seus procuradores, entre o período de 10 de novembro a 17 de novembro de 2008, no horário e expediente do Serviço Público Estadual, no endereço abaixo indicado:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado de Pernambuco&lt;br /&gt;Coordenadoria do Audiovisual de Fotografia&lt;br /&gt;Ref.:&lt;span style="font-weight:bold;"&gt; 2º CONCURSO DE FOTOGRAFIAS PERNAMBUCO NAÇÃO CULTURAL &lt;br /&gt;Rua da Aurora, nº 457 - Boa Vista - Recife/PE&lt;br /&gt;CEP: 50.050-000&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Parágrafo Primeiro&lt;/span&gt; - O regulamento e a ficha de inscrição do 2º CONCURSO DE FOTOGRAFIAS PERNAMBUCO NAÇÃO CULTURAL/2008, poderão ser obtidos a partir do dia 24 de setembro de 2008, na Internet, no endereço http://www.fundarpe.pe.gov.br.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Parágrafo Segundo&lt;/span&gt; – Também serão admitidas inscrições via Sedex, postadas até o último dia estabelecido para as inscrições, dirigido diretamente à Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado de Pernambuco no endereço constante no caput deste artigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Parágrafo Terceiro&lt;/span&gt; - Adotada a hipótese do Parágrafo Segundo, a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado de Pernambuco encaminhará e-mail de informação do recebimento da inscrição ao concorrente, no prazo de 07 (sete) dias úteis do recebimento da mesma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Art 5º &lt;/span&gt;- As fotografias serão inscritas somente se acompanhadas de dois (02) CD’s, contendo a(s) fotografia(s) concorrente(s), em formato JPG, e com a resolução mínima de 300 DPI, sem interpolação, além da ficha de inscrição em cinco vias impressas, conforme modelo que acompanha o regulamento – contendo as informações: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;1. título da foto;&lt;br /&gt;2. nome do grupo cultural e cidade de origem;&lt;br /&gt;3. data e local onde foi feita a fotografia;&lt;br /&gt;4. nome completo do fotógrafo;&lt;br /&gt;5. nome artístico;&lt;br /&gt;6. endereço completo&lt;br /&gt;7. telefone para contato;&lt;br /&gt;8. e-mail;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Parágrafo Primeiro&lt;/span&gt; – A não apresentação dos CDs ou a apresentação de CDs com erro de leitura implicará na anulação da inscrição. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Parágrafo Segundo&lt;/span&gt; - Cada fotógrafo concorrente poderá inscrever até 05 (cinco) fotografias, sendo obrigatória a entrega em CD, devidamente identificado com o nome do fotógrafo e das fotografias concorrentes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Art. 6º&lt;/span&gt; - Só poderão participar fotografias produzidas no Estado de Pernambuco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Art 7º&lt;/span&gt; – Não poderão participar como concorrentes os servidores e funcionários do Governo do Estado de Pernambuco e/ou parentes de membros da comissão julgadora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;CAPÍTULO III&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;DA PREMIAÇÃO&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Art. 8º&lt;/span&gt; - Serão premiadas doze fotografias, sendo três de cada uma das quatro manifestações concorrentes a patrimônio imaterial pelo Estado de Pernambuco - cavalo marinho, caboclinho, maracatu rural, maracatu nação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Art. 9º&lt;/span&gt; - Os prêmios, considerando as categorias descritas no Art. 2º, serão concedidos da seguinte forma:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;I&lt;/span&gt; – Todos os doze premiados, receberão o valor de R$ 2.000,00 (dois mil reais) cada, outorgados pelo Governo do Estado de Pernambuco, através da FUNDARPE;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;II&lt;/span&gt; – As fotografias premiadas, cujos direitos autorais deverão ser declarados mediante declaração do fotógrafo terão seus direitos autorais e patrimoniais cedidos à FUNDARPE, que poderá publicá-las em calendários e agendas do ano 2009 da própria instituição e do Governo de Pernambuco, bem como no portal Pernambuco Nação Cultural, além de serem utilizadas para a defesa das candidaturas dos folguedos à patrimônio imaterial nacional; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;III&lt;/span&gt; – As fotografias premiadas também poderão ser utilizadas em exposições e/ou mostras promovidas pela FUNDARPE para percorrer as festas do calendário cultural do estado, escolas, entidades e outros locais onde a instituição desenvolva ou esteja desenvolvendo trabalhos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;IV&lt;/span&gt; - Caso não se verifiquem quaisquer inscrições de um dos tipos de manifestação foco do concurso, passará a FUNDARPE a eleger fotos para representar a manifestação não enfocada;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Parágrafo Primeiro&lt;/span&gt; - Haverá incidência dos impostos previstos na legislação&lt;br /&gt;em vigor quando do pagamento dos premiados, que serão retidos na fonte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Art. 10&lt;/span&gt; – Será exigida a seguinte documentação para o recebimento dos prêmios;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;No caso de Pessoa Física:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. – Cédula de Identidade/RG;&lt;br /&gt;2. – C.P.F. (Cadastro de Pessoa Física);&lt;br /&gt;3. – Comprovante de residência (Conta de luz, água, telefone);&lt;br /&gt;4. – Cartão de Inscrição Municipal – CIM (caso seja inscrito como autônomo). Observação: caso não possua CIM, haverá um desconto de 5% do valor total;&lt;br /&gt;5. – Cartão de inscrição do PIS/PASEP ou NIT;&lt;br /&gt;6 – Comprovante de domicilio bancário com o nº do banco, nº da agência e     nº da conta corrente (cheque branco ou extrato)&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;No caso de Pessoa Jurídica:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. – CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica);&lt;br /&gt;2. – Contrato social ou Estatuto, incluindo as Atas de Posse (atualizada);&lt;br /&gt;3. – Certidão de Regularidade Fiscal da Fazenda Estadual;&lt;br /&gt;4. – Certidão Negativa das Fazendas Federal (Certidão Negativa de Débitos de Tributos e Contribuições Federais, Certidão quanto a Dívida Ativa da União); &lt;br /&gt;5. –  Certidão Negativa da Fazenda Estadual; &lt;br /&gt;6. –  Certidão Negativa da Fazenda Municipal;&lt;br /&gt;7. – Certidão Negativa de Débitos com o INSS – CND;&lt;br /&gt;8. - Certidão de Regularidade do FGTS – CRF;&lt;br /&gt;9. – Comprovante de domicilio bancário com o nº do banco, nº da agência e nº da conta corrente (cheque branco ou extrato);&lt;br /&gt;10. – Identidade do sócio(s) / representante(s);&lt;br /&gt;11. – C.P.F do sócio(s) / representante(s);&lt;br /&gt;12. – Comprovante de endereço do sócio(s) e da empresa;&lt;br /&gt;13. – Cópia do Cartão da Inscrição Estadual da empresa;&lt;br /&gt;14. - Se a empresa for optante pelo SIMPLES entregar declaração da mesma, na entrega da Nota Fiscal.&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;CAPÍTULO IV&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;DA COMISSÃO DE SELEÇÃO E DA COMISSÃO JULGADORA&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Art. 11&lt;/span&gt; - A Comissão Julgadora será designada, pela Presidente da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado de Pernambuco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Parágrafo Único&lt;/span&gt; – A Comissão Julgadora será constituída por 5 (cinco) membros sendo 2 (dois) representantes da FUNDARPE e 3 (três) profissionais da área, de reconhecido conhecimento e competência no campo da Fotografia, que indicará os premiados no 2º CONCURSO DE FOTOGRAFIAS DE PERNAMBUCO/2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Art. 12&lt;/span&gt; - A Seleção das fotografias dar-se-á no período de 18 a 24 de novembro de 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parágrafo Segundo - Os premiados nas categorias descritas no Art. 2º deste Regulamento serão proclamados até o dia 01 de dezembro de 2008 em horário e local a serem divulgados posteriormente pela FUNDARPE.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Art. 13&lt;/span&gt; - A decisão da Comissão Julgadora será soberana, definitiva e irrecorrível, não cabendo quaisquer recursos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Art. 14 &lt;/span&gt;- A decisão da Comissão Julgadora, proclamando os vencedores, será publicada do Diário Oficial do Estado, no prazo de um mês a contar da data de divulgação dos resultados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;CAPÍTULO V&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;DAS DISPOSIÇÕES GERAIS&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Art. 15 &lt;/span&gt;- A inscrição do concorrente não implica na seleção da mesma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Art. 16&lt;/span&gt; – As fotografias inscritas, independentemente de selecionados, não serão devolvidas, passando a fazer parte dos acervos do MISPE e da Coordenadoria de Audiovisual e Fotografia da FUNDARPE.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Art. 17&lt;/span&gt; - A inscrição do concorrente implica a prévia e integral concordância das normas deste Regulamento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Art. 18&lt;/span&gt; - Os casos omissos que não envolvam o mérito intrínseco dos trabalhos serão decididos pela Comissão de Seleção.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6330035690421843343-5025031972002001769?l=vbreportagens.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vbreportagens.blogspot.com/feeds/5025031972002001769/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6330035690421843343&amp;postID=5025031972002001769&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/5025031972002001769'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/5025031972002001769'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vbreportagens.blogspot.com/2008/11/2-concurso-de-fotografia-pernambuco-nao.html' title='2º Concurso de Fotografia Pernambuco Nação Cultural'/><author><name>Osvaldo Barreto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08518641928163621644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://photos1.blogger.com/x/blogger2/1418/777464124616941/211/z/508053/gse_multipart15066.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SRH7D_uzHlI/AAAAAAAADQ0/BQQ6PgznI9k/s72-c/cartaz+concurso+2008.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6330035690421843343.post-5405099983671182414</id><published>2008-10-30T23:31:00.005-03:00</published><updated>2008-11-03T21:59:35.183-03:00</updated><title type='text'>Mais de Carlos Drummond de Andrade</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Carlos Drummond de Andrade&lt;br /&gt;________________________________________&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Diante das fotos de Evandro Teixeira&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pessoa, o lugar, o objeto&lt;br /&gt;estão espostos e escondidos&lt;br /&gt;ao mesmo tempo so a luz,&lt;br /&gt;e dois olhos não ão bastantes&lt;br /&gt;para captar o que se oculta&lt;br /&gt;no rápido florir de um gesto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É preciso que a lente mágica&lt;br /&gt;enriqueça a visão humana&lt;br /&gt;e do real de cada coisa&lt;br /&gt;um mais seco real extraia&lt;br /&gt;para que penetremos fundo&lt;br /&gt;no puro enigma das figuras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fotografia - é o codinome&lt;br /&gt;da mais aguda percepção&lt;br /&gt;que a nós mesmos nos vai mostrando&lt;br /&gt;e da evanescência de tudo,&lt;br /&gt;edifica uma penanência,&lt;br /&gt;cristal do tempo no papel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Das luas de rua no Rio&lt;br /&gt;em 68, que nos resta&lt;br /&gt;mais positivo, mais queimante&lt;br /&gt;do que as fotos acusadoras,&lt;br /&gt;tão vivas hoje como então,&lt;br /&gt;a lembrar como a exorcizar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marcas de enchente e do despejo,&lt;br /&gt;o cadáver inseputável,&lt;br /&gt;o colchão atirado ao vento,&lt;br /&gt;a lodosa, podre favela,&lt;br /&gt;o mendigo de Nova York&lt;br /&gt;a moça em flor no Jóquei Clube,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Garrincha e nureyev, dança&lt;br /&gt;de dois destinos, mães-de-santo&lt;br /&gt;na praia-templo de Ipanema,&lt;br /&gt;a dama estranha de Ouro Preto,&lt;br /&gt;a dor da América Latina,&lt;br /&gt;mitos não são, pois são fotos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fotografia: arma de amor,&lt;br /&gt;de justiça e conhecimento,&lt;br /&gt;pelas sete partes do mundo&lt;br /&gt;a viajar, a surpreender&lt;br /&gt;a tormentosa vida do homem&lt;br /&gt;e a esperança a brotar das cinzas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;br /&gt;Carlos Drummond de Andrade&lt;br /&gt;________________________________________&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;O que Alécio vê&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A voz lhe disse ( uma secreta voz):&lt;br /&gt;- Vai, Alécio, ver.&lt;br /&gt;Vê e reflete o visto, e todos captem&lt;br /&gt;por seu olhar o sentimento das formas&lt;br /&gt;que é o sentimento primeiro - e último - da vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E Alécio vai e vê&lt;br /&gt;o natural das coisas e das gentes,&lt;br /&gt;o dia, em sua novidade não sabida,&lt;br /&gt;a inaugurar-se todas as manhãs,&lt;br /&gt;o cão, o parque, o traço da passagem&lt;br /&gt;das pessoas na rua, o idílio&lt;br /&gt;jamais extinto sob as ideologias,&lt;br /&gt;a graça umbilical do nu feminino,&lt;br /&gt;conversas de café, imagens&lt;br /&gt;de que a vida flui como o Sena ou o São Francisco&lt;br /&gt;para depositar-se numa folha&lt;br /&gt;sobre a pedra do cais&lt;br /&gt;ou para sorrir nas telas clássicas de museu&lt;br /&gt;que se sabem contempladas&lt;br /&gt;pela tímida (ou arrogante) desinformação das visitas,&lt;br /&gt;ou ainda&lt;br /&gt;para dispersar-se e concentrar-se&lt;br /&gt;no jogo eterno das crianças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ai, as crianças... Para elas,&lt;br /&gt;há um mirante iluminado no olhar de Alécio&lt;br /&gt;e sua objetiva.&lt;br /&gt;(Mas a melhor objetiva não serão os olhos líricos de Alécio?)&lt;br /&gt;Tudo se resume numa fonte&lt;br /&gt;e nas três menininhas peladas que a contemplam,&lt;br /&gt;soberba, risonha, puríssima foto-escultura de Alécio de Andrade,&lt;br /&gt;hino matinal à criação&lt;br /&gt;e a continuação do mundo em esperança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Carlos Drummond de Andrade&lt;br /&gt;________________________________________&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;A bomba&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A bomba&lt;br /&gt;é uma flor de pânico apavorando os floricultores&lt;br /&gt;A bomba&lt;br /&gt;é o produto quintessente de um laboratório falido&lt;br /&gt;A bomba&lt;br /&gt;é estúpida é ferotriste é cheia de rocamboles&lt;br /&gt;A bomba&lt;br /&gt;é grotesca de tão metuenda e coça a perna&lt;br /&gt;A bomba&lt;br /&gt;dorme no domingo até que os morcegos esvoacem&lt;br /&gt;A bomba&lt;br /&gt;não tem preço não tem lugar não tem domicílio&lt;br /&gt;A bomba&lt;br /&gt;amanhã promete ser melhorzinha mas esquece&lt;br /&gt;A bomba&lt;br /&gt;não está no fundo do cofre, está principalmente onde não está&lt;br /&gt;A bomba &lt;br /&gt;mente e sorri sem dente&lt;br /&gt;A bomba&lt;br /&gt;vai a todas as conferências e senta-se de todos os lados&lt;br /&gt;A bomba&lt;br /&gt;é redonda que nem mesa redonda, e quadrada&lt;br /&gt;A bomba&lt;br /&gt;tem horas que sente falta de outra para cruzar&lt;br /&gt;A bomba&lt;br /&gt;multiplica-se em ações ao portador e portadores sem ação&lt;br /&gt;A bomba&lt;br /&gt;chora nas noites de chuva, enrodilha-se nas chaminés&lt;br /&gt;A bomba&lt;br /&gt;faz week-end na Semana Santa&lt;br /&gt;A bomba&lt;br /&gt;tem 50 megatons de algidez por 85 de ignomínia&lt;br /&gt;A bomba&lt;br /&gt;industrializou as térmites convertendo-as em balísticos &lt;br /&gt;interplanetários&lt;br /&gt;A bomba&lt;br /&gt;sofre de hérnia estranguladora, de amnésia, de mononucleose, &lt;br /&gt;de verborréia&lt;br /&gt;A bomba&lt;br /&gt;não é séria, é conspicuamente tediosa&lt;br /&gt;A bomba&lt;br /&gt;envenena as crianças antes que comece a nascer&lt;br /&gt;A bomba&lt;br /&gt;continua a envenená-las no curso da vida&lt;br /&gt;A bomba&lt;br /&gt;respeita os poderes espirituais, os temporais e os tais&lt;br /&gt;A bomba&lt;br /&gt;pula de um lado para outro gritando: eu sou a bomba&lt;br /&gt;A bomba&lt;br /&gt;é um cisco no olho da vida, e não sai&lt;br /&gt;A bomba&lt;br /&gt;é uma inflamação no ventre da primavera&lt;br /&gt;A bomba&lt;br /&gt;tem a seu serviço música estereofônica e mil valetes de ouro, &lt;br /&gt;cobalto e ferro além da comparsaria&lt;br /&gt;A bomba&lt;br /&gt;tem supermercado circo biblioteca esquadrilha de mísseis, etc.&lt;br /&gt;A bomba&lt;br /&gt;não admite que ninguém acorde sem motivo grave&lt;br /&gt;A bomba&lt;br /&gt;quer é manter acordados nervosos e sãos, atletas e paralíticos&lt;br /&gt;A bomba&lt;br /&gt;mata só de pensarem que vem aí para matar&lt;br /&gt;A bomba&lt;br /&gt;dobra todas as línguas à sua turva sintaxe&lt;br /&gt;A bomba&lt;br /&gt;saboreia a morte com marshmallow&lt;br /&gt;A bomba&lt;br /&gt;arrota impostura e prosopéia política&lt;br /&gt;A bomba&lt;br /&gt;cria leopardos no quintal, eventualmente no living&lt;br /&gt;A bomba&lt;br /&gt;é podre&lt;br /&gt;A bomba&lt;br /&gt;gostaria de ter remorso para justificar-se mas isso lhe é vedado&lt;br /&gt;A bomba&lt;br /&gt;pediu ao Diabo que a batizasse e a Deus que lhe validasse o batismo&lt;br /&gt;A bomba &lt;br /&gt;declare-se balança de justiça arca de amor arcanjo de fraternidade&lt;br /&gt;A bomba&lt;br /&gt;tem um clube fechadíssimo&lt;br /&gt;A bomba&lt;br /&gt;pondera com olho neocrítico o Prêmio Nobel&lt;br /&gt;A bomba&lt;br /&gt;é russamenricanenglish mas agradam-lhe eflúvios de Paris&lt;br /&gt;A bomba&lt;br /&gt;oferece de bandeja de urânio puro, a título de bonificação, átomos &lt;br /&gt;de paz&lt;br /&gt;A bomba&lt;br /&gt;não terá trabalho com as artes visuais, concretas ou tachistas&lt;br /&gt;A bomba&lt;br /&gt;desenha sinais de trânsito ultreletrônicos para proteger &lt;br /&gt;velhos e criancinhas&lt;br /&gt;A bomba&lt;br /&gt;não admite que ninguém se dê ao luxo de morrer de câncer&lt;br /&gt;A bomba&lt;br /&gt;é câncer&lt;br /&gt;A bomba&lt;br /&gt;vai à Lua, assovia e volta&lt;br /&gt;A bomba&lt;br /&gt;reduz neutros e neutrinos, e abana-se com o leque da reação &lt;br /&gt;em cadeia&lt;br /&gt;A bomba&lt;br /&gt;está abusando da glória de ser bomba&lt;br /&gt;A bomba&lt;br /&gt;não sabe quando, onde e porque vai explodir, mas preliba &lt;br /&gt;o instante inefável&lt;br /&gt;A bomba&lt;br /&gt;fede&lt;br /&gt;A bomba&lt;br /&gt;é vigiada por sentinelas pávidas em torreões de cartolina&lt;br /&gt;A bomba&lt;br /&gt;com ser uma besta confusa dá tempo ao homem para que se salve&lt;br /&gt;A bomba&lt;br /&gt;não destruirá a vida&lt;br /&gt;O homem&lt;br /&gt;(tenho esperança) liquidará a bomba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;br /&gt;Carlos Drummond de Andrade&lt;br /&gt;________________________________________&lt;br /&gt; &lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;br /&gt;As sem-razões do amor&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu te amo porque te amo,&lt;br /&gt;Não precisas ser amante,&lt;br /&gt;e nem sempre sabes sê-lo.&lt;br /&gt;Eu te amo porque te amo.&lt;br /&gt;Amor é estado de graça&lt;br /&gt;e com amor não se paga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amor é dado de graça,&lt;br /&gt;é semeado no vento,&lt;br /&gt;na cachoeira, no eclipse.&lt;br /&gt;Amor foge a dicionários&lt;br /&gt;e a regulamentos vários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu te amo porque não amo&lt;br /&gt;bastante ou demais a mim.&lt;br /&gt;Porque amor não se troca,&lt;br /&gt;não se conjuga nem se ama.&lt;br /&gt;Porque amor é amor a nada,&lt;br /&gt;feliz e forte em si mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amor é primo da morte,&lt;br /&gt;e da morte vencedor,&lt;br /&gt;por mais que o matem (e matam)&lt;br /&gt;a cada instante de amor.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6330035690421843343-5405099983671182414?l=vbreportagens.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vbreportagens.blogspot.com/feeds/5405099983671182414/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6330035690421843343&amp;postID=5405099983671182414&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/5405099983671182414'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/5405099983671182414'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/mais-de-carlos-drummond-de-andrade.html' title='Mais de Carlos Drummond de Andrade'/><author><name>Osvaldo Barreto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08518641928163621644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://photos1.blogger.com/x/blogger2/1418/777464124616941/211/z/508053/gse_multipart15066.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6330035690421843343.post-4848290028587217209</id><published>2008-10-29T07:58:00.002-03:00</published><updated>2008-10-29T08:11:20.722-03:00</updated><title type='text'>31 de outubro é dia de Carlos Drummond de Andrade</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SQhEIpozzjI/AAAAAAAADOc/Fada0C6ycvw/s1600-h/drummond.png"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 132px; height: 176px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SQhEIpozzjI/AAAAAAAADOc/Fada0C6ycvw/s320/drummond.png" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5262531079989087794" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Carlos Drummond de Andrade&lt;br /&gt;________________________________________&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Poema de sete faces&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Quando nasci, um anjo torto&lt;br /&gt;desses que vivem na sombra&lt;br /&gt;disse: Vai, Carlos! ser gauche na vida.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As casas espiam os homens&lt;br /&gt;que correm atrás de mulheres.&lt;br /&gt;A tarde talvez fosse azul,&lt;br /&gt;não houvesse tantos desejos.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O bonde passa cheio de pernas:&lt;br /&gt;pernas brancas pretas amarelas.&lt;br /&gt;Para que tanta perna, meu Deus, pergunta meu coração.&lt;br /&gt;Porém meus olhos&lt;br /&gt;não perguntam nada.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O homem atrás do bigode&lt;br /&gt;é sério, simples e forte.&lt;br /&gt;Quase não conversa.&lt;br /&gt;Tem poucos , raros amigos&lt;br /&gt;o homem atrás dos óculos e do bigode.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu Deus, por que me abandonaste&lt;br /&gt;se sabias que eu não era Deus&lt;br /&gt;se sabias que eu era fraco.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mundo mundo vasto mundo&lt;br /&gt;se eu me chamasse Raimundo,&lt;br /&gt;seria uma rima, não seria uma solução.&lt;br /&gt;Mundo mundo vasto mundo,&lt;br /&gt;mais vasto é meu coração.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu não devia te dizer&lt;br /&gt;mas essa lua&lt;br /&gt;mas esse conhaque&lt;br /&gt;botam a gente comovido como o diabo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Carlos Drummond de Andrade&lt;br /&gt;________________________________________&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Itabira&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada um de nós tem seu pedaço no pico do Cauê&lt;br /&gt;Na cidade toda de ferro&lt;br /&gt;as ferraduras batem como sinos.&lt;br /&gt;Os meninos seguem para a escola.&lt;br /&gt;Os homens olham para o chão.&lt;br /&gt;Os ingleses compram a mina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só, na porta da venda, Tutu caramujo cisma na&lt;br /&gt;derrota incomparável.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;br /&gt;Carlos Drummond de Andrade&lt;br /&gt;________________________________________&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;No meio do caminho&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No meio do caminho tinha uma pedra&lt;br /&gt;tinha uma pedra no mei do caminho&lt;br /&gt;tinha uma pedra&lt;br /&gt;no meio do caminho tinha uma pedra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nunca me esquecerei desse acontecimento&lt;br /&gt;na vida de minhas retinas tão fatigadas.&lt;br /&gt;Nunca me esquecerei que no meio do caminho&lt;br /&gt;tinha uma pedra&lt;br /&gt;Tinha uma pedra no meio do caminho&lt;br /&gt;no meio do caminho tinha uma pedra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Carlos Drummond de Andrade&lt;br /&gt;________________________________________&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Poema do jornal&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fato ainda não acabou de acontecer&lt;br /&gt;e já a mão nervosa do repórter&lt;br /&gt;o transforma em notícia.&lt;br /&gt;O marido está matando a mulher.&lt;br /&gt;A mulher ensangüentada grita.&lt;br /&gt;Ladrões arrombam o cofre.&lt;br /&gt;A polícia dissolve o meeting.&lt;br /&gt;A pena escreve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vem da sala de linotipos a doce música mecânica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Carlos Drummond de Andrade&lt;br /&gt;________________________________________&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Quadrilha&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João amava Teresa que amava Raimundo&lt;br /&gt;que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili&lt;br /&gt;que não amava ninguém.&lt;br /&gt;João foi para o Estados Unidos, Teresa para o &lt;br /&gt;convento,&lt;br /&gt;Raimundo morreu de desastre, Maria ficou para tia,&lt;br /&gt;Joaquim suicidou-se e Lili casou com J. Pinto&lt;br /&gt;Fernandes&lt;br /&gt;que não tinha entrado na história.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;br /&gt;Carlos Drummond de Andrade&lt;br /&gt;________________________________________&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Poema da purificação&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de tantos combates&lt;br /&gt;o anjo bom matou o anjo mau&lt;br /&gt;e jogou seu corpo no rio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As água ficaram tintas&lt;br /&gt;de um sangue que não descorava&lt;br /&gt;e os peixes todos morreram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas uma luz que ninguém soube&lt;br /&gt;dizer de onde tinha vindo&lt;br /&gt;apareceu para clarear o mundo,&lt;br /&gt;e outro anjo pensou a ferida&lt;br /&gt;do anjo batalhador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Carlos Drummond de Andrade&lt;br /&gt;________________________________________&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;José&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E agora, José?&lt;br /&gt;A festa acabou,&lt;br /&gt;a luz apagou,&lt;br /&gt;o povo sumiu,&lt;br /&gt;a noite esfriou,&lt;br /&gt;e agora, José?&lt;br /&gt;e agora, Você?&lt;br /&gt;Você que é sem nome,&lt;br /&gt;que zomba dos outros,&lt;br /&gt;Você que faz versos,&lt;br /&gt;que ama, proptesta?&lt;br /&gt;e agora, José?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Está sem mulher,&lt;br /&gt;está sem discurso,&lt;br /&gt;está sem carinho,&lt;br /&gt;já não pode beber,&lt;br /&gt;já não pode fumar,&lt;br /&gt;cuspir já não pode,&lt;br /&gt;a noite esfriou,&lt;br /&gt;o dia não veio,&lt;br /&gt;o bonde não veio,&lt;br /&gt;o riso não veio,&lt;br /&gt;não veio a utopia&lt;br /&gt;e tudo acabou&lt;br /&gt;e tudo fugiu&lt;br /&gt;e tudo mofou,&lt;br /&gt;e agora, José?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E agora, José?&lt;br /&gt;sua doce palavra,&lt;br /&gt;seu instante de febre,&lt;br /&gt;sua gula e jejum,&lt;br /&gt;sua biblioteca,&lt;br /&gt;sua lavra de ouro,&lt;br /&gt;seu terno de vidro,&lt;br /&gt;sua incoerência,&lt;br /&gt;seu ódio, - e agora?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a chave na mão &lt;br /&gt;quer abrir a porta,&lt;br /&gt;não existe porta;&lt;br /&gt;quer morrer no mar,&lt;br /&gt;mas o mar secou;&lt;br /&gt;quer ir para Minas,&lt;br /&gt;Minas não há mais.&lt;br /&gt;José, e agora?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você gritasse,&lt;br /&gt;se você gemesse,&lt;br /&gt;se você tocasse,&lt;br /&gt;a valsa vienense,&lt;br /&gt;se você dormisse,&lt;br /&gt;se você consasse,&lt;br /&gt;se você morresse....&lt;br /&gt;Mas você não morre,&lt;br /&gt;você é duro, José!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sozinho no escuro&lt;br /&gt;qual bicho-do-mato,&lt;br /&gt;sem teogonia,&lt;br /&gt;sem parede nua&lt;br /&gt;para se encostar,&lt;br /&gt;sem cavalo preto&lt;br /&gt;que fuja do galope,&lt;br /&gt;você marcha, José!&lt;br /&gt;José, para onde?&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;br /&gt;Carlos Drummond de Andrade&lt;br /&gt;________________________________________&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O mundo é grande&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mundo é grande e cabe&lt;br /&gt;nesta janela sobre o mar.&lt;br /&gt;O mar é grande e cabe&lt;br /&gt;na cama e no colchão de amar.&lt;br /&gt;O amor é grande e cabe&lt;br /&gt;no breve espaço de beijar. &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;br /&gt;Carlos Drummond de Andrade&lt;br /&gt;________________________________________&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Mãos dadas &lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Não serei o poeta de um mundo caduco.&lt;br /&gt;Também não cantarei o mundo futuro.&lt;br /&gt;Estou preso à vida e olho meus companheiros&lt;br /&gt;Estão taciturnos mas nutrem grandes esperanças.&lt;br /&gt;Entre eles, considere a enorme realidade.&lt;br /&gt;O presente é tão grande, não nos afastemos.&lt;br /&gt;Não nos afastemos muito, vamos de mãos dadas.&lt;br /&gt;Não serei o cantor de uma mulher, de uma história.&lt;br /&gt;Não direi suspiros ao anoitecer, a paisagem vista na janela.&lt;br /&gt;Não distribuirei entorpecentes ou cartas de suicida.&lt;br /&gt;Não fugirei para ilhas nem serei raptado por serafins.&lt;br /&gt;O tempo é a minha matéria, o tempo presente, os homens presentes,&lt;br /&gt;a vida presente.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6330035690421843343-4848290028587217209?l=vbreportagens.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vbreportagens.blogspot.com/feeds/4848290028587217209/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6330035690421843343&amp;postID=4848290028587217209&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/4848290028587217209'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/4848290028587217209'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/31-de-outubro-dia-de-carlos-drummond-de.html' title='31 de outubro é dia de Carlos Drummond de Andrade'/><author><name>Osvaldo Barreto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08518641928163621644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://photos1.blogger.com/x/blogger2/1418/777464124616941/211/z/508053/gse_multipart15066.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SQhEIpozzjI/AAAAAAAADOc/Fada0C6ycvw/s72-c/drummond.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6330035690421843343.post-3042693490750025608</id><published>2008-10-28T08:17:00.003-03:00</published><updated>2008-10-28T08:25:19.448-03:00</updated><title type='text'>Carlos Drummond de Andrade</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SQb2WHKZJ2I/AAAAAAAADNE/WZonad8buZo/s1600-h/drummond.gif"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SQb2WHKZJ2I/AAAAAAAADNE/WZonad8buZo/s400/drummond.gif" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5262164074369197922" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Carlos Drummond de Andrade&lt;br /&gt;________________________________________&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Receita de ano novo &lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Para você ganhar belíssimo Ano Novo &lt;br /&gt;cor do arco-íris, ou da cor da sua paz, &lt;br /&gt;Ano Novo sem comparação com todo o tempo já vivido &lt;br /&gt;(mal vivido talvez ou sem sentido) &lt;br /&gt;para você ganhar um ano &lt;br /&gt;não apenas pintado de novo, remendado às carreiras, &lt;br /&gt;mas novo nas sementinhas do vir-a-ser; &lt;br /&gt;novo &lt;br /&gt;até no coração das coisas menos percebidas &lt;br /&gt;(a começar pelo seu interior) &lt;br /&gt;novo, espontâneo, que de tão perfeito nem se nota, &lt;br /&gt;mas com ele se come, se passeia, &lt;br /&gt;se ama, se compreende, se trabalha, &lt;br /&gt;você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita, &lt;br /&gt;não precisa expedir nem receber mensagens &lt;br /&gt;(planta recebe mensagens? &lt;br /&gt;passa telegramas?) &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não precisa &lt;br /&gt;fazer lista de boas intenções &lt;br /&gt;para arquivá-las na gaveta. &lt;br /&gt;Não precisa chorar arrependido &lt;br /&gt;pelas besteiras consumidas &lt;br /&gt;nem parvamente acreditar &lt;br /&gt;que por decreto de esperança &lt;br /&gt;a partir de janeiro as coisas mudem &lt;br /&gt;e seja tudo claridade, recompensa, &lt;br /&gt;justiça entre os homens e as nações, &lt;br /&gt;liberdade com cheiro e gosto de pão matinal, &lt;br /&gt;direitos respeitados, começando &lt;br /&gt;pelo direito augusto de viver. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ganhar um Ano Novo &lt;br /&gt;que mereça este nome, &lt;br /&gt;você, meu caro, tem de merecê-lo, &lt;br /&gt;tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil, &lt;br /&gt;mas tente, experimente, consciente. &lt;br /&gt;É dentro de você que o Ano Novo &lt;br /&gt;cochila e espera desde sempre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Carlos Drummond de Andrade&lt;br /&gt;________________________________________&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Não passou&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passou?&lt;br /&gt;Minúsculas eternidades&lt;br /&gt;deglutidas por mínimos relógios&lt;br /&gt;ressoam na mente cavernosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não, ninguém morreu, ninguém foi infeliz.&lt;br /&gt;A mão- a tua mão, nossas mãos-&lt;br /&gt;rugosas, têm o antigo calor&lt;br /&gt;de quando éramos vivos. Éramos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje somos mais vivos do que nunca.&lt;br /&gt;Mentira, estarmos sós.&lt;br /&gt;Nada, que eu sinta, passa realmente.&lt;br /&gt;É tudo ilusão de ter passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Carlos Drummond de Andrade&lt;br /&gt;________________________________________&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Acordar, viver&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como acordar sem sofrimento?&lt;br /&gt;Recomeçar sem horror?&lt;br /&gt;O sono transportou-me&lt;br /&gt;àquele reino onde não existe vida&lt;br /&gt;e eu quedo inerte sem paixão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como repetir, dia seguinte após dia seguinte,&lt;br /&gt;a fábula inconclusa,&lt;br /&gt;suportar a semelhança das coisas ásperas&lt;br /&gt;de amanhã com as coisas ásperas de hoje?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como proteger-me das feridas&lt;br /&gt;que rasga em mim o acontecimento,&lt;br /&gt;qualquer acontecimento&lt;br /&gt;que lembra a Terra e sua púrpura&lt;br /&gt;demente?&lt;br /&gt;E mais aquela ferida que me inflijo&lt;br /&gt;a cada hora, algoz&lt;br /&gt;do inocente que não sou?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ninguém responde, a vida é pétrea.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Carlos Drummond de Andrade&lt;br /&gt;________________________________________&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;A um ausente&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho razão de sentir saudade,&lt;br /&gt;tenho razão de te acusar.&lt;br /&gt;Houve um pacto implícito que rompeste&lt;br /&gt;e sem te despedires foste embora.&lt;br /&gt;Detonaste o pacto.&lt;br /&gt;Detonaste a vida geral, a comum aquiescência&lt;br /&gt;de viver e explorar os rumos de obscuridade&lt;br /&gt;sem prazo sem consulta sem provocação&lt;br /&gt;até o limite das folhas caídas na hora de cair.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antecipaste a hora.&lt;br /&gt;Teu ponteiro enlouqueceu, &lt;br /&gt;enlouquecendo nossas horas.&lt;br /&gt;Que poderias ter feito de mais grave &lt;br /&gt;do que o ato sem continuação, o ato em si,&lt;br /&gt;o ato que não ousamos nem sabemos ousar&lt;br /&gt;porque depois dele não há nada?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho razão para sentir saudade de ti,&lt;br /&gt;de nossa convivência em falas camaradas,&lt;br /&gt;simples apertar de mãos, nem isso, voz&lt;br /&gt;modulando sílabas conhecidas e banais&lt;br /&gt;que eram sempre certeza e segurança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, tenho saudades.&lt;br /&gt;Sim, acuso-te porque fizeste&lt;br /&gt;o não previsto nas leis da amizade e da natureza&lt;br /&gt;nem nos deixaste sequer o direito de indagar&lt;br /&gt;porque o fizeste, porque te foste.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Carlos Drummond de Andrade&lt;br /&gt;________________________________________&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Poema que aconteceu&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nenhum desejo neste domingo&lt;br /&gt;nenhum problema nesta vida&lt;br /&gt;o mundo parou de repente&lt;br /&gt;os homens ficaram calados&lt;br /&gt;domingo sem fim nem começo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mão que escreve este poema&lt;br /&gt;não sabe o que está escrevendo&lt;br /&gt;mas é possível que se soubesse&lt;br /&gt;nem ligasse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Carlos Drummond de Andrade&lt;br /&gt;________________________________________&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Poesia&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gastei uma hora pensando em um verso&lt;br /&gt;que a pena não quer escrever.&lt;br /&gt;No entanto ele está cá dentro&lt;br /&gt;inquieto, vivo. &lt;br /&gt;Ele está cá dentro&lt;br /&gt;e não quer sair.&lt;br /&gt;Mas a poesia deste momento&lt;br /&gt;inunda minha vida inteira.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6330035690421843343-3042693490750025608?l=vbreportagens.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vbreportagens.blogspot.com/feeds/3042693490750025608/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6330035690421843343&amp;postID=3042693490750025608&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/3042693490750025608'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/3042693490750025608'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/carlos-drummond-de-andrade.html' title='Carlos Drummond de Andrade'/><author><name>Osvaldo Barreto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08518641928163621644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://photos1.blogger.com/x/blogger2/1418/777464124616941/211/z/508053/gse_multipart15066.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SQb2WHKZJ2I/AAAAAAAADNE/WZonad8buZo/s72-c/drummond.gif' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6330035690421843343.post-2604467213053208821</id><published>2008-10-25T17:50:00.002-03:00</published><updated>2008-10-25T17:58:28.845-03:00</updated><title type='text'>Lançamento Edital do Audiovisual</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SQOITPLzQ7I/AAAAAAAADJ8/33ARezKNgus/s1600-h/topo_5.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 92px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SQOITPLzQ7I/AAAAAAAADJ8/33ARezKNgus/s400/topo_5.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5261198653773792178" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O Governo de Pernambuco e a &lt;a href="http://www.fundarpe.pe.gov.br/"&gt;Fundarpe&lt;/a&gt; - Fundação do Patrimônio&lt;br /&gt;Histórico e Artístico de Pernambuco - convidam para a cerimônia de lançamento do 2º EDITAL DO PROGRAMA DE FOMENTO À &lt;br /&gt;PRODUÇÃO AUDIOVISUAL DE PERNAMBUCO.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O edital terá o valor de R$ 4 milhões para filmes de longa-metragem,&lt;br /&gt;curta-metragem, produtos para TV, difusão e formação.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;PRÓXIMA QUARTA-FEIRA, DIA 29-10-2008&lt;br /&gt;NO MUSEU DO ESTADO DE PERNAMBUCO - 10H &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- &lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Luciana Azevedo&lt;br /&gt;Presidente da FUNDARPE&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Carlos Carvalho&lt;br /&gt;Diretor de Políticas e Linguagens Culturais da FUNDARPE&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Carla Francine&lt;br /&gt;Coordenadoria de Cinema Vídeo e Fotografia da FUNDARPE&lt;br /&gt;81-31843074&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6330035690421843343-2604467213053208821?l=vbreportagens.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vbreportagens.blogspot.com/feeds/2604467213053208821/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6330035690421843343&amp;postID=2604467213053208821&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/2604467213053208821'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/2604467213053208821'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/lanamento-edital-do-audiovisual.html' title='Lançamento Edital do Audiovisual'/><author><name>Osvaldo Barreto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08518641928163621644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://photos1.blogger.com/x/blogger2/1418/777464124616941/211/z/508053/gse_multipart15066.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SQOITPLzQ7I/AAAAAAAADJ8/33ARezKNgus/s72-c/topo_5.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6330035690421843343.post-831891126182056688</id><published>2008-10-25T09:08:00.004-03:00</published><updated>2008-10-25T09:42:58.791-03:00</updated><title type='text'>Capiba (28 de outubro de 1904) II</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SQJsUYMUD5I/AAAAAAAADIo/R0P5_C1kFpw/s1600-h/Sem+t%C3%ADtulo-3+c%C3%B3pia.gif"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SQJsUYMUD5I/AAAAAAAADIo/R0P5_C1kFpw/s400/Sem+t%C3%ADtulo-3+c%C3%B3pia.gif" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5260886412069441426" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Manda Embora Essa Tristeza&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Capiba&lt;br /&gt;Composição: Capiba&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Manda embora essa tristeza, manda por favor&lt;br /&gt;Pode ser que essa tristeza mate o nosso amor.&lt;br /&gt;Manda embora essa tristeza, manda por favor&lt;br /&gt;Pode ser que essa tristeza mate o nosso amor.&lt;br /&gt;Tu andas tão triste, somente a chorar&lt;br /&gt;Mas por isso eu não vou me privar de dançar&lt;br /&gt;Tu sabes que eu passo o passo na rua&lt;br /&gt;Mas é pensando na imagem tua.&lt;br /&gt;Manda embora essa tristeza, manda por favor&lt;br /&gt;Pode ser que essa tristeza mate o nosso amor.&lt;br /&gt;Tu pensas que eu levo, inverno a verão&lt;br /&gt;A dançar e cantar com o meu violão&lt;br /&gt;Mas não é verdade&lt;br /&gt;Te digo afinal&lt;br /&gt;Só faço isso pelo carnaval. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Maria Bethânia&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Capiba&lt;br /&gt;Composição: Capiba&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Maria Bethânia &lt;br /&gt;Tu és para mim,&lt;br /&gt;A Senhora do Engenho&lt;br /&gt;Em sonhos eu vejo&lt;br /&gt;Maria Bethânia&lt;br /&gt;És tudo o que eu tenho,&lt;br /&gt;Quanta tristeza, eu sinto no peito,&lt;br /&gt;Só em pensar,&lt;br /&gt;Que o nosso amor está desfeito.&lt;br /&gt;Maria Bethânia,&lt;br /&gt;Tu sentes saudades de tudo eu bem sei,&lt;br /&gt;Porém, também sinto,&lt;br /&gt;Saudades do beijo que nunca te dei&lt;br /&gt;Beijo que vive com esplendor,&lt;br /&gt;Nos lábios meus&lt;br /&gt;Para aumentar a minha dor.&lt;br /&gt;Maria Bethânia,&lt;br /&gt;Te lembras ainda daquele São João ?&lt;br /&gt;As minhas palavras,&lt;br /&gt;Caíram bem dentro do teu coração,&lt;br /&gt;Tu me olhavas, com emoção,&lt;br /&gt;E sem querer,&lt;br /&gt;Pus minha mão na tua mão.&lt;br /&gt;Maria Bethânia,&lt;br /&gt;Eu nunca pensei acabar tudo assim,&lt;br /&gt;Maria Bethânia,&lt;br /&gt;Por Deus eu te peço,&lt;br /&gt;Tem pena de mim,&lt;br /&gt;Hoje confesso, com dissabor,&lt;br /&gt;Que não sabia, nem conhecia o amor!!! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Minha ciranda&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Capiba&lt;br /&gt;Composição: Capiba&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Minha ciranda não é minha só&lt;br /&gt;É de todos nós, é de todos nós&lt;br /&gt;A melodia principal quem dirá&lt;br /&gt;É a primeira voz, é a primeira voz&lt;br /&gt;Pra se dançar ciranda&lt;br /&gt;juntamos mão com mão&lt;br /&gt;formando uma roda&lt;br /&gt;cantando uma canção. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Não sei o que fazer&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Capiba&lt;br /&gt;Composição: Capiba&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Eu não sei o que fazer&lt;br /&gt;Para o meu amor se consolar&lt;br /&gt;Eu não sei o que fazer&lt;br /&gt;Pro meu amor não chorar&lt;br /&gt;Vivo noite e dia assim&lt;br /&gt;Mas tenho esperança que isso terá fim.&lt;br /&gt;Eu não sei o que fazer&lt;br /&gt;Para o meu amor se consolar&lt;br /&gt;Eu não sei o que fazer&lt;br /&gt;Para o meu amor não chorar.&lt;br /&gt;Fico noite e dia assim&lt;br /&gt;Mas tenho esperança que isso terá fim.&lt;br /&gt;Se for preciso eu trarei aos teus pés até a luz do luar&lt;br /&gt;Tudo farei nesse mundo pra meu amor não chorar.&lt;br /&gt;Canta que eu canto também, meu amor&lt;br /&gt;Pra nossa vida alegrar&lt;br /&gt;Quem canta vive feliz&lt;br /&gt;Por isso é que vivo a cantar.&lt;br /&gt;Eu não sei o que fazer&lt;br /&gt;Para o meu amor se consolar&lt;br /&gt;Eu não sei o que fazer&lt;br /&gt;Pro meu amor não chorar.&lt;br /&gt;Fico noite e dia assim&lt;br /&gt;Mas tenho esperança que isso terá fim. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;O Mais Querido&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Capiba&lt;br /&gt;Composição: Capiba&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Santa Cruz! Santa Cruz! &lt;br /&gt;Junta mais esta vitória &lt;br /&gt;Santa Cruz! Santa Cruz! &lt;br /&gt;Ao teu passado de glória. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;És o querido do povo &lt;br /&gt;O terror do Nordeste no gramado &lt;br /&gt;Tuas vitórias de hoje &lt;br /&gt;Nos lembram vitórias do passado &lt;br /&gt;Clube querido da multidão &lt;br /&gt;Tu és o Supercampeão &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Que bom vai ser&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Capiba&lt;br /&gt;Composição: Capiba&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Eu tenho esperança que um dia&lt;br /&gt;Serei feliz contigo ao meu lado&lt;br /&gt;E se for sincero o teu amor&lt;br /&gt;Quem bom vai ser.&lt;br /&gt;Tu terás de mim o que quiseres&lt;br /&gt;Eu juro, podes crer.&lt;br /&gt;Eu tenho esperança que um dia&lt;br /&gt;Serei feliz contigo ao meu lado&lt;br /&gt;E se for sincero o teu amor&lt;br /&gt;Quem bom vai ser.&lt;br /&gt;Tu terás de mim o que quiseres&lt;br /&gt;Eu juro, podes crer.&lt;br /&gt;Vem para meus braços, a vida é tao boa&lt;br /&gt;Tão boa para quem sabe amar&lt;br /&gt;Vem que eu serei fiel por toda minha vida&lt;br /&gt;Ao teu amor, querida.&lt;br /&gt;Eu tenho esperança que um dia&lt;br /&gt;Serei feliz contigo ao meu lado&lt;br /&gt;E se for sincero o teu amor&lt;br /&gt;Quem bom vai ser.&lt;br /&gt;Tu terás de mim o que quiseres&lt;br /&gt;Eu juro, podes crer. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Quem dera&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Capiba&lt;br /&gt;Composição: Capiba&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Enquanto eu choro tu vives sorrindo&lt;br /&gt;A vida é um eterno contraste&lt;br /&gt;Eu choro porque te perdi&lt;br /&gt;Sorris, talvez, porque me deixaste.&lt;br /&gt;Enquanto eu choro tu vives sorrindo&lt;br /&gt;A vida é um eterno contraste&lt;br /&gt;Eu choro porque te perdi&lt;br /&gt;Sorris, talvez, porque me deixaste.&lt;br /&gt;Na vida tudo é assim&lt;br /&gt;Viver feliz, quem me dera&lt;br /&gt;Fui o culpado, bem sei, acreditando que eras sincera.&lt;br /&gt;Enquanto eu choro tu vives sorrindo&lt;br /&gt;A vida é um eterno contraste&lt;br /&gt;Eu choro porque te perdi&lt;br /&gt;Sorris, talvez, porque me deixaste. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Quem Vai Pra Farol É o Bonde de Olinda&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Capiba&lt;br /&gt;Composição: Capiba&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Você diz que gosta de mim&lt;br /&gt;Mas só pode ser brincadeira de berlinda&lt;br /&gt;Por que você mente tanto assim?&lt;br /&gt;Quem vai pra farol é o bonde de olinda&lt;br /&gt;Quem vai pra farol é o bonde de olinda.&lt;br /&gt;Você diz a todo mundo que é milionária&lt;br /&gt;Mas só lhe vejo andando a pé&lt;br /&gt;Essa mania de mentir, meu bem, não convém&lt;br /&gt;Viaje ao menos no loré.&lt;br /&gt;Você diz que gosta de mim&lt;br /&gt;Mas só pode ser brincadeira de berlinda&lt;br /&gt;Por que você mente tanto assim?&lt;br /&gt;Quem vai pra farol é o bonde de olinda&lt;br /&gt;Quem vai pra farol é o bonde de olinda.&lt;br /&gt;Você sabe que eu sei e todo mundo já fala&lt;br /&gt;Porem você quer me ocultar&lt;br /&gt;Confesse logo e deixe de patim para mim&lt;br /&gt;Que você vive a me enganar &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Recife, Cidade Lendária&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Capiba&lt;br /&gt;Composição: Indisponível&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Eu ando pelo recife, noites sem fim&lt;br /&gt;Percorro bairros distantes sempre a escutar&lt;br /&gt;Luanda, luanda, onde está?&lt;br /&gt;É alma de preto a penar&lt;br /&gt;Recife, cidade lendária&lt;br /&gt;De pretas de engenho cheirando a banguê&lt;br /&gt;Recife de velhos sobrados, compridos, escuros&lt;br /&gt;Faz gosto se ver&lt;br /&gt;Recife teus lindos jardins&lt;br /&gt;Recebem a brisa que vem do alto mar&lt;br /&gt;Recife teu céu tão bonito&lt;br /&gt;Tem noites de lua pra gente cantar&lt;br /&gt;Recife de cantadores&lt;br /&gt;Vivendo da glória, em pleno terreiro&lt;br /&gt;Recife dos maracatus&lt;br /&gt;Dos tempos distantes de pedro primeiro&lt;br /&gt;Responde ao que eu vou perguntar:&lt;br /&gt;Que é feito dos teus lampiões?&lt;br /&gt;Onde outrora os boêmios cantavam&lt;br /&gt;Suas lindas canções &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Serenata Suburbana&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Capiba&lt;br /&gt;Composição: Capiba&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Levo a vida em serenata &lt;br /&gt;Somente a cantar &lt;br /&gt;Quem não me conhece &lt;br /&gt;Tem a impressão &lt;br /&gt;De que eu sou tão feliz... &lt;br /&gt;Mas não é isso não, não... &lt;br /&gt;Se eu canto em serenata &lt;br /&gt;É para não chorar &lt;br /&gt;Ninguém sabe a dor que eu sinto dentro de mim &lt;br /&gt;Ninguém porque eu vivo tão triste assim &lt;br /&gt;Se eu fosse realmente muito feliz &lt;br /&gt;Não chorava em todo canto &lt;br /&gt;Nem cantava para abafar meu pranto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Teus olhos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Capiba&lt;br /&gt;Composição: Capiba&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Acorda, minha querida&lt;br /&gt;E vem ver o luar&lt;br /&gt;Vem ver a lua que brilha no céu refletindo no mar&lt;br /&gt;Vem que eu quero também os teu olhos olhar&lt;br /&gt;E matar a saudade que vive a me atormentar.&lt;br /&gt;Acorda, minha querida&lt;br /&gt;E vem ver o luar&lt;br /&gt;Vem ver a lua que brilha no céu refletindo no mar&lt;br /&gt;Vem que eu quero também os teu olhos olhar&lt;br /&gt;E matar a saudade que vive a me atormentar.&lt;br /&gt;Não há nada mais belo que o teu olhar&lt;br /&gt;Nem o céu, nem o mar&lt;br /&gt;Se não fossem os teus olhos&lt;br /&gt;Eu vivia na treva a vagar.&lt;br /&gt;Acorda, minha querida&lt;br /&gt;E vem ver o luar&lt;br /&gt;Vem ver a lua que brilha no céu refletindo no mar&lt;br /&gt;Vem que eu quero também os teu olhos olhar&lt;br /&gt;E matar a saudade que vive a me atormentar. &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;br /&gt;Verde mar de navegar&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Capiba&lt;br /&gt;Composição: Capiba&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Batuqueiro que baque é esse? &lt;br /&gt;É o baque de nossa alteza &lt;br /&gt;E não há mais que outro baque &lt;br /&gt;Ó senhor mas é só tristeza &lt;br /&gt;Cadê Leão Coroado &lt;br /&gt;Cadê Cambinda Brilhante &lt;br /&gt;Cadê Cruzeiro do Forte &lt;br /&gt;Maracatu Elefante &lt;br /&gt;Olha o céu olha para o mar &lt;br /&gt;Verde mar de navegar verde mar &lt;br /&gt;Â“Paixão pelo Pernambuco pelo P de Portugal &lt;br /&gt;Por Olinda por Holanda por Mauricio de Nassau &lt;br /&gt;Pelo Recife magia no dia de carnavalÂ” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Voltei Recife&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Capiba&lt;br /&gt;Composição: Luis Bandeira&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Voltei, Recife&lt;br /&gt;Foi a saudade&lt;br /&gt;Que me trouxe pelo braço&lt;br /&gt;Quero ver novamente "Vassoura"&lt;br /&gt;Na rua abafando&lt;br /&gt;Tomar umas e outras&lt;br /&gt;E cair no passo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cadê "Toureiros"?&lt;br /&gt;Cadê "Bola de Ouro"?&lt;br /&gt;As "pás", os "lenhadores"&lt;br /&gt;O "Bloco Batutas de São José"?&lt;br /&gt;Quero sentir&lt;br /&gt;A embriaguez do frevo&lt;br /&gt;Que entra na cabeça&lt;br /&gt;Depois toma o corpo&lt;br /&gt;E acaba no pé&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6330035690421843343-831891126182056688?l=vbreportagens.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vbreportagens.blogspot.com/feeds/831891126182056688/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6330035690421843343&amp;postID=831891126182056688&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/831891126182056688'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/831891126182056688'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/capiba-28-de-outubro-de-1904-ii.html' title='Capiba (28 de outubro de 1904) II'/><author><name>Osvaldo Barreto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08518641928163621644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://photos1.blogger.com/x/blogger2/1418/777464124616941/211/z/508053/gse_multipart15066.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SQJsUYMUD5I/AAAAAAAADIo/R0P5_C1kFpw/s72-c/Sem+t%C3%ADtulo-3+c%C3%B3pia.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6330035690421843343.post-2059017884344461901</id><published>2008-10-24T21:04:00.006-03:00</published><updated>2008-10-25T09:45:25.077-03:00</updated><title type='text'>Capiba (28 de outubro de 1904)</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SQJsUYMUD5I/AAAAAAAADIo/R0P5_C1kFpw/s1600-h/Sem+t%C3%ADtulo-3+c%C3%B3pia.gif"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SQJsUYMUD5I/AAAAAAAADIo/R0P5_C1kFpw/s400/Sem+t%C3%ADtulo-3+c%C3%B3pia.gif" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5260886412069441426" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;A mesma rosa amarela&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Capiba&lt;br /&gt;Composição: Capiba / Carlos Pena Filho&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Você tem,&lt;br /&gt;Quase tudo dela,&lt;br /&gt;O mesmo perfume,&lt;br /&gt;A mesma cor,&lt;br /&gt;A mesma rosa amarela,&lt;br /&gt;Só não tem o meu amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas nesses dias de carnaval,&lt;br /&gt;Para mim você vai ser ela,&lt;br /&gt;O mesmo perfume a mesma cor,&lt;br /&gt;A mesma rosa amarela,&lt;br /&gt;Mas não sei o que será,&lt;br /&gt;Quando chegar a lembrança dela,&lt;br /&gt;E de você apenas restar,&lt;br /&gt;A mesma rosa amarela &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Ai! Se Eu Tivesse&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Capiba&lt;br /&gt;Composição: Capiba&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Ai! Se eu tivesse&lt;br /&gt;Quem me fizesse carinho &lt;br /&gt;Não levava a vida&lt;br /&gt;Que eu levo sozinho&lt;br /&gt;Por isso eu vivo na rua&lt;br /&gt;Olhando pra lua&lt;br /&gt;Sem ter neste mundo um lugar &lt;br /&gt;Pra poder descansar&lt;br /&gt;Eu sei que viver sempre assim é ruim&lt;br /&gt;Há muito eu espero um carinho pra mim &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Cais do porto&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Capiba&lt;br /&gt;Composição: Capiba&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Cais do porto,&lt;br /&gt;Eu estou sempre aqui&lt;br /&gt;Seja noite estrelada ou não&lt;br /&gt;Cais do porto, &lt;br /&gt;Quero ver se encontro meu bem&lt;br /&gt;Que daqui certo dia partiu&lt;br /&gt;Não se sozinho ou com mais alguém&lt;br /&gt;Cais do porto, &lt;br /&gt;Tenha pena de mim&lt;br /&gt;Já é dia, nem vestígio sequer&lt;br /&gt;Não será, cais do porto, aquela luzinha?&lt;br /&gt;Que lá longe apaga e acende&lt;br /&gt;Fazendo um sinal, quem sabe, pra mim. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Cala a boca menino&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Capiba&lt;br /&gt;Composição: Capiba&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Sempre ouvi dizer que numa mulher&lt;br /&gt;Não se bate nem com uma flor&lt;br /&gt;Loira ou morena, não importa a cor&lt;br /&gt;Não se bate nem com uma flor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já se acabou o tempo&lt;br /&gt;Que a mulher só dizia então:&lt;br /&gt;- Chô galinha, cala a boca menino&lt;br /&gt;- Ai, ai, não me dê mais não &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;De Chapéu-de-sol Aberto&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Capiba&lt;br /&gt;Composição: Capiba&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;De chapéu de sol aberto&lt;br /&gt;Pelas ruas eu vou&lt;br /&gt;A multidão me acompanha, eu vou&lt;br /&gt;Eu vou e venho pra onde não sei&lt;br /&gt;Só sei que carrego alegria&lt;br /&gt;Pra dar e vender&lt;br /&gt;(deixa o barco correr)&lt;br /&gt;Espero um ano inteiro&lt;br /&gt;Até ver chegar fevereiro&lt;br /&gt;Pra ouvir o clarim clarinar&lt;br /&gt;E a alegria chegar&lt;br /&gt;Essa alegria que em mim&lt;br /&gt;Parece que não terá fim&lt;br /&gt;Mas, se um dia o frevo acabar&lt;br /&gt;Juro que eu vou chorar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;É de amargar&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Capiba&lt;br /&gt;Composição: Capiba&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Eu bem sabia que esse amor um dia&lt;br /&gt;Também tinha seu fim&lt;br /&gt;Essa vida vida é mesmo assim&lt;br /&gt;Não penses que estou triste&lt;br /&gt;Nem que vou chorar&lt;br /&gt;Eu vou cair no frevo que é de amargar.&lt;br /&gt;Eu já arranjei outra morena bonita&lt;br /&gt;Anda bem vestida, cheia de laço de fita&lt;br /&gt;Gosta de mim com toda emoção&lt;br /&gt;E já se diz a dona do meu coração.&lt;br /&gt;Eu bem sabia que esse amor um dia&lt;br /&gt;Também tinha seu fim&lt;br /&gt;Essa vida vida é mesmo assim&lt;br /&gt;Não penses que estou triste&lt;br /&gt;Nem que vou chorar&lt;br /&gt;Eu vou cair no frevo que é de amargar.&lt;br /&gt;Minha morena empre diz, quando me vê&lt;br /&gt;- Gosto de você, não sei como e porque.&lt;br /&gt;Me faz carinhos a todo momento&lt;br /&gt;Porém eu tenho medo do seu juramento.&lt;br /&gt;Tenho uma coisa pra lhe dizer&lt;br /&gt;Mas não digo não porque faz mal ao coração.&lt;br /&gt;Tenho uma coisa pra lhe dizer&lt;br /&gt;Mas não digo não porque faz mal ao coração.&lt;br /&gt;Não confessarei o meu segredo&lt;br /&gt;Só porque você é convencida&lt;br /&gt;Pois se eu lhe contar você vai rir&lt;br /&gt;E sem querer eu vou chorar por você, minha querida.&lt;br /&gt;Tenho uma coisa pra lhe dizer&lt;br /&gt;Mas não digo não porque faz mal ao coração.&lt;br /&gt;Tenho uma coisa pra lhe dizer&lt;br /&gt;Mas não digo não porque faz mal ao coração.&lt;br /&gt;Eu sei que você gosta de outro&lt;br /&gt;Mas eu lhe queria mesmo assim&lt;br /&gt;O meu coração eu lhe darei&lt;br /&gt;Porém com uma condição, se você disser que sim. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;É hora de frevo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Capiba&lt;br /&gt;Composição: Capiba&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Quem quiser me ver&lt;br /&gt;Me procure aqui mesmo &lt;br /&gt;Quando chega o carnaval } bis&lt;br /&gt;Seja noite ou dia&lt;br /&gt;Aqui tudo é alegria&lt;br /&gt;E alegria não faz mal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É aqui que eu danço&lt;br /&gt;Aqui é que eu canto&lt;br /&gt;Aqui é que eu faço &lt;br /&gt;Com desembaraço&lt;br /&gt;Misérias no passo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na quarta-feira, &lt;br /&gt;quando tudo terminar!&lt;br /&gt;Eu espero mais um ano, &lt;br /&gt;até o frevo voltar! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Frevo E Ciranda&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Capiba&lt;br /&gt;Composição: Capiba&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Eu fui à praia do Janga&lt;br /&gt;Pra ver a ciranda&lt;br /&gt;No meu cirandar - Ciranda&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mar estava tão belo&lt;br /&gt;E um peixe amarelo&lt;br /&gt;Eu vi navegar - Navegar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não era peixe não era&lt;br /&gt;Era Iemanjá&lt;br /&gt;Rainha&lt;br /&gt;Dançando a ciranda&lt;br /&gt;Ciranda&lt;br /&gt;No meio do mar&lt;br /&gt;Ciranda. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Olinda Cidade Eterna&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Capiba&lt;br /&gt;Composição: Lourenco barbosa (capiba)&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Olinda, cidade heróica,&lt;br /&gt;Monumento secular&lt;br /&gt;Da velha geração...&lt;br /&gt;Olinda!&lt;br /&gt;Seras eterna e eternamente viveras&lt;br /&gt;No meu coração!&lt;br /&gt;Quisera ver&lt;br /&gt;Teu passado, Olinda,&lt;br /&gt;Quando era ainda cheia de ilusão,&lt;br /&gt;Para contemplar a tua paisagem&lt;br /&gt;Para olhar teus mares,&lt;br /&gt;Ver teus coqueirais...&lt;br /&gt;Pular na rua com a meninada,&lt;br /&gt;Brincar de roda e de cirandinha...&lt;br /&gt;Depois subir a ladeira do mosteiro,&lt;br /&gt;Rezar a Ave Maria E nada mais,&lt;br /&gt;Rezar a Ave Maria E nada mais...&lt;br /&gt;Olinda! Eterna!&lt;br /&gt;Olinda! Eterna! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Madeira que Cupim Não Rói&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Capiba&lt;br /&gt;Composição: Indisponível&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Madeira do rosarinho&lt;br /&gt;Vem a cidade sua fama mostrar&lt;br /&gt;E traz com seu pessoal&lt;br /&gt;Seu estandarte tão original&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não vem pra fazer barulho&lt;br /&gt;Vem só dizer... e com satisfação&lt;br /&gt;Queiram ou não queiram os juízes&lt;br /&gt;O nosso bloco é de fato campeão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E se aqui estamos, cantando esta canção&lt;br /&gt;Viemos defender a nossa tradição&lt;br /&gt;E dizer bem alto que a injustiça dói&lt;br /&gt;Nós somos madeira de lei que cupim não rói&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6330035690421843343-2059017884344461901?l=vbreportagens.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vbreportagens.blogspot.com/feeds/2059017884344461901/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6330035690421843343&amp;postID=2059017884344461901&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/2059017884344461901'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/2059017884344461901'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/mesma-rosa-amarela-capiba-composio.html' title='Capiba (28 de outubro de 1904)'/><author><name>Osvaldo Barreto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08518641928163621644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://photos1.blogger.com/x/blogger2/1418/777464124616941/211/z/508053/gse_multipart15066.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SQJsUYMUD5I/AAAAAAAADIo/R0P5_C1kFpw/s72-c/Sem+t%C3%ADtulo-3+c%C3%B3pia.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6330035690421843343.post-2635647597904396491</id><published>2008-10-11T15:32:00.002-03:00</published><updated>2008-10-11T15:38:45.052-03:00</updated><title type='text'>Cartola - 11-10-1908 (100 Anos)</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SPDyiouyj-I/AAAAAAAAC5I/uAdEnik8V-o/s1600-h/Cartlola.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SPDyiouyj-I/AAAAAAAAC5I/uAdEnik8V-o/s400/Cartlola.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5255967442004512738" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Acontece&lt;br /&gt;(Cartola)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esquece nosso amor vê se esquece&lt;br /&gt;Porque tudo no mundo acontece&lt;br /&gt;E acontece que já não sei mais amar&lt;br /&gt;Vai chorar vai sofrer&lt;br /&gt;E você não merece&lt;br /&gt;Mas isso acontece&lt;br /&gt;Acontece que meu coração ficou frio&lt;br /&gt;E nosso ninho de amor está vazio&lt;br /&gt;Se eu ainda pudesse fingir que te amo&lt;br /&gt;Ai se eu pudesse&lt;br /&gt;Mas não quero, não devo fazê-lo&lt;br /&gt;Isso não acontece&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Alegria&lt;br /&gt;(Cartola)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Alegria&lt;br /&gt;Era o que faltava em mim&lt;br /&gt;Uma esperança vaga&lt;br /&gt;Eu já encontrei&lt;br /&gt;Pelos carinhos que me faz&lt;br /&gt;Me deixa em paz&lt;br /&gt;Não te quero ver&lt;br /&gt;Para nunca mais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sei&lt;br /&gt;Que teus beijos e abraços&lt;br /&gt;Tudo isso não passa&lt;br /&gt;De pura hipocrisia&lt;br /&gt;Já que tu não és sincera&lt;br /&gt;Eu vou te abandonar&lt;br /&gt;Um dia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Alvorada&lt;br /&gt;(Cartola/Carlos Cachaça/&lt;br /&gt;Herminio Bello de Carvalho)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Alvorada&lt;br /&gt;Lá no morro que beleza&lt;br /&gt;Ninguém chora não há tristeza&lt;br /&gt;Ninguém sente dissabor&lt;br /&gt;O sol colorindo é tão lindo&lt;br /&gt;É tão lindo&lt;br /&gt;E a natureza sorrindo&lt;br /&gt;Tingindo, tingindo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você também me lembra a alvorada&lt;br /&gt;Quando chega iluminando&lt;br /&gt;Meus caminhos tão sem vida&lt;br /&gt;E o que me resta é bem pouco&lt;br /&gt;Quase nada&lt;br /&gt;Do que ir assim vagando&lt;br /&gt;Numa estrada perdida&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Amor Proibido&lt;br /&gt;(Cartola)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabes que vou partir&lt;br /&gt;Com os olhos razos d'água&lt;br /&gt;E o coração ferido&lt;br /&gt;Quando lembrar de ti&lt;br /&gt;Me lembrarei também&lt;br /&gt;Deste amor proibido&lt;br /&gt;Fácil demais fui presa&lt;br /&gt;Servi de pasto em tua mesa&lt;br /&gt;Mas fiques certa que jamais&lt;br /&gt;Terás o meu amor&lt;br /&gt;Porque não tens pudor&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faço tudo para evitar o mal&lt;br /&gt;Sou pelo mal perseguido&lt;br /&gt;Só me faltava era esta&lt;br /&gt;Fui trair meu grande amigo&lt;br /&gt;Mas vou limpar a mente&lt;br /&gt;Sei que errei, errei inocente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Autonomia&lt;br /&gt;(Cartola)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É impossível nessa primavera eu sei&lt;br /&gt;Impossível pois longe estarei&lt;br /&gt;Mas pensando em nosso amor&lt;br /&gt;Amor sincero&lt;br /&gt;Ai, seu eu tivesse autonomia&lt;br /&gt;Se eu pudesse gritaria&lt;br /&gt;Não vou não quero&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escravizaram assim um pobre coração&lt;br /&gt;É necessário a nova Abolição&lt;br /&gt;Pra trazer de volta a minha liberdade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se eu pudesse gritaria amor&lt;br /&gt;Se eu pudesse brigaria amor&lt;br /&gt;Não vou, não quero&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Beijos&lt;br /&gt;(Cartola&lt;/span&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Beijos,&lt;br /&gt;Ainda quero mais beijos teus&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Beijos,&lt;br /&gt;Para satisfazer os meus&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Beijos,&lt;br /&gt;Nem que sejam de falsidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Beijos,&lt;br /&gt;Melhor que se fossem de verdade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Assim não dá&lt;br /&gt;(Cartola/Evandtro Bóia)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim não dá, não dá não&lt;br /&gt;Não vai dar meu irmão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É doutor presidente&lt;br /&gt;Doutor secretário&lt;br /&gt;Doutor tesoureiro&lt;br /&gt;Só quem não é seu doutor&lt;br /&gt;É aquele pretinho&lt;br /&gt;Que varre o terreiro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qem manda na bateria é uma madama&lt;br /&gt;Filha de magistrado&lt;br /&gt;Vai dirigir a harmonia&lt;br /&gt;Me disse o compadre&lt;br /&gt;Que já está combinado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já houve lá um concurso&lt;br /&gt;Pra quem bate surdo&lt;br /&gt;Tamborim e pandeiro&lt;br /&gt;Eu fiz tanto esfôrço&lt;br /&gt;Mas acabei perdendo&lt;br /&gt;Pra um engenheiro&lt;br /&gt;Fiz um samba lindo&lt;br /&gt;Botei no concurso&lt;br /&gt;Fui desclassificado&lt;br /&gt;Por hunanimidade&lt;br /&gt;Disseram que os versos&lt;br /&gt;Eram de pé quebrado&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Cadeira Vazia&lt;br /&gt;(Cartola/Nuno Veloso)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu quisera esquecer o passado&lt;br /&gt;Eu quisera mas sou obrigado&lt;br /&gt;A lembrar o grande Noel&lt;br /&gt;Ainda resta a cadeira vazia&lt;br /&gt;Da escola de filosofia&lt;br /&gt;No bairro de Vila Isabel&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Professores trilham seu caminho&lt;br /&gt;Dentre eles destaco Martinho&lt;br /&gt;Mas nenm todos, nenhum,&lt;br /&gt;nem ninguém&lt;br /&gt;A você se chegou&lt;br /&gt;Eu também agora prossigo&lt;br /&gt;Esse grande trabalho&lt;br /&gt;Não sei se o baralho&lt;br /&gt;Deu trunfos demais pra você&lt;br /&gt;Nem cartas poucas para mim&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6330035690421843343-2635647597904396491?l=vbreportagens.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vbreportagens.blogspot.com/feeds/2635647597904396491/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6330035690421843343&amp;postID=2635647597904396491&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/2635647597904396491'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/2635647597904396491'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/cartola-11-10-1908-100-anos.html' title='Cartola - 11-10-1908 (100 Anos)'/><author><name>Osvaldo Barreto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08518641928163621644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://photos1.blogger.com/x/blogger2/1418/777464124616941/211/z/508053/gse_multipart15066.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SPDyiouyj-I/AAAAAAAAC5I/uAdEnik8V-o/s72-c/Cartlola.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6330035690421843343.post-4308366021677841473</id><published>2008-10-08T11:45:00.003-03:00</published><updated>2008-10-09T01:10:28.075-03:00</updated><title type='text'>Mário de  Andrade,  dia 9 de outubro. (VII)</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SOzIEa3Q44I/AAAAAAAAC24/F3ODK5tShbE/s1600-h/mario04.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SOzIEa3Q44I/AAAAAAAAC24/F3ODK5tShbE/s200/mario04.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5254794843490673538" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Lundu do escritor difícil&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sou um escritor difícil&lt;br /&gt;Que a muita gente enquizila,&lt;br /&gt;Porém essa culpa é fácil&lt;br /&gt;De se acabar duma vez:&lt;br /&gt;É só tirar a cortina&lt;br /&gt;Que entra luz nesta escurez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cortina de brim caipora,&lt;br /&gt;Com teia caranguejeira&lt;br /&gt;E enfeite ruim de caipira,&lt;br /&gt;Fale fala brasileira&lt;br /&gt;Que você enxerga bonito&lt;br /&gt;Tanta luz nesta capoeira&lt;br /&gt;Tal-e-qual numa gupiara.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Misturo tudo num saco,&lt;br /&gt;Mas gaúcho maranhense&lt;br /&gt;Que pára no Mato Grosso,&lt;br /&gt;Bate este angu de caroço&lt;br /&gt;Ver sopa de caruru;&lt;br /&gt;A vida é mesmo um buraco, &lt;br /&gt;Bobo é quem não é tatu!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sou um escritor difícil, &lt;br /&gt;Porém culpa de quem é!...&lt;br /&gt;Todo difícil é fácil, &lt;br /&gt;Abasta a gente saber.&lt;br /&gt;Bajé, pixé, chué, ôh "xavié"&lt;br /&gt;De tão fácil virou fóssil, &lt;br /&gt;O difícil é aprender!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Virtude de urubutinga&lt;br /&gt;De enxergar tudo de longe!&lt;br /&gt;Não carece vestir tanga&lt;br /&gt;Pra penetrar meu caçanje!&lt;br /&gt;Você sabe o francês "singe"&lt;br /&gt;Mas não sabe o que é guariba?&lt;br /&gt;— Pois é macaco, seu mano, &lt;br /&gt;Que só sabe o que é da estranja.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6330035690421843343-4308366021677841473?l=vbreportagens.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vbreportagens.blogspot.com/feeds/4308366021677841473/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6330035690421843343&amp;postID=4308366021677841473&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/4308366021677841473'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/4308366021677841473'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/mrio-de-andrade-dia-9-de-outubro-vii.html' title='Mário de  Andrade,  dia 9 de outubro. (VII)'/><author><name>Osvaldo Barreto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08518641928163621644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://photos1.blogger.com/x/blogger2/1418/777464124616941/211/z/508053/gse_multipart15066.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SOzIEa3Q44I/AAAAAAAAC24/F3ODK5tShbE/s72-c/mario04.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6330035690421843343.post-3825584348388328639</id><published>2008-10-07T09:35:00.005-03:00</published><updated>2008-10-07T09:40:04.739-03:00</updated><title type='text'>Mário de  Andrade,  dia 9 de outubro. (VI)</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SOtX79SnT0I/AAAAAAAAC1Q/qCIxIyVV80k/s1600-h/mario04.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SOtX79SnT0I/AAAAAAAAC1Q/qCIxIyVV80k/s200/mario04.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5254390077834350402" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Ode ao burguês&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu insulto o burguês! O burguês-níquel&lt;br /&gt;o burguês-burguês!&lt;br /&gt;A digestão bem-feita de São Paulo!&lt;br /&gt;O homem-curva! O homem-nádegas!&lt;br /&gt;O homem que sendo francês, brasileiro, italiano, &lt;br /&gt;é sempre um cauteloso pouco-a-pouco!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu insulto as aristocracias cautelosas!&lt;br /&gt;Os barões lampiões! Os condes Joões! Os duques zurros!&lt;br /&gt;Que vivem dentro de muros sem pulos,&lt;br /&gt;e gemem sangue de alguns mil-réis fracos&lt;br /&gt;para dizerem que as filhas da senhora falam o francês&lt;br /&gt;e tocam os "Printemps" com as unhas!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu insulto o burguês-funesto!&lt;br /&gt;O indigesto feijão com toucinho, dono das tradições!&lt;br /&gt;Fora os que algarismam os amanhãs!&lt;br /&gt;Olha a vida dos nossos setembros!&lt;br /&gt;Fará Sol? Choverá? Arlequinal!&lt;br /&gt;Mas à chuva dos rosais&lt;br /&gt;o êxtase fará sempre Sol!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Morte à gordura!&lt;br /&gt;Morte às adiposidades cerebrais!&lt;br /&gt;Morte ao burguês-mensal!&lt;br /&gt;Ao burguês-cinema! Ao burguês-tiburi!&lt;br /&gt;Padaria Suíssa! Morte viva ao Adriano!&lt;br /&gt;"— Ai, filha, que te darei pelos teus anos?&lt;br /&gt;— Um colar... — Conto e quinhentos!!!&lt;br /&gt;Más nós morremos de fome!"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Come! Come-te a ti mesmo, oh! gelatina pasma!&lt;br /&gt;Oh! purée de batatas morais!&lt;br /&gt;Oh! cabelos nas ventas! Oh! carecas!&lt;br /&gt;Ódio aos temperamentos regulares!&lt;br /&gt;Ódio aos relógios musculares! Morte à infâmia!&lt;br /&gt;Ódio à soma! Ódio aos secos e molhados&lt;br /&gt;Ódio aos sem desfalecimentos nem arrependimentos,&lt;br /&gt;sempiternamente as mesmices convencionais!&lt;br /&gt;De mãos nas costas! Marco eu o compasso! Eia!&lt;br /&gt;Dois a dois! Primeira posição! Marcha!&lt;br /&gt;Todos para a Central do meu rancor inebriante!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ódio e insulto! Ódio e raiva! Ódio e mais ódio!&lt;br /&gt;Morte ao burguês de giolhos,&lt;br /&gt;cheirando religião e que não crê em Deus!&lt;br /&gt;Ódio vermelho! Ódio fecundo! Ódio cíclico!&lt;br /&gt;Ódio fundamento, sem perdão!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fora! Fu! Fora o bom burguês!...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6330035690421843343-3825584348388328639?l=vbreportagens.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vbreportagens.blogspot.com/feeds/3825584348388328639/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6330035690421843343&amp;postID=3825584348388328639&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/3825584348388328639'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/3825584348388328639'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/mrio-de-andrade-dia-9-de-outubro-vi.html' title='Mário de  Andrade,  dia 9 de outubro. (VI)'/><author><name>Osvaldo Barreto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08518641928163621644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://photos1.blogger.com/x/blogger2/1418/777464124616941/211/z/508053/gse_multipart15066.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SOtX79SnT0I/AAAAAAAAC1Q/qCIxIyVV80k/s72-c/mario04.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6330035690421843343.post-8976571567543403010</id><published>2008-10-06T21:18:00.008-03:00</published><updated>2008-10-06T22:20:47.813-03:00</updated><title type='text'>Obra completa de Machado de Assis</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=11300&amp;Itemid=1338&amp;sistemas=1"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://1.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SOqvgnaOaMI/AAAAAAAAC04/rBNpp8kMcJ0/s400/imagem+de+Machado+de+Assis.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5254204890150758594" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Sobre o projeto&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O projeto de edição das obras de Machado de Assis em formato digital foi pensado, primeiramente, como parte das atividades que marcam o centenário da morte do autor, além de responder à necessidade de ampliar o acesso a sua obra, aos estudantes dos diferentes níveis e ao público leitor em geral. &lt;a href="http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=11300&amp;Itemid=1338&amp;sistemas=1"&gt;Click aqui!!!&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=11300&amp;Itemid=1338&amp;sistemas=1"&gt;Ministério da Educação&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6330035690421843343-8976571567543403010?l=vbreportagens.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vbreportagens.blogspot.com/feeds/8976571567543403010/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6330035690421843343&amp;postID=8976571567543403010&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/8976571567543403010'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/8976571567543403010'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/obra-completa-de-machado-de-assis.html' title='Obra completa de Machado de Assis'/><author><name>Osvaldo Barreto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08518641928163621644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://photos1.blogger.com/x/blogger2/1418/777464124616941/211/z/508053/gse_multipart15066.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SOqvgnaOaMI/AAAAAAAAC04/rBNpp8kMcJ0/s72-c/imagem+de+Machado+de+Assis.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6330035690421843343.post-4700970325571084936</id><published>2008-10-06T08:55:00.004-03:00</published><updated>2008-10-06T09:02:50.688-03:00</updated><title type='text'>Mário de  Andrade,  dia 9 de outubro. (V)</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SOn9Co96MCI/AAAAAAAAC0o/O1ldz2aUXFI/s1600-h/mario04.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SOn9Co96MCI/AAAAAAAAC0o/O1ldz2aUXFI/s200/mario04.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5254008662103044130" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Poemas da amiga&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tarde se deitava nos meus olhos&lt;br /&gt;E a fuga da hora me entregava abril, &lt;br /&gt;Um sabor familiar de até-logo criava &lt;br /&gt;Um ar, e, não sei porque, te percebi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltei-me em flor. Mas era apenas tua lembrança.&lt;br /&gt;Estavas longe doce amiga e só vi no perfil da cidade&lt;br /&gt;O arcanjo forte do arranha-céu cor de rosa,&lt;br /&gt;Mexendo asas azuis dentro da tarde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando eu morrer quero ficar,&lt;br /&gt;Não contem aos meus amigos,&lt;br /&gt;Sepultado em minha cidade,&lt;br /&gt;Saudade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meus pés enterrem na rua Aurora, &lt;br /&gt;No Paissandu deixem meu sexo, &lt;br /&gt;Na Lopes Chaves a cabeça &lt;br /&gt;Esqueçam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Pátio do Colégio afundem &lt;br /&gt;O meu coração paulistano: &lt;br /&gt;Um coração vivo e um defunto &lt;br /&gt;Bem juntos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escondam no Correio o ouvido &lt;br /&gt;Direito, o esquerdo nos Telégrafos, &lt;br /&gt;Quero saber da vida alheia &lt;br /&gt;Sereia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O nariz guardem nos rosais,&lt;br /&gt;A língua no alto do Ipiranga&lt;br /&gt;Para cantar a liberdade.&lt;br /&gt;Saudade...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os olhos lá no Jaraguá&lt;br /&gt;Assistirão ao que há de vir, &lt;br /&gt;O joelho na Universidade,&lt;br /&gt;Saudade...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As mãos atirem por aí, &lt;br /&gt;Que desvivam como viveram, &lt;br /&gt;As tripas atirem pro Diabo, &lt;br /&gt;Que o espírito será de Deus.&lt;br /&gt;Adeus.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6330035690421843343-4700970325571084936?l=vbreportagens.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vbreportagens.blogspot.com/feeds/4700970325571084936/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6330035690421843343&amp;postID=4700970325571084936&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/4700970325571084936'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/4700970325571084936'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/mrio-de-andrade-dia-9-de-outubro-v.html' title='Mário de  Andrade,  dia 9 de outubro. (V)'/><author><name>Osvaldo Barreto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08518641928163621644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://photos1.blogger.com/x/blogger2/1418/777464124616941/211/z/508053/gse_multipart15066.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SOn9Co96MCI/AAAAAAAAC0o/O1ldz2aUXFI/s72-c/mario04.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6330035690421843343.post-7893534088335476358</id><published>2008-10-05T09:58:00.002-03:00</published><updated>2008-10-05T10:07:31.996-03:00</updated><title type='text'>Mário de  Andrade,  dia 9 de outubro. (IV)</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SOfDDWaBKDI/AAAAAAAAC0Q/1iZOnH-RfIo/s1600-h/mario04.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 30px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SOfDDWaBKDI/AAAAAAAAC0Q/1iZOnH-RfIo/s200/mario04.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5253381952672704562" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;A serra do rola-moça&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Serra do Rola-Moça&lt;br /&gt;Não tinha esse nome não...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles eram do outro lado,&lt;br /&gt;Vieram na vila casar.&lt;br /&gt;E atravessaram a serra,&lt;br /&gt;O noivo com a noiva dele&lt;br /&gt;Cada qual no seu cavalo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes que chegasse a noite&lt;br /&gt;Se lembraram de voltar.&lt;br /&gt;Disseram adeus pra todos&lt;br /&gt;E se puserem de novo&lt;br /&gt;Pelos atalhos da serra&lt;br /&gt;Cada qual no seu cavalo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dois estavam felizes,&lt;br /&gt;Na altura tudo era paz.&lt;br /&gt;Pelos caminhos estreitos&lt;br /&gt;Ele na frente, ela atrás.&lt;br /&gt;E riam. Como eles riam!&lt;br /&gt;Riam até sem razão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Serra do Rola-Moça&lt;br /&gt;Não tinha esse nome não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As tribos rubras da tarde&lt;br /&gt;Rapidamente fugiam&lt;br /&gt;E apressadas se escondiam&lt;br /&gt;Lá embaixo nos socavões,&lt;br /&gt;Temendo a noite que vinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém os dois continuavam&lt;br /&gt;Cada qual no seu cavalo,&lt;br /&gt;E riam. Como eles riam!&lt;br /&gt;E os risos também casavam&lt;br /&gt;Com as risadas dos cascalhos,&lt;br /&gt;Que pulando levianinhos&lt;br /&gt;Da vereda se soltavam,&lt;br /&gt;Buscando o despenhadeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ali, Fortuna inviolável!&lt;br /&gt;O casco pisara em falso.&lt;br /&gt;Dão noiva e cavalo um salto&lt;br /&gt;Precipitados no abismo.&lt;br /&gt;Nem o baque se escutou.&lt;br /&gt;Faz um silêncio de morte,&lt;br /&gt;Na altura tudo era paz ...&lt;br /&gt;Chicoteado o seu cavalo,&lt;br /&gt;No vão do despenhadeiro&lt;br /&gt;O noivo se despenhou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a Serra do Rola-Moça&lt;br /&gt;Rola-Moça se chamou.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6330035690421843343-7893534088335476358?l=vbreportagens.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vbreportagens.blogspot.com/feeds/7893534088335476358/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6330035690421843343&amp;postID=7893534088335476358&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/7893534088335476358'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/7893534088335476358'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/mrio-de-andrade-dia-9-de-outubro-iv.html' title='Mário de  Andrade,  dia 9 de outubro. (IV)'/><author><name>Osvaldo Barreto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08518641928163621644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://photos1.blogger.com/x/blogger2/1418/777464124616941/211/z/508053/gse_multipart15066.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SOfDDWaBKDI/AAAAAAAAC0Q/1iZOnH-RfIo/s72-c/mario04.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6330035690421843343.post-1652602850601337263</id><published>2008-10-04T16:22:00.007-03:00</published><updated>2008-10-05T10:10:23.881-03:00</updated><title type='text'>Mário de  Andrade,  dia 9 de outubro. (III)</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SOfDDWaBKDI/AAAAAAAAC0Q/1iZOnH-RfIo/s1600-h/mario04.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 30px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SOfDDWaBKDI/AAAAAAAAC0Q/1iZOnH-RfIo/s200/mario04.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5253381952672704562" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Aceitarás o amor como eu o encaro ?...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aceitarás o amor como eu o encaro ?...&lt;br /&gt;...Azul bem leve, um nimbo, suavemente&lt;br /&gt;Guarda-te a imagem, como um anteparo&lt;br /&gt;Contra estes móveis de banal presente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo o que há de melhor e de mais raro&lt;br /&gt;Vive em teu corpo nu de adolescente,&lt;br /&gt;A perna assim jogada e o braço, o claro&lt;br /&gt;Olhar preso no meu, perdidamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não exijas mais nada. Não desejo&lt;br /&gt;Também mais nada, só te olhar, enquanto&lt;br /&gt;A realidade é simples, e isto apenas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que grandeza... a evasão total do pejo&lt;br /&gt;Que nasce das imperfeições. O encanto&lt;br /&gt;Que nasce das adorações serenas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6330035690421843343-1652602850601337263?l=vbreportagens.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vbreportagens.blogspot.com/feeds/1652602850601337263/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6330035690421843343&amp;postID=1652602850601337263&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/1652602850601337263'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/1652602850601337263'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/mrio-de-andrade-dia-9-de-outubro-03.html' title='Mário de  Andrade,  dia 9 de outubro. (III)'/><author><name>Osvaldo Barreto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08518641928163621644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://photos1.blogger.com/x/blogger2/1418/777464124616941/211/z/508053/gse_multipart15066.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SOfDDWaBKDI/AAAAAAAAC0Q/1iZOnH-RfIo/s72-c/mario04.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6330035690421843343.post-7566040306255672149</id><published>2008-10-04T04:51:00.003-03:00</published><updated>2008-10-05T10:14:04.717-03:00</updated><title type='text'>Mário de Andrade, dia 9 de outubro. (II)</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SOcg__eVpEI/AAAAAAAAC0I/zG_KDol_R_M/s1600-h/mario04.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SOcg__eVpEI/AAAAAAAAC0I/zG_KDol_R_M/s200/mario04.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5253203774093501506" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Moça linda bem tratada&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Moça linda bem tratada,&lt;br /&gt;Três séculos de família,&lt;br /&gt;Burra como uma porta:&lt;br /&gt;Um amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grã-fino do despudor,&lt;br /&gt;Esporte, ignorância e sexo, &lt;br /&gt;Burro como uma porta:&lt;br /&gt;Um coió.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mulher gordaça, filó, &lt;br /&gt;De ouro por todos os poros&lt;br /&gt;Burra como uma porta:&lt;br /&gt;Paciência...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Plutocrata sem consciência, &lt;br /&gt;Nada porta, terremoto&lt;br /&gt;Que a porta de pobre arromba:&lt;br /&gt;Uma bomba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SOcg__eVpEI/AAAAAAAAC0I/zG_KDol_R_M/s1600-h/mario04.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SOcg__eVpEI/AAAAAAAAC0I/zG_KDol_R_M/s200/mario04.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5253203774093501506" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Descobrimento&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abancado à escrivaninha em São Paulo&lt;br /&gt;Na minha casa da rua Lopes Chaves&lt;br /&gt;De supetão senti um friúme por dentro.&lt;br /&gt;Fiquei trêmulo, muito comovido&lt;br /&gt;Com o livro palerma olhando pra mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não vê que me lembrei que lá no Norte, meu Deus! &lt;br /&gt;muito longe de mim&lt;br /&gt;Na escuridão ativa da noite que caiu&lt;br /&gt;Um homem pálido magro de cabelo escorrendo nos olhos,&lt;br /&gt;Depois de fazer uma pele com a borracha do dia,&lt;br /&gt;Faz pouco se deitou, está dormindo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse homem é brasileiro que nem eu.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6330035690421843343-7566040306255672149?l=vbreportagens.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vbreportagens.blogspot.com/feeds/7566040306255672149/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6330035690421843343&amp;postID=7566040306255672149&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/7566040306255672149'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/7566040306255672149'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/mrio-de-andrade-dia-9-de-outubro.html' title='Mário de Andrade, dia 9 de outubro. (II)'/><author><name>Osvaldo Barreto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08518641928163621644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://photos1.blogger.com/x/blogger2/1418/777464124616941/211/z/508053/gse_multipart15066.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SOcg__eVpEI/AAAAAAAAC0I/zG_KDol_R_M/s72-c/mario04.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6330035690421843343.post-8470494165666754806</id><published>2008-10-03T21:57:00.002-03:00</published><updated>2008-10-03T22:03:40.518-03:00</updated><title type='text'>Mário de  Andrade,  dia 9 de outubro.</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SObAEgYFi-I/AAAAAAAAC0A/wpq67sXKWJg/s1600-h/mario04.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SObAEgYFi-I/AAAAAAAAC0A/wpq67sXKWJg/s200/mario04.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5253097199017233378" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;A meditação sobre o Tietê&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Água do meu Tietê, &lt;br /&gt;Onde me queres levar?&lt;br /&gt;- Rio que entras pela terra&lt;br /&gt;E que me afastas do mar...&lt;br /&gt;É noite. E tudo é noite. Debaixo do arco admirável&lt;br /&gt;Da Ponte das Bandeiras o rio&lt;br /&gt;Murmura num banzeiro de água pesada e oliosa.&lt;br /&gt;É noite e tudo é noite. Uma ronda de sombras,&lt;br /&gt;Soturnas sombras, enchem de noite de tão vasta&lt;br /&gt;O peito do rio, que é como si a noite fosse água,&lt;br /&gt;Água noturna, noite líquida, afogando de apreensões&lt;br /&gt;As altas torres do meu coração exausto. De repente&lt;br /&gt;O ólio das águas recolhe em cheio luzes trêmulas,&lt;br /&gt;É um susto. E num momento o rio&lt;br /&gt;Esplende em luzes inumeráveis, lares, palácios e ruas,&lt;br /&gt;Ruas, ruas, por onde os dinossauros caxingam&lt;br /&gt;Agora, arranha-céus valentes donde saltam&lt;br /&gt;Os bichos blau e os punidores gatos verdes,&lt;br /&gt;Em cânticos, em prazeres, em trabalhos e fábricas,&lt;br /&gt;Luzes e glória. É a cidade... É a emaranhada forma&lt;br /&gt;Humana corrupta da vida que muge e se aplaude.&lt;br /&gt;E se aclama e se falsifica e se esconde. E deslumbra.&lt;br /&gt;Mas é um momento só. Logo o rio escurece de novo,&lt;br /&gt;Está negro. As águas oliosas e pesadas se aplacam&lt;br /&gt;Num gemido. Flor. Tristeza que timbra um caminho de morte.&lt;br /&gt;É noite. E tudo é noite. E o meu coração devastado&lt;br /&gt;É um rumor de germes insalubres pela noite insone e humana.&lt;br /&gt;Meu rio, meu Tietê, onde me levas?&lt;br /&gt;Sarcástico rio que contradizes o curso das águas&lt;br /&gt;E te afastas do mar e te adentras na terra dos homens,&lt;br /&gt;Onde me queres levar?...&lt;br /&gt;Por que me proíbes assim praias e mar, por que&lt;br /&gt;Me impedes a fama das tempestades do Atlântico&lt;br /&gt;E os lindos versos que falam em partir e nunca mais voltar?&lt;br /&gt;Rio que fazes terra, húmus da terra, bicho da terra,&lt;br /&gt;Me induzindo com a tua insistência turrona paulista&lt;br /&gt;Para as tempestades humanas da vida, rio, meu rio!...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já nada me amarga mais a recusa da vitória&lt;br /&gt;Do indivíduo, e de me sentir feliz em mim.&lt;br /&gt;Eu mesmo desisti dessa felicidade deslumbrante,&lt;br /&gt;E fui por tuas águas levado,&lt;br /&gt;A me reconciliar com a dor humana pertinaz,&lt;br /&gt;E a me purificar no barro dos sofrimentos dos homens.&lt;br /&gt;Eu que decido. E eu mesmo me reconstituí árduo na dor&lt;br /&gt;Por minhas mãos, por minhas desvividas mãos, por&lt;br /&gt;Estas minhas próprias mãos que me traem,&lt;br /&gt;Me desgastaram e me dispersaram por todos os descaminhos,&lt;br /&gt;Fazendo de mim uma trama onde a aranha insaciada&lt;br /&gt;Se perdeu em cisco e polem, cadáveres e verdades e ilusões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas porém, rio, meu rio, de cujas águas eu nasci,&lt;br /&gt;Eu nem tenho direito mais de ser melancólico e frágil,&lt;br /&gt;Nem de me estrelar nas volúpias inúteis da lágrima!&lt;br /&gt;Eu me reverto às tuas águas espessas de infâmias,&lt;br /&gt;Oliosas, eu, voluntariamente, sofregamente, sujado&lt;br /&gt;De infâmias, egoísmos e traições. E as minhas vozes,&lt;br /&gt;Perdidas do seu tenor, rosnam pesadas e oliosas,&lt;br /&gt;Varando terra adentro no espanto dos mil futuros,&lt;br /&gt;À espera angustiada do ponto. Não do meu ponto final!&lt;br /&gt;Eu desisiti! Mas do ponto entre as águas e a noite,&lt;br /&gt;Daquele ponto leal à terrestre pergunta do homem,&lt;br /&gt;De que o homem há de nascer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu vejo; não é por mim, o meu verso tomando&lt;br /&gt;As cordas oscilantes da serpente, rio.&lt;br /&gt;Toda a graça, todo o prazer da vida se acabou.&lt;br /&gt;Nas tuas águas eu contemplo o Boi Paciência &lt;br /&gt;Se afogando, que o peito das águas tudo soverteu.&lt;br /&gt;Contágios, tradições, brancuras e notícias,&lt;br /&gt;Mudo, esquivo, dentro da noite, o peito das águas,&lt;br /&gt;fechado, mudo,&lt;br /&gt;Mudo e vivo, no despeito estrídulo que me fustiga e devora.&lt;br /&gt;Destino, predestinações... meu destino. Estas águas&lt;br /&gt;Do meu Tietê são abjetas e barrentas,&lt;br /&gt;Dão febre, dão morte decerto, e dão garças e antíteses.&lt;br /&gt;Nem as ondas das suas praias cantam, e no fundo&lt;br /&gt;Das manhãs elas dão gargalhadas frenéticas,&lt;br /&gt;Silvos de tocaias e lamurientos jacarés.&lt;br /&gt;Isto não são águas que se beba, conhecido, isto são&lt;br /&gt;Águas do vício da terra. Os jabirus e os socós&lt;br /&gt;Gargalham depois morrem. E as antas e os bandeirantes e os ingás,&lt;br /&gt;Depois morrem. Sobra não. Nem siquer o Boi Paciência&lt;br /&gt;Se muda não. Vai tudo ficar na mesma, mas vai!... e os corpos&lt;br /&gt;Podres envenenam estas águas completas no bem e no mal.&lt;br /&gt;Isto não são águas que se beba, conhecido! Estas águas&lt;br /&gt;São malditas e dão morte, eu descobri! e é por isso&lt;br /&gt;Que elas se afastam dos oceanos e induzem à terra dos homens,&lt;br /&gt;Paspalhonas. Isto não são água que se beba, eu descobri!&lt;br /&gt;E o meu peito das águas se esborrifa, ventarrão vem, se encapela&lt;br /&gt;Engruvinhado de dor que não se suporta mais.&lt;br /&gt;Me sinto o pai Tietê! ôh força dos meus sovacos!&lt;br /&gt;Cio de amor que me impede, que destrói e fecunda!&lt;br /&gt;Nordeste de impaciente amor sem metáforas,&lt;br /&gt;Que se horroriza e enraivece de sentir-se&lt;br /&gt;Demagogicamente tão sozinho! Ô força!&lt;br /&gt;Incêndio de amor estrondante, enchente magnânima que me inunda,&lt;br /&gt;Me alarma e me destroça, inerme por sentir-me&lt;br /&gt;Demagogicamente tão só!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A culpa é tua, Pai Tietê? A culpa é tua&lt;br /&gt;Si as tuas águas estão podres de fel&lt;br /&gt;E majestade falsa? A culpa é tua&lt;br /&gt;Onde estão os amigos? Onde estão os inimigos?&lt;br /&gt;Onde estão os pardais? e os teus estudiosos e sábios, e&lt;br /&gt;Os iletrados?&lt;br /&gt;Onde o teu povo? e as mulheres! dona Hircenuhdis Quiroga!&lt;br /&gt;E os Prados e os crespos e os pratos e &lt;br /&gt;os barbas e os gatos e os línguas&lt;br /&gt;Do Instituto Histórico e Geográfico, e os museus e a Cúria, &lt;br /&gt;e os senhores chantres reverendíssimos,&lt;br /&gt;Celso niil estate varíolas gide memoriam,&lt;br /&gt;Calípedes flogísticos e a Confraria Brasiliense e Clima&lt;br /&gt;E os jornalistas e os trustkistas e a Light e as&lt;br /&gt;Novas ruas abertas e a falta de habitações e&lt;br /&gt;Os mercados?... E a tiradeira divina de Cristo!...&lt;br /&gt;Tu és Demagogia. A própria vida abstrata tem vergonha&lt;br /&gt;De ti em tua ambição fumarenta.&lt;br /&gt;És demagogia em teu coração insubmisso.&lt;br /&gt;És demagogia em teu desequilíbrio anticéptico&lt;br /&gt;E antiuniversitário.&lt;br /&gt;És demagogia. Pura demagogia.&lt;br /&gt;Demagogia pura. Mesmo alimpada de metáforas.&lt;br /&gt;Mesmo irrespirável de furor na fala reles:&lt;br /&gt;Demagogia.&lt;br /&gt;Tu és enquanto tudo é eternidade e malvasia:&lt;br /&gt;Demagogia.&lt;br /&gt;Tu és em meio à (crase) gente pia:&lt;br /&gt;Demagogia.&lt;br /&gt;És tu jocoso enquanto o ato gratuito se esvazia:&lt;br /&gt;Demagogia.&lt;br /&gt;És demagogia, ninguém chegue perto!&lt;br /&gt;Nem Alberto, nem Adalberto nem Dagoberto&lt;br /&gt;Esperto Ciumento Peripatético e Ceci&lt;br /&gt;E Tancredo e Afrodísio e também Armida&lt;br /&gt;E o próprio Pedro e também Alcibíades,&lt;br /&gt;Ninguém te chegue perto, porque tenhamos o pudor, &lt;br /&gt;O pudor do pudor, sejamos verticais e sutis, bem&lt;br /&gt;Sutis!... E as tuas mãos se emaranham lerdas,&lt;br /&gt;E o Pai Tietê se vai num suspiro educado e sereno,&lt;br /&gt;Porque és demagogia e tudo é demagogia.&lt;br /&gt;Olha os peixes, demagogo incivil! Repete os carcomidos peixes!&lt;br /&gt;São eles que empurram as águas e as fazem servir de alimento&lt;br /&gt;Às areias gordas da margem. Olha o peixe dourado sonoro,&lt;br /&gt;Esse é um presidente, mantém faixa de crachá no peito,&lt;br /&gt;Acirculado de tubarões que escondendo na fuça rotunda&lt;br /&gt;O perrepismo dos dentes, se revezam na rota solene&lt;br /&gt;Languidamente presidenciais. Ei-vem o tubarão-martelo&lt;br /&gt;E o lambari-spitfire. Ei-vem o boto-ministro.&lt;br /&gt;Ei-vem o peixe-boi com as mil mamicas imprudentes, &lt;br /&gt;Perturbado pelos golfinhos saltitantes e as tabaranas&lt;br /&gt;Em zás-trás dos guapos Pêdêcê e Guaporés.&lt;br /&gt;Eis o peixe-baleia entre os peixes muçuns lineares,&lt;br /&gt;E os bagres do lodo oliva e bilhões de peixins japoneses;&lt;br /&gt;Mas és asnático o peixe-baleia e vai logo encalhar na margem,&lt;br /&gt;Pois quis engolir a própria margem, confundido pela facheada,&lt;br /&gt;Peixes aos mil e mil, como se diz, brincabrincando&lt;br /&gt;De dirigir a corrente com ares de salva-vidas.&lt;br /&gt;E lá vem por debaixo e por de-banda os interrogativos peixes&lt;br /&gt;Internacionais, uns rubicundos sustentados de mosca,&lt;br /&gt;E os espadartes a trote chique, esses são espadartes! e as duas&lt;br /&gt;Semanas Santas se insultam e odeiam, na lufa-lufa de ganhar&lt;br /&gt;No bicho o corpo do crucificado. Mas as águas,&lt;br /&gt;As águas choram baixas num murmúrio lívido, e se difundem&lt;br /&gt;Tecidas de peixe e abandono, na mais incompetente solidão.&lt;br /&gt;Vamos, Demagogia! eia! sus! aceita o ventre e investe!&lt;br /&gt;Berra de amor humano impenitente,&lt;br /&gt;Cega, sem lágrimas, ignara, colérica, investe!&lt;br /&gt;Um dia hás de ter razão contra a ciência e a realidade,&lt;br /&gt;E contra os fariseus e as lontras luzidias.&lt;br /&gt;E contra os guarás e os elogiados. E contra todos os peixes.&lt;br /&gt;E também os mariscos, as ostras e os trairões fartos de equilíbrio e&lt;br /&gt;Pundhonor.&lt;br /&gt;Pum d'honor.&lt;br /&gt;Qué-de as Juvenilidades Auriverdes!&lt;br /&gt;Eu tenho medo... Meu coração está pequeno, é tanta&lt;br /&gt;Essa demagogia, é tamanha,&lt;br /&gt;Que eu tenho medo de abraçar os inimigos,&lt;br /&gt;Em busca apenas dum sabor,&lt;br /&gt;Em busca dum olhar,&lt;br /&gt;Um sabor, um olhar, uma certeza...&lt;br /&gt;É noite... Rio! meu rio! meu Tietê!&lt;br /&gt;É noite muito!... As formas... Eu busco em vão as formas&lt;br /&gt;Que me ancorem num porto seguro na terra dos homens.&lt;br /&gt;É noite e tudo é noite. O rio tristemente&lt;br /&gt;Murmura num banzeiro de água pesada e oliosa.&lt;br /&gt;Água noturna, noite líquida... Augúrios mornos afogam&lt;br /&gt;As altas torres do meu exausto coração.&lt;br /&gt;Me sinto esvair no apagado murmulho das águas&lt;br /&gt;Meu pensamento quer pensar, flor, meu peito&lt;br /&gt;Quereria sofrer, talvez (sem metáforas) uma dor irritada...&lt;br /&gt;Mas tudo se desfaz num choro de agonia&lt;br /&gt;Plácida. Não tem formas nessa noite, e o rio&lt;br /&gt;Recolhe mais esta luz, vibra, reflete, se aclara, refulge,&lt;br /&gt;E me larga desarmado nos transes da enorme cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Si todos esses dinossauros imponentes de luxo e diamante,&lt;br /&gt;Vorazes de genealogia e de arcanos,&lt;br /&gt;Quisessem reconquistar o passado...&lt;br /&gt;Eu me vejo sozinho, arrastando sem músculo&lt;br /&gt;A cauda do pavão e mil olhos de séculos, &lt;br /&gt;Sobretudo os vinte séculos de anticristianismo&lt;br /&gt;Da por todos chamada Civilização Cristã...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olhos que me intrigam, olhos que me denunciam,&lt;br /&gt;Da cauda do pavão, tão pesada e ilusória.&lt;br /&gt;Não posso continuar mais, não tenho, porque os homens&lt;br /&gt;Não querem me ajudar no meu caminho.&lt;br /&gt;Então a cauda se abriria orgulhosa e reflorescente&lt;br /&gt;De luzes inimagináveis e certezas...&lt;br /&gt;Eu não seria tão-somente o peso deste meu desconsolo,&lt;br /&gt;A lepra do meu castigo queimando nesta epiderme&lt;br /&gt;Que encurta, me encerra e me inutiliza na noite,&lt;br /&gt;Me revertendo minúsculo à advertência do meu rio.&lt;br /&gt;Escuto o rio. Assunto estes balouços em que o rio&lt;br /&gt;Murmura num banzeiro. E contemplo&lt;br /&gt;Como apenas se movimenta escravizada a torrente,&lt;br /&gt;E rola a multidão. Cada onda que abrolha&lt;br /&gt;E se mistura no rolar fatigado é uma dor. E o surto&lt;br /&gt;Mirim dum crime impune.&lt;br /&gt;Vêm de trás o estirão. É tão soluçante e tão longo,&lt;br /&gt;E lá na curva do rio vêm outros estirões e mais outros,&lt;br /&gt;E lá na frente são outros, todos soluçantes e presos&lt;br /&gt;Por curvas que serão sempre apenas as curvas do rio.&lt;br /&gt;Há de todos os assombros, de todas as purezas e martírios&lt;br /&gt;Nesse rolo torvo das águas. Meu Deus! meu&lt;br /&gt;Rio! como é possível a torpeza da enchente dos homens!&lt;br /&gt;Quem pode compreender o escravo macho&lt;br /&gt;E multimilenar que escorre e sofre, e mandado escorre&lt;br /&gt;Entre injustiça e impiedade, estreitado&lt;br /&gt;Nas margens e nas areias das praias sequiosas?&lt;br /&gt;Elas bebem e bebem. Não se fartam, deixando com desespero&lt;br /&gt;Que o rosto do galé aquoso ultrapasse esse dia,&lt;br /&gt;Pra ser represado e bebido pelas outras areias&lt;br /&gt;Das praias adiante, que também dominam, aprisionam e mandam&lt;br /&gt;A trágica sina do rolo das águas, e dirigem&lt;br /&gt;O leito impassível da injustiça e da impiedade.&lt;br /&gt;Ondas, a multidão, o rebanho, o rio, meu rio, um rio&lt;br /&gt;Que sobe! Fervilha e sobe! E se adentra fatalizado, e em vez&lt;br /&gt;De ir se alastrar arejado nas liberdades oceânicas,&lt;br /&gt;Em vez se adentra pela terra escura e ávida dos homens,&lt;br /&gt;Dando sangue e vida a beber. E a massa líquida&lt;br /&gt;Da multidão onde tudo se esmigalha e se iguala,&lt;br /&gt;Rola pesada e oliosa, e rola num rumor surdo,&lt;br /&gt;E rola mansa, amansada imensa eterna, mas&lt;br /&gt;No eterno imenso rígido canal da estulta dor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque os homens não me escutam! Por que os governadores&lt;br /&gt;Não me escutam? Por que não me escutam&lt;br /&gt;Os plutocratas e todos os que são chefes e são fezes?&lt;br /&gt;Todos os donos da vida? &lt;br /&gt;Eu lhes daria o impossível e lhes daria o segredo,&lt;br /&gt;Eu lhes dava tudo aquilo que fica pra cá do grito&lt;br /&gt;Metálico dos números, e tudo&lt;br /&gt;O que está além da insinuação cruenta da posse.&lt;br /&gt;E si acaso eles protestassem, que não! que não desejam&lt;br /&gt;A borboleta translúcida da humana vida, porque preferem&lt;br /&gt;O retrato a ólio das inaugurações espontâneas,&lt;br /&gt;Com béstias de operário e do oficial, imediatamente inferior.&lt;br /&gt;E palminhas, e mais os sorrisos das máscaras e a profunda comoção,&lt;br /&gt;Pois não! Melhor que isso eu lhes dava uma felicidade deslumbrante&lt;br /&gt;De que eu consegui me despojar porque tudo sacrifiquei.&lt;br /&gt;Sejamos generosíssimos. E enquanto os chefes e as fezes&lt;br /&gt;De mamadeira ficassem na creche de laca e lacinhos,&lt;br /&gt;Ingênuos brincando de felicidade deslumbrante:&lt;br /&gt;Nós nos iríamos de camisa aberta ao peito,&lt;br /&gt;Descendo verdadeiros ao léu da corrente do rio,&lt;br /&gt;Entrando na terra dos homens ao coro das quatro estações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois que mais uma vez eu me aniquilo sem reserva,&lt;br /&gt;E me estilhaço nas fagulhas eternamente esquecidas,&lt;br /&gt;E me salvo no eternamente esquecido fogo de amor...&lt;br /&gt;Eu estalo de amor e sou só amor arrebatado&lt;br /&gt;Ao fogo irrefletido do amor.&lt;br /&gt;...eu já amei sozinho comigo; eu já cultivei também&lt;br /&gt;O amor do amor, Maria!&lt;br /&gt;E a carne plena da amante, e o susto vário&lt;br /&gt;Da amiga, e a inconfidência do amigo... Eu já amei&lt;br /&gt;Contigo, Irmão Pequeno, no exílio da preguiça elevada, escolhido&lt;br /&gt;Pelas águas do túrbido rio do Amazonas, meu outro sinal.&lt;br /&gt;E também, ôh também! na mais impávida glória&lt;br /&gt;Descobridora da minha inconstância e aventura,&lt;br /&gt;Desque me fiz poeta e fui trezentos, eu amei&lt;br /&gt;Todos os homens, odiei a guerra, salvei a paz!&lt;br /&gt;E eu não sabia! eu bailo de ignorâncias inventivas,&lt;br /&gt;E a minha sabedoria vem das fontes que eu não sei!&lt;br /&gt;Quem move meu braço? quem beija por minha boca?&lt;br /&gt;Quem sofre e se gasta pelo meu renascido coração?&lt;br /&gt;Quem? sinão o incêndio nascituro do amor?...&lt;br /&gt;Eu me sinto grimpado no arco da Ponte das Bandeiras,&lt;br /&gt;Bardo mestiço, e o meu verso vence a corda&lt;br /&gt;Da caninana sagrada, e afina com os ventos dos ares, e enrouquece&lt;br /&gt;Úmido nas espumas da água do meu rio,&lt;br /&gt;E se espatifa nas dedilhações brutas do incorpóreo Amor.&lt;br /&gt;Por que os donos da vida não me escutam?&lt;br /&gt;Eu só sei que eu não sei por mim! sabem por mim as fontes&lt;br /&gt;Da água, e eu bailo de ignorâncias inventivas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu baile é solto como a dor que range, meu&lt;br /&gt;Baile é tão vário que possui mil sambas insonhados!&lt;br /&gt;Eu converteria o humano crime num baile mais denso&lt;br /&gt;Que estas ondas negras de água pesada e oliosa,&lt;br /&gt;Porque os meus gestos e os meus ritmos nascem&lt;br /&gt;Do incêndio puro do amor... Repetição. Primeira voz sabida, o Verbo.&lt;br /&gt;Primeiro troco. Primeiro dinheiro vendido. Repetição logo ignorada.&lt;br /&gt;Como é possível que o amor se mostre impotente assim&lt;br /&gt;Ante o ouro pelo qual o sacrificam os homens, &lt;br /&gt;Trocando a primavera que brinca na face das terras&lt;br /&gt;Pelo outro tesouro que dorme no fundo baboso do rio!&lt;br /&gt;É noite! é noite!... E tudo é noite! E os meus olhos são noite!&lt;br /&gt;Eu não enxergo siquer as barcaças na noite.&lt;br /&gt;Só a enorme cidade. E a cidade me chama e pulveriza,&lt;br /&gt;E me disfarça numa queixa flébil e comedida,&lt;br /&gt;Onde irei encontrar a malícia do Boi Paciência&lt;br /&gt;Redivivo. Flor. Meu suspiro ferido se agarra,&lt;br /&gt;Não quer sair, enche o peito de ardência ardilosa,&lt;br /&gt;Abre o olhar, e o meu olhar procura, flor, um tilintar&lt;br /&gt;Nos ares, nas luzes longe, no peito das águas,&lt;br /&gt;No reflexo baixo das nuvens.&lt;br /&gt;São formas... Formas que fogem, formas&lt;br /&gt;Indivisas, se atropelando, um tilintar de formas fugidias&lt;br /&gt;Que mal se abrem, flor, se fecham, flor, flor, informes inacessíveis,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na noite. E tudo é noite. Rio, o que eu posso fazer!...&lt;br /&gt;Rio, meu rio... mas porém há-de haver com certeza&lt;br /&gt;Outra vida melhor do outro lado de lá&lt;br /&gt;Da serra! E hei-de guardar silêncio&lt;br /&gt;Deste amor mais perfeito do que os homens?...&lt;br /&gt;Estou pequeno, inútil, bicho da terra, derrotado.&lt;br /&gt;No entanto eu sou maior... Eu sinto uma grandeza infatigável!&lt;br /&gt;Eu sou maior que os vermes e todos os animais.&lt;br /&gt;E todos os vegetais. E os vulcões vivos e os oceanos,&lt;br /&gt;Maior... Maior que a multidão do rio acorrentado,&lt;br /&gt;Maior que a estrela, maior que os adjetivos,&lt;br /&gt;Sou homem! vencedor das mortes, bem nascido além dos dias,&lt;br /&gt;Transfigurado além das profecias!&lt;br /&gt;Eu recuso a paciência, o boi morreu, eu recuso a esperança.&lt;br /&gt;Eu me acho tão cansado em meu furor.&lt;br /&gt;As águas apenas murmuram hostis, água vil mas turrona paulista&lt;br /&gt;Que sobe e se espraia, levando as auroras represadas&lt;br /&gt;Para o peito dos sofrimentos dos homens.&lt;br /&gt;... e tudo é noite. Sob o arco admirável&lt;br /&gt;Da Ponte das Bandeiras, morta, dissoluta, fraca, &lt;br /&gt;Uma lágrima apenas, uma lágrima,&lt;br /&gt;Eu sigo alga escusa nas águas do meu Tietê.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;30/11/1944 a 12/2/1945&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6330035690421843343-8470494165666754806?l=vbreportagens.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vbreportagens.blogspot.com/feeds/8470494165666754806/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6330035690421843343&amp;postID=8470494165666754806&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/8470494165666754806'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/8470494165666754806'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/mrio-de-andrade.html' title='Mário de  Andrade,  dia 9 de outubro.'/><author><name>Osvaldo Barreto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08518641928163621644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://photos1.blogger.com/x/blogger2/1418/777464124616941/211/z/508053/gse_multipart15066.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SObAEgYFi-I/AAAAAAAAC0A/wpq67sXKWJg/s72-c/mario04.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6330035690421843343.post-7662230500259854738</id><published>2008-10-03T14:22:00.001-03:00</published><updated>2008-12-09T16:42:29.219-03:00</updated><title type='text'>Língua portuguesa (de Olavo Bilac)</title><content type='html'>&lt;object width="382,5" height="309,6"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/HWf_G0xXfRA&amp;hl=pt-br&amp;fs=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/HWf_G0xXfRA&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="382,5" height="309,6"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;ANTERIORES:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbemtempo.blogspot.com/2007/09/cultura-hoje.html"&gt;Cultura hoje&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://venezadebrasileiros.blogspot.com/2007/09/vulgar.html"&gt;Vulgar&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://venezadebrasileiros.blogspot.com/2007/09/acidental.html"&gt;Acidental&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://venezadebrasileiros.blogspot.com/2007/09/vida.html"&gt;Vida&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2007/09/entrevista-com-lalton-arajo.html"&gt;Entrevista com Laílton Araújo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://venezadebrasileiros.blogspot.com/2007/09/cad-marluce.html"&gt;Cadê Marluce????&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2007/09/recife-de-uma-ponte-outra.html"&gt;Recife: de uma ponte a outra.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbemtempo.blogspot.com/2007/09/csio-137-parte-i.html"&gt;CÉSIO 137 – PARTE - I&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbemtempo.blogspot.com/2007/09/csio-137-parte-ii.html"&gt;CÉSIO 137 – PARTE II&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://venezadebrasileiros.blogspot.com/2007/09/candeias.html"&gt;Candeias&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://venezadebrasileiros.blogspot.com/2007/09/percepo.html"&gt;Percepção&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2007/09/massagueira-terra-prometida.html"&gt;Massagueira: a terra prometida!&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://venezadebrasileiros.blogspot.com/2007/01/praia-noite.html"&gt;-Praia à Noite&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://venezadebrasileiros.blogspot.com/2007/01/luz-e-flor.html"&gt;-Luz e Flor&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://venezadebrasileiros.blogspot.com/2007/01/jardim-fragoso-sem-jardim.html"&gt;-Jardim Fragoso sem Jardim&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://venezadebrasileiros.blogspot.com/2007/01/chove-ou-no-chove.html"&gt;-Chove ou não chove&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://venezadebrasileiros.blogspot.com/2007/01/mergulho.html"&gt;-Mergulho&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://venezadebrasileiros.blogspot.com/2007/01/lua-no-telhado.html"&gt;-Lua no telhado&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://venezadebrasileiros.blogspot.com/2007/01/musa-overmundo.html"&gt;-Viva o coletivo no over-bar&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://venezadebrasileiros.blogspot.com/2007/01/irms-gmeas.html"&gt;-Irmãs Gêmeas&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://venezadebrasileiros.blogspot.com/2007/01/cores-da-manh.html"&gt;-Cores da Manhã&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://venezadebrasileiros.blogspot.com/2007/01/o-guerreiro.html"&gt;-O Guerreiro&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://venezadebrasileiros.blogspot.com/2008/01/2007-at-2008.html"&gt;-2007 até 2008&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://venezadebrasileiros.blogspot.com/2008/01/desvendando-pessoas-poesia.html"&gt;-DESVENDANDO PESSOAS ( POESIA )&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://venezadebrasileiros.blogspot.com/2008/01/adeus-ano-velho-feliz-ano-novo.html"&gt;-Adeus ano velho ( Feliz ano novo )&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://venezadebrasileiros.blogspot.com/2008/01/cemitrio-de-santo-amaro.html"&gt;-Cemitério de Santo Amaro&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://venezadebrasileiros.blogspot.com/2008/01/joo-cabral-de-melo-neto.html"&gt;-João Cabral de Melo Neto&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://venezadebrasileiros.blogspot.com/2008/01/medida-do-amor.html"&gt;-A medida do Amor (Conto)&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://br.youtube.com/profile?user=Osvaldobarretofilho "&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/Rkx--8NX2aI/AAAAAAAABF4/T9W0_EMLcRg/s200/mmm.psd.jpg " border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6330035690421843343-7662230500259854738?l=vbreportagens.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vbreportagens.blogspot.com/feeds/7662230500259854738/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6330035690421843343&amp;postID=7662230500259854738&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/7662230500259854738'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/7662230500259854738'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/lngua-portuguesa-de-olavo-bilac.html' title='Língua portuguesa (de Olavo Bilac)'/><author><name>Osvaldo Barreto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08518641928163621644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' 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ponte a outra.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbemtempo.blogspot.com/2007/09/csio-137-parte-i.html"&gt;CÉSIO 137 – PARTE - I&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbemtempo.blogspot.com/2007/09/csio-137-parte-ii.html"&gt;CÉSIO 137 – PARTE II&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://venezadebrasileiros.blogspot.com/2007/09/candeias.html"&gt;Candeias&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://venezadebrasileiros.blogspot.com/2007/09/percepo.html"&gt;Percepção&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2007/09/massagueira-terra-prometida.html"&gt;Massagueira: a terra prometida!&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://venezadebrasileiros.blogspot.com/2007/01/praia-noite.html"&gt;-Praia à Noite&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://venezadebrasileiros.blogspot.com/2007/01/luz-e-flor.html"&gt;-Luz e Flor&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://venezadebrasileiros.blogspot.com/2007/01/jardim-fragoso-sem-jardim.html"&gt;-Jardim Fragoso sem Jardim&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://venezadebrasileiros.blogspot.com/2007/01/chove-ou-no-chove.html"&gt;-Chove ou não chove&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://venezadebrasileiros.blogspot.com/2007/01/mergulho.html"&gt;-Mergulho&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://venezadebrasileiros.blogspot.com/2007/01/lua-no-telhado.html"&gt;-Lua no telhado&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://venezadebrasileiros.blogspot.com/2007/01/musa-overmundo.html"&gt;-Viva o coletivo no over-bar&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://venezadebrasileiros.blogspot.com/2007/01/irms-gmeas.html"&gt;-Irmãs Gêmeas&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://venezadebrasileiros.blogspot.com/2007/01/cores-da-manh.html"&gt;-Cores da Manhã&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://venezadebrasileiros.blogspot.com/2007/01/o-guerreiro.html"&gt;-O Guerreiro&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://venezadebrasileiros.blogspot.com/2008/01/2007-at-2008.html"&gt;-2007 até 2008&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://venezadebrasileiros.blogspot.com/2008/01/desvendando-pessoas-poesia.html"&gt;-DESVENDANDO PESSOAS ( POESIA )&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://venezadebrasileiros.blogspot.com/2008/01/adeus-ano-velho-feliz-ano-novo.html"&gt;-Adeus ano velho ( Feliz ano novo )&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://venezadebrasileiros.blogspot.com/2008/01/cemitrio-de-santo-amaro.html"&gt;-Cemitério de Santo Amaro&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://venezadebrasileiros.blogspot.com/2008/01/joo-cabral-de-melo-neto.html"&gt;-João Cabral de Melo Neto&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://venezadebrasileiros.blogspot.com/2008/01/medida-do-amor.html"&gt;-A medida do Amor (Conto)&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://br.youtube.com/profile?user=Osvaldobarretofilho "&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/Rkx--8NX2aI/AAAAAAAABF4/T9W0_EMLcRg/s200/mmm.psd.jpg " border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6330035690421843343-4857126756082711279?l=vbreportagens.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vbreportagens.blogspot.com/feeds/4857126756082711279/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6330035690421843343&amp;postID=4857126756082711279&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/4857126756082711279'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/4857126756082711279'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vbreportagens.blogspot.com/2008/10/belo-belo-manuel-bandeira.html' title='Belo Belo ( Manuel Bandeira)'/><author><name>Osvaldo Barreto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08518641928163621644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://photos1.blogger.com/x/blogger2/1418/777464124616941/211/z/508053/gse_multipart15066.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/Rkx--8NX2aI/AAAAAAAABF4/T9W0_EMLcRg/s72-c/mmm.psd.jpg ' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6330035690421843343.post-8865112979097133767</id><published>2008-08-07T01:21:00.000-03:00</published><updated>2008-12-09T16:42:29.486-03:00</updated><title type='text'>Dia 08 de agosto é dia de José Mariano.</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SJp4fYq1xTI/AAAAAAAAB7w/WC_frRwj2ww/s1600-h/pe0103i1.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SJp4fYq1xTI/AAAAAAAAB7w/WC_frRwj2ww/s320/pe0103i1.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5231626397737665842" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;José Mariano da cunha&lt;/span&gt; nasceu no dia 08 de agosto de 1850, no Engenho Caxangá, em Ribeirão. Ele é um dos personagens mais honrados da história pernambucana. Abolicionista, jornalista aguerrido, político e orador. Como abolicionista, juntamente com Joaquim Nabuco, travou intensa campanha em favor da abolição da escravatura. Ingressa na Faculdade de Direito e se forma em 1870. Seu principal campo de luta foi o jornalismo, ora dirigindo jornais e ora apenas escrevendo, mas sempre em favor das causas populares, o que lhe valeu, na política, prisões e perseguições.Foi deputado federal na 1ª constituinte Republicana e em 1912.Antes disso, em 1891, foi escolhido primeiro prefeito eleito do Recife, mas a Revolta da Armada impediu sua posse. José Mariano Faleceu em 08 de junho de 1912.Ele é o patrono da Câmara de Vereadores do Recife.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leia mais na &lt;a href="http://www.fundaj.gov.br/notitia/servlet/newstorm.ns.presentation.NavigationServlet?publicationCode=16&amp;pageCode=307&amp;textCode=852"&gt;Fundação Joaquim Nabuco.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Galeria de Imagens:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/barretofamily/507842152/" title="Fogo por Osvaldo Barreto, no Flickr"&gt;&lt;img src="http://farm1.static.flickr.com/189/507842152_bf73341cd1_s.jpg" width="75" height="75" alt="Fogo" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/barretofamily/507842142/" title="Olhos Amarelos por Osvaldo Barreto, no Flickr"&gt;&lt;img src="http://farm1.static.flickr.com/216/507842142_6755b2910f_s.jpg" width="75" height="75" alt="Olhos Amarelos" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/barretofamily/416764463/" title="A rosa vermelha por Osvaldo Barreto, no Flickr"&gt;&lt;img src="http://farm1.static.flickr.com/180/416764463_9ac8fc9b52_s.jpg" width="75" height="75" alt="A rosa vermelha" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/barretofamily/499502514/" title="Amarela por Osvaldo Barreto, no Flickr"&gt;&lt;img src="http://farm1.static.flickr.com/202/499502514_0b450b8c04_s.jpg" width="75" height="75" alt="Amarela" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/barretofamily/499502510/" title="Olhos naturais por Osvaldo Barreto, no Flickr"&gt;&lt;img src="http://farm1.static.flickr.com/229/499502510_aaa9ec9743_s.jpg" width="75" height="75" alt="Olhos naturais" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/barretofamily/433076094/" title="Estrela Amarela por Osvaldo Barreto, no Flickr"&gt;&lt;img src="http://farm1.static.flickr.com/152/433076094_e28742f2b8_s.jpg" width="75" height="75" alt="Estrela Amarela" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/barretofamily/386926495/" title="Dançando com o vento por Osvaldo Barreto, no Flickr"&gt;&lt;img src="http://farm1.static.flickr.com/173/386926495_df276d8af5_s.jpg" width="75" height="75" alt="Dançando com o vento" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/barretofamily/2083929988/" title="Zoo Dois Irmãos por Osvaldo Barreto, no Flickr"&gt;&lt;img src="http://farm3.static.flickr.com/2311/2083929988_c884640938_s.jpg" width="75" height="75" alt="Zoo Dois Irmãos" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" quality="high" flashvars="networkUrl=http%3A%2F%2Fpensarte.ning.com%2F&amp;amp;panel=user&amp;amp;username=carvalholins&amp;amp;avatarUrl=http%3A%2F%2Fapi.ning.com%2Ficons%2Fprofile%2F1713679%3Fdefault%3D1713679%26width%3D48%26height%3D48&amp;amp;iAmMemberText=Sou membro da rede%3A&amp;amp;configXmlUrl=http%3A%2F%2Fstatic.ning.com%2Fpensarte%2Finstances%2Fmain%2Fembeddable%2Fbadge-config.xml%3Ft%3D1190203414" type="application/x-shockwave-flash" height="64" src="http://static.ning.com/pensarte/widgets/index/swf/badge.swf?v=1.11.0.1%3A738" bgcolor="#ffffff" salign="lt" width="207" wmode="transparent" scale="noscale"/&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" quality="high" flashvars="networkUrl=http%3A%2F%2Fpensarte.ning.com%2F&amp;amp;panel=user&amp;amp;username=OsvaldoBarreto&amp;amp;avatarUrl=http%3A%2F%2Fapi.ning.com%2Ficons%2Fprofile%2F1718371%3Fdefault%3D1718371%26width%3D48%26height%3D48&amp;amp;iAmMemberText=Sou+membro+da+rede%3A&amp;amp;configXmlUrl=http%3A%2F%2Fstatic.ning.com%2Fpensarte%2Finstances%2Fmain%2Fembeddable%2Fbadge-config.xml%3Ft%3D1190203414" type="application/x-shockwave-flash" height="64" src="http://static.ning.com/pensarte/widgets/index/swf/badge.swf?v=1.11.0.1%3A738" bgcolor="#ffffff" salign="lt" width="207" wmode="transparent" scale="noscale"/&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://venezadebrasileiros.blogspot.com/"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SBzekIbQK5I/AAAAAAAAB7A/cDoGiNoGDQE/s200/Veneza+de+Brasileiros.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5196272782397156242" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6330035690421843343-8865112979097133767?l=vbreportagens.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vbreportagens.blogspot.com/feeds/8865112979097133767/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6330035690421843343&amp;postID=8865112979097133767&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/8865112979097133767'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/8865112979097133767'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vbreportagens.blogspot.com/2008/08/dia-08-de-agosto-dia-de-jos-mariano.html' title='Dia 08 de agosto é dia de José Mariano.'/><author><name>Osvaldo Barreto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08518641928163621644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://photos1.blogger.com/x/blogger2/1418/777464124616941/211/z/508053/gse_multipart15066.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SJp4fYq1xTI/AAAAAAAAB7w/WC_frRwj2ww/s72-c/pe0103i1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6330035690421843343.post-8754311798950569197</id><published>2008-05-04T19:22:00.000-03:00</published><updated>2008-12-09T16:42:29.502-03:00</updated><title type='text'>Gregório de Matos</title><content type='html'>&lt;object width="400" height="300"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/CCjf35_j9o8&amp;hl=pt-br"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/CCjf35_j9o8&amp;hl=pt-br" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="400" height="300"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Gregório de Matos é o&lt;/span&gt; principal nome do Barroco Brasileiro. Nasceu, possivelmente, em 20 de dezembro de 1633.   Morreu bem antes das primeiras Revoluções Americanas contra o domínio dos seus colonizadores, porém, já no seu tempo, era a voz de Gregório de Matos que se ouvia contra, no nosso caso, os colonizadores portugueses. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="400" height="300"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/mldfEdJk-eY&amp;hl=pt-br"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/mldfEdJk-eY&amp;hl=pt-br" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="400" height="300"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Num cenário mundial de &lt;/span&gt;desajustes econômicos, sociais, culturais e religiosos nasce a literatura Barroca, também denominado Marinismo, na Itália; Preciosismo, na França; Eufuísmo, na Inglaterra;; Silesianismo, na Alemanha; Gongorismo, na Espanha e em Portugal (denominado assim devido a Luís de Gôngora). Esse manifesto influenciou vários artista com o seu estilo pessimista, sangrento e trágico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="400" height="300"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/iyZKssrfImI&amp;hl=pt-br"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/iyZKssrfImI&amp;hl=pt-br" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="400" height="300"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt; Gregório de Matos iniciou&lt;/span&gt; seus estudos no Colégio dos Jesuítas na Bahia e depois foi para Coimbra, onde é graduado em Direito. Vive por alguns anos em Lisboa e depois volta para Bahia. Na sua terra natal, é convidado para exercer o cargo de tesoureiro-mor da Companhia de Jesus. Devido as suas sátiras, fruto de um espírito irrequieto, abandona a igreja e é degredado para Angola. De lá é novamente banido. Volta ao Brasil, porém é proibido de pisar na Bahia e falar as suas sátiras. Morreu em Recife por volta de 1696.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="400" height="300"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/GjAA2qW0bHM&amp;hl=pt-br"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/GjAA2qW0bHM&amp;hl=pt-br" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="400" height="300"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Galeria de Imagens:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/barretofamily/507842152/" title="Fogo por Osvaldo Barreto, no Flickr"&gt;&lt;img src="http://farm1.static.flickr.com/189/507842152_bf73341cd1_s.jpg" width="75" height="75" alt="Fogo" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/barretofamily/507842142/" title="Olhos Amarelos por Osvaldo Barreto, no Flickr"&gt;&lt;img src="http://farm1.static.flickr.com/216/507842142_6755b2910f_s.jpg" width="75" height="75" alt="Olhos Amarelos" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/barretofamily/416764463/" title="A rosa vermelha por Osvaldo Barreto, no Flickr"&gt;&lt;img src="http://farm1.static.flickr.com/180/416764463_9ac8fc9b52_s.jpg" width="75" height="75" alt="A rosa vermelha" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/barretofamily/499502514/" title="Amarela por Osvaldo Barreto, no Flickr"&gt;&lt;img src="http://farm1.static.flickr.com/202/499502514_0b450b8c04_s.jpg" width="75" height="75" alt="Amarela" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/barretofamily/499502510/" title="Olhos naturais por Osvaldo Barreto, no Flickr"&gt;&lt;img src="http://farm1.static.flickr.com/229/499502510_aaa9ec9743_s.jpg" width="75" height="75" alt="Olhos naturais" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/barretofamily/433076094/" title="Estrela Amarela por Osvaldo Barreto, no Flickr"&gt;&lt;img src="http://farm1.static.flickr.com/152/433076094_e28742f2b8_s.jpg" width="75" height="75" alt="Estrela Amarela" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/barretofamily/386926495/" title="Dançando com o vento por Osvaldo Barreto, no Flickr"&gt;&lt;img src="http://farm1.static.flickr.com/173/386926495_df276d8af5_s.jpg" width="75" height="75" alt="Dançando com o vento" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/barretofamily/2083929988/" title="Zoo Dois Irmãos por Osvaldo Barreto, no Flickr"&gt;&lt;img src="http://farm3.static.flickr.com/2311/2083929988_c884640938_s.jpg" width="75" height="75" alt="Zoo Dois Irmãos" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" quality="high" flashvars="networkUrl=http%3A%2F%2Fpensarte.ning.com%2F&amp;amp;panel=user&amp;amp;username=carvalholins&amp;amp;avatarUrl=http%3A%2F%2Fapi.ning.com%2Ficons%2Fprofile%2F1713679%3Fdefault%3D1713679%26width%3D48%26height%3D48&amp;amp;iAmMemberText=Sou membro da rede%3A&amp;amp;configXmlUrl=http%3A%2F%2Fstatic.ning.com%2Fpensarte%2Finstances%2Fmain%2Fembeddable%2Fbadge-config.xml%3Ft%3D1190203414" type="application/x-shockwave-flash" height="64" src="http://static.ning.com/pensarte/widgets/index/swf/badge.swf?v=1.11.0.1%3A738" bgcolor="#ffffff" salign="lt" width="207" wmode="transparent" scale="noscale"/&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" quality="high" flashvars="networkUrl=http%3A%2F%2Fpensarte.ning.com%2F&amp;amp;panel=user&amp;amp;username=OsvaldoBarreto&amp;amp;avatarUrl=http%3A%2F%2Fapi.ning.com%2Ficons%2Fprofile%2F1718371%3Fdefault%3D1718371%26width%3D48%26height%3D48&amp;amp;iAmMemberText=Sou+membro+da+rede%3A&amp;amp;configXmlUrl=http%3A%2F%2Fstatic.ning.com%2Fpensarte%2Finstances%2Fmain%2Fembeddable%2Fbadge-config.xml%3Ft%3D1190203414" type="application/x-shockwave-flash" height="64" src="http://static.ning.com/pensarte/widgets/index/swf/badge.swf?v=1.11.0.1%3A738" bgcolor="#ffffff" salign="lt" width="207" wmode="transparent" scale="noscale"/&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://venezadebrasileiros.blogspot.com/"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/SBzekIbQK5I/AAAAAAAAB7A/cDoGiNoGDQE/s200/Veneza+de+Brasileiros.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5196272782397156242" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6330035690421843343-8754311798950569197?l=vbreportagens.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vbreportagens.blogspot.com/feeds/8754311798950569197/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6330035690421843343&amp;postID=8754311798950569197&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/8754311798950569197'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/8754311798950569197'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vbreportagens.blogspot.com/2008/05/gregrio-de-matos.html' title='Gregório de Matos'/><author><name>Osvaldo Barreto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08518641928163621644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://photos1.blogger.com/x/blogger2/1418/777464124616941/211/z/508053/gse_multipart15066.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://farm1.static.flickr.com/189/507842152_bf73341cd1_t.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6330035690421843343.post-581748492126145103</id><published>2008-01-02T20:24:00.000-03:00</published><updated>2008-12-09T16:42:29.667-03:00</updated><title type='text'>Cavalo-marinho Boi PIntado, o dia de Reis e a Lei Rouanet (Rosa Campello)</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/R3wWcMYQJsI/AAAAAAAAB5k/S7JBpKduKOk/s1600-h/1198905758_boi_pintado_morto_e_galantaria.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/R3wWcMYQJsI/AAAAAAAAB5k/S7JBpKduKOk/s400/1198905758_boi_pintado_morto_e_galantaria.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5151016747420100290" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Por Rosa Campello.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Celebração ao Dia de Reis,&lt;/span&gt; evento que acontece sempre dia 06 de janeiro, estaremos antecipando-o um pouco, para o dia 05 de janeiro de 2008, e com motivos de sobra para comemorá-lo: Mestre Grimário acaba de receber incentivo para finalizar seu CD CAVALO-MARINHO BOI PINTADO, o qual tem a participação especial das crianças do Ponto de Cultura do MOVIMENTO PRÓ-CRIANÇA através da Lei Rouanet!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!&lt;br /&gt;A Empresa socialmente responsável , é a STN - SISTEMA DE TRANSMISSÃO DO NORDESTE.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;"CAVALO-MARINHO,&lt;/span&gt; Uma Dança Dramática Brasileira:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Cavalo-marinho, uma tradição&lt;/span&gt; folclórica do ciclo de Natal, é a versão pernambucana do Bumba-meu-Boi. Encontrado em toda parte do Brasil, o Bumba-meu-boi é uma dança dramática que tem como elemento principal a morte e ressurreição do boi mágico.&lt;br /&gt;Uma apresentação de cavalo-marinho abrange música vocal, dança, cenas dramáticas, ação, poesia improvisada, música instrumental, máscaras e fantasias. No interior, para o norte do Recife, apresenta-se durante a safra da cana-de-açúcar( agosto a janeiro).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;O enredo do Cavalo-marinho&lt;/span&gt; concentra-se em torno do Capitão, um proprietário rural que tinha deixado suas terras sob o controle de Mateus e Sebastião, dois vaqueiros. O Capitão deseja celebrar a volta dele às suas terras, mas, os vaqueiros não deixam. O Capitão manda um Soldado tirar a licença à força, e ele consegue, após muita confusão cômica e pancadas altas, mas, sem dor, das bexigas de boi que o Mateus e o Sebastião usam como armas e instrumentos musicais. Agora é a vez do Mestre Ambrósio, que imita todas as personagens do folguedo, que continua com uma longa seqüência de danças pelo Capitão e seus Galantes, uma guarda de honra. Entre elas, são danças em homenagem aos Reis Magos, que compartilha temas musicais com as devoções de Reis no Portugal, e uma para São Gonçalo de Amarante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Entram, em seguida, dezenas&lt;/span&gt; de personagens, cada uma das quais faz parte do mundo do engenho-de-açúcar. Entre elas, há personagens realísticas, como o Valentão, o Cangaceiro e o Vaqueiro- que fala na poesia do Sertão, e imaginárias- como o Caboclo de Urubá. A apresentação termina com a entrada, dança, morte e ressurreição do Boi. O acompanhamento musical fica por conta do banco, um grupo de músicos que tocam Rabeca, Pandeiro, Bage( Reco-reco) e Mineiro( Ganzá). Os Percussionistas e, às vezes, o Rabequeiro também cantam. Entre seqüências, se ouve toadas do vasto repertório, versos improvisados e música instrumental para dança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Durante os anos 90, o interesse&lt;/span&gt; no Cavalo-marinho por parte do público da região metropolitana do Recife tem crescido muito, como parte de um ressurgimento de interesse na cultura popular em geral. Jovens visitam o interior para assistir a apresentações e para entrar no Mergulhão – a dança de abertura do Cavalo-marinho, e existem diversos projetos de pesquisa e documentação".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Texto: John Murphy, Ph.D., Etnomusicólogo e professor de música na Western Illinois University( até 2001) e a University of North Texas(à partir de Agosto de 2001). Vídeos:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://br.youtube.com/watch?v=v-ZbgFv74HE"&gt;Vídeo I&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://br.youtube.com/watch?v=YrnTAI0WwPc"&gt;Vídeo II&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://br.youtube.com/watch?v=_sNqh-3HtbA"&gt;Vídeo III&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://br.youtube.com/watch?v=DCwYzhMXlUI"&gt;Vídeo IV&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Publicado no &lt;a href="http://www.overmundo.com.br/agenda/cavalo-marinho-boi-pintado-o-dia-de-reis-e-a-lei-rouanet"&gt;Overmundo&lt;/a&gt; Por &lt;a href="http://www.overmundo.com.br/perfis/rosa-campello"&gt;Rosa Campello&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Onde fica: &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Sítio Trindade, Recife - PE&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;br /&gt;Quando ir:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;05/1/2007, às 19:00h&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Quanto custa: &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Grátis! Traga, apenas, um par de pernas bem dispostas...&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Website:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.movimentoprocrianca.org.br/"&gt;www.movimentoprocrianca.org.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Contato&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Rosa Campello: (81)96927778&lt;br /&gt;rosacampel@hotmail.com&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;ANTERIORES:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://venezadebrasileiros.blogspot.com/2007/12/copo.html"&gt;-Copo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=" http://venezadebrasileiros.blogspot.com/2007/12/releitura.html"&gt;-Releitura&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://venezadebrasileiros.blogspot.com/2007/12/no-cais-da-vida.html"&gt;-No cais da vida&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://venezadebrasileiros.blogspot.com/2007/12/3-concurso-de-fotografia-next-photo.html"&gt;-3ºconcurso de Fotografia Next-Photo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://venezadebrasileiros.blogspot.com/2007/12/os-amigos-das-aves.html"&gt;-Os amigos das Aves&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://venezadebrasileiros.blogspot.com/2007/12/e-voc-um-recifense-praticante.html"&gt;-E você??? É um recifense de verdade???&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://venezadebrasileiros.blogspot.com/2007/12/dana-o-que-cria-o-que-estabelece.html"&gt;-Dança – O que cria? O que estabelece???&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://venezadebrasileiros.blogspot.com/2007/12/do-telhado.html"&gt;-Do Telhado&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://venezadebrasileiros.blogspot.com/2007/12/de-todo-ser.html"&gt;-De todo ser&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=" http://vbemtempo.blogspot.com/2007/12/cultura-e-mito_16.html"&gt;-Cultura e Mito&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2007/12/crnica-cemitrio.html"&gt;-Freud, Cemitério e outras besteiras&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://venezadebrasileiros.blogspot.com/2007/12/rvore-em-mim.html"&gt;-Árvore em Mim&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://venezadebrasileiros.blogspot.com/2007/12/arteviva-realiza-musical-no-teatro.html"&gt;-Arteviva Realiza Musical no Teatro Armazém 14&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://venezadebrasileiros.blogspot.com/2007/12/todas-as-quartas-tem-de-graa.html"&gt;-Todas as quartas têm de graça.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://venezadebrasileiros.blogspot.com/2007/12/desmatamento.html"&gt;-Desmatamento&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://venezadebrasileiros.blogspot.com/2007/12/santa.html"&gt;-A santa&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://venezadebrasileiros.blogspot.com/2007/12/foi-se.html"&gt;-Foi-se&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://venezadebrasileiros.blogspot.com/2007/12/baile-do-menino-deus-atrao-no-marco.html"&gt;-Baile do Menino Deus é atração no Marco Zero&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://venezadebrasileiros.blogspot.com/2007/12/e-passou.html"&gt;-E passou...&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Galeria de Imagens:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/barretofamily/507842152/" title="Fogo por Osvaldo Barreto, no Flickr"&gt;&lt;img src="http://farm1.static.flickr.com/189/507842152_bf73341cd1_s.jpg" width="75" height="75" alt="Fogo" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/barretofamily/507842142/" title="Olhos Amarelos por Osvaldo Barreto, no Flickr"&gt;&lt;img src="http://farm1.static.flickr.com/216/507842142_6755b2910f_s.jpg" width="75" height="75" alt="Olhos Amarelos" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/barretofamily/416764463/" title="A rosa vermelha por Osvaldo Barreto, no Flickr"&gt;&lt;img src="http://farm1.static.flickr.com/180/416764463_9ac8fc9b52_s.jpg" width="75" height="75" alt="A rosa vermelha" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/barretofamily/499502514/" title="Amarela por Osvaldo Barreto, no Flickr"&gt;&lt;img src="http://farm1.static.flickr.com/202/499502514_0b450b8c04_s.jpg" width="75" height="75" alt="Amarela" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/barretofamily/499502510/" title="Olhos naturais por Osvaldo Barreto, no Flickr"&gt;&lt;img src="http://farm1.static.flickr.com/229/499502510_aaa9ec9743_s.jpg" width="75" height="75" alt="Olhos naturais" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/barretofamily/433076094/" title="Estrela Amarela por Osvaldo Barreto, no Flickr"&gt;&lt;img src="http://farm1.static.flickr.com/152/433076094_e28742f2b8_s.jpg" width="75" height="75" alt="Estrela Amarela" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/barretofamily/386926495/" title="Dançando com o vento por Osvaldo Barreto, no Flickr"&gt;&lt;img src="http://farm1.static.flickr.com/173/386926495_df276d8af5_s.jpg" width="75" height="75" alt="Dançando com o vento" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/barretofamily/2083929988/" title="Zoo Dois Irmãos por Osvaldo Barreto, no Flickr"&gt;&lt;img src="http://farm3.static.flickr.com/2311/2083929988_c884640938_s.jpg" width="75" height="75" alt="Zoo Dois Irmãos" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" quality="high" 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comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6330035690421843343&amp;postID=581748492126145103&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/581748492126145103'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/581748492126145103'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vbreportagens.blogspot.com/2008/01/cavalo-marinho-boi-pintado-o-dia-de.html' title='Cavalo-marinho Boi PIntado, o dia de Reis e a Lei Rouanet (Rosa Campello)'/><author><name>Osvaldo Barreto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08518641928163621644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' 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/&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Por Osvaldo Barreto&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Estava eu no curso de fotografia&lt;/span&gt; no Senac, quando surgiu uma idéia para uma aula prática, que achei muito interessante. Uma excursão dentro do cemitério de Santo Amaro, porém a idéia teve que esperar devido à rejeição dos alunos. Um disse que não entrava no cemitério, pois o pai havia falecido recentemente e outros não justificaram nada. E até que achei uma posição mais honesta, mais correta, não declarar os seus temores, contudo, uma pergunta ficou na minha mente:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Por que as pessoas têm medo&lt;/span&gt; de entrar no cemitério???&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Pensei em pedir auxílio ao senhor&lt;/span&gt; Carl Jung e ele me respondeu, assim numa boa, com sua voz estridente e trêmula: “Osvaldo, isso é devido ao “inconsciente coletivo”. Eu logo me pus a refletir e realmente poderia ser isso. Alguém de nossa família poderia ter tido uma experiência terrível com a morte e, devido às suas memórias, que migraram entre gerações e gerações, o dito-cujo atual, aquele que teve a incumbência de receber essa caixa de Pandora, embolsou essa estimada herança traumática. Infelizmente para quem recebe o tal encargo, o pacote memorial não vem com amnésia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Você tem que ver que foi melhor&lt;/span&gt; perguntar a Jung do que perguntar a Freud. Freud, você sabe, partiria logo para putaria. E se ele falasse que era o desejo de comer a mãe, mandaria ele se f... Não gosto de pessoas pervertidas. Então foi melhor ficar com as noções de Jung e analisar os arquétipos mesmo.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;br /&gt;Depois de um longo tempo, a idéia de&lt;/span&gt; visitar o cemitério ficou na gaveta guardada e ninguém mais falava da coitada. Chegou o fim do curso e estava para ser realizada a última aula prática. Se não rolasse agora, não iria rolar nunca. Quando o professor reuniu a turma e liberou que a escolha do local fosse decidido de forma democrática. A  turma resolveu que o melhor local seria o Parque da Jaqueira, todavia no Parque da Jaqueira já tinha sido realizada uma aula prática. Era um bom local, um local bastante seguro (pois não poderíamos dar bobeira com as câmeras em punho) mas queria que fosse um local novo, virgem para a minha câmera sedenta de imagens novas. Pena que a minha câmera tem um terrível defeito, o dono (rsrssss...). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Foi quando um companheiro ergueu a sua &lt;/span&gt;voz e propôs que a última aula fosse ao cemitério de Santo Amaro. Fiquei super empolgado, logo me debrucei sobre essa idéia como uma criança que acabava de receber um brinquedo novo, no entanto a turma não tinha mudado de idéia a respeito do cemitério e ela foi novamente rejeitada. Dessa vez não deixaria que esse projeto ficasse ao léu. Dei a idéia que esse último passeio fotográfico fosse dividido. Uma turma para o Parque da Jaqueira e outra turma para o cemitério. Bem, o nosso mestre aceitou a proposta, mas só eu e ele (o companheiro que ergueu a voz) levantamos nossas mãos para irmos ao cemitério. Não desisti, não iria desistir. Marcamos para o sábado, eu e ele somente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Quando o sábado chegou fiquei esperando&lt;/span&gt; por trinta minutos o bendito companheiro, mas o meu o bendito me largou em frente do cemitério, abandonando-me com cara de lunático que não tinha o que fazer da vida. Sentia os olhos curiosos dos vendedores de flores esquentando a minha nuca. Eu tinha que tomar uma decisão antes que eles, os vendedores, começassem a jogar flores murchas em mim. Entrava ou não no cemitério, realizaria sozinho o encargo??? Como vocês podem ver, entrei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Vejam detalhes sobre o Cemitério de Santo Amaro &lt;a href="http://www.fundaj.gov.br/notitia/servlet/newstorm.ns.presentation.NavigationServlet?publicationCode=16&amp;pageCode=300&amp;textCode=903&amp;date=currentDate"&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;aqui&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;. Vocês vão ver que ele é o maior de Recife e foi construído em 01 de Março de 1851 e outros detalhes bem legais.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Confira outras Imagens no Flickr:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/barretofamily/2113634608/" title="Aqui jaz... por Osvaldo Barreto, no Flickr"&gt;&lt;img src="http://farm3.static.flickr.com/2162/2113634608_7720301ff1_s.jpg" width="75" height="75" alt="Aqui jaz..." /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/barretofamily/2112680731/" title="O Choro por Osvaldo Barreto, no Flickr"&gt;&lt;img src="http://farm3.static.flickr.com/2061/2112680731_b00580c909_s.jpg" width="75" height="75" alt="O Choro" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/barretofamily/2112849309/" title="Devoção por Osvaldo Barreto, no Flickr"&gt;&lt;img src="http://farm3.static.flickr.com/2272/2112849309_9687a0cd2f_s.jpg" width="75" height="75" alt="Devoção" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/barretofamily/2113601564/" title="As covas por Osvaldo Barreto, no Flickr"&gt;&lt;img src="http://farm3.static.flickr.com/2222/2113601564_33be7302db_s.jpg" width="75" height="75" alt="As covas" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/barretofamily/2113457354/" title="O Cemitério por Osvaldo Barreto, no Flickr"&gt;&lt;img src="http://farm3.static.flickr.com/2251/2113457354_55a8d63b0f_s.jpg" width="75" height="75" alt="O Cemitério" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/barretofamily/2113233915/" title="Francisco por Osvaldo Barreto, no Flickr"&gt;&lt;img src="http://farm3.static.flickr.com/2237/2113233915_51d942e51c_s.jpg" width="75" height="75" alt="Francisco" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/barretofamily/2113992990/" title="Pedro de Pedra por Osvaldo Barreto, no Flickr"&gt;&lt;img src="http://farm3.static.flickr.com/2293/2113992990_996252950f_s.jpg" width="75" height="75" alt="Pedro de Pedra" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/barretofamily/2112813783/" title="Mausoléu por Osvaldo Barreto, no Flickr"&gt;&lt;img src="http://farm3.static.flickr.com/2246/2112813783_eab01490d0_s.jpg" width="75" height="75" alt="Mausoléu" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;ANTERIORES&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://venezadebrasileiros.blogspot.com/2007/01/cu.html"&gt;-Céu&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://venezadebrasileiros.blogspot.com/2007/01/praia-noite.html"&gt;-Praia à Noite&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://venezadebrasileiros.blogspot.com/2007/01/luz-e-flor.html"&gt;-Luz e Flor&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://venezadebrasileiros.blogspot.com/2007/01/jardim-fragoso-sem-jardim.html"&gt;-Jardim Fragoso sem Jardim&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://venezadebrasileiros.blogspot.com/2007/01/chove-ou-no-chove.html"&gt;-Chove ou não chove&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://venezadebrasileiros.blogspot.com/2007/01/mergulho.html"&gt;-Mergulho&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://venezadebrasileiros.blogspot.com/2007/01/lua-no-telhado.html"&gt;-Lua no telhado&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://venezadebrasileiros.blogspot.com/2007/01/musa-overmundo.html"&gt;-Viva o coletivo no over-bar&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://venezadebrasileiros.blogspot.com/2007/02/cicatrizes.html"&gt;-Da solidão&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=" http://venezadebrasileiros.blogspot.com/2007/02/noite-mar.html"&gt;-Noite Mar&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://venezadebrasileiros.blogspot.com/2007/02/noite-noite-nudez-da-mulher-amada.html"&gt;-A Noite&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://venezadebrasileiros.blogspot.com/2007/02/mapas.html"&gt;-Mapas&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=" http://venezadebrasileiros.blogspot.com/2007/02/panorama.html"&gt;-Panorama&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://venezadebrasileiros.blogspot.com/2007/02/entre-outras-um-novo-espao.html"&gt;-Entre outras&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://venezadebrasileiros.blogspot.com/2007/02/o-veneza-de-brasileiros-inaugura-um.html"&gt;-Em Tempo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://venezadebrasileiros.blogspot.com/2007/12/copo.html"&gt;-Copo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=" http://venezadebrasileiros.blogspot.com/2007/12/releitura.html"&gt;-Releitura&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://venezadebrasileiros.blogspot.com/2007/12/no-cais-da-vida.html"&gt;-No cais da vida&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://venezadebrasileiros.blogspot.com/2007/12/3-concurso-de-fotografia-next-photo.html"&gt;-3ºconcurso de Fotografia Next-Photo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://venezadebrasileiros.blogspot.com/2007/12/os-amigos-das-aves.html"&gt;-Os amigos das Aves&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://venezadebrasileiros.blogspot.com/2007/12/e-voc-um-recifense-praticante.html"&gt;-E você??? É um recifense de verdade???&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://venezadebrasileiros.blogspot.com/2007/12/dana-o-que-cria-o-que-estabelece.html"&gt;-Dança – O que cria? O que estabelece???&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://venezadebrasileiros.blogspot.com/2007/12/do-telhado.html"&gt;-Do Telhado&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6330035690421843343-2257175861694673245?l=vbreportagens.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vbreportagens.blogspot.com/feeds/2257175861694673245/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6330035690421843343&amp;postID=2257175861694673245&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/2257175861694673245'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/2257175861694673245'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vbreportagens.blogspot.com/2007/12/crnica-cemitrio.html' title='Freud, Cemitério e outras besteiras.'/><author><name>Osvaldo Barreto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08518641928163621644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://photos1.blogger.com/x/blogger2/1418/777464124616941/211/z/508053/gse_multipart15066.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://farm3.static.flickr.com/2162/2113634608_7720301ff1_t.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6330035690421843343.post-7119435016830388865</id><published>2007-10-16T22:01:00.000-03:00</published><updated>2008-12-09T16:42:29.915-03:00</updated><title type='text'>Maracatu Leão coroado: uma cultura em apuros</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/RxVensCf57I/AAAAAAAABjo/CeDwM1IAbMI/s1600-h/DSC00304.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://1.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/RxVensCf57I/AAAAAAAABjo/CeDwM1IAbMI/s400/DSC00304.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5122104187133355954" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Maracatu Carnavalesco Misto Leão Coroado,&lt;/span&gt; sociedade civil de caráter cultural, sem fins lucrativos , fundado na cidade do RECIFE EM 08 DE DEZEMBRO DE 1863, tem por objetivos participar de eventos carnavalescos, estudar, promover, defender e divulgar as manifestações carnavalescas, realizar documentação, pesquisas , estudos e divulgação das suas atividades; atuar junto a autoridades religiosas, políticas e educacionais no sentido do reconhecimento, prestígio e respeito às várias formas populares de expressão cultural, dentre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Os maracatus, de uma maneira geral,&lt;/span&gt; surgiram, no Brasil, como uma espécie de insurreição velada contra a escravidão, os batuques davam vazão à saudade da Mãe-África e, dessa forma, protegiam a liberdade das almas conduzidas às nossas senzalas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;É interessante ressaltar que o Leão coroado vem servir&lt;/span&gt; também como pólo de aglutinação de negros depois da abolição, servindo-lhes como referencial e dispondo de meios para censurar a perseguição e defender o negro perseguido. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Conversando com mestre Afonso, atual dirigente do Leão,&lt;/span&gt; descobrimos um pouco mais sobre esse tão tradicional grêmio. Em primeiro lugar, segundo ele,  o maracatu não possui um similar africano, é criação dos negros brasileiros e vinculado intimamente à religião dos escravos e seus descendentes. No caso do Leão, à seita nagô. Entre os diversos adereços estão as calungas ou bonecas, que são batizadas com nomes de antepassados importantes. Temos a calunga de dona Isabel , por exemplo, referente à princesa, que assinou a Lei Áurea. As calungas são escuras, confeccionadas em madeira e datam da fundação da agremiação. Os ancestrais ali representados, possuem a força do grupo e são denominados Eguns, ou seja, “o espírito de cada um, depois que  morremos nos tornamos Eguns.”- explica o mestre Afonso. Há também de se compreender a diferença entre o Maracatu de baque virado e o de baque solto. O primeiro derivou diretamente do sincretismo religioso afro-brasileiro, e tem o batuque baseado nos toques e rituais religiosos africanos. O segundo tipo foi criado nos canaviais, embora possuam conexões religiosas de outro matiz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Atualmente, o leão coroado não possui ainda uma sede própria,&lt;/span&gt; trabalha com dois computadores apenas, embora já tenha a estrutura montada para comportar um telecentro. Há aulas de mamulengo, de percussão e oficinas de confecção de instrumentos, entre outras atividades. Considerado patrimônio vivo pelo governo de Pernambuco, o Leão Coroado faz jus mensalmente a uma pensão vitalícia de mil e quinhentos reais, como pessoa jurídica. Além disso, também foi elevado à categoria de Ponto de Cultura, o que significaria , em tese , alguma verba do governo federal. Todavia, não se assistiu ao aporte de qualquer quantia via ministério da cultura, o que , segundo o mestre Afonso, está prometido para esse ano ainda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Como um dos representantes maiores da Nação Nagô em Pernambuco,&lt;/span&gt; o maracatu Leão coroado deveria, assim como tantos outros, ser alvo de uma deferência especial por parte de todos. O Maracatu é um dos grandes ritmos da nossa terra, que mereceria sair do gueto e ser recebido com mais entusiasmo pela mídia , em particular , os veículos de difusão cultural pernambucanos, os quais, hoje, realizam muito pouco, ainda, por essa forma de expressão da nossa cultura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Texto de Marcos André Carvalho Lins.&lt;br /&gt;Imagem de Osvaldo Barreto.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6330035690421843343-7119435016830388865?l=vbreportagens.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vbreportagens.blogspot.com/feeds/7119435016830388865/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6330035690421843343&amp;postID=7119435016830388865&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/7119435016830388865'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/7119435016830388865'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vbreportagens.blogspot.com/2007/10/maracatu-leo-coroado-uma-cultura-em.html' title='Maracatu Leão coroado: uma cultura em apuros'/><author><name>Osvaldo Barreto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08518641928163621644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://photos1.blogger.com/x/blogger2/1418/777464124616941/211/z/508053/gse_multipart15066.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/RxVensCf57I/AAAAAAAABjo/CeDwM1IAbMI/s72-c/DSC00304.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6330035690421843343.post-3000290415708338929</id><published>2007-09-24T19:44:00.000-03:00</published><updated>2007-09-26T14:45:39.293-03:00</updated><title type='text'>Benny Franklin: o  Cônsul das Palavras</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.poetasdelmundo.com/news/photos/Benny%20Franklin%20120.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px;" src="http://www.poetasdelmundo.com/news/photos/Benny%20Franklin%20120.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Um dos poetas mais instigantes do &lt;a href="http://www.overmundo.com.br/perfis/benny-franklin"&gt;Overmundo&lt;/a&gt;, Benny Franklin, é um dos principais representantes da entidade &lt;a href="http://www.poetasdelmundo.com/verInfo_america.asp?ID=2314"&gt;Poetas del Mundo&lt;/a&gt;. Possuindo uma veia artística caracterizada pelo extremo cuidado com a linguagem escrita, seu alcance e suas implicações culturais. Benny conhece um pouco de tudo e parece "poetar" com uma magistral mistura de intuição e razão, ornando as palavras nuas com os significados mais inusitados e, por vezes, mesclando o estilo clássico com um viés mais contemporâneo, ou, para alguns, vanguardista!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Veneza de Brasileiros- o que significa fazer parte do grupo dos Poetas Del Mundo?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ser membro deste Movimento Cultural – além da honra de representar como Cônsul de Belém - significa: aproximar-me à exaustão dos grandes homens de poesia que habitam todos os cantos deste Planeta. Para a devida compreensão, Poetas Del Mundo é um Movimento Internacional de Poetas que colocam sua Arte ao serviço da Humanidade. Presente em mais de 120 Países. É através da poesia que influenciamos e combatemos todas as formas de injustiças sociais; todos os feitos desumanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Veneza de Brasileiros- Quais as suas prerrogativas e deveres como cônsul desse movimento?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;1 - Representar em Belém a Poetas del Mundo;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 - Informar ao  Embaixador Brasileiro (Poeta Delasnieve Daspet) - que repassará ao Secretario Geral (Poeta Luis Arias Manzo) - os feitos relevantes que ocorrerem em seu local de ação, os que tiverem a ver com a literatura em geral e em especial com a poesia;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 -  Propor o ingresso de novos poetas ao movimento;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4 -  Prestar apoio na difusão das obras dos membros de  Poetas del Mundo.&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Veneza de Brasileiros - Como você descobriu esse movimento, ou aconteceu o inverso?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Numa dessas viagens poéticas através da Net, tive o privilégio de conhecer virtualmente a ativista e poetiza Dalasnieve Despet, nossa Embaixadora do Brasil que, como eu, colabora no site cultural paraense &lt;a href="http://veropoema.net/"&gt;"VerOpoema"&lt;/a&gt;. Daí foi um pulo para fazer parte deste movimento internacional de poetas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Veneza de Brasileiros - Sua poesia costuma mesclar o sacro e o profano com maestria, de onde vem essa sua veia, digamos, barroca?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde os meus 16 anos, leio com freqüência, poetas como Rui Barata, João de Jesus Paes Loureiro, Mário Faustino,Age de Carvalho e Max Martins, todos paraenses. Também gosto de Affonso Romano de Sant'Anna, Ferreira Gullar, Thiago de Mello, Allen Ginsberg, Walt Whitman , Guy Debord, José Saramago e Fernando Pessoa. Talvez isso tenha influenciado, sobremaneira o meu fazer poético.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.overmundo.com.br/_usuarios/multiplas/1184737835_diplomabenny.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px;" src="http://www.overmundo.com.br/_usuarios/multiplas/1184737835_diplomabenny.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;VB- Quem é Benny Franklin? Quais suas raízes?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sou e sou um paraora da gema; pateta quase poeta; valente avium das palavras; subversivo míssil de poemas rompendo auroras, cobrindo de orgasmo o viço das pessoas...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;VB- Como você enxerga o Benny poeta? Você é muito exigente consigo mesmo?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Com relação a como me enxergo e quais as minhas raízes - sem falsa modéstia - faço das palavras do Poeta Frazão my brother, a minha definição, que mandou bem num comentário sobre mim, postado na minha Poesia Beat, no Site Overmundo, do qual sou colaborador: Assim definiu: "Batida inconfundível e Bennygna, de reflexão apurada, viagem longa, palavra nua e crua contra o cinismo estatal; revolução contra o caos da guerra sem fim; lâmina lasciva contra a ignorância no poder; poema-balada de mil vozes que ressuscita o jeans e a guitarra para ensurdecer o som da metralha e fazer raiar a liberdade".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;POEMA EM DOSE ARDENTE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da primeira vez em que eu o vi,&lt;br /&gt;Desmamava a cria do orvalho e uma tosse urbana&lt;br /&gt;- Dessas que contrafaz a vigília ao tragar orações indispostas -,&lt;br /&gt;O defendia dos bêbados do destino.&lt;br /&gt;.................&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carregava sob a lapela&lt;br /&gt;Um invólucro de papel que o protegia dos automóveis desvogernados,&lt;br /&gt;Estava para o vazio assim como o filho bastardo&lt;br /&gt;Está para a loba mênstruada de véspera...&lt;br /&gt;Ai! Dia-a-dia tinha que se defender da intrépida animália&lt;br /&gt;Que, de tosse em tosse, intoxicava em seu próprio peito,&lt;br /&gt;A Láctea humana que poderia lhe salvar da morte&lt;br /&gt;Depois de o derradeiro sacrifício romper-se.&lt;br /&gt;................&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da última vez em que eu o vi,&lt;br /&gt;Fulgurava no tempo repleto de cio,&lt;br /&gt;Na lucidez gorgulhante dos fantasmas públicos:&lt;br /&gt;Ah! Tornara-se bucha de bombardeios&lt;br /&gt;Para despojar as raparigas úmidas&lt;br /&gt;Agitando-se nas cortinas de calçadas que cospe,&lt;br /&gt;Enquanto partindo qual andarilho sem fim,&lt;br /&gt;Via como miragem dois corpos às lágrimas&lt;br /&gt;Se gozarem enlaçados&lt;br /&gt;Aos madruguentos pingos de orvalho abandonado...&lt;br /&gt;Mas, descomedido de sonhos, corpo já fatigado,&lt;br /&gt;Eis aqui o poeta das últimas vezes que eu o vi!&lt;br /&gt;Tal como o ás do baralho se predispôs dizer ao vento de agora,&lt;br /&gt;Que: em meio as sacada dos olhares perdidos,&lt;br /&gt;Há sempre quem procure&lt;br /&gt;Num aposento desnudo&lt;br /&gt;A poesia saliente.&lt;br /&gt;.................&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oh! Poeta!&lt;br /&gt;Não quero tua voz hesitante e confiscada&lt;br /&gt;Pela mão soturna do isolamento que não escreve nada&lt;br /&gt;E da expiação que se faz intocável...&lt;br /&gt;Ai! Quero o poema em dose ardente;&lt;br /&gt;Quero a devoção de resistir, quero a irreverência de galar...&lt;br /&gt;Quero combater, se for preciso... Até morrer!&lt;br /&gt;.................&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Oh! Vida!&lt;br /&gt;Se Eu cair morto,&lt;br /&gt;Tu me deslembrará?)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Benny Franklin&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;VB- Você já publicou algum livro? Caso não o tenha feito, já tem em mente um possível título?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ah! Publicar um livro é sonho de estrelar de qualquer poeta pequeno como eu. Não fujo deste estigma... Na verdade, já tenho poesia publicada através de uma obra literária, fruto de Prêmio de Literatura em Poesia, que venci em 2006. Livro próprio de poesias completas mesmo, só estará sendo lançado em dezembro, e se chamará: "Exame de Consciência". Aliás, outros cinco livros ínéditos - a espera de parto - repousam nas bolorentas gavetas de casa...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;VB- Qual o seu ritual (ou rituais) de criação?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- De quando em vez, estando debruçado em meu laptop, preciso ouvir barulho. Muito barulho. Algo assim que as pessoas normais não conseguem suportar de tão tediante... Também não consigo poetar sem ouvir algums caras que considero essenciais: George Harrison, Bob Dylan, Beto Guedes, Lô Borges, Apha Blondy, Bob Marley. Essas coisas me deixam excitado, aí a coisa flui como chega e quer. Acho que não sou normal... (risos)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;VB- Quem afinal lhe inspirou, ou ainda inspira?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Influência cultural e poética, eu herdei de meu pai. O "cara" era exímio articular de palavras. Dominava todos os ritmos necessários para idealização da boa escrita. Ele sim, foi e ainda é o meu maior inspirador.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6330035690421843343-3000290415708338929?l=vbreportagens.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vbreportagens.blogspot.com/feeds/3000290415708338929/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6330035690421843343&amp;postID=3000290415708338929&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/3000290415708338929'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/3000290415708338929'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vbreportagens.blogspot.com/2007/09/benny-franklyn-o-cnsul-das-palavras.html' title='Benny Franklin: o  Cônsul das Palavras'/><author><name>Osvaldo Barreto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08518641928163621644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://photos1.blogger.com/x/blogger2/1418/777464124616941/211/z/508053/gse_multipart15066.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6330035690421843343.post-3418440230785931471</id><published>2007-09-22T22:28:00.000-03:00</published><updated>2008-12-09T16:42:30.381-03:00</updated><title type='text'>Massagueira: a terra prometida!</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/RvXDicCf5aI/AAAAAAAABfs/Rk3DrpYnnfs/s1600-h/DSC02490.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/RvXDicCf5aI/AAAAAAAABfs/Rk3DrpYnnfs/s400/DSC02490.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5113207948358706594" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;O Veneza de Brasileiros esteve&lt;/span&gt; em Alagoas e visitou o pólo gastronômico da Massagueira, um dos locais mais interessantes da grande Maceió e reduto de um elenco de bares e restaurantes populares (principalmente no preço), onde não faltam bons anfitriões. O VB tratou com o responsável pela administração do Bar do Canal, um ferrenho defensor de políticas públicas que absorvam essa região como bandeira, numa entrevista cheia de aspectos críticos e culturais, um papo informal que nos levou a compreensão dos problemas e adversidades da região, parte do município de Marechal Deodoro.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;br /&gt;Segundo o Sr.Antônio Caetano Pereira Neto&lt;/span&gt;, o nome Massagueira vem do tupi-guarani e significa “lugar que foi alagado”, assim como o vocábulo Maceió, vem de Massaió, que quer dizer “barragem”, tendo ambas as palavras uma mesma raiz etimológica. A Massagueira começou a ser conhecida, como pólo de relevância no estado, a partir da década de setenta, com a construção da rodovia Edivaldo Suruagy, ex-governador do estado e também escritor. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;“A Massagueira já foi bem mais visitada&lt;/span&gt;, por turistas que viajavam de carro, por exemplo, porém, com a violência crescente nos centros urbanos e a migração do turista para pacotes de empresas que vivem de explorar o turista, e não o turismo houve uma queda importante na visitação.” Diz ele. “Muitas pessoas de fora chegam na Massagueira e ficam encantadas, e ao mesmo tempo decepcionadas com o fato de não haver divulgação.” Na opinião dele, a própria mídia e o próprio poder público contribuem nesse aspecto, qual seja, o esquecimento da Massagueira. Isso porque, enquanto o governo não presta qualquer socorro aos habitantes desse espaço, com orientações, esclarecimento, gestão paisagística e policiamento, a mídia não poupa os nativos de um olhar sensacionalista: um roubo esporádico pode se tornar motivo de estardalhaço pela imprensa local durante um longo período de tempo. “Mas trata-se de um povo pacato e acolhedor, que sofre, ignorado pelo poder público, das mesmas mazelas do restante do país.” Explica o senhor Caetano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/RvXD68Cf5bI/AAAAAAAABf0/ZDhCCPe3uf8/s1600-h/DSC02486.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/RvXD68Cf5bI/AAAAAAAABf0/ZDhCCPe3uf8/s400/DSC02486.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5113208369265501618" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Outros problemas também atrofiam&lt;/span&gt; o crescimento do local e o seu melhor aproveitamento turístico e econômico. Ele ainda adverte: “perdeu-se no tempo a ingenuidade da juventude da Massagueira, e alagoana como um todo, que hoje se envolve com as drogas ou com a bebida, enquanto antigamente se divertiam em campinhos de futebol, praticando o esporte de modo saudável. Hoje o que se vê é a especulação imobiliária tomando os territórios dos jovens e acuando-os em atividades pouco meritórias. As duas únicas escolas da Região também não parecem cuidar bem dos jovens, pois, em todos os concursos públicos realizados na localidade de Marechal Deodoro, 99% dos empossados são de fora.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;O ponto alto da Massagueira,&lt;/span&gt; e o que a torna um pólo gastronômico destacado, é justamente a qualidade de sua cozinha e os preços competitivos. Enquanto a “Praia do Francês”, a alguns quilômetros dali, sendo um dos principais pontos turísticos da região, conhecida inclusive internacionalmente, pratica preços absurdos, a Massagueira adota valores mais razoáveis, chegando a um terço daqueles. Os massagueirenses trabalham com peixes de primeira linha, além de discriminar nos cardápios exatamente o peixe a ser consumido. “Enquanto, nos demais restaurantes, o cardápio aponta uma posta de peixe, na Massagueira há o hábito de explicar que peixe está a se oferecer ao cliente. Isso por um lado aumenta os custos, não encarecendo, entretanto, o preço ao cliente, mas dificultando a sobrevivência dos bares que atuam geralmente no limite.” E advoga: “A saída para esse impasse é procurar minimizar os custos trabalhistas, por exemplo, e muitos bares da região trabalham com funcionários na clandestinidade, sem pagar todos os direitos trabalhistas. Aí vem a delegacia do trabalho e multa. As pessoas até gostariam de pagar, mas não podem.”  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Questionado sobre a formação &lt;/span&gt;de associações na Massagueira, ele é enfático: “o pessoal é desunido, ocorre a camaradagem, isto é, se eu preciso de algum item do cardápio para servir um cliente, posso pegar em outro restaurante, mas, quanto a associações e cooperativas, ocorre uma desunião, até por culpa da própria cultura regional, que não estimula essa forma de atitude, tendendo-se a se aguardar as melhorias caírem do céu ou das mãos do poder público”. Mesmo em ocorrendo iniciativas do SEBRAE, por exemplo, direcionadas para o aperfeiçoamento das empresas e dos seus gestores na Massagueira, os nativos não levam muito a sério, pois o que sucede é um gasto mínimo com o auxílio e a cooperação, em detrimento de uma imensa quantidade de dinheiro em prol da divulgação da ação em si mesma. “O governo realiza, de quando em quando, festivais gastronômicos com utilização de folders e propaganda para chamar as pessoas aos restaurantes, isso, de fato, é bacana! Tudo aqui na Massagueira parece viver em torno de iniciativas políticas que nunca são satisfatórias.”- Completa ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/RvXEPsCf5cI/AAAAAAAABf8/mQ5HNrY3DuY/s1600-h/DSC02487.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://1.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/RvXEPsCf5cI/AAAAAAAABf8/mQ5HNrY3DuY/s400/DSC02487.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5113208725747787202" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Quem conhece a Massagueira,&lt;/span&gt; entretanto, não deixa de parar por lá nos finais de semana, principalmente. Quando muitas vezes os restaurantes são tomados por uma leva muito grande de pessoas da própria Maceió, mas que não desejam pagar os preços exorbitantes da Praia do Francês, e serem igualmente (ou até mais) bem servidos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Ele destaca também as noites&lt;/span&gt; de lua cheia da Massagueira, cujo espetáculo é imperdível para visitantes e até para os próprios residentes de Maceió.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;“Temos de trinta a trinta e cinco bares&lt;/span&gt; aqui na Massagueira, aguardando a visita do turista ou do próprio alagoano, mas todos com dificuldade, uns mais, outros menos, no entanto, todos de braços abertos para acolher os turistas.” Encerra ele.&lt;br /&gt;Trata-se de uma região riquíssima em potencial econômico e atrativos naturais, embora seja tão castigada pelo desprezo do poder público.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;br /&gt;Indo a Alagoas, a Massagueira &lt;/span&gt;é parada obrigatória, no caminho para a famosa Praia do Francês, não se pode deixar de provar o sururu da terrinha, dentre outros, não menos saborosos, quitutes regionais. Não à toa, o alagoano tem a alcunha, já registrada no dicionário Aurélio, de Papa-sururu!!!!&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;br /&gt;Texto de Marcos André Carvalho Lins&lt;br /&gt;Imagens de Osvaldo Barreto&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6330035690421843343-3418440230785931471?l=vbreportagens.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vbreportagens.blogspot.com/feeds/3418440230785931471/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6330035690421843343&amp;postID=3418440230785931471&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/3418440230785931471'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/3418440230785931471'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vbreportagens.blogspot.com/2007/09/massagueira-terra-prometida.html' title='Massagueira: a terra prometida!'/><author><name>Osvaldo Barreto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08518641928163621644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://photos1.blogger.com/x/blogger2/1418/777464124616941/211/z/508053/gse_multipart15066.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/RvXDicCf5aI/AAAAAAAABfs/Rk3DrpYnnfs/s72-c/DSC02490.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6330035690421843343.post-3014076418426756768</id><published>2007-09-13T16:19:00.000-03:00</published><updated>2008-12-09T16:42:32.092-03:00</updated><title type='text'>Recife: de uma ponte a outra.</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/RumOoLfRCgI/AAAAAAAABck/ka83HShQIYA/s1600-h/DSC02325.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://1.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/RumOoLfRCgI/AAAAAAAABck/ka83HShQIYA/s400/DSC02325.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5109772073158380034" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Tudo em família! Esse parece ser o lema da empresa de passeios turísticos “&lt;a href="http://www.catamarantours.com.br/"&gt;Catamaran tours&lt;/a&gt;”, nascida oficialmente em 1994,  com passeios esporádicos em Igarassu, litoral norte de Pernambuco. O empreendimento foi evoluindo, passando de um mero passeio de jangada para um circuito de barco propriamente dito. Em Recife, eles estão desde 1999, quando iniciaram os passeios de Catamarã no Marco Zero, e depois mudaram para o restaurante Catamaran, localizado a cinqüenta metros do &lt;a href="http://vbreportagens.blogspot.com/2007/07/forte-de-tiago-das-cinco-pontas.html"&gt;Forte de Cinco Pontas&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/RumSMLfRCjI/AAAAAAAABc8/fb8YIUfYVIU/s1600-h/DSC02349.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://1.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/RumSMLfRCjI/AAAAAAAABc8/fb8YIUfYVIU/s400/DSC02349.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5109775990168554034" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Hoje a empresa familiar realiza um dos percursos mais instigantes da cena turística recifense: o passeio de catamarã subindo o rio Capibaribe e cruzando as pontes desde a ponte Doze de Setembro, mais conhecida como ponte giratória. Trajeto realmente muito agradável aos sentidos, não só pela beleza da paisagem, mas também pelo conteúdo informativo. O capitão, praticamente, destrincha todo o centro da cidade ( em português e em inglês ), apontando e esclarecendo a importância de cada prédio avistado. As pontes, tão pomposas para quem circula sobre elas a pé, porém, mais se assemelham a um túnel, do ponto de vista da sua travessia náutica.( e não deixem de baixar as cabeças se a maré estiver cheia !) &lt;br /&gt;Há também o passeio mais completo, que navega pelos principais bairros do Recife, até o bairro de Casa Forte. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Curioso, é que, a iniciativa partiu de uma família&lt;br /&gt;brasileira com certeza, recifense em descendência, mas com laços portugueses. O patriarca do clã era Português, embora tenha atravessado o Atlântico e aportado de corpo e alma no território brasileiro, em 1943, onde casou com uma paulista e veio deixar suas marcas mais perenes em solo pernambucano. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/RumTTrfRCkI/AAAAAAAABdE/GL2BLiAGNos/s1600-h/DSC02318.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/RumTTrfRCkI/AAAAAAAABdE/GL2BLiAGNos/s400/DSC02318.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5109777218529200706" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O primeiro barco do empreendimento foi uma embarcação afundada, de propriedade do hotel Gavoa, que passou por uma reforma de treze meses de duração, o seguinte também era proveniente de uma reforma, até se adquirir, sob encomenda, as embarcações atuais, dentre as quais aquela que veio justamente realizar a trajetória náutica no coração do Recife ( a empresa também trabalha com passeios náuticos em Itamaracá  e Barra de serinhaém ). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Quem vem ao Recife, não pode deixar de realizar o passeio de catamarã, e até para o próprio recifense é interessante subir o rio e atravessar os 14 bairros.” orienta Antônio Mauro Jovino de Britto Silva, um dos filhos do finado português, e que hoje comanda a parte operacional do empreendimento, juntamente com o irmão. E completa: “ é interessante observar o contraste em determinadas partes da cidade, prédios de luxo convivendo com construções ribeirinhas deficientes e até palafitas. Essa visão, para o próprio recifense, é importante, pois a percepção de quem passa de carro, ou a pé, perde muito em qualidade para quem atravessa a cidade numa embarcação, navegando pelos rios.” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/RumQzbfRCiI/AAAAAAAABc0/AZb5xRSgWMA/s1600-h/DSC02375.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/RumQzbfRCiI/AAAAAAAABc0/AZb5xRSgWMA/s400/DSC02375.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5109774465455163938" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Questionado sobre a atuação do governo, Mauro diz não ter maiores queixas, apenas ressalta que enquanto a administração anterior tinha como objetivo principal a revitalização do centro e as áreas residenciais de maior visibilidade e valorização, o governo atual trabalha mais a parte social, carente, não deixando entretanto de fazer sua parte quanto ao turismo.&lt;br /&gt;Mauro compara, ainda, Recife à Veneza italiana: “ vir ao Recife e não andar de catamarã é como ir a Veneza e não passear de gôndola!”&lt;br /&gt; O Veneza de Brasileiros assina embaixo e agradece.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;br /&gt;Texto de Marcos André Carvalho Lins.&lt;br /&gt;Imagens de Osvaldo Barreto.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6330035690421843343-3014076418426756768?l=vbreportagens.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vbreportagens.blogspot.com/feeds/3014076418426756768/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6330035690421843343&amp;postID=3014076418426756768&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/3014076418426756768'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/3014076418426756768'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vbreportagens.blogspot.com/2007/09/recife-de-uma-ponte-outra.html' title='Recife: de uma ponte a outra.'/><author><name>Osvaldo Barreto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08518641928163621644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://photos1.blogger.com/x/blogger2/1418/777464124616941/211/z/508053/gse_multipart15066.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/RumOoLfRCgI/AAAAAAAABck/ka83HShQIYA/s72-c/DSC02325.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6330035690421843343.post-7271538396517366277</id><published>2007-09-10T21:45:00.000-03:00</published><updated>2008-12-09T16:42:32.611-03:00</updated><title type='text'>Entrevista com Laílton Araújo</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/RuXmD0-rb6I/AAAAAAAABb8/rgmSFNYvcPs/s1600-h/k.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/RuXmD0-rb6I/AAAAAAAABb8/rgmSFNYvcPs/s400/k.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5108742305757228962" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Com 25 anos de vida profissional, lidando com produção e criação cultural, Laílton Araújo foi o fundador da banda Moxotó, em São Paulo, sendo hoje músico e vocalista da referida banda, é também um dos empresários artísticos do grupo “Raíces de América” e também empresário e produtor musical da legendária &lt;a href="http://www.facom.ufba.br/pexsites/musicanordestina/caruaru.htm"&gt;“Banda de Pífanos de Caruaru”&lt;/a&gt;. Possui atualmente um selo próprio o “ MXT- produções artísticas ” com mais de 30 cds gravados. Nessa conversa com o Veneza de Brasileiros, ele detalha um pouco da sua vida, da sua visão de mundo e de cultura. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/RuXnT0-rb8I/AAAAAAAABcM/bZCcDeBjsDA/s1600-h/2.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/RuXnT0-rb8I/AAAAAAAABcM/bZCcDeBjsDA/s400/2.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5108743680146763714" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Veneza de Brasileiros: Quem é o Lailton?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Laílton Araújo:&lt;/span&gt; Nasci em Sertânia - Pernambuco. Sou cidadão do mundo, músico, cantor, compositor, produtor artístico, aprendiz de escritor, ecologista, socialista, espírita, indomável, sertanejo e migrante. Sou ainda defensor da vida, liberdade de expressão e direitos humanos. Respeito qualquer posição política. Não sou o dono da verdade. Mas... Sei brigar se for preciso! Brigo por justiça! Sou livre. Ainda acredito na democracia como a melhor forma de governo.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;br /&gt;Veneza de Brasileiros: Você se encontra mais na música, na atividade de empresário artístico ou na produção literária?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Todas as atividades argumentadas fazem parte do aprendizado diário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A música sem reciclagem e estudo pode ficar mecânica e as notas musicais sem o brilho da harmonia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A atividade de empresário artístico no Brasil é desgastante. Empresas de pequeno porte e sem o “jeitinho brasileiro” para negociar, caminha diariamente para o caminho do fracasso. Estou de pé (sobrevivendo) há 18 anos por teimosia e amor à arte. Sei que minha função como empresário artístico gera empregos e impostos. O apoio, reconhecimento privado e governamental é igual à “perna de cobra”. Esse é um assunto longo... Desgastante!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A produção literária é uma forma de extravasar as pressões que a arte musical impõe no Brasil. Comecei por brincadeira e ainda continuo brincando de escrever. Não sou um escritor e nem tenho essa pretensão! Gosto apenas de cutucar a onça com a vara curta! Não é maldade! Eu ainda penso que sou criança! Às vezes sou mordido e quero revidar. Sei que quem fala (escreve) o que quer, escuta (recebe) o que não quer... É a lei da ação e reação! Como fui um péssimo ex-aluno (não formado) do curso de “Física” (PUC/SP), não costumo aplicar essas leis da natureza em minha vida. Sou ainda teimoso! Bode velho! Sertaniense indomável! Paulistano por adoção! Cidadão do planeta Terra. Por isso estudo “Ciências Biológicas”. A natureza também é indomável. Estou estudando a evolução das espécies. Sou um animal em evolução e uma alma em constante aprendizado. Sou espírita e espiritualista.  &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;br /&gt;Veneza de Brasileiros: O Lailton, empreendedor cultural, como definiria cultura?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Laílton Araújo:&lt;/span&gt; Cultura é a expressão maior do ser humano. E a arte de moldar ou não moldar, o certo ou errado, e na visão da ótica de quem observa. É universal, sem credo ou estética. Não tem pátria... Cultura é a arte da modificação e evolução! Pode ser individual ou grupal. A massificação da cultura torna-se uma burocracia e expressão humana sem anarquia. Pela saúde no interior da arte: liberdade! (poeta Emiliano).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Veneza de Brasileiros: Quais os seus ícones de ontem e de hoje? E o seu livro de cabeceira?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Laílton Araújo: &lt;/span&gt;No Sertão de Pernambuco (até 1976) eu ouvi a música de Luiz Gonzaga, Nélson Gonçalves, Ataulfo Alves, Pixinguinha, Dorival Caymmi e grandes intérpretes brasileiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.overmundo.com.br/overblog/o-brasil-e-a-musica-no-forum-da-revista-cult"&gt;Leia mais.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The Beathes, Roberto Carlos, Jovem Guarda e as novidades dos anos 60, não passaram despercebidas aos meus ouvidos. Vieram os anos 70 e o velho, e criativo Raul Seixas - além de outros cantores e compositores “bregas” (para alguns). Para quem vivia no interior, sem jornais, revistas, televisão, telefone e recebendo sinais distorcidos de rádio, essas informações foram e são impagáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os circos e cinema Emoir de Sertânia (filmes exibidos com quase dois anos de atraso) foram de vital importância para a formação de um migrante. Não perdia um filme semanal. Vi na tela as maravilhosas Brigitte Bardod e Sofia Loren. O Vigilante Rodoviário (ator Carlos) era o herói brasileiro desse e outros meninos da época. Falei com Carlos (por telefone) na década de 90 - já em São Paulo. Ele trabalhava do Departamento de Turismo de uma cidade do litoral paulista. Conversamos quase 20 minutos. Outros enlatados americanos, faroestes verdadeiros e cópias italianas, moldaram a minha cara cultural. Até as películas “capa e espada” eram novidades. Assistindo aos espetáculos circenses - alguns sem lonas - percebi o descaso e discriminação social com os artistas. Comecei a entender o que é a sociedade brasileira.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.overmundo.com.br/overblog/pao-circo-e-amor"&gt;&lt;br /&gt;Leia mais.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na minha memória um fato ficou gravado: eu tinha 12 anos de idade... Ouvi o famoso Zé Cotó do Sertão das Alagoas (artista popular) tocar guitarra na feira de rua de Sertânia, sem dedos e tocando muito bem. Aplausos... Um ritmista do Zé Cotó (parecido com Jackson do Pandeiro) passava seu pandeiro em busca de alguns trocados. O público colocava moedas e algumas notas graúdas. Zé Cotó era um artista do povo. Talvez tenha inspirado os guitarristas do moderno calipso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já em São Paulo – 1976 - comecei outra vida... Ouvi Chico Buarque, Toquinho, Vinícius de Morais, Milton Nascimento e toda a turma da MPB. Ouvi ainda Caetano Veloso e Gilberto Gil. Conheci pessoalmente um gênio: Tom Zé. Cantando em um evento de rua (com a Banda Moxotó - minha banda), ele ouviu algumas músicas nossas, subiu no palco e me deu um abraço! Mostrou humildade, companheirismo e sabedoria em apoiar novos artistas. Tem muitas histórias... Daria um livro! Esqueci algo: Zé Ramalho! Talvez tenha sido o “Zé” o meu ícone como compositor e músico. Vi nele o Luiz Gonzaga, Jackson do Pandeiro e Zé Cotó do Sertão das Alagoas. Zé Ramalho com suas canções e aboios, traz a referência da feira de Caruaru e de Sertânia, para os ouvidos dos críticos musicais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou um leitor maluco. Leio até bula de remédio! Quando vou dormir... Caio na cama e viajo para o espaço!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Veneza de Brasileiros: O que você acha da mídia virtual, a internet, qual o seu relacionamento com os sítios? Você domina informática? O que acha dos sítios que se dispõem a um viés "colaborativo"?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Laílton Araújo: &lt;/span&gt;A mídia virtual, a internet e os sítios democratizaram a informação mundial. Hoje é mais fácil pesquisar, trocar informações e divulgar qualquer produto. Por outro lado, a massificação tornou-se descartável, globalizada, pasteurizada e controlada pelo registro do endereço “IP”, de cada usuário no computador. É preciso saber navegar e ter o cuidado do que se escreve. Nem tudo que é publicado na Internet é verdadeiro. Nem tudo o que se publica chega ao outro lado. A tecnologia não pode passar por cima da “razão’. O “Over” pode virar “Ovo”! E se alguém fabricar um bolo ou peixada? Existirá a figura do “baba ovo”? É perigosa a idéia de comunidades, grupos fechados ou com idéias mais ou menos abertas! Sempre existirá um controle! Sítios parecem prisões!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu domínio de informática é de um simples usuário. Falando de viés “colaborativo”... A verdadeira informação é algo fundamental para o crescimento moral e intelectual de qualquer pessoa. Quando montei o blog &lt;a href="http://lailtonaraujo.blog.terra.com.br"&gt;“Diário do Caramujo”&lt;/a&gt;, coloquei “links” de sites e blogs comprometidos com a área de área de educação e cultura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Veneza de Brasileiros: Como você percebe o governo Lula e o Gilberto Gil, essa parceria no campo administrativo cultural?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Laílton Araújo: &lt;/span&gt;Tenho fotos com o presidente Lula... Votei no homem e voto ainda. Sou seu crítico Nº 01 e vou continuar sendo. Cheguei a falar no ouvido do "Lula": esteja preparado para ser presidente! Ele respondeu: será companheiro! Minha frustração é a mesma de qualquer brasileiro. Por isso “pego no pé” do conterrâneo. Sei separar o "Lula" líder das massas, do "Lula" presidente. No momento, não vejo ninguém para acalmar os ânimos do país. Minha frustração é a mesma de qualquer brasileiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.overmundo.com.br/overblog/na-pausa-para-a-refeicao-sua-atencao"&gt;Leia Mais&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou fã do cantor Gilberto Gil. Não gosto do "Gil" ministro. É a minha forma de ver a democracia. Eu sei aplaudir e criticar de forma construtiva... Até na forma de humor. Não tiro os méritos de algumas realizações do atual Ministro da Cultura.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.overmundo.com.br/overblog/a-cultura-brasileira-viaja-nas-ondas-do-acaso "&gt;&lt;br /&gt;Leia mais.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;br /&gt;VB: A solução para o Brasil, passa necessariamente por que variantes?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Laílton Araújo: &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Educação para todos os cidadãos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sociedade brasileira tem culpa pelo descaso com a educação de seus cidadãos. O "jeitinho brasileiro de dar nó em pingo d'água" e outras artimanhas de esperteza criam universos paralelos e anti-sociais. A educação não termina na colação de grau, com direito a diploma de “doutor” e anel no dedo em dia de formatura. Canudos ou títulos não foram feitos para enfeitar as paredes e dar "status". A educação é contínua e o educador tem o dever de repassar o conhecimento para os menos favorecidos. Conhecimentos guardados, sem princípios éticos ou apenas com interesses pessoais - deseduca toda a educação e os educandos, que buscam a tão necessária educação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.overmundo.com.br/overblog/a-educacao-e-o-caminho-da-transformacao"&gt;Leia mais.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Combate ao verdadeiro problema da violência: falta de educação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A violência é um conjunto de fatores, multiplicados por milhares de condições propícias ao crescimento e não solução. Alguns falam na construção de presídios, pena de morte, pena perpétua e outras medidas de impacto para apaziguar os ânimos da sociedade dita moderna. E depois do dia “D”? Como serão as novas formas de correção?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olhar os próprios pés ou mesmo, o próprio rabo (somos mamíferos e alguns possuem rabo) é o começo da mudança tão almejada por esta sociedade hipócrita, vestida de preconceitos e injusta, que acha que o atual modelo de civilização é o ideal.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.overmundo.com.br/overblog/que-pais-e-esse-que-pais-sao-esses"&gt;Leia mais.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* A filosofia ajuda na mudança interior de qualquer ser humano&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, seguimos como viajantes na busca do mistério da criação. Aplausos para a matemática; troféu especial para a biologia; menção honrosa para a física; elogios para a química... Mesmo assim, a sensibilidade do comentado Ser Humano mostra outros caminhos! Será que possuímos uma alma? Será que nossa curiosidade é observada?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.overmundo.com.br/overblog/na-calma-da-reflexao-aparece-a-alma"&gt;Leia mais.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;VB: Como você afere a situação do Brasil em relação ao mundo?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Laílton Araújo: &lt;/span&gt;Prefiro não comentar. O IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) de cada país mostra a verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%8Dndice_de_Desenvolvimento_Humano"&gt;Leia mais&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;br /&gt;VB: Onde você gostaria de chegar e não chegou ainda? Quais suas metas, e expectativas?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Laílton Araújo: &lt;/span&gt;Eu estou viajando e viajante. Sou espírita! As metas foram traçadas pelo plano superior. Essa entrevista não foi programada... Aconteceu! Graças a Deus! Fiz mais alguns amigos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.overmundo.com.br/overblog/a-viagem-sem-cigarro-pileque-ou-porrada"&gt;Leia Mais.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;VB: Para encerrar, nos fale um pouco da Banda Moxotó e da MXT - Produções Artísticas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Laílton Araújo: &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;* Banda Moxotó&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi criada em 1981 na cidade de São Paulo, com a proposta de não fugir das raízes de seus integrantes - nasceram em Pernambuco e Maranhão - embora esteja na busca constante de novas e velhas informações culturais do planeta Terra. No Estado de Pernambuco, Moxotó é nome de rio e vale do Sertão. Moxotó é o mesmo que planície de índios bravios. A Banda Moxotó tem 25 anos de estrada. Gravou 10 álbuns fonográficos e participou de quase 1500 eventos no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://fotolog.terra.com.br/bmoxoto"&gt;Leia Mais.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* MXT - Produções Artísticas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Surgiu em 1990 para ajudar na assessoria artística, tendo como objetivo a ética no relacionamento entre os participantes do “Show Business”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artistas assessorados: Banda Moxotó, Lailton Araújo, Maria Dapaz, Dinho Nascimento, Raíces de América, Banda de Pífanos de Caruaru, Oswaldinho do Acordeon, Edinho Santa Cruz, Marisa Serrano, Sérgio Sá, Trio Nordestino (antigo) e Jane Santos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tel. (11) 9200-0987&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e-mail: mxtprod@ig.com.br&lt;br /&gt;            mxtprod@bol.com.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte da Imagem: &lt;a href="http://fotolog.terra.com.br/lailtonaraujo"&gt;Click aqui&lt;/a&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6330035690421843343-7271538396517366277?l=vbreportagens.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vbreportagens.blogspot.com/feeds/7271538396517366277/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6330035690421843343&amp;postID=7271538396517366277&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/7271538396517366277'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/7271538396517366277'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vbreportagens.blogspot.com/2007/09/entrevista-com-lalton-arajo.html' title='Entrevista com Laílton Araújo'/><author><name>Osvaldo Barreto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08518641928163621644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://photos1.blogger.com/x/blogger2/1418/777464124616941/211/z/508053/gse_multipart15066.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/RuXmD0-rb6I/AAAAAAAABb8/rgmSFNYvcPs/s72-c/k.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6330035690421843343.post-735946269860448740</id><published>2007-08-31T17:08:00.000-03:00</published><updated>2008-12-09T16:42:32.888-03:00</updated><title type='text'>Entrevista com Sebastião Firmiano</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/RtiAck-rbwI/AAAAAAAABaQ/duLFmoY7TuQ/s1600-h/1.JPG"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/RtiAck-rbwI/AAAAAAAABaQ/duLFmoY7TuQ/s200/1.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5104971406075719426" /&gt;&lt;/a&gt;Continuando o nosso garimpo por entrevistas com bons autores, no mundo da internet, encontramos um que não podia estar de fora dessa lista, que já tem JJLeandro, José Dagostim, e Rangel Castilho. A nova aquisição se chama &lt;a href="http://firmiano-firmiano.blogspot.com/"&gt;Sebastião Firmiano&lt;/a&gt;.  Paulista, poeta autodidata, eletricista de formação e boêmio por necessidade. Essa é a forma que ele se descreve no seu perfil, no site &lt;a href="http://www.overmundo.com.br/"&gt;Overmundo&lt;/a&gt;. &lt;br /&gt;Não é por acaso que chegamos muitas vezes a lembrar da biografia de Cartola nessa entrevista. São dois negros que usaram do lirismo como refúgio para sobreviver numa sociedade desigual e racista. Porém, as coincidências param por aí. Na obra de Sebastião Firmiano as rosas desistem de ser estátuas mudas e gritam as suas dores e elevam a auto-estima da raça negra. Agora é hora de, não só ser negro, mas estabelecer um merecimento para tal prestígio. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Veneza de Brasileiros&lt;/span&gt;: O que você acha do Firmiano poeta, você faz alguma espécie de autocrítica? Você é muito exigente consigo mesmo? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Sebastião Firmiano: &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Firmiano é um poeta medíocre, um pouco por incompetência sua ( dele), outro tanto pela mediocridade em que vive afundado este país. Sou poeta? Se sim, Sou, como grande parte dos brasileiros, poeta analfabeto. Num País onde gente passa fome, poesia é luxo, mas luxo necessário.Não sou muito exigente comigo não, a vida já foi muito brava comigo, só tento não dizer a mesma coisa sempre.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Veneza de Brasileiros&lt;/span&gt;: E as suas raízes, de onde vem a sua veia poética? Quem são seus autores preferidos? &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;br /&gt;Sebastião Firmiano: &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Aos 08 anos eu li Gonçalves Dias, Castro Alves, Olavo Bilac,&lt;br /&gt;Falei, pronto, é isto que eu quero ser( pensei que poeta ficava rico)&lt;br /&gt;Depois descobri que poeta passa fome, mas já estava contaminado.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Uma Noite&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele trazia nos cabelos o cheiro do cigarro&lt;br /&gt;Trazia na boca o bafo da cachaça&lt;br /&gt;Trazia o pau duro e a risada depravada&lt;br /&gt;De quem come qualquer coisa&lt;br /&gt;Até mesmo carne estragada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E eu era ela&lt;br /&gt;Sua caça de agora capturada na madrugada&lt;br /&gt;Nas sombras da noite.&lt;br /&gt;Bêbada , de batons borrados&lt;br /&gt;De vestido barato comprado na loja do turco&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, para que vestido bom?&lt;br /&gt;Se é para tirar a qualquer hora.&lt;br /&gt;Para que caprichos no baton?&lt;br /&gt;Se só sirvo para que ele&lt;br /&gt;Venha jogar a porra fora&lt;br /&gt;Dar-me algum trocado&lt;br /&gt;E em seguida ir embora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Sebastião Firmiano&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Veneza de Brasileiros&lt;/span&gt;: E o lado boêmio de todo poeta, você gosta da boemia?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Sebastião Firmiano: &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Gosto da boemia e da solidão, da boemia já gostei mais.&lt;br /&gt;Atualmente, por problemas de saúde, saio pouco, ainda bebo bastante.&lt;br /&gt;Tenho uma amizade excessiva com o álcool, embora ele me maltrate bastante.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;VB&lt;/span&gt;: O que você sente diante de fatos como a violência urbana, a corrupção política e o caos aéreo? Isso tudo está relacionado?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Sebastião Firmiano: &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Numa sociedade Capitalista o objetivo é sempre o lucro, para tanto todo o sistema educa o povo para o consumo. Ora! Como o povo vai consumir, se ele vive de subemprego, sem educação, e preparo fundamental para realizações, quando a ordem material das coisas é o sucesso fácil da lei de Gerson? A nossa colonização já foi violenta e sem nem um respeito pelas diferenças.&lt;br /&gt;Fico indignado porque quem mais sofre com a violência são os pobres.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Desarranjos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cortina rasgada&lt;br /&gt;De vermelho paixão&lt;br /&gt;Para quem do lado de fora&lt;br /&gt;Olha&lt;br /&gt;Namora a alcova desarrumada&lt;br /&gt;De um ( ou dois ) corações&lt;br /&gt;Em ações selvagens sobre os lençóis&lt;br /&gt;Manhã com cheiro de sêmen e suor&lt;br /&gt;Invadida pelo sol&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Corpos rasgados se remendam&lt;br /&gt;Para um dia longo de preguiça e sono&lt;br /&gt;Ao anoitecer virá um novo encontro&lt;br /&gt;E lençóis já rearrumados.&lt;br /&gt;Sofrerão novos desarranjos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Sebastião Firmiano&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;VB&lt;/span&gt;: Se pudesse escrever um livro sobre sua vida, qual seria o título?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Sebastião Firmiano: &lt;span style="font-style:italic;"&gt;O livro da minha vida se chama” Zé do Óleo “  e esta em elaboração.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;VB&lt;/span&gt;: E a quem você dedicaria? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Sebastião Firmiano: &lt;span style="font-style:italic;"&gt;A toda raça negra brasileira.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;VB&lt;/span&gt;: A sociedade brasileira trata bem o poeta? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Sebastião Firmiano:&lt;span style="font-style:italic;"&gt; A sociedade brasileira não trata bem seus poetas, não trata bem seus idosos, não trata bem suas crianças. A sociedade brasileira é totalmente destratada por uma elite vesga que  só olha seus apaniguados , formando assim um cartel do poder e do capital. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;No Muro&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A dor escrita no muro ta segura&lt;br /&gt;Segura o muro pra não fugir&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O amor escrito no muro ta seguro&lt;br /&gt;Seguro na tinta pra existir&lt;br /&gt;Até que o dono do muro venha&lt;br /&gt;Com nova pintura encobrir&lt;br /&gt;Rimas tão pobres desnecessárias&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A dor escrita no muro vai sumir&lt;br /&gt;O amor escrito no muro esta em apuro&lt;br /&gt;Mas vai existir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Sebastião Firmiano&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;VB&lt;/span&gt;: Seu trato poético passa muito pela crítica e pelo retrato da sociedade brasileira, como você vê o nosso país , o nosso povo, e o Brasil em relação ao mundo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Sebastião Firmiano: &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Acho que é função de todo artista( ou pretendente) retratar a sociedade e o mundo em que vive, além de contribuir para formar novos valores. Por ter uma sensibilidade aguçada, normalmente o artista sai na frente nas lutas por justiça e mudanças.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;VB&lt;/span&gt;: Como foi sua infância? Sua família admira o Firmiano poeta?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Sebastião Firmiano: &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Nasci de uma família (parte descendente de índios, parte de negros). Analfabeto de pai, mãe, e avós. Infância em casebre de pau-a-pique, onde adquiri doença de Chagas. Mas a vida era livre e gostosa só não consegui estudar porque era roça, sem escola e meu pai pobre e doente  não conseguia me manter na cidade estudando. Mesmo porque devido as suas doenças e eu ser o primogênito de cinco irmãos me tornei arrimo de família muito cedo. Mas meu pai era ouvido absoluto e tentou me ensinar música, só não aprendi porque sou muito burro.Alguns poemas ainda muito mal feitos naquela época eu li para ele e o veio gostou. Minha mãe sempre gostou.&lt;br /&gt;Hoje de cinco filhas que tenho, três gostam, duas não lêem. Tenho um irmão que é meio poeta, mas  ele não sabe disso.&lt;br /&gt; Um tio que eu tinha certa vês disse-me: - Vai arranjar um emprego, caçar o que fazer, que esse negócio de literatura é coisa de vagabundo, viado, maconheiro.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Blefe&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma dor fora de mim&lt;br /&gt;Segue meu coração sem rumo&lt;br /&gt;Para lugar nenhum&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ando pelo mundo&lt;br /&gt;Me despedindo de coisas sem valia&lt;br /&gt;Com acenos incompreensíveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ergo a bandeira de um país que não existe&lt;br /&gt;Quem desenhou o mapa mundi&lt;br /&gt;Não desenhou lugar para mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não que eu pense muito em mim&lt;br /&gt;Ou que ache que mereça ser pensado&lt;br /&gt;Mas mereço um lugar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um lugar para morrer.&lt;br /&gt;Onde os vermes que venham&lt;br /&gt;Se alimentar de minha carne podre&lt;br /&gt;Não contamine o resto do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não contamine com minha tristeza&lt;br /&gt;Não contamine com a minha alegria&lt;br /&gt;Caso eu venha ser alegre um dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alegria e tristeza, ambas são inúteis&lt;br /&gt;E o mundo já esta cheio de coisas inúteis.&lt;br /&gt;Até minha dor é inútil, porque não cedo a ela&lt;br /&gt;E se eu sorrir não se preocupe, estarei blefando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Sebastião Firmiano&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;VB&lt;/span&gt;: Como você definiria sua poesia? Seria uma poesia social? Você é um sonhador?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Sebastião Firmiano:&lt;span style="font-style:italic;"&gt; Sou sonhador sim, para mim o sonho é imprescindível. Minha poesia é um grito de desespero contra as agressões que a vida, o mundo e a sociedade me fazem.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Rosa Cinza&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Tinha um olhar tímido cor de rosa e cinza.&lt;br /&gt;Vários olhares através da cortina.&lt;br /&gt;Espiava o sol de outras janelas&lt;br /&gt;Um meião negro furado com dois olhos.&lt;br /&gt;Uma idéia furada nos miolos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rodava um pião na palma da mão&lt;br /&gt;Era um vídeo game/ era um três oitão&lt;br /&gt;Procurando saída pra vida, à bala.&lt;br /&gt;Festim dessas crianças sem idade&lt;br /&gt;Para brincar no play ground.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dia uma bala inimiga&lt;br /&gt;Como lhe era inimiga a vida&lt;br /&gt;Veio a lhe fazer mal ao fígado&lt;br /&gt;Foi socorrido ali próximo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num barracão onde moravam&lt;br /&gt;Terezinha e João desligaram a televisão.&lt;br /&gt;Acenderam uma vela, e esperaram.&lt;br /&gt;Diante, daquele olhar cor de rosa e cinza.&lt;br /&gt;Que por fim, se fechou.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;br /&gt;Sebastião Firmiano&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://firmiano-firmiano.blogspot.com/"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/Rth9Tk-rbvI/AAAAAAAABaI/hCRiBfWlAds/s200/image002.gif" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5104967952922013426" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Vejam o Blog Grog de Sebastião Firmiano!!!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;br /&gt;Click &lt;a href="http://firmiano-firmiano.blogspot.com/"&gt;Aqui&lt;/a&gt;!!!&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6330035690421843343-735946269860448740?l=vbreportagens.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vbreportagens.blogspot.com/feeds/735946269860448740/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6330035690421843343&amp;postID=735946269860448740&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/735946269860448740'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/735946269860448740'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vbreportagens.blogspot.com/2007/08/entrevista-com-sebastio-firmiano.html' title='Entrevista com Sebastião Firmiano'/><author><name>Osvaldo Barreto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08518641928163621644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://photos1.blogger.com/x/blogger2/1418/777464124616941/211/z/508053/gse_multipart15066.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/RtiAck-rbwI/AAAAAAAABaQ/duLFmoY7TuQ/s72-c/1.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6330035690421843343.post-8012417837304351070</id><published>2007-08-22T22:17:00.000-03:00</published><updated>2008-12-09T16:42:33.182-03:00</updated><title type='text'>Rangel Castilho: Pantaneiro De Verdade</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/Rsz0mE-rbaI/AAAAAAAABXg/0k2il479bJk/s1600-h/1161106237_rangel__2.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/Rsz0mE-rbaI/AAAAAAAABXg/0k2il479bJk/s200/1161106237_rangel__2.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5101721412912770466" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Um dos poetas mais respeitados no &lt;a href="http://www.overmundo.com.br/perfis/rangel-castilho"&gt;Overmundo&lt;/a&gt;, pelas suas poesias românticas e líricas, com um pé fincado no regionalismo pantaneiro, Rangel conta que já foi boêmio, fala o que acha das atuais manchetes desconcertantes dos jornais e trata um pouco de si mesmo, numa breve e exclusiva entrevista concedida ao Veneza de Brasileiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Veneza de Brasileiros&lt;/span&gt;-O que você acha do Rangel Castilho poeta, você faz alguma espécie de auto-crítica? Você é muito exigente consigo mesmo?&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;br /&gt;Rangel Castilho&lt;/span&gt;- Tento ser mais um pintor de situações, de lugares, de emoções.&lt;br /&gt;Os bons poetas estão morrendo, estão sobrevivendo só os cronistas de poucas palavras...&lt;br /&gt;Aí, eu me incluo. Auto-crítica não faço, que não mereço. Mas exigente sou, sim.&lt;br /&gt;Mas, às vezes desvirtuo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Se Te Encontro Me Entregava - Mergulhava De Cabeça...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensei em você a noite inteira&lt;br /&gt;Quando vi era madrugada&lt;br /&gt;Se te encontro me entregava&lt;br /&gt;Mergulhava de cabeça&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se te encontro em natureza&lt;br /&gt;De presença escancarada&lt;br /&gt;Minha alma tão atirada&lt;br /&gt;Mergulhava de cabeça&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje&lt;br /&gt;Sonho passado a limpo&lt;br /&gt;Se te encontro com certeza&lt;br /&gt;Rosto corado, passo sorrindo&lt;br /&gt;Diante de tua frieza...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Rangel Castilho&lt;/span&gt; &lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Veneza de Brasileiros&lt;/span&gt;-E as suas raízes, de onde vem a sua veia poética? Quem são seus autores preferidos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Rangel Castilho&lt;/span&gt; -  Sou uma esponja, vou assimilando vertentes, correntes e escolas. Gosto de pensar que escrever cartas foi que me fez fazer poemas, meus amigos de escola gostavam de me ouvir cantar. Comecei a fazer musicas e letras. Os primeiros autores que me vêm à cabeça: &lt;br /&gt;Manoel de Barros&lt;br /&gt;Fernando Pessoa - nem tudo&lt;br /&gt;Paulo Leminsky...&lt;br /&gt;Ana Paula Ribeiro Tavares !!!! - ( africana )&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;( Na lavra da fala faço meu trabalho, como a casa sem&lt;br /&gt;porta e sem mobília, não tão perfeita como a casa onde o&lt;br /&gt;rei medita, tão redonda como a casa onde Ozoro e as&lt;br /&gt;meninas aprenderam a condição de mulheres...)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Primeiro Um Sussurro - Agora Essa Canção...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiro um sussurro&lt;br /&gt;um gemido&lt;br /&gt;um grito&lt;br /&gt;um gesto&lt;br /&gt;a intenção&lt;br /&gt;depois a palavra&lt;br /&gt;o verbo&lt;br /&gt;a fala&lt;br /&gt;traduzindo emoção&lt;br /&gt;depois o texto&lt;br /&gt;a poesia&lt;br /&gt;a explicação&lt;br /&gt;primeiro o instinto&lt;br /&gt;a vontade&lt;br /&gt;o tesão&lt;br /&gt;depois sentimento&lt;br /&gt;saudade&lt;br /&gt;amor&lt;br /&gt;a paixão,&lt;br /&gt;agora essa canção&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;vem dormir comigo&lt;br /&gt;vem ser meu destino&lt;br /&gt;eu sou teu menino&lt;br /&gt;pedindo perdão&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;br /&gt;Rangel Castilho&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;VB&lt;/span&gt; - E o lado boêmio de todo poeta, você gosta da boemia?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Rangel Castilho&lt;/span&gt; - Já bebi muito. Bebia todo fim de tarde, com os amigos. Sozinho,meditando.&lt;br /&gt;Acordei muita madrugada. Parei!&lt;br /&gt;Fumei muitos cigarros. Souza Cruz, deixei muito rica!!!&lt;br /&gt;Parei!!!&lt;br /&gt;Adoro a boemia. Mas isso é pra quem pode!&lt;br /&gt;De vez em quando vou pra esbórnia! Mentira, parei! ( Virei Santo...)&lt;br /&gt;Acho que todo artista tem que experimentar um pouco de rebeldia.&lt;br /&gt;Mas bebida e fumo é bobagem.&lt;br /&gt;Negócio é espaço para respirar!!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Pantaneiro De Verdade - Pura Essência...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este homem pantaneiro&lt;br /&gt;é um esteio centenário&lt;br /&gt;pura essência&lt;br /&gt;feito relicário&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Homem de consciência&lt;br /&gt;paciência de santidade&lt;br /&gt;riso solto, liberdade&lt;br /&gt;solene solidariedade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte de sapiência&lt;br /&gt;benevolência, irmandade&lt;br /&gt;austeridade, ciência&lt;br /&gt;é pantaneiro de verdade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Rangel Castilho&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;VB&lt;/span&gt; - O que você sente diante de fatos como a violência urbana, a corrupção política e o caos aéreo? Isso tudo está relacionado?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Rangel Castilho&lt;/span&gt; -  Não parece uma escada? Violência urbana, coisa nossa, de casa, dos vizinhos, parece normal. Uma grana pro porteiro. Pro policial no trânsito, pro guarda municipal. Depois corrupção política que é coisa nossa, dos vizinhos. Dinheiro de empreiteira, pagamento de pensão. E o caos aéreo? É coisa nossa, parece normal não ter responsabilidade. Não ter honra. Não ter ética. Não ter respeito. Não ter educação.  Não parece relacionado? Não parece uma escada?&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É Noite Outra Vez - E Tudo Recomeça...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por sobre o cavalo&lt;br /&gt;o peão pantaneia na lida de gado&lt;br /&gt;o sol inclemente&lt;br /&gt;ponteia as horas&lt;br /&gt;e o tempo obedece&lt;br /&gt;logo, logo escurece&lt;br /&gt;é noite outra vez&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As estrelas&lt;br /&gt;que estavam escondidas&lt;br /&gt;no céu aparecem&lt;br /&gt;rompendo o silêncio&lt;br /&gt;os seres da mata fazem uma prece&lt;br /&gt;é noite outra vez&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brilha a lua&lt;br /&gt;feito uma santa encima do altar&lt;br /&gt;e o peito emudece&lt;br /&gt;um milagre a se anunciar&lt;br /&gt;é noite outra vez&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A natureza divina&lt;br /&gt;vai desfiando a vida&lt;br /&gt;nesse santuário&lt;br /&gt;até o dia chegar&lt;br /&gt;e tudo reiniciar&lt;br /&gt;como um grande rosário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tarde vai escurecer&lt;br /&gt;a primeira estrela aparecer&lt;br /&gt;é noite outra vez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Rangel Castilho&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;VB&lt;/span&gt; - A sociedade brasileira trata bem o poeta e músico?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Rangel Castilho&lt;/span&gt; - A sociedade brasileira não sabe que o poeta e o músico precisam comer e beber para viver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Chuva e Sol – Casamento de Espanhol....&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Barra do dia quebrou jejum&lt;br /&gt;Devorou escuridão&lt;br /&gt;Foi embora nuvem negra&lt;br /&gt;Sol armou imensidão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Teve olhar que se perdeu&lt;br /&gt;Não marcou caminho andado&lt;br /&gt;Fiz do meu um arco-íris&lt;br /&gt;Pra servir de itinerário...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Rangel Castilho&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;VB&lt;/span&gt; - Seu trato poético passa muito pelo lirismo e regionalismo, como você vê o nosso país, o nosso povo, e o Brasil em relação ao mundo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Rangel Castilho&lt;/span&gt; - Brasil - Ante Sala do Paraíso!&lt;br /&gt;Como dizer desse povo magnífico? O que falar do amor, quando a&lt;br /&gt; embriaguez do momento é só torpor? Quem mora no MEU Brasil não sabe que existe o&lt;br /&gt; mundo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Saudade – E a Estrada Acende a Chama...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O horizonte marejou&lt;br /&gt;E dos olhos que vi correu um rio&lt;br /&gt;O carro que já quer ir longe&lt;br /&gt;E a estrada acende a chama....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dos lábios um tremor&lt;br /&gt;E dos olhos que vi, morreu o riso&lt;br /&gt;O nome que ouço é o meu&lt;br /&gt;Que o vento dissipa em cirandas...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A estrada acabou&lt;br /&gt;E dos olhos que vi, no meu esvaiu&lt;br /&gt;O que pensei ser pra sempre&lt;br /&gt;A saudade chama lembrança...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Rangel Castilho&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;VB &lt;/span&gt;- Como foi sua infância?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Rangel Castilho&lt;/span&gt; - Até os oito anos de idade vivi na cidade mais linda do mundo: Bonito - MS.&lt;br /&gt;Depois na segunda cidade mais linda do mundo: Aquidauana.&lt;br /&gt;Muita natureza, rios, fazendas, cavalos, campos, baías, corixos, pescarias, acampamentos...&lt;br /&gt;E das coisas mais importantes de minha vida destaco as pessoas. Amigas ou não.&lt;br /&gt;Todas foram muito importantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Eu, Meus Amigos e a Lua – Ficou Silêncio Em Meu Quintal...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abro a lua em meu quintal&lt;br /&gt;Empoleiro no galho da goiabeira&lt;br /&gt;Pé de manga quis sombrear&lt;br /&gt;Vaga-lume acendeu fogueira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cajueiro se sacudiu&lt;br /&gt;Acordou beija-flor azul&lt;br /&gt;Limoeiro quis azedar&lt;br /&gt;Jabuticaba lhe adoçou&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lua cheia iluminou&lt;br /&gt;Fiou silêncio em meu quintal&lt;br /&gt;Ficamos todos olhando o céu&lt;br /&gt;Na primeira noite primaveral&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Rangel Castilho&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;VB&lt;/span&gt; - Como você definiria sua poesia?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Rangel Castilho&lt;/span&gt; - Escrevo o que se lê nos murais. Nada é pra gente. Mas tudo cabe direitinho na gente.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Camalotes - Ilhas Verdes Trazendo A Cheia...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;longe choveu e água correu&lt;br /&gt;enchendo corixos&lt;br /&gt;baías&lt;br /&gt;regatos&lt;br /&gt;desceu as colinas&lt;br /&gt;correu pelos pastos&lt;br /&gt;marejou os olhos dos bichos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;camalotes desceram o rio&lt;br /&gt;ilhas verdes trazendo a cheia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;quando fica parado filtra a água&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;de noite esconde sereia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;é verde pintando o azul&lt;br /&gt;mistura da mata e as nuvens do céu&lt;br /&gt;no meio do rio passou camalote&lt;br /&gt;trouxe mais água pro leito do rio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Rangel Castilho&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;br /&gt;Duas Belas Canções de Rangel Castilho. Confira!!!!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.overmundo.com.br/download_banco/palavras-na-boca-tudo-o-que-eu-sinto-por-voce"&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Palavras Na Boca – Tudo O Que Eu Sinto Por Você...&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;a href="http://www.overmundo.com.br/download_banco/filhos-e-uma-saudade-danada-de-gabriel"&gt;Filhos - E uma saudade danada de Gabriel....&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Conheça mais de Rangel Castilho.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://poetarangelcastilho.blogspot.com/"&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Blog Rangel Castilho&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6330035690421843343-8012417837304351070?l=vbreportagens.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vbreportagens.blogspot.com/feeds/8012417837304351070/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6330035690421843343&amp;postID=8012417837304351070&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/8012417837304351070'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6330035690421843343/posts/default/8012417837304351070'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vbreportagens.blogspot.com/2007/08/rangel-castilho-quem-mora-no-meu-brasil.html' title='Rangel Castilho: Pantaneiro De Verdade'/><author><name>Osvaldo Barreto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08518641928163621644</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://photos1.blogger.com/x/blogger2/1418/777464124616941/211/z/508053/gse_multipart15066.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/Rsz0mE-rbaI/AAAAAAAABXg/0k2il479bJk/s72-c/1161106237_rangel__2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6330035690421843343.post-9061808670695375932</id><published>2007-08-22T21:38:00.001-03:00</published><updated>2008-12-09T16:42:33.485-03:00</updated><title type='text'>A 1a Semana de Fotografia do Recife</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/RszXbE-rbYI/AAAAAAAABXQ/V1rD29iozgY/s1600-h/top.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_xxz4DNXT0o8/RszXbE-rbYI/AAAAAAAABXQ/V1rD29iozgY/s400/top.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5101689338097003906" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A 1a Semana de Fotografia do Recife é uma realização&lt;br /&gt;da Prefeitura da Cidade do Recife por meio da Gerência&lt;br /&gt;de Serviços de Fotografia da Fundação de Cultura&lt;br /&gt;Cidade do Recife.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Uma reunião de fotógrafos profissionais, amadores,&lt;br /&gt;artistas visuais, referências do cenário local e nacional,&lt;br /&gt;além do público em geral, para vivenciar a pluralidade&lt;br /&gt;de olhares a partir do fazer fotográfico.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Durante uma semana a cidade receberá exposições, oficinas,&lt;br /&gt;debates, lançamentos de livros, mostras de fotografia,&lt;br /&gt;leituras de portfolio, palestras e muito mais. As atividades&lt;br /&gt;serão descentralizadas e abertas ao grande público.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Em seu primeiro ano, o evento também pretende discutir&lt;br /&gt;e refletir sobre os rumos da fotografia contemporânea,&lt;br /&gt;com destaque para o aspecto da linguagem fotográfica&lt;br /&gt;como ferramenta para educação e arte na perspectiva&lt;br /&gt;de inclusão social.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Oficinas&lt;/span&gt; ________________________________&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Caixa mágica brincando com a luz&lt;br /&gt;Ricardo Peixoto/PB (Agência Ensaio)&lt;br /&gt;Local: Daruê Malungo (Chão de Estrelas),&lt;br /&gt;27 a 31 de agosto, das 13h às 16h&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Foto na lata&lt;br /&gt;Rafael Johann e Paula Biazus/RS&lt;br /&gt;Local: KABUM (Bairro do Recife),&lt;br /&gt;27 a 31 de agosto, das 14h às 18h&lt;br /&gt;Cada participante deve trazer sua própria&lt;br /&gt;lata como forma de estímulo&lt;br /&gt;ao reaproveitamento de materiais.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Outro olhar&lt;br /&gt;Michelle Cristina/MG&lt;br /&gt;Local: Nascedouro de Peixinhos,&lt;br /&gt;27 a 31 de agosto, das 14h às 18h&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;PIN LUX&lt;br /&gt;Miguel Chikaoka/PA&lt;br /&gt;Local: CCJ – Centro de Comunicação&lt;br /&gt;e Juventude, 27 a 31 de agosto,&lt;br /&gt;das 9h às 12h&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Realização e produção fotográfica&lt;br /&gt;Henrique José, Keyla Sena&lt;br /&gt;e Max Pereira (Agência Zoon/RN)&lt;br /&gt;Local: CEFAV (Pátio de São Pedro),&lt;br /&gt;27 a 31 de agosto, das 14h às 18h&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Experiência com câmeras artesanais,&lt;br /&gt;máquinas precárias e fotografia lúdica&lt;br /&gt;Luiz Santos/PE&lt;br /&gt;Local: Caranguejo Uçá (lha de Deus),&lt;br /&gt;28 a 31 de agosto, das 09h às 12h&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Leituras de portfolio&lt;/span&gt; ______________________&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Thales Trigo/SP&lt;br /&gt;MAMAM, dia 28 às 14h&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Eder Chiodetto/SP&lt;br /&gt;Murillo La Greca, dia 29 às 9h&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Diognes Moura/SP&lt;br /&gt;Galeria Arte Plural, dia 30 e 31 às 14h&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Debates&lt;/span&gt; ________________________________&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Miguel Chikaoka/PA (FotoAtiva)&lt;br /&gt;Agência Zoon/RN&lt;br /&gt;Michelle Soares/MG (Outro Olhar)&lt;br /&gt;MAMAM, dia 30 às 19h&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Ricardo Peixoto/PB (Agência Ensaio)&lt;br /&gt;Rafael Johan e Paula Biazus/RS (Lata Mágica)&lt;br /&gt;Luiz Santos/PE&lt;br /&gt;MAMAM, dia 31 às 19h&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Exposições&lt;/span&gt; ______________________________&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Encubado – Olhos que vêm de longe Beto Figueirôa&lt;br /&gt;Galeria Arte Plural, 16 de agosto a 09 de setembro&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Olhares das cidades Coletivo de Alunos de Rádio e TV da UFPE&lt;br /&gt;Galeria Capibaribe, CAC/UFPE – Centro de Artes e Comunicação,&lt;br /&gt;Cidade Universitária, 21 de agosto a 01 de setembro&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Fêmeas Mãos - Uma iconografia do artesanato em Pernambuco&lt;br /&gt;Camila Targino&lt;br /&gt;Museu Murillo La Greca, 26 de agosto a 01 de setembro&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Linguagens Coletiva de 40 fotógrafos de Recife&lt;br /&gt;Torre Malakoff, 26 de agosto a 05 de setembro&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Resultado do projeto "Ver para Ser" Coletiva&lt;br /&gt;Escola Oi Kabum, rua do Bom Jesus, 147, Bairro do Recife,&lt;br /&gt;abertura dia 26 de agosto às 16 horas&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Expedição Capibaribe da Nascente à Foz&lt;br /&gt;(Arte dos povos ribeirinhos) Tuca Siqueira&lt;br /&gt;Museu da Cidade do Recife (Forte das Cinco Pontas),&lt;br /&gt;27 de agosto a 10 de setembro&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Retratos do mercado Grupo Paspatu&lt;br /&gt;Teatro do Parque, 28 de agosto a 15 de setembro&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Comunhão Rodrigo Braga&lt;br /&gt;Galeria Massangana (Fundaj Casa Forte), 30 de agosto a 14 de outubro&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Exposição fotográfica de Luiz Santos com lançamento do livro&lt;br /&gt;Tradições Negras, Políticas Brancas – Previdência Social&lt;br /&gt;e Populações Afro-brasileiras Gabriel Alves (texto e pesquisa)&lt;br /&gt;Museu da Cidade do Recife (Forte das Cinco Pontas),&lt;br /&gt;abertura dia 30 de agosto às 19 horas, ficará em cartaz até 06 setembro&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Brasília Teimosa (com lançamento do livro)&lt;br /&gt;Bárbara Wagner&lt;br /&gt;Museu da Cidade do Recife (Forte das Cinco Pontas),&lt;br /&gt;31 de agosto a 12 de setembro&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Palestras&lt;/span&gt; _______________________________&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O mundo digital&lt;br /&gt;Thales Trigo/SP&lt;br /&gt;Teatro Hermilo Borba Filho, dia 27 às 19h&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Tecnologia do Séc XIX a partir do acervo de Murillo La Greca&lt;br /&gt;Camila Targino/PE&lt;br /&gt;Museu Murillo La Greca, dia 28 às 14h&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O atual momento do fotojornalismo contemporâneo&lt;br /&gt;Eder Chiodetto/SP&lt;br /&gt;Teatro Hermilo Borba Filho, dia 28 às 19h&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Processos curatoriais na fotografia contemporânea&lt;br /&gt;em espaços públicos&lt;br /&gt;Diognes Moura/SP&lt;br /&gt;Teatro Hermilo Borba Filho, dia 29 às 19h&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;II Mostra Recife de Fotografia&lt;/span&gt; ______________&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A Mostra de Fotografia terá exibições em diversos locais&lt;br /&gt;e tem o objetivo de dar visibilidade à produção local e nacional&lt;br /&gt;nas suas mais diversas linguagens.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;26 Dom Torre Malakoff, 19h ...............................&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Noturnos 3'6"&lt;br /&gt;Osmário Marques (PE)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Serrote do Gado Brabo 8'24"&lt;br /&gt;Vânia Fialho (PE)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dor e Solidão 2'35"&lt;br /&gt;Alexandre Belém (PE)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sertons 4'21"&lt;br /&gt;Flávia Lira e Rodrigo Santos (PE)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Via Láctea 1'1"&lt;br /&gt;Alexandre Belém (PE)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ensaio artístico 1'10"&lt;br /&gt;Agência Informar Pilar (PE)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faces do Pilar 1'10"&lt;br /&gt;Agência Informar Pilar (PE)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Próximo ao invisível 3'&lt;br /&gt;Paulo Rodolfo (PE)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Favela 12-24 2'48"&lt;br /&gt;Chico Porto (PE)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Uma viagem lomográfica 2'47"&lt;br /&gt;Patrícia Leal (PE)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Circo do interior: a difícil arte&lt;br /&gt;da sobrevivência 2'15"&lt;br /&gt;Chico Porto (PE)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;RecifeMostraLOMO 6'27"&lt;br /&gt;Coletivo RecifeMostraLOMO&lt;br /&gt;(PE, SP, PR, RJ, GO, EUA)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O outro lado 2'&lt;br /&gt;Rodrigo Sotero (PE)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parede branca, povo mudo 2'30"&lt;br /&gt;Rafael Rodrigues F. de Araújo (PE)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim na terra como no Céu 3'41"&lt;br /&gt;Rafael Rodrigues F. de Araújo (PE)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Doutores da Alegria 5'&lt;br /&gt;Helder Tavares (PE)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Outra dimensão 6'&lt;br /&gt;Núcleo de Fotografia da Escola Oi Kabum&lt;br /&gt;(Mila Targino e Michela Albuquerque, org. / PE);&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;E o Sertão não virou mar 4'16"&lt;br /&gt;Pedro Moreira (PE);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O essencial é invisível aos olhos 2'57"&lt;br /&gt;Talita Matos (PE);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mazurca do Alto do Moura 6'08"&lt;br /&gt;Raquel Santana (PE);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Intersexualidade 1'39"&lt;br /&gt;Roberta Guimarães (PE);&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Da lama à fama 5'&lt;br /&gt;Roberto Faria e Josie Rocha (BA);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Urbecama 1'58"&lt;br /&gt;Júnior Pimenta (CE);&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Turn me Loose 4'08"&lt;br /&gt;Ghustavo Távora (4a Dimensão) (PE);&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;...Feito Poeira no Vento... 3'30"&lt;br /&gt;Dirceu Maués (PA)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Visualizando urbanescências e urbanescentes 5'40"&lt;br /&gt;Viviani Duarte Acioli (PE);&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A magia do toque 4'&lt;br /&gt;Júlio Riccó (SP)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;27 Seg Pátio De São Pedro, 18h .........................&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Roma, cidade aberta 4'11"&lt;br /&gt;Anna Silveira (SP)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escuro 3'02"&lt;br /&gt;Adauto Júnior (PE)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Retratos do mercado 9'&lt;br /&gt;Paspatu (PE)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porto Alegre – fragmentos da capital 3'47"&lt;br /&gt;Bruno Alencastro (RS)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Via Láctea 1'17"&lt;br /&gt;Alexandre Belém (PE)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um ser 3'05"&lt;br /&gt;Orlando Nascimento (PE)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Assim como . . ." 4'&lt;br /&gt;Patrícia de Freitas (PE)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Vale do Catimbau, pedras, flores e rastros 10'&lt;br /&gt;Leniée Maia (PE)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O caminho 2'09"&lt;br /&gt;José Diniz (RJ)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Capibaribe dos mangues 4'&lt;br /&gt;Josenildo Silva (PE)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Circo do interior: a difícil arte da sobrevivência  2'15"&lt;br /&gt;Chico Porto (PE)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda há paz 2'41"&lt;br /&gt;Maíra Erlich (PE)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Múltiplas visões 9'30"&lt;br /&gt;Câmara Escura (PE)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Matrizes Africanas: Orixás, Mestres e Folhas 8'44"&lt;br /&gt;Costa Neto (PE)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arquipélogo SPSP 7'&lt;br /&gt;Simone Albuquerque (PE)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;London eye 6'&lt;br /&gt;Innó (PE)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Turn me loose 4'08"&lt;br /&gt;Ghustavo Távora (4a Dimensão) (PE)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;28 Ter Comunidade do Pilar/Recife Antigo, 18h .....&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Pelada 1'28"&lt;br /&gt;Paz Sales (PE)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recifes 3'32"&lt;br /&gt;Rosaclara Freire (PE)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Serrote do gado brabo 8'24"&lt;br /&gt;Vânia Fialho (PE)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Favela 12-24 2'48"&lt;br /&gt;Chico Porto (PE)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RecifeMostraLOMO 6'27"&lt;br /&gt;Coletivo RecifeMostraLOMO&lt;br /&gt;(PE, SP, PR, RJ, GO , EUA)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Múltiplas visões 9'30"&lt;br /&gt;Câmara Escura (PE)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Matrizes africanas: Orixás, Mestres e Folhas 8'44"&lt;br /&gt;Costa Neto (PE)&lt;br /&gt
